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Eu Já Sugeri Em Tempos a Solução Para Este Problema

… que era a de permitir que um docentes colocado na Mobilidade Interna ou na Contratação Inicial pudesse manter-se em concurso até à RR1 ou RR2 se aparecessem lugares mais próximos.

Seria um algoritmo bem simples de construir com uma pergunta do género na aceitação da MI/CI:

  • Aceita a colocação;
  • Aceita a colocação, mantendo-se em concurso para a RR1.

 

Desta forma os professores até poderiam alargar mais o concurso, sabendo que poderiam ter uma segunda oportunidade de colocação caso existisse lugar nas prioridades manifestadas até à de colocação na MI/CI.

Basta haver vontade do MECI.

 

O professor Jorge ficou colocado a 350 quilómetros de casa. Agora descobriu horários a meia hora de caminho. “Onde estavam tantas vagas?”

 

Jorge Oliveira, professor de Biologia, vai ter de pagar duas casas este ano letivo e nem sequer ficou colocado numa região elegível para os apoios a professores deslocados

 

Jorge Oliveira apresentou-se esta segunda-feira no Agrupamento de Escolas José Régio, em Portalegre, onde ficou colocado no último concurso de mobilidade interna, cujos resultados foram conhecidos a 16 de agosto. Começou a sempre inglória tarefa de procura de casa, a mais de 350 quilómetros da que deixou em Braga, mas que tem de continuar a pagar. O professor de Biologia de 42 anos sente-se “injustiçado” e “ultrapassado” por colegas com menos graduação, porque sabe agora que poderia ter ficado a dar aulas a menos de 50 quilómetros da sua residência.

“Fui opositor ao concurso interno. Efetivei no Quadro de Zona Pedagógica [QZP] 49, que engloba Monforte, Arronches, Campo Maior e Elvas. Ficando em vaga QZP, sou opositor obrigatório à mobilidade interna. Das 810 escolas que existem a nível nacional, concorri a 406 preferências, entre escolas, agrupamentos e QZP, com o sentido de aproximar a Braga, onde tenho a minha família. Fiquei colocado na preferência 400, em Portalegre”, começa por contar à CNN Portugal.

 

“Vou às reservas que saíram ontem [segunda-feira] e reparo que ficaram colocados colegas meus contratados e com menos graduação do que eu em vagas mais perto da minha casa, mas que não existiam antes de me opor à Mobilidade Interna”, acrescenta.

De acordo com este professor, só no QZP 9, que engloba localidades como Póvoa de Varzim, Porto, Valongo e Gondomar, tudo localidades mais próximas de Braga do que Portalegre, “surgiram 460 novas necessidades”. “Não são todos horários completos, mas são 460 novas necessidades. Só no meu grupo de recrutamento, há 19 vagas que não existiam quando me candidatei à Mobilidade Interna”, contabiliza, questionando “onde estavam tantos horários?”.

O professor estranha ainda mais que esses horários surjam agora, numa altura em que muitas escolas até fecharam uma semana e a esmagadora maioria dos docentes ainda nem se apresentou, “não tendo os diretores como saber se vão ter professores de baixa, com reduções de horários ou destacados”.

Sem direito a apoios

Jorge Oliveira está habituado a andar com a casa às costas. Até há dois anos, deu aulas na região de Lisboa. Deixou de incluir a zona da capital nas suas preferências de candidatura por causa dos “preços proibitivos das casas”.

Agora, foi parar ao Alto Alentejo, onde “as casas também não são baratas” e nem sequer é elegível para os apoios a professores deslocados que estão a ser negociados entre o Governo e os sindicatos, porque não é considerada uma região onde a falta de docentes é tão dramática.

“Eu sou muito pragmático e tenho de trabalhar no Ministério. E tenho consciência que o Ministério tem de gerir o dinheiro de nós todos e não é uma agência de emprego. Tem de criar vaga onde os miúdos precisam dos professores e não criar uma vaga para mim ou para qualquer colega onde nos dá jeito ficar. Também tenho a consciência que as escolas em agosto têm sempre um grau de incerteza em relação ao número de alunos e ao número de turmas. Percebo que há sempre horários libertados mais tarde. Não consigo conceber como é que com as escolas fechadas uma semana, em pleno agosto aparecem tantas vagas”, argumenta.

Jorge não tem filhos e “é com muita mágoa” que diz “felizmente”. Porque acredita que seria “ainda mais difícil” gerir a situação.

“Já me sinto cansado e desgastado e ainda não comecei a trabalhar com os miúdos. Chego àquilo que realmente gosto de fazer, que é dar aulas, e é por isso que ainda me mantenho aqui, já desgastado. E por mais que queiramos que não aconteça, isso influencia o nosso desempenho profissional”, lamenta.

Uma história que se repete

Os lamentos de Jorge repetem-se nos grupos de professores nas redes sociais. A professora Liliana conta que, na reserva de recrutamento que saiu esta segunda-feira, “teria ficado em Águeda, no concelho de residência, onde ficou uma colega do mesmo QZP, quase 200 lugares depois na lista”.

“Vou fazer 182 quilómetros diários, podendo estar a 5 minutos de casa. E olhei só para os docentes de carreira”, acrescenta.

O professor Miguel questiona: “Dizem que no Algarve há falta de professores! Uma colega que está atrás de mim quase 200 lugares ficou no concurso interno no QZP 63 [Alcoutim, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Santo António] e eu no 45 [Vila Franca de Xira, Loures, Sintra, Cascais, Loures, Oeiras, Odivelas e Lisboa]. Na Mobilidade Interna, eu fico numa escola do QZP45 e ela fica não colocada no QZP63 e agora, na Reserva de Recrutamento 1, vem parar ao QZP de minha casa. É isto a justiça e a aproximação de casa que tanto se proclama?”.

A professora Fernanda, se não tivesse ficado colocada na Mobilidade por Doença, teria “ido parar a Ourém”. “Nesta Reserva de Recrutamento, saíram horários a 12 ou 15 quilómetros da minha residência”, denuncia também numa partilha num grupo de WhatsApp de professores.

As possíveis explicações

Cristina Mota, porta-voz do movimento cívico de professores Missão Escola Pública, está solidária com os colegas e reconhece a legitimidade de quererem aproximar à residência e de se sentirem injustiçados. Adivinha, contudo, que estas situações se continuem a repetir, ano após ano, e todos os meses, em todas as contratações de professores.

“Uma das explicações pode ser precisamente o facto de as escolas terem estado fechadas uma semana, por exemplo, ou nas férias dos funcionários das secretarias, que, durante o mês de agosto, não conseguiram lançar horários, ou reformas de professores. Isso faz com que só agora as escolas tenham noção das verdadeiras necessidades e lancem esses horários a concurso”, adianta.

Cristina Mota lembra que “só este mês de setembro se reformam 458 professores”. “Se as secretarias estiveram de férias, ainda não lançaram essas reformas e esses horários ainda não entraram na Reserva de Recrutamento 1”, tenta justificar, acrescentando que aquilo que admite ser uma “injustiça” se vai repetir nos próximos meses, em que se prevê, em média, a reforma de mais de 300 professores.

Manuel Pereira, diretor escolar e presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), nem antevê que “desigualdades” como a que ilustra o caso de Jorge Oliveira deixem de existir com o atual modelo de recrutamento de docentes. “Há professores aposentados, cuja autorização para a reforma surge já depois de pormos as vagas a concurso, há aumentos de turmas, há professores que ficam doentes… Na minha escola tive uma professora que morreu este verão, por exemplo”, exemplifica.

“É uma clara injustiça e há sempre situações de enorme injustiça que vão surgindo”, lamenta.

O professor e dirigente escolar acredita que a situação poderia ser mitigada se os concursos de docentes fossem lançados mais cedo. E está convencido que podiam mesmo “ser feitos, por exemplo em janeiro, ou em março, para os professores saberem para onde vão trabalhar no ano letivo seguinte”. “Se os concursos fossem mais cedo, seria mais fácil para as escolas e para os professores”, sublinha.

Andar “devagarinho” para poupar combustível

A Jorge Oliveira não resta outra hipótese se não aceitar a colocação em Portalegre, sob pena de ser alvo de um processo disciplinar, com vista ao despedimento.

Resta-lhe conformar-se com as contas à vida que vai ter de fazer no próximo ano letivo. Contas às duas casas que vai ter de pagar, contas à quantidade de vezes que vai conseguir ver a família todos os meses, contas ao combustível que vai deixar na estrada em cada viagem. “Por acaso, o carro não bebe muito, porque venho muito devagarinho para poupar”, ironiza.

O Governo prevê apoios entre 75 e 300 euros a professores deslocados que fiquem colocados a mais de 69 quilómetros de casa, em regiões e escolas com manifesta falta de docentes e que pertençam a grupos de recrutamento igualmente deficitários. Não apaga o sentimento de injustiça sentido por Jorge e pelos colegas na mesma situação, mas podia ajudar a mitigá-lo, se estivessem abrangidos.

Cristina Mota defende que a proposta do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) para apoio aos professores deslocados e que está a ser negociada com os sindicatos (há nova reunião marcada para a próxima segunda-feira) está ferida de “injustiça e de inconstitucionalidade” e “tem de ser revista”. “Há desigualdades gritantes. Há docentes que estão colocados na mesma escola e igualmente a centenas de quilómetros de casa, mas um receberia apoio e o outro não, porque um pertence a um grupo de recrutamento elegível e o outro não”, exemplifica a porta-voz do Missão Escola Pública.

A CNN Portugal questionou o Governo sobre estas “ultrapassagens” nos concursos de docentes, mas, até à hora da publicação deste artigo, não obteve resposta.

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Reunião com o MECI no Dia 9 de Setembro Para Acompanhamento da RTS

Primeira reunião da Comissão de acompanhamento da aplicação do Decreto-Lei relativo à recuperação do tempo de serviço

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) e o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) deram um passo decisivo para a valorização da carreira docente em Portugal.

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 48-B/2024, resultante do acordo firmado entre a FNE e o MECI a 21 de maio de 2024, foi estabelecido um regime especial de recuperação do tempo de serviço congelado, reconhecendo a justiça da luta incansável dos professores portugueses ao longo dos últimos anos.

Na próxima segunda-feira, dia 9 de setembro, pelas 14:30H, nas instalações do ministério, na Av. Infante Santo, n.º 2, em Lisboa, representantes das diversas organizações sindicais, as que assinaram o acordo e aquelas que optaram por não o fazer, reunir-se-ão para analisar a implementação desta medida histórica.

A comissão de acompanhamento proposta pela FNE, no âmbito das negociações, terá como principal objetivo garantir que todos os professores sejam beneficiados de forma equitativa, transparente e resolver casos pontuais que sejam detetados.

A recuperação integral do tempo de serviço, para efeitos de progressão na carreira,  representa um avanço significativo, permitindo aos professores progredir sem constrangimentos, aceder a níveis de remuneração mais elevados e obter maior reconhecimento e valorização social.

Este marco histórico é fruto de uma luta incansável dos professores portugueses e de um diálogo construtivo entre a FNE e o MECI.

Porto, 03 de setembro de 2024

A Comissão Executiva da FNE

 

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No DN

Não será fácil preencher a maioria dos horários, mas acredito que com muito esforço muitos deles poderão ainda vir a ter professor no dia 12 de setembro.

Mas começa a ser urgente que o incentivo para estes horários chegue rápido, pois se não chegar teremos um ano ainda pior que o ano transato.

 

Falta de professores continua a crescer e atinge quase 180 mil alunos

 

A pouco mais de uma semana do arranque das aulas, o número de horários por completar já ultrapassa o milhar. Cenário pode piorar, pois os horários pedidos ainda não contemplam substituições.

 

O ano letivo arranca já na próxima semana e a falta de professores continua a crescer. A plataforma que agrega os pedidos de docentes por parte das escolas tem, neste momento, 1403 horários a concurso, correspondendo a 26706 horas, atingindo quase 180 mil alunos (178040). Na segunda-feira eram 122 mil os estudantes que, se as aulas começassem esta semana, não teriam professor a pelo menos uma disciplina.

Os números foram avançados pelo blogue «ArLindo» (dedicado à Educação), que alerta para o facto de se tratarem apenas de horários anuais, não contemplando substituições, prevendo, assim, um agravamento da falta de professores nas escolas. Lisboa continua a ser a zona mais crítica, com 867 horários a concurso. Segue-se Setúbal, com 304 e Faro, com 56. Contudo, a falta de docentes já atingiu outras zonas do Centro e Norte do país, onde se encontram a maioria dos docentes da escola pública.

Arlindo Ferreira,  diretor do agrupamento de Escolas Cego do Maio, Póvoa de Varzim, e autor do referido blogue não se recorda de um número tão elevado de horários por preencher na primeira semana de setembro e prevê um ano muito difícil no que se refere à escassez de professores. Questionado pelo Diário de Notícias sobre a causa do agravamento, o diretor escolar acredita que se deve à “desorganização no apuramento de vagas no concurso interno”.

“O concurso permitiu que muitos professores que ficaram colocados em Lisboa tenham ficado em Mobilidade Interna no Norte e descalçou as escolas mais a Sul”, explica. Arlindo Ferreira admite que o número de horários possa baixar com a publicação da Reserva de Recrutamento 2 (dia 9 de setembro), mas alerta que, nesta contagem, ainda faltam os horários de substituição de professores doentes, algo “imprevisível”.

O autor do blogue ArLindo salienta o previsível agravamento do problema com a necessidade de substituições, alargado a todas as zonas do País. “Já há pedidos de horários a Norte e, em alguns grupos de recrutamento, não há professores suficientes, como Informática, Português, Matemática ou Geografia.  Daqui a dois meses vamos ouvir falar de falta de professores na zona Norte porque não há professores suficientes para garantir as substituições”, conclui.

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Números da RR1 (Docentes de Carreira)

Na Reserva de Recrutamento 1 foram colocados 707 docentes de carreira, conforme dados no primeiro quadro deste artigo.

Foram retirados 275 docentes, sendo que 259 foram colocados na MPD.

33 docentes de carreira tiveram colocações administrativas.

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Pedido de horários para contratação de escola

 

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica que permite o pedido de horários para os grupos de recrutamento 100 ao 930, inferiores a 8 horas letivas.

SIGRHE

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Perto de 180000 alunos sem professor

E nem imagino a que número chegaremos quando começarem a sair os horários temporários.

Clicar na imagem para ter acesso à aplicação.

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17 000 professores disponíveis, mas para onde?

A próxima análise pretende fazer uma previsão dos professores disponíveis para cada QZP, por grupo de recrutamento.

São cerca de 17 000 professores disponíveis neste momento, mas perto de 70% destes estão concentrados em 5 grupos (100, 110, 260, 620 e 910). Restam 30% para os outros 30 grupos e quanto mais a sul, menor é a percentagem.

A análise relaciona o último colocado em cada QZP com o número de professores disponíveis na lista de não colocados. Se num determinado QZP, o último colocado é o número de ordem 1000, isso significa (salvo algumas exceções) que todos os que estão melhor colocados não concorreram para esse horário.

O facto de termos agora 63 QZPs aumenta o grau de dificuldade da tarefa, mas mesmo assim é bem clara a ausência de professores a sul, onde abunda a mancha vermelha.

Se clicarem na imagem poderão ver o PDF e analisar por QZP e Grupo de recrutamento onde a carência de professores é maior.

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Lista Colorida – RR1

Lista Colorida Atualizada com colocados e retirados da RR1.

A legenda é a seguinte:

VERDE – Candidatos colocados nesse grupo de recrutamento
AMARELO – Candidatos colocados noutro grupo de recrutamento
VERMELHO – Candidatos que renovaram horários completos
LARANJA – Candidatos retirados (oferta de escola, desistiram…)

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1962 Contratados Colocados na RR1

Foram colocados 1962 Contratados na RR1. Todos os horários são ANUAIS e mais de 60% são completos.

Mais de 2/3 destes horários são a norte de Lisboa, o que significa que muitos horários a sul não foram ocupados.

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Procedimento de Seleção e Recrutamento de Pessoal Docente Para Suprimento de Necessidades Temporárias GR 110, 510 e 520

 

Informa-se que se encontra aberto, a partir de hoje (inclusive), 02 de setembro de 2024, pelo prazo de três (3) dias úteis, concurso com vista ao suprimento das necessidades temporárias de contratação de pessoal docente, da Casa Pia de Lisboa, I.P., para o ano escolar de 2024/2025.

nforma-se que o formulário online se encontrará disponível a partir de 3.ª feira, 03 de setembro de 2024, até às 23 horas e 59 minutos, hora de Portugal Continental, do dia 05 de setembro de 2024, conforme disposto no n.º 6.1 do aviso de abertura.

DownloadAviso Procedimento Concursal de DocentesDownloadFormulário online

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Pedido de registro criminal disponível

 

Screenshot

 

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Até no QZP 09 Ficaram 7 horários por Preencher

No QZP 09 (aquele que deve ter mais professores) já ficaram 7 horários por preencher na RR1.

  • 5 horários no de Informática entre 8 e 11 horas
  • 1 horário de Eletrotecnia de 15 horas
  • 1 horários de Educação Moral com 10 horas

 

Nem quero imaginar os números do QZP 45, mas se alguém os puder dizer, agradeço.

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Nota Informativa da RR1 Indicando a RR2 no dia 9 de Setembro

NOTA INFORMATIVA da RR1

 

 

2. Reserva de Recrutamento (RR02)

2.1 Calendário

• Pedido de horários (AE/ENA) – Disponível das 10.00 horas de dia 03 de setembro até às 10 horas de dia 05 de setembro de 2024;

• Validação (DGEstE) – Disponível das 10.00 horas de dia 03 de setembro até às 12 horas de dia 05 de setembro de 2024;

• RR 02 – 9 de setembro de 2024.

É ainda considerado horário anual aquele que corresponde à colocação obtida através da Reserva de Recrutamento 02.

 

Para a RR 02, para além de horários anuais, também poderão ser lançados horários temporários.

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Reserva de Recrutamento 1

Ainda há pouco me diziam que depois do meu artigo anterior a RR1 iria sair às 21:00

 

Reserva de recrutamento 2024/2025 n.º 01

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 1.ª Reserva de Recrutamento 2024/2025..

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de terça-feira dia 03 de setembro, até às 23:59 horas de quarta-feira dia 04 de setembro de 2024 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 01

Listas – Reserva de recrutamento n.º 01

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Enquanto Não Sair a RR1

… as escolas não conseguem pedir horários nem seleccionar professores nas contratações de escola.

O atraso na publicação da RR1 está a ser um atraso de vida.

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Cerca de 6 mil professores recebem este mês acerto salarial por tempo de serviço

Na minha escola conseguimos 19 cabimentos, num universo de mais ou menos 130 professores.  Sendo uma escola de média dimensão poderei multiplicar por 811 agrupamentos para perceber quantos docentes poderiam estar a beneficiar da RTS em 1 de setembro de 2024.

19*811= 15.409

 

Mas se dividir os 5.924 docentes cabimentados por 811 dá um valor médio de 7,3 cabimentos por escola.

Sem sombra de dúvidas que 19 cabimentações é um bom valor.

 

Cerca de 6 mil professores recebem este mês acerto salarial por tempo de serviço

 

A atual equipa do Ministério da Educação chegou a acordo com os sindicatos em maio, num modelo que prevê uma recuperação faseada ao longo de quatro anos.

 

Mais de 5.900 professores dos ensinos básico e secundário vão receber este mês o acerto salarial pela recuperação do tempo de serviço congelado, que vai prolongar-se por quatro anos, de acordo com o Ministério da Educação.

Na sexta-feira, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) já tinha dito que os efeitos da recuperação integral do tempo de serviço iam começar a chegar aos professores dos ensinos básico e secundário, em setembro, para cerca de cinco mil professores.

Hoje, e terminado o prazo (às 23:59 de domingo) para a validação de informações por parte dos docentes e das escolas, o ministério precisou que 5.924 professores têm os seus processos concluídos.

À mesma hora, 2.088 processos estavam validados pelos professores e estão, agora, a aguardar a confirmação pelo diretor da escola.

Há ainda 6.627 processos lançados pelas escolas que aguardam validação por parte dos docentes, segundo o Ministério, adiantando que estes números deverão subir de forma acentuada ao longo do mês de setembro, com o arranque das atividades letivas nas escolas.

No total, até às 23:59 de domingo, 76.809 docentes acederam à plataforma para reconhecimento do tempo de serviço congelado.

 

“No caso dos processos que venham a ser concluídos a partir de hoje, os docentes receberão pelo novo escalão no mês seguinte à conclusão de todos os procedimentos, estando garantido o pagamento de retroativos com efeitos ao mês de setembro”, é referido na nota.

 

Na nota, o MECI indicou ainda que as escolas já receberam autorização para processamento de salários tendo em conta estes reposicionamentos na carreira.

Todos os professores que só concluam os processos a partir de hoje vão receber os acertos salariais com retroativos a 01 de setembro.

O MECI refere que desde o final de junho que as escolas têm vindo a atualizar todos os dados necessários para que a recuperação do tempo de serviço produza efeitos na progressão da carreira e nos salários dos professores o mais cedo possível.

recuperação dos seis anos, seis meses e 23 dias de trabalho que ficou congelado durante o período de Troika foi uma das principais bandeiras da luta dos docentes nos últimos anos, levando milhares de professores para a rua e a marcação de muitas greves.

A atual equipa do Ministério da Educação chegou a acordo com os sindicatos em maio, num modelo que prevê uma recuperação faseada ao longo de quatro anos.

 

 

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Apoio Extraordinário à Renda

Nos termos do Decreto-Lei n.º 130/2023, de 27 de dezembro, encontra-se disponível no SIGRHE, a aplicação destinada à candidatura dos educadores de infância e os professores dos ensinos básico e secundário que pretendam aceder ao apoio extraordinário à renda, desde que se encontrem colocados nos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas nas regiões do Algarve ou de Lisboa e Vale do Tejo, a uma distância superior a 70 km da sua residência habitual e que necessitem de arrendar ou subarrendar uma habitação secundária na sua zona de colocação.

SIGHRE

Nota Informativa – Apoio Extraordinário à renda

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Listas de Ordenação Provisória – EPM-CELP

Publicam-se as Listas de Ordenação Provisória relativas ao concurso de contratação para satisfação das necessidades temporárias de serviço docente na Escola Portuguesa de Moçambique- Centro de Ensino e Língua Portuguesa.

 

Horário 1 – GR 100

Horário 2 – GR 110

Horário 3 – GR 110

Horário 4 – GR 110

Horário 5 – GR 110 

Horário 6 – GR 230

Horário 7 – GR 300

Horário 8 – GR 300

Horário 9 – GR 330

Horário 10 – GR 400

Horário 11 – GR 600

Horário 12 – GR 620

Horário 13 – GR 620

Horário 14 – GR 620

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Divulgação – INFORMANUAIS

Os cursos profissionais e as especificidades da sua componente técnica constituem, por vezes, um desafio para os professores que os lecionam.

Os manuais digitais INFORMANUAIS têm vindo, desde 2009, a preencher esta lacuna.

Elaborados segundo os conteúdos em UFCD do Catálogo Nacional de Qualificações, fornecem a base teórica para a concretização das aprendizagens essenciais.

Complementados com apresentações powerpoint completas e dinâmicas, e ainda por propostas de atividades com corrigendas, estes recursos visam facilitar e orientar o trabalho docente rumo ao sucesso educativo e profissional dos jovens.

A equipa INFORMANUAIS possui um vasto conhecimento dos referenciais e estrutura de cada um dos 40 cursos profissionais integrados no seu catálogo, em áreas tão diversas como a saúde e farmácia, comunicação e marketing digital, turismo e hotelaria, apoio psicossocial e ação educativa, comércio e logística, juventude e animação sociocultural, restauração, entre outros.

Neste ano de 2024, decorre a atualização de muitos dos mais de 3000 ficheiros disponíveis.

No site www.informanuais.com podem ser pesquisadas as UFCD necessárias, respetiva disponibilidade e descrição.

Para além do formulário de contacto integrado no site, todas as informações necessárias e/ou a solicitação do catálogo, devem ser submetidas através do email

[email protected].

Deixamos um agradecimento a todas os agrupamentos de escolas e docentes que colaboram connosco há mais de uma década, com votos de um excelente ano letivo.

 

A equipa INFORMANUAIS

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Erro de Algoritmo da DGAE na MI

Ao que parece alguns docentes (pelo relato, cerca de 20) foram colocados na MI em 2.ª prioridade para escolas que não concorreram.

Como são poucos casos a DGAE podia rapidamente decidir este recurso hierárquico para que este docentes se apresentassem na escola correta. Neste caso seria na escola de provimento da docentes que até tem lugar para ela.

 

 

Não sei se alguém já relatou o erro que ocorreu no concurso de mobilidade interna de dia 16 de agosto.

Uma pequena minoria, que tenha conhecido, cerca de 20 casos foram colocados em agrupamento para o qual não manifestaram preferências na 2ª prioridade.

No meu caso tinha horário zero e fui obrigada a concorrer em 1ª prioridade, mas na ICL2 já me foi atribuída horas e fui retirada do concurso na 1ª prioridade, mantendo o concurso na 2ª prioridade para o qual apenas manifestei preferência por um agrupamento.

Acontece que fiquei colocado noutro para ao qual  não tinha concorrido na 2ª prioridade.

O algoritmo deve ter corrido opções da 1ª. Já apresentei recurso hierárquico e até agora nada.

Por um erro deles vou ter de me apresentar amanhã numa escola para onde não concorri.

Não me conformo.

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Escolas com 106 mil alunos sem todos os professores

Com dados do Blog.

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As ironias da vida fazem-me rir com vontade

Uma das coisas mais engraçadas que me sucede na vida é ver como ela é irónica e está alinhada para me fazer rir com vontade.

Um dos momentos que me faz gargalhar é o que me acontece muitas vezes com colegas que, em reuniões e conversas, declaram, em ralhete ou incomodados, que sou um chato com a minha mania do rigor da lei nas escolas, o CPA, a recusa de interpretações superficiais e achistas das normas ou a insistência nas reuniões convocadas nas 48 horas e com os papelinhos todos.

É engraçado ver como alguns, quando têm problemas no concurso, num horário, na MPD, na ADD, na progressão, com uma falta ou a plataforma do IGEFE se lembram que conhecem um tipo rezingão, que acerta nuns cocos sobre a lei e processos de administração escolar e lhe vêm pedir que acuda.

A vontade interior é dizer-lhes “lembras-te daquele dia em que não quiseste aceitar que a convocatória estava mal feita porque estavas com pressa para ir ver a bola?” ou “escarneceste do meu apelo ao CPA porque o diretor disse, sem base, que era para não me ligar?” ou “ignoraste um impedimento legal porque nem sequer quiseste ler bem a lei e achaste que uma luminaria do e-qualquer coisa é que tinha razão?”.

“Agora o fogo entrou-te em casa e o que era uma chatice de um gajo inoportuno já brilha a outra luz, não é?”

Só que aplicar a lei é coisa sistemática, não devaneio que convém.

O meu diabinho interior, rechonchudo e de rabo em seta, faz-me pensar estas perguntas mas não digo.

O problema para o diabinho é que ainda me lembro que fui cristão e acabo a ter misericórdia dos que só querem a lei quando ela é bóia sua e a recusam aos outros, quando lhes dá trabalho e não dá jeito aplicar ou estudar.

E a muitos naufragos desesperados desses, que pontapearam a minha consciência normativa, mas depois querem ajuda, tenho acudido com palpites e apoio.

Se castigar os que erram é obra de misericórdia, lembro-me que também o é ensinar os ignorantes.

E pode ser que aprendam e, noutra vez, em que estejam do outro lado, se lembrem que a lei lhes valeu, quando exercitarem a tendencia,.muito docente, de torcer os normativos até sangrarem.

Estes dias, invoquei e queixei-me de uma convocatória de reunião fora de prazo e suspeito que vai ser dificil darem-me a razão que retiro de forma clara da lei.

Vamos ver quanto tempo demora a que ouça alguém, dos que vão tentar contrariar a minha bizarria de querer deliberar só depois de ter todos os papeis necessários, a queixar-se de uma lei qualquer das que acham interessantes e importantes para si.

Luis Sottomaior Braga

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Inicia este domingo processo de recuperação do tempo de serviço dos professores

 

Inicia este domingo processo de recuperação do tempo de serviço dos professores

A recuperação do tempo de serviço congelado dos professores, que vai prolongar-se por quatro anos, começa hoje com cerca de cinco mil professores com dados confirmados, menos de 10% dos que já acederam à plataforma para reconhecimento desse tempo.

O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) confirmou na sexta-feira que os efeitos da recuperação integral do tempo de serviço vão começar a chegar aos professores dos ensinos básico e secundário “já em setembro, cumprindo com o compromisso assumido pelo Governo”.

Segundo a tutela, até ao momento, “7.154 professores já validaram os seus dados, dos quais 5.327 têm os dados confirmados pelas escolas e estão em condições de receber o respetivo acerto salarial em setembro”.

Os restantes 1.827 processos também já foram validados pelos docentes, mas ainda estão “a aguardar a confirmação pelo diretor da escola”, segundo informações do gabinete de imprensa.

O prazo para a conclusão de cada processo, com vista ao pagamento dos acertos salariais em setembro, foi alargado até ao final do dia de hoje.

A recuperação dos seis anos, seis meses e 23 dias de trabalho que ficou congelado durante o período de Troika foi uma das principais bandeiras da luta dos docentes nos últimos anos, levando milhares de professores para a rua e a marcação de muitas greves.

A atual equipa do ministério da Educação chegou a acordo com os sindicatos em maio, num modelo que prevê uma recuperação faseada ao longo de quatro anos.

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ISTO «TOCA» A QUASE TODOS

 

Apesar da balbúrdia com o processo de introdução de dados dos docentes pelas escolas na plataforma do IGeFE, que tem feito correr mais tinta do que chuva derramada num temporal de outono devorando as férias dos professores, permito-me saltar este capítulo lastimável para analisar outro tema que, a partir de hoje, irá passar a estar na ordem do dia.

A análise pericial do Decreto-Lei n.º 48-B/2024, de 25 de julho, e da alteração ao DL n.º 74/2023, de 25 de agosto, confirma a regulamentação da devolução faseada dos 2393 dias relativos aos 2 períodos em que a carreira docente esteve congelada.
Porém, ao dar início à Recuperação do Tempo de Serviço (RTS) com a 1ª devolução de 599 dias, a partir de 1 de setembro irá criar-se uma situação nova e incontornável: logo no dia inaugural do mês, milhares de professores terão reunidas as condições exigidas para progressão na carreira [tempo de serviço e formação creditada (e observação de aulas, quando exigida)].

Contudo, a todos esses professores, são-lhes apresentadas duas opções:
-solicitarem a recuperação da sua última Avaliação de Desempenho Docente (ADD), ficando com a menção de «Bom», subindo de escalão no 1.º dia do mês subsequente a essa data;
-ou, para almejarem uma avaliação superior, sujeitarem-se a permanecer no escalão em que se encontram até serem avaliados no final do ano letivo 2024/2025 (só recebendo posteriormente o vencimento com retroativos contados a partir de 1 de setembro);

Nos braços destas duas escolhas, deduzo que muitos serão os professores a se sentirem aliciados a solicitar a recuperação da sua última ADD para progredirem já na carreira.
Mas tudo isto levanta questões de ordem financeira relativas à iniquidade de tratamento. Senão, ora vejamos.
Dois professores que a 1 de setembro reúnam todos os requisitos para transitarem de escalão, poderão ficar em situações completamente diferentes, dependendo da opção que tomarem.
Um docente que prefira a recuperação da anterior ADD, progride e recebe «logo» o vencimento no novo escalão onde será reposicionado.
Por seu lado, o seu colega que opte por ser avaliado para poder aspirar a aceder a uma avaliação superior a «Bom», sujeita-se a ter de aguardar todo o ano letivo para, só depois desse momento avaliativo, poder progredir. Em sede de IRS, o acumular no vencimento de um só mês de retroativos contados a partir de 1 de setembro iria fazer disparar o escalão de retenção na fonte, levando a uma perda monetária substancial relativamente ao seu colega. Isto criaria uma desigualdade inaceitável, a somar à sujeição deste docente apenas ter disponível o dinheiro do aumento um ano depois do seu colega.

Isto vem esbarrar na tão proclamada valorização da meritocracia, sobre a qual não me irei alongar muito (até porque o sistema de quotas é redutor e perverso e as avaliações nas escolas têm sido tudo menos justas). Mas permitir que se crie a injustiça de atrasar a recuperação do tempo de serviço aos profissionais que mais se empenharam e, legitimamente, se candidatam a uma melhor avaliação, em nada premeia o esforço e dedicação.
Sendo impopular praticar-se a arte do elogio e do reconhecimento e as pessoas só serem valorizadas depois de mortas, ou quando já não estão presentes, inibe qualquer um de se destacar pela positiva com o receio de ser alvo da crítica e da inveja. Suponho, pois, que à guisa da mentalidade de uma sociedade que promove a cultura do «cinzentismo», segregando todo aquele que realize um trabalho extra ordinário, como se ficasse contaminado pelo pecado da vaidade, faz-me temer pelos momentos que se avizinham, em que o discernimento coletivo poderá ficar mais turvo do que as águas de um fontanário abandonado.

Creio que esta ânsia de reaver o tempo de serviço perdido e o receio de uma recuperação mais tardia penalizar nos impostos, propiciará o desinteresse de os docentes se candidatarem a uma avaliação de «Muito Bom» ou «Excelente», conforme prevê o ECD.
Tendo, igualmente, a avaliação o propósito de contribuir para uma aceleração na progressão na carreira, não deveria ser aproveitada e valorizada?
De repente, no meio de toda esta celeridade, o trabalho desenvolvido nas escolas e a ADD deixaram de ter importância?
Ao castigar os que almejam melhor avaliação, atirando para muito mais tarde a RTS, não estará o Ministério a desincentivar a atribuição das melhores avaliações?
Se na devolução de parte do tempo de serviço efetuada por outro governo, foi possível avaliarem-se os professores até final do 1.º período, qual o motivo de agora não se poder fazer o mesmo?
Naufragados numa história transbordada de desconfiança, desilusão e perda, muitos serão os professores que estarão dispostos a sujeitar-se a abdicar, uma vez mais, de um benefício a que têm direito para se agarrarem o mais rápido que puderem a esta boia de salvação.

De acordo com exposto, resta a questão fundamental:
Qual é a necessidade de professores, que em resultado da RTS a partir de 1 de setembro reúnam todas as condições para subirem de escalão, terem de aguardar 1 ano para que se proceda à ADD e poderem subir de escalão?
Ou, por outras palavras:
Cumprindo todos os requisitos decretados por lei, podendo ser já avaliados e beneficiarem de imediato da recuperação do tempo de serviço, qual o motivo destes professores ficarem doze meses congelados à espera?
Quando, até há pouco tempo, tudo o que importava era que se procedesse à devolução do tempo de serviço roubado o mais rapidamente possível, sem motivo que o justifique, reduz-se a RTS a mais um novo, desnecessário e prolongado processo de espera para grande parte dos professores.

Para que este processo não some mais desigualdades a tantas outras, restará esperar que as organizações sindicais cumpram a sua obrigação expondo esta situação ao MECI. A esta, terão de juntar a de todos os docentes que, ao reunirem ao longo do ano letivo as condições exigidas para progredirem na carreira, se vejam sujeitos a igual penalização no vencimento no mês em que receberem os retroativos, devido à consequente subida de escalão de imposto a tributar.
Com as forças de segurança, o governo teve o cuidado de distribuir os proventos atribuídos por mais do que um mês de ordenado, para que não fossem prejudicadas pelos caminhos caprichosos dos impostos. E para com a classe docente irá diligenciar com igual zelo?
Carlos Santos

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“On the road again”…

 

Há muitos anos, aceitei o desafio de ir trabalhar para Torres Novas, sendo que, nessa altura, me encontrava grávida, com poucos meses de gestação… Por prescrição médica, fiquei impedida de realizar viagens de carro, que fossem frequentes e longas… A solução encontrada foi alugar um quarto em Torres Novas, durante alguns meses, numa casa que me foi indicada por alguém de confiança…

Depois de a minha filha nascer, e durante aproximadamente um ano, passei a fazer cerca de 240 quilómetros diariamente: 120 de Lisboa para Torres Novas e outros 120 de Torres Novas para Lisboa… A maior parte do percurso era feita pela CRIL, A1 e A23 e vice-versa…

Em combustível, portagens e frequentes revisões do carro, lá se ia grande parte do vencimento…

Durante esse ano, aconteceram-me algumas peripécias na estrada, incluindo o rebentamento de um pneu, em plena A23, num dos regressos a Lisboa, que só não correu muito mal porque, vá lá saber-se como, consegui segurar o carro, evitando um despiste violento, com consequências imprevisíveis…

Passados vários anos, ainda não sei bem como não saí disparada para o separador central ou para fora da via de rodagem, pelo lado da berma… Durante alguns infindáveis segundos, tive muita dificuldade em controlar a direcção do carro, tantos foram os acentuados ziguezagues, provocados pelo rebentamento do dito pneu…

Felizmente, acabei imobilizada na berma… Imobilizada, mas “a tremer como varas verdes”…

Nesse dia, vi-as muito apertadas… Valeu-me a Brigada de Trânsito de Torres Novas, que consegui contactar através de um telemóvel que, à época, teria o tamanho e o peso de um tijolo… Sim, naquela altura, os telemóveis eram enormes e “pesavam toneladas”…

Bendita Brigada de Trânsito essa, que me auxiliou e que, inclusive, mudou o pneu que ficou completamente destruído… Pois é, eu não sabia mudar o pneu… Contra mim, também devo referir que não sabia onde é que estava o triângulo, nem o pneu sobresselente…

Encontrado o triângulo, surgiu novo revés: não consegui colocá-lo na vertical, de forma a que ficasse visível para os outros condutores… Sempre que o tentava posicionar, eis que o mesmo caía, como se tivesse vontade própria e um especial prazer em me deixar ficar mal…

Mais uma vez, tive a ajuda de um dos Agentes da Brigada que, obviamente, conseguiu realizar à primeira, aquilo que eu, ao cabo de várias tentativas, não estava a ser capaz de concretizar… Enfim, as minhas aptidões mecânicas sempre foram uma lástima…

Uma desgraça, portanto… Ou melhor, várias desgraças, portanto…

Em resumo, foi toda uma cena dramática, mas, em simultâneo, algo anedótica, ainda que completamente verídica…

Durante esse ano, foram meus “companheiros de estrada”, sobretudo, Camionistas, também eles assíduos frequentadores da A1, de quem guardo algumas memórias engraçadas, como a troca de certos piropos e galhardetes, quase sempre gentis… Na altura, era, assim, uma espécie de “Psicóloga Camionista”…

Na próxima Segunda-Feira, dia 2 de Setembro, muitos Professores farão a sua apresentação em Agrupamentos de Escolas muito distantes da sua área de residência e, tal como eu, há vários anos atrás, terão que palmilhar diariamente muitos quilómetros até à sua morada profissional…

Pelas dificuldades acrescidas que esses Professores terão que enfrentar, manifesto aqui a minha incondicional solidariedade a cada um deles…

Sei bem o que significa trabalhar longe de casa e da família e também conheço os custos materiais e pessoais que isso pode acarretar…

Depois dessa aventura que, no total, durou cerca de um ano e meio, passei a trabalhar perto de casa e isso, comparado com o anterior, foi uma verdadeira bênção… Mas, e como se percebe, ainda não me esqueci de algumas tormentas por que passei naquela época, apesar de ter sido muito bem tratada em Torres Novas…

E com esta conversa de périplos rodoviários, veio-me à lembrança, o único, genial e inconfundível, Willie Nelson: “On the road again”, que consegue sempre alentar-me a alma…

Independentemente de cada Profissional de Educação trabalhar longe ou perto de casa, auspiciam-se tempos difíceis para a Escola Pública:

– Neste momento, parece que está instalado o caos, no que respeita à contagem do tempo de serviço dos Professores, para efeitos de reposição na respectiva Carreira;

– Previsivelmente, continuará a existir uma gritante falta de Professores;

 – As injustiças patentes em alguns Concursos de Professores persistem;

– O actual modelo de Avaliação do Desempenho Docente, assim como o de Administração e Gestão Escolar, carecem de alterações urgentes, capazes de suscitar indispensáveis consensos e apaziguamentos…

Apesar de, no momento presente, existirem muitas “zonas cinzentas”, com desenvolvimentos futuros difíceis de decifrar e de antecipar, não pode deixar de se desejar um bom Ano Lectivo a todos os Profissionais de Educação, trabalhem longe ou perto de casa…

Conforme os casos, de forma literal ou metafórica, estaremos todos: “On the road again”…

E, já agora, se forem ao supermercado, abastecer a despensa antes do regresso ao trabalho, tende muito cuidado com a forma como dispõem os bens alimentares no carrinho de compras, em particular a fruta, sobretudo, se optarem por ananás…

Não vá acontecer que, inadvertidamente, estejam a induzir expectativas erradas em alguma pessoa…

(Ainda que haja alguém que se esforça, há muito tempo, para me ajudar a apreender certos procedimentos mecânicos, parece que há coisas que nunca mudarão: apesar de gostar bastante de conduzir, 26 anos depois da saga aqui relatada, confesso que continuo sem saber mudar um pneu e que mantenho as dúvidas quanto ao local onde se possa encontrar o triângulo… “Shame on me”…).

Paula Dias

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Calendário Escolar 2024/2025

Entrando no link de baixo podem aceder aos diversos calendários escolares para 2024/2025 elaborados pelo PortalMath.

 

Calendário Escolar – 2024/25

 

 

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TÃO À PORTUGUESA…

 

Com tantos dados incorretos na plataforma do IGeFE, querem que as escolas trabalhem no fim de semana para os corrigir e os professores validem informação errada que os irá penalizar para o resto das suas carreiras?
E o que fazer quando os serviços administrativos dizem que é impossível introduzir tantos dados em tão pouco tempo?
E o atraso resultante do tempo que irá levar a chegar o processo à escola onde os professores irão prestar serviço a partir de 1 de setembro para que possa ser concluída a introdução de dados?
E o que dizer do tempo que irá levar a chegar os processos às escolas quando muitos deles terão de ser enviados primeiramente para o estabelecimento onde os professores vincularam e só depois encaminhados para a escola onde prestarão serviço?
E para aqueles que ainda aguardam colocação?
E onde encontrarão tempo tantos que neste fim de semana se estão a mudar para uma nova casa ou quarto perto da escola onde irão trabalhar durante o próximo ano?

Há tantos meses que isto poderia estar resolvido e permitiram que se estragassem as férias dos professores, se sobrecarregassem os serviços administrativos das escolas e, agora, querem que o milagre aconteça no fim de semana reservado ao descanso.
Carlos Santos

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A Música do Blog

Não poderia deixar de colocar esta preciosidade lançada hoje.

 

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RR1 Só Para a Semana

de acordo com esta informação do ASPL

 

Mensagem da Presidente da ASPL
Caros Colegas Professores e Educadores, associados da ASPL,
Volto ao vosso contacto, na mesma semana, em que todos deveríamos poder estar de férias, para partilhar as informações que considero mais importantes, prestadas hoje pelo Senhor Ministro da Educação, Ciência e Inovação, e sua equipa, sobre as medidas aprovadas na semana passada em Conselho de Ministros, relativas ao concurso externo extraordinário e aos apoios aos docentes deslocados.
Numa segunda parte da reunião com a tutela, foram também por esta prestados esclarecimentos sobre a nova plataforma do IGeFE e apresentados, pelas organizações sindicais, os principais problemas e contributos de melhoria na elaboração e funcionamento da mesma plataforma, bem como apresentadas outras questões e sugestões sobre diversas matérias, como a mobilidade por doença, as reservas de recrutamento, os horários de trabalho, a medicina do trabalho e a avaliação do desempenho docente.
Assim, relativamente aos primeiros, assuntos centrais da reunião, o Senhor Ministro e o Senhor Secretário de Estado informaram o seguinte:
▪️Haverá, ainda este período, um concurso externo extraordinário para todos os docentes contratados que queiram ser opositores a ele, mesmo que já estejam colocados, para vinculação a determinados quadros de zona pedagógica e em determinados grupos disciplinares, considerados carenciados, o mesmo é dizer: nos quais, nos últimos dois anos e também neste ano houve alunos sem professor, por mais de 60 dias consecutivos.
Este concurso reger-se-á pelas mesmas regras do atual regime de concurso, sendo que na mobilidade interna, haverá uma adaptação, pois quem vincular neste concurso extraordinário terá de permanecer nesse QZP e na escola onde ficar colocado em mobilidade interna, até ao final do presente ano escolar: 2024/25. Os efeitos da vinculação, através deste concurso externo extraordinário, serão a partir da data da publicação dos respetivos resultados.
Quanto aos apoios para a deslocação dos docentes, a aplicar quer às futuras colocações, no âmbito do concurso externo extraordinário, quer às que já ocorreram, serão apenas para determinadas escolas e grupos disciplinares considerados carenciados, e obedecerão aos seguintes critérios:
Entre 71 e 100 km = 70 euros;
Entre 101 e 200 =100 euros;
Entre 201 e 300 Km = 200 euros
Mais de 300 Km = 300 euros.
Será pago mensalmente, exceto no mês de agosto.
Face às perguntas e críticas das organizações sindicais, a tutela informou que iriam ver com os membros do governo as questões colocadas quanto a este apoio estar ou não sujeito a IRS e demais descontos, mas quanto a abranger todos os docentes deslocados, não estava previsto, pois esta medida tinha de ser vista como excecional, para agora atrair docentes para as disciplinas e em escolas que nos últimos dois anos estiveram mais de 60 dias consecutivos sem professor, pelo que se alargasse aos demais docentes já colocados ou a colocar nas demais escolas, a medida deixava de ter o efeito pretendido. Esse alargamento ou contemplação de todos os docentes deslocados a mais de 70 km, poderia ser enquadrada no âmbito da revisão da carreira, que se iniciará em outubro próximo, no sentido de atrair mais e melhor os docentes para a profissão.
As organizações sindicais, entre as quais a ASPL, manifestaram o seu desacordo e deceção pois, para além de considerarmos uma enorme injustiça o tratamento diferenciado de situações análogas de colegas deslocados, aguardávamos que o governo cumprisse a promessa que apresentou, quer nas eleições, quer no programa do governo, e que consistia em apoiar, quer nas deslocações, quer no alojamento, os docentes deslocados a mais de 70 km. Alertamos também a tutela que se a medida do governo for avante como agora foi apresentada irá criar ainda mais revolta no seio da classe docente, bem como afastar muitos colegas que ainda continuam a aguentar-se na profissão, com imenso sacrifício pessoal e familiar, tendo o efeito contrário ao pretendido.
A tutela não avançou mais, neste assunto, remetendo para futuras negociações que serão oportunamente marcadas, pois na próxima semana pretende concentrar-se na abertura do novo ano letivo, para o qual irão convidar as organizações sindicais representativas dos trabalhadores docentes a estar presentes, na sessão solene. Esta cerimónia realizar-se-á em Viseu, no próximo dia 12 de setembro; para além do Senhor Ministro e respetivos Secretários de Estado, estarão também presentes o Senhor Presidente da República, o Senhor Presidente da Assembleia da República e outras entidades públicas, com o intuito de assinalar a importância que o País deve dar à Educação.
Relativamente à plataforma do IGeFE, foram apresentados alguns dados do número de validações feitas pelos docentes, bem como outras informações, entre as quais a dilação, até à meia noite do próximo domingo, do prazo para os docentes poderem ainda realizar a validação da sua plataforma, nos casos em que as mesmas têm os dados introduzidos pelas escolas e os colegas progridem no dia 1 de setembro próximo.
Quantos aos outros assuntos e dúvidas apresentados pelas organizações sindicais, há a realçar os seguintes:
– Pedido de algumas organizações sindicais à tutela, entre as quais a ASPL, para que permitisse uma segunda oportunidade aos colegas que foram admitidos mas não colocados em Mpd, nas vagas deixadas em aberto pelos colegas que não aceitaram a colocação e noutras vagas, entretanto surgidas. Infelizmente, a DGAE não mostrou abertura para esta possibilidade e pedido; apenas falou da permissão aos docentes excluídos da Mpd para apresentarem as suas reclamações;
– Pedido de algumas organizações sindicais à tutela, entre as quais a ASPL, para um compromisso de que a questão da sobrecarga dos horários de trabalho dos Professores e Educadores seria tratada, ainda este ano, caso contrário, teremos de dar continuidade aos pré-avisos de greve que vimos apresentando desde 2018. Não houve qualquer reação da tutela;

Pergunta da ASPL sobre a publicação da 1ª Reserva de Recrutamento e a periodicidade das mesmas, tendo a tutela informado que será na próxima semana a 1ª e as demais realizadas, consoante as necessidades, podendo serem diárias;

– Pergunta da ASPL sobre se os doutorados não bolseiros, nem investigadores poderão ser abrangidos pela excecionalidade do novo diploma que se aplica aos doutorados investigadores e bolseiros, sem que tenha ficado devidamente clara a resposta, mas parece que, também, poderão candidatos às ofertas de escola;
– Pergunta da ASPL sobre a razão de existirem tantos horários completos já disponíveis para oferta de escola, sem que tenha ocorrido a 1ª reserva de recrutamento? Tendo a DGAE respondido que se tratavam de horários que não tiveram candidatos ou que não foram aceites pelos colegas nos concursos anteriores (mobilidade interna e contratação inicial);
– Pergunta da ASPL sobre se os docentes em LSVD e os que foram colocados em concurso interno ou externo, mas não tiveram componente letiva na escola ou agrupamento de colocação, poderiam ser opositores ao concurso externo extraordinário, tendo sido respondido pela tutela que tal não estava previsto.
Por último, e a pedido das organizações sindicais, ficou o compromisso de na próxima semana ser agendada a reunião de caráter técnico da comissão de acompanhamento, constituída por representantes de cada organização sindical e a tutela, para a implementação do mecanismo de recuperação do tempo de serviço congelado.
Com votos de um bom fim de semana e um bom regresso ao serviço, no próximo dia 2 de setembro, subscrevo-me cordialmente,
A Colega e Presidente da Direção: Fátima Ferreira

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Resumo das 887 Ofertas para Grupos de Recrutamento em CE

Deixamos neste artigo as 887 ofertas em Contratação de Escola por Grupo de Recrutamento, Data Final de Candidatura, Distrito e n.º de Horas.

São 887 horários completos em concurso.

 

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Esclarecimento do IGEFE

Para que este esclarecimento funcione é preciso que Professores e Diretores possam durante o fim de semana confirmar e validar dados.

Porque da parte do IGEFE devem ter a máquina programada para as 00:00 do dia 2 elaborar as cabimentações.

 

 

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Esclarecimento do IGEFE sobre RTS

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Dados de Hoje do DN, Atualizados com os Números do Blog

Falta de docentes: mais de 121 mil alunos sem professor a pelo menos uma disciplina

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Hoje

… ainda foram dadas as cabimentações da RTS para terem efeitos ao dia 1 de setembro de 5.327 docentes.

E hoje foi lançado o novo Álbum de NicK Cave.

Está a ser um bom último dia útil de agosto.

 

 

Mais de 7 100 professores validaram dados para recuperação do tempo de serviço

 

 

  • 7 154 professores já validaram os seus dados, dos quais 5 327 têm os dados confirmados pelas escolas e estão em condições de receber o respetivo acerto salarial em setembro.
  • Escolas já receberam autorização para processamento de salários tendo em conta estas progressões.
  • O prazo para a conclusão de cada processo dos docentes, com vista ao pagamento dos acertos salariais em setembro, foi alargado até às 23h59 do dia 1 de setembro.
  • Todos os docentes com os processos por concluir vão receber os acertos salariais com retroativos a 1 de setembro.
  • Mais de 73 mil docentes já acederam à plataforma relativa à recuperação integral do tempo de serviço.

 

Os efeitos da recuperação integral do tempo de serviço vão começar a chegar aos professores dos ensinos Básico e Secundário já em setembro, cumprindo com o compromisso assumido pelo Governo.
Concluído o processo de atualização dos dados de tempo de serviço dos docentes pelas escolas, em curso desde junho, são, à data atual (12h00 de hoje), 5 327 os docentes que vão receber o devido acerto salarial no mês de setembro. Somam-se 1 827 processos já validados pelos professores e que estão, agora, a aguardar a confirmação pelo diretor da escola.
Este número deverá subir de forma acentuada ao longo do mês de setembro, com o arranque das atividades letivas nas escolas. No total, até às 12h00 de hoje, 73 953 docentes acederam à plataforma para reconhecimento do tempo de serviço congelado.
O prazo para a conclusão de cada processo dos docentes, com vista ao pagamento dos acertos salariais em setembro, foi alargado até às 23h59 do dia 1 de setembro. Há ainda 7 199 processos que, no final desta manhã, estavam lançados pelas escolas e aguardavam a validação por parte dos docentes.
No caso destes e de todos os processos que venham a ser concluídos a partir de dia 2 de setembro, os docentes receberão pelo novo escalão no mês seguinte à conclusão de todos os procedimentos, estando garantido o pagamento de retroativos com efeitos ao mês de setembro.
Desde o final de junho que as escolas têm vindo a atualizar todos os dados necessários para que a recuperação do tempo de serviço produza efeitos na progressão da carreira e nos salários dos professores o mais cedo possível. Nesse sentido, o Governo lançou um novo modelo de interação com as escolas, através de uma plataforma única que permite simplificar os processos e reduzir a carga burocrática dos serviços das escolas.
A nova plataforma centra a recolha dos dados dos softwares que cada escola utiliza, de forma a acabar com a necessidade de se introduzirem sistematicamente os mesmos dados em diferentes plataformas. Assim, no novo modelo, compete às escolas e aos docentes garantir que os dados estão permanentemente atualizados.
A recolha é feita caso a caso, envolvendo o docente na verificação dos seus próprios dados, de forma a garantir o rigor necessário para que ninguém deixe de receber o valor que lhe é devido.
A recuperação do tempo de serviço dos professores é essencial para a valorização da carreira docente, refletindo a importância que o Governo atribui aos professores e à Educação. No quadro de toda a Administração Pública, esta medida representa um esforço orçamental justo, mas muito significativo, tendo sido negociada com sucesso a sua concretização de forma faseada e responsável.

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Contratação de escola – Técnicos especializados

Também como ontem dizia, hoje abriu a plataforma para a renovação/contratação dos Técnicos Especializados.

 

Contratação de escola – Técnicos especializados

 

Encontra-se disponível a aplicação eletrónica que permite o recrutamento de Técnicos Especializados.

Nota Informativa – Contratação de Escola – Técnicos Especializados 2024/2025

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Tudo está bem quando acaba bem

No final do ano letivo foi divulgado por vários órgãos de comunicação social que o Ministério da Educação pretendia prorrogar os contratos dos técnicos especializados, assim como as mobilidades dos técnicos superiores, ambos com finalização a 31 de Agosto. A intenção era garantir um início tranquilo do próximo ano letivo, para que as escolas possam contar com os meios humanos necessários.

Tudo aparentava estar bem. Só falta terminar bem. Estamos a 30 de agosto e até ao momento as escolas não receberam indicações para concretizar o que foi anunciado. O sentimento entre técnicos, quer precários, quer superiores em mobilidade, é de inquietação: os primeiros não sabem se darão continuidade ao trabalho desenvolvido e os últimos receiam voltar ao agrupamento de origem ou verem-se obrigados a procurar outro emprego. Todos estão com a vida em suspenso! Ano após ano, esta situação tem vindo a repetir-se desnecessariamente.

Tudo podia acabar bem? Sim. Para além das prorrogações mais imediatas, os técnicos precários em funções permanentes podem vincular e aos técnicos superiores pode ser permitido a consolidação por via legislativa.

As escolas precisam de saber com quem podem contar muito antes de final de Agosto! E os técnicos precisam de estabilidade. Só assim é que se pode dizer que está (quase) tudo bem!

 

A autora pediu a publicação deste texto no dia de hoje

 

No artigo anterior a este publiquei o Despacho do MECI de dia 28 de agosto autorizando a renovação de 1048 Técnicos Especializados.

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Balanço da reunião FNE/MECI sobre concurso externo extraordinário e apoio à deslocação

Balanço da reunião FNE/MECI sobre concurso externo extraordinário e apoio à deslocação

 

 

 

 

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Despacho do MECI Para a Renovação dos 1048 Técnicos Especializados do PNDPSC

Mas a esta hora a plataforma SIGRHE ainda não tem disponibilizadas as minutas de renovação.

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As Permutas Foram Hoje Deferidas

Tal como tinha previsto ontem, as permutas foram hoje deferidas.

Desta forma os professores com permuta deferida já se apresentam no dia 2 de setembro na escola da permuta.

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As regras do subsídio de deslocação dos professores são boas?

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