Reunião com o MECI no Dia 9 de Setembro Para Acompanhamento da RTS

Primeira reunião da Comissão de acompanhamento da aplicação do Decreto-Lei relativo à recuperação do tempo de serviço

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) e o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) deram um passo decisivo para a valorização da carreira docente em Portugal.

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 48-B/2024, resultante do acordo firmado entre a FNE e o MECI a 21 de maio de 2024, foi estabelecido um regime especial de recuperação do tempo de serviço congelado, reconhecendo a justiça da luta incansável dos professores portugueses ao longo dos últimos anos.

Na próxima segunda-feira, dia 9 de setembro, pelas 14:30H, nas instalações do ministério, na Av. Infante Santo, n.º 2, em Lisboa, representantes das diversas organizações sindicais, as que assinaram o acordo e aquelas que optaram por não o fazer, reunir-se-ão para analisar a implementação desta medida histórica.

A comissão de acompanhamento proposta pela FNE, no âmbito das negociações, terá como principal objetivo garantir que todos os professores sejam beneficiados de forma equitativa, transparente e resolver casos pontuais que sejam detetados.

A recuperação integral do tempo de serviço, para efeitos de progressão na carreira,  representa um avanço significativo, permitindo aos professores progredir sem constrangimentos, aceder a níveis de remuneração mais elevados e obter maior reconhecimento e valorização social.

Este marco histórico é fruto de uma luta incansável dos professores portugueses e de um diálogo construtivo entre a FNE e o MECI.

Porto, 03 de setembro de 2024

A Comissão Executiva da FNE

 

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8 comentários

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    • Mainada on 4 de Setembro de 2024 at 13:35
    • Responder

    Não é caso para lançar foguetes. Neste momento, apenas uma pequena fatia de professores que viram o seu tempo de serviço congelado recupera e todos os restantes andam às aranhas, com uma confusão enorme instalada em torno da plataforma do Igefe e das reais regras do jogo, nomeadamente para quem transitaria para os 5 e 7 escalões. Dificilmente um sucesso…

      • Hugo on 4 de Setembro de 2024 at 19:31
      • Responder

      Exato. Está tudo uma valente confusão. Mas o que se publicita é que uma pequeníssima minoria tem a sua situação resolvida.

        • ûlme on 4 de Setembro de 2024 at 19:50
        • Responder

        a culpa é das escolas

        se inserirem os dados certinhos tudo fica bem

        se o problema fosse da plataforma do ME nenhuma escola teria conseguido

    • Ana on 4 de Setembro de 2024 at 13:51
    • Responder

    No meu caso, consegui confirmar.Recebi mensagem automática doI GEFe, dizendo que aguardava a validação da escola.
    A escola ainda não validou e diz que o IGEFE não envou a ficha para a confirmação???
    A plataforma desde então deixou de ter os dados completos. Como é possível se eu confirmei tudo no dia 29?
    A partir do momento que o professor verfica quais são os procedimentos da escola? São notificados para a validação?

    • Luísa on 4 de Setembro de 2024 at 22:11
    • Responder

    Se são tão poucos os que conseguiram ter tudo certinho … A reunião deve demorar várias horas para se perceber…
    É preciso mais tempo para as secretarias conseguirem corrigir os dados e cruzamentos.
    Acho bem que quem subiria neste mês receba depois os retroativos.

    • Nini on 5 de Setembro de 2024 at 1:27
    • Responder

    Fico a pensar que está história da RTS é igual a tantas outras… Tapar o sol com a peneira, iludi-Los com dinheiro e o dinheiro é o maior mal, necessário, da humanidade. Veja-se como tantos são levados pelo dinheiro para não se falar do que realmente está mal, há mais de 20 anos e vai continuar. A MPD é uma das maiores injustiças por falta de transparência, má política e falta de humanidade, mas não vejo comentários nenhuns sobre tal. Pessoas com atestados de incapacidade multiusos, de grau elevado, a ficarem sem a possibilidade de se aproximarem de casa, dos locais onde lhes prestam cuidados… O dinheiro ignóbil é necessário, mas ninguém se lembra que ter valores e princípios também é importante. “Não importa que o outro seja deficiente, sofra de várias doenças, eu estou bem, perto de casa, também já estive um ano ou dois longe, não tenho culpa que o outro tenha tido uma vida má e tenha lutado para ter um curso, a minha nota é melhor, portanto os meus direitos primeiro. ” Este é o discurso, interior, da sociedade, exteriormente, só falsos sorrisos de compaixão. Todos pensavam que depois da pandemia tudo iria mudar na Humanidade_ mais amor, mais bondade, altruísmo e afins… Nada disso, vieram guerras, mau funcionamento de todas as instituições, sofrimento e” umbiguismo” se me permitem a expressão. Tenho pena que como humanos que somos, não cultivemos o Bem, que as futuras gerações precisam de aprender. Todos pensam que vão durar eternamente? Que as maleitas só batem à porta dos outros? Que ter uma cunha é bom? (copos bebes, copos deves). Bem me ensinou a minha querida avó – cães e lobos, comem todos…

      • ûlme on 5 de Setembro de 2024 at 13:19
      • Responder

      tas doente?

    • Fernando Moura on 9 de Setembro de 2024 at 10:39
    • Responder

    Uma questão muito pertinente, temos a recuperação do tempo congelado ou também temos a contagem integral do tempo de serviço? São as duas? Uma é complementar á outra

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