Fim da BCE?

Governo vai acabar com a polémica Bolsa de Contratação para as escolas

 

Governo vai acabar com a polémica Bolsa de Contratação para as escolas

 

O Ministério da Educação confirmou à Antena 1 que vai anular, no próximo ano lectivo, a bolsa de contratação de escolas.

 
O modelo que foi colocado em prática pela anterior governação e apadrinhado pelo ex-ministro Nuno Crato gerou muita polémica, em Setembro, tendo mesmo levado o ministro a pedir desculpas, no Parlamento, aos professores pelo alegado erro informático dos serviços do ministério

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12 comentários

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    • Marmelo on 5 de Janeiro de 2016 at 16:29
    • Responder

    Desde que não seja para voltar à Contratação de Escola para todas as ofertas das TEIP/Autonomia como acontecia há uns anos atrás…
    … E se não for pedir muito, RR também para os contratados até ao final do ano letivo. Não faz sentido que continue para os docentes dos quadros e não para os contratados pois atualmente a oferta tem primeiro que ir para a RR dos quadros e só depois para contratação de escola (e perdem-se semanas na contratação de escola).

    • Janeiro on 5 de Janeiro de 2016 at 16:45
    • Responder

    Muito bom!! Basta as Escolas colocarem as vagas em aberto e cada candidato na aplicação SIGRHE pode candidatar-se e no fim a Escola depois de uma entrevista escolhe os docentes mais habilitados para a função e não pelo critério do tempo de serviço porque muitos conseguem aumentar de forma menos ética o seu tempo de serviço basta ter os conhecimentos certos.

      • Marmelo on 5 de Janeiro de 2016 at 17:40
      • Responder

      Claro… Obrigar docentes a deslocarem-se do Minho ao Algarve como antigamente para uma entrevista onde um dos candidatos é amigo do diretor… E já agora, chamar todos os docentes e não apenas os 5 primeiros que é para garantir que o amigo do diretor consta da lista… No 110 deve dar umas centenas de entrevistas!

      Deixem-se de tretas… RR para todas as ofertas exceto para horários inferiores a 8 horas e mesmo aí com critério único pelo lista graduada em que o candidato apenas valida na plataforma, horário a horário, se quer ser candidato a esses horários (com a respetiva mancha de horário definida).

      Que eu saiba nenhum candidato consegue subir mais que um valor por ano… Ou será que a ideia é colocar os de 3ª prioridade (prioridade que não existe na BCE e Contratação de Escola)?

        • Justiceiro on 5 de Janeiro de 2016 at 19:02
        • Responder

        Para mim o Janeiro é amigo do Diretor!
        Tenham juízo e deixam-se de tretas. Lista única e coloção por essa ordem. Justiça nos concursos. Deixam-se de clientelismos.

    • EBASICUM on 5 de Janeiro de 2016 at 22:26
    • Responder

    Eia! Tantos justiceiros!

    • Antonio Campos on 6 de Janeiro de 2016 at 8:01
    • Responder

    A lista graduada está adulterada desde que entraram os mestrados Bolonha.

      • Eva on 6 de Janeiro de 2016 at 13:09
      • Responder

      Os mestrados de bolonha são iguais às licenciaturas antigas, porque diz que está adulterada?! Em alguns cursos até o nº de anos necessários para concluir o curso aumentou. A exigência depende muito mais do estabelecimento do ensino e mesmo dentro desse depende dos professores, como nós bem sabemos. As universidades privadas não deviam de forma alguma formar professores porque aí sim as notas são compradas, mas isso não tem nada a ver com Bolonha.

        • Antonio Campos on 6 de Janeiro de 2016 at 15:22
        • Responder

        Não são não. Há uma diferença grande entre antes e depois Bolonha. Conheço colegas que fizeram um mestrado Bolonha em dois anos com inúmeras equivalências e quase sem pôr os pés nas faculdades. Acabaram todos com grandes notas. Vê-se pelas listas de ordenação de vários grupos.Sobre as universidades privadas, devo dizer -lhe que as públicas encontram-se no mesmo patamar.Falta dinheiro aos cofres do ensino superior público.

          • Ahh on 6 de Janeiro de 2016 at 16:13

          se fosse eu a mandar só quem tivesse mestrado ou doutoramento em Ensino ou Educação é que tinha legitimidade para concorrer para entrar para os quadros! Acabava-se logo a tosse daqueles com maniazinha que presumidamente julgam que as suas formações são superiores aos dos outros colegas e na volta têm rabos de palha.

        • xxx on 6 de Janeiro de 2016 at 16:48
        • Responder

        Porque as licenciaturas pré-bolonha, primeiro, as pessoas tinham um estágio integrado… Segundo, porque, a nota com que concluíam resultava dos 5 anos da sua formação. Os mestrados de bolonha o estágio resume-se a umas horas… Segundo, a nota resulta apenas dos dois últimos anos da formação. Pois bem, nos primeiros anos da Universidade é que se tem as cadeiras mais complexas e como tal é nessas a que os alunos de pré-bolonha têm notas mais baixas. Depois, no mestrado de Bolonha o segundo ano é a dissertação, que é um mero trabalho de 50 a 60 páginas, que nós também fizemos no decorrer do nosso estágio, mas não com essa volumetria, bem mais volumoso… Eis algumas das principais diferenças. A graduação é a forma ainda mais justa, no entanto, os Pré-Bolonha e os Pó-Bolonha deveriam ter a média resultante do mesmo n.º de anos: ou os últimos 2 para todos, ou todos os anos para todos…

          • Antonio Campos on 6 de Janeiro de 2016 at 17:44

          Afinal colega Eva, acaba por me dar razão.

          • Maria on 6 de Janeiro de 2016 at 22:55

          O trabalho de estágio podia ser volumoso mas não tinha, nem aproximadamente, o rigor científico de uma dissertação de mestrado que tem que ser defendida. Era apenas a junção dos trabalhos realizados com os alunos. O mestrado implica muitas horas de estágio mas claro que não é nada comparado ao ano de estágio remunerado e a tempo inteiro … mas esse acabou em 2005 ainda antes dos mestrados bolonha.

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