Documento em pdf que me chegou com uma série de questões levantadas a Nuno Crato por professores contratados.
Já que o Ministro não visita blogues aconselho a enviarem para a Judite de Sousa ou para a TVI o documento em PDF para a entrevista de amanhã no Jornal das 8 na TVI
Questões às quais todos os professores contratados desejariam obter uma resposta por parte do Ministério da Educação e Ciência (MEC).
– Como é possível o MEC abrir um concurso público para contratação de professores a 13 abril 2012, onde o aviso de abertura refere claramente que os diplomas que regularão o concurso são os Decreto-Lei n.º 20/2006, de 31 de janeiro, na redação dada pelo Decreto -Lei n.º 51/2009, de 27 de Fevereiro e aquando a manifestação das preferências do concurso, em julho 2012, o mesmo concurso passa a ser regulado pelo DL 132/2012? Isto é a mesma coisa que um jogo de futebol ter um regulamento na 1ª parte do jogo e após o intervalo a 2ª parte será jogada com regras diferentes…
– Porque têm os professores contratados de andar meses a fio preocupados com o seu concurso? Não entendemos. O concurso é realizado numa plataforma eletrónica, iniciou-se em abril 2012 e só terminou em finais de Julho 2012. Será que os professores contratados não têm direito a férias e a um processo menos desgastante?
– Os professores contratados são avaliados todos os anos desde que cumpram mais de 180 dias de serviço, não acontecendo o mesmo com as restantes categorias de professores. Apesar do processo da avaliação de desempenho ter sofrido uns pequenos ajustes, será que os professores contratados não mereciam igual tratamento aos demais professores e só deveriam ser avaliados quando cumprissem pelo menos 500 dias de serviço ao longo de dois anos letivos? Ou seja, bianual?
– Diz o senhor ministro da educação e ciência que existem professores a mais nas escolas. Perguntam os professores contratados, mas com as escolas a serem agrupadas em mega agrupamentos e outras centenas a serem encerradas, com as turmas a ficarem com 30 alunos e com a extinção de algumas disciplinas, será que são os professores que estão a mais ou será que as medidas do MEC é que estão a colocar os professores contratados no desemprego?
– Em que factos se baseou o sr. ministro para colocar as turmas com 30 alunos? Centenas de estudos e centenas de exemplo dizem-nos que muita quantidade significa um abaixamento da qualidade. Sr. ministro, até os planteis de futebol só querem 23/24 jogadores no máximo e é para colocar os jogadores num espaço de 90*45 metros e não numa sala de aulas com pouco mais de 20 metros quadrados.
– Os professores contratados têm famílias e vários encargos. Várias vezes ao dia, tâm de estar os professores contratados em frente ao seu computador pessoal a ver se é hoje que são publicadas listas, ou se foram lançadas ofertas de escola, etc. Será pedir muito o MEC colocar a informação na sua página ou na página da DGAE com o agendamento da publicação das variadas listas? Ou não terá o MEC e a DGAE pessoas competentes para tal tarefa?
– É da opinião geral que todos os exames nacionais realizados no último ano letivo foram de uma dificuldade extrema e tal como o MEC anunciou, os resultados baixaram muito. Será que este ano letivo os exames serão mais acessíveis de modo a que se obtenham melhores resultados e o MEC possa afirmar que todas as medidas que tomou para este ano letivo foram as melhores? Medidas como colocar milhares de professores contratos desempregados? Haverá algum tipo de correlação aqui?
– Em relação às ofertas de escola (contratação de escola), são centenas de casos com irregularidades. Muitas são já as reclamações. O que tem o sr. ministro a dizer em relação:
– Às escolas que colocam os docentes menos graduados à frente dos mais graduados?
– Aos diretores de escola que aceitam a prestação de dados falsos, como a contagem do tempo de serviço por exemplo, para que a pessoa que lhe interessa seja colocada? Não deveria um diretor ser punido por tal situação? Não deveria o candidato que presta falsos dados ser imediatamente excluído?
– Às escolas que convocam todos os professores para realizarem um entrevista, quando o DL 132/2012 (o que regula o concurso) diz que só os primeiros 5 é que são chamados?
– Às escolas que colocam sub critérios de admissão à medida de determinados professores? Em alguns casos só falta mesmo colocarem o nome do candidato que pretendem.
Ainda, no que concerne às contratações de escola, perguntam os professores contratados:
– As escolas TEIP ou com autonomia não poderiam entrar no dito concurso anual? Qual a lógica de terem um regime de contratação de docentes à parte e à medida dos interesses individuais?
– Faz algum sentido um professor contratado, com X anos de serviço, submeter-se a uma entrevista que muitas ou todas as vezes está “viciada”, tendo muitas vezes de percorrer centenas de quilómetros para isso?
– Não concorda que o mais correto nestas situações fosse todas as escolas TEIP e com autonomia solicitarem apenas a graduação profissional dos candidatos e nada mais? Assim, os mais graduados seriam sempre os primeiros a serem colocados e traria veracidade a este tipo de concurso. Em caso de empate na graduação, seria dada sempre preferência ao docente com maior idade. Que lhe parece desta ideia?
– Gostariam os professores contratados de saberem como é possível o MEC realizar uma reforma curricular e tomar outras medidas sem ouvir os professores?
Para finalizar este rol de questões e a título de curiosidade meramente, gostaríamos de saber apenas durante quantos anos lecionou o senhor ministro numa escola pública e há quanto tempo?
Nós, professores contratados gostaríamos de ver todas estas questões a serem respondidas de forma clara e objetiva. Esperemos que o sr. ministro tenha coragem para tal.
Diz o sr. ministro que não há motivos para os professores o contestarem, então sugerimos que realmente comece a ouvir os professores e se não for pedir muito leia alguns blog’s ou espaços destinados aos professores. Se não tiver tempo, tem sempre os seus secretários de estado e demais assessores que poderão faze-lo por si e transmitir-lhe o que vai na “alma” dos professores, nomeadamente dos professores contratados. Aqui entre nós, há quem diga que é o pior ministro da educação desde o regime salazarista.
Quero informar de um problema grave que me fui apercebendo com o tempo e que os directores estão a fazer nos horários de contratação de escola:
– Sei que a aplicação da DGAE seleciona os 5 candidatos melhores graduados. De seguida, envia automaticamente um email de notificação para contactarmos a escola para a 2ª fase dos subcritérios. Contudo, esse email chega com dias de atraso! Sim, dias de atraso! E não sabemos que estamos notificados! Assim, não vamos à entrevista, nem enviados os dados da avaliação curricular.
– Os diretores, para chegarem ao nome de quem querem, mesmo que essa pesssoa seja o número 300, fazem a aplicação da DGAE avançar e notificar TODOS os candidatos até ao número dessa pessoa. Têm depois a sorte de ninguém saber de nada, porque como já disse, a notificação só surge dias depois. Só não sei a justificação que os diretores dão para puderem avançar na aplicação. Isso não é obrigatório? Não há justificação possível, porque nenhum dos candidatos recebeu ainda a notificação e por issso não puderam ir à entrevista/avaliação curricular. Desta forma, só vai responder aos subcritérios o candidato que a escola quer e assim fica ele colocado no horário. Na aplicação surge então o número desse candidato como selecionado. Por exemplo, no AE Cardoso Lopes, o candidato já estava selecionada há vários dias e só hoje recebi a notificação da DGAE para contactar a escola para a 2ª fase. Ora, eu sou o número 49 da lista ordenada da escola e o candidato que ficou é o 118! E a mim ninguém pediu avaliação curricular! Então como é que a escola justificou o avanço até ao número 118?!
Isto é horrível e preverso, mas é o que está a acontecer. Terrível a falta de respeito pela lei e a imoralidade dos diretores. A lei só pede os 5 primeiros, mas os diretores arranjaram uma forma muito preversa de contornar a aplicação.
Peço uma intervenção urgente da DGAE para acabar com esta pouca vergonha ou então terminem com a farsa das ofertas de escola que só dão problemas. Tudo por concurso nacional e já não haverão reclamações, confusões ou injustiças.
Terminou este sábado (08/09) o Fórum FNE 2012, onde durante três dias dezenas de dirigentes debateram o futuro da educação com um leque muito diversificado de convidados.
Na sessão de encerramento e apresentação de conclusões ficaram decididas duas ações imediatas a tomar junto do Ministério da Educação e Ciência. A primeira, será já tomada no início desta semana e prende-se com um pedido de reunião, com caráter de urgência, ao ministro da educação para tratar de questões relacionadas com o início do ano letivo, nomeadamente, os casos de desrespeito pela graduação profissional dos docentes nos concursos de oferta de escola, em que alguns diretores não têm cumprido o que está estipulado na lei. Para além disso, a FNE, levará junto do ministro Nuno Crato, o seu mais veemente protesto face ao desrespeito, que em algumas escolas, está a permitir que os professores fiquem com 24 horas tempo letivo, contra as 22 horas, que a lei estipula.
Ficou ainda decidido, que esta semana, será enviado ao Diretor Geral da Administração Escolar um pedido de reunião para tentar resolver os problemas relativos aos concursos dos não docentes, que se encontram numa situação de impasse.
Envio em anexo os candidatos selecionados para o 910 em Vialonga, bem como algumas notas.
Tenho visto muitos abusos nestas contratações de escola mas esta escola leva-os a um extremo impensável.
Convocaram as centenas de pessoas que concorreram para ir à escola para depois escolherem o n.º 500 e tal ou mesmo o 743 da lista. Não há vergonha.
Se não tivesse visto os subcritérios e agora visse apenas os selecionados e os seus dados diria que os subcritérios eram:
– média de curso não superior a 14
– máximo de 1200 dias de serviço
– graduação profissional jamais superior a 17.000
– preferência dada a candidatos ordenados entre os 3000 e os 4000 da lista definitiva de ordenação do grupo de recrutamento
É assim que os Diretores de algumas escolas TEIP escolhem (como eles dizem) os melhores professores? Ou se calhar a própria escola acha que não merece melhor.
Porque já nada de bom é de esperar desta escola as listas definitivas de ordenação publicadas em http://www.eps-vialonga.rcts.pt/lista.htm contém apenas o n.º e nome de candidato e a classificação final com que ficaram os candidatos depois de aplicados os subcritérios.
A avaliação que cada um teve nos subcritérios nem aparece não fosse dar-se o caso de algumas professoras terem que ter dado notas que rebentassem a escala, de modo a fazer com que uma graduação inferior a 16 viesse a ultrapassar algumas de mais de 23.
As candidatas que estão em 1º têm graduação de 16 e picos e entre 600 que concorreram ao horário estão nos 500… Mais: a primeira candidata tem uma alínea na avaliação curricular que diz: colocada neste/noutro estabelecimento.
De reparar que no horário 13 a candidata que está em 1º ainda não tem essa alínea, pois supostamente esse horário vai para ela.
Ao longo destes 7 dias este blog tem estado sempre no segundo lugar dos rankings do sitemeter que é analisado pelo blogometro.
Esta situação deve-se em grande parte às mais de 120 mil visitas e 150 mil páginas visitadas no dia 31 de Agosto que se irão perder nesta análise do sitemeter que é feita pela média das visitas dos últimos 7 dias. Mas apesar dessa perda, os números diários andam em média na ordem das 30 mil visitas e 50 mil páginas vistas. São números que me surpreendem, mas que ao mesmo tempo deixam-me preocupado pelos piores motivos, é sinal que muita coisa está mal na educação e este espaço tem-se tornado um local de partilha de más notícias, preocupações e divulgação de injustiças. Preferia que assim não fosse.
Muito obrigado a todos vós por estes números mas gostava que eles se mantivessem por outros motivos.
Um bom fim de semana e esqueçam estes problemas pelo menos por dois dias, também o tentarei fazer.
Só vos peço uma coisa, não me deixem ficar atrás do Cocó. 😀
NOTA: Se o Crato cá viesse de vez em quando era capaz de mudar alguma coisa na forma como as escolas estão a contratar os professores.
Mas infelizmente parece que não lê blogues, ou será que lê?
Para quem quer continuar em concurso para as colocações cíclicas na Madeira não se esqueça dos procedimentos a seguir:
– quem já está habituado sabe o que tem de fazer;
– quem não está habituado a este concurso deve ler o manual que se encontra sobre a primeira imagem deste post. Na segunda imagem encontra-se o aviso de abertura dos concursos da Madeira.
Sugiro uma exposição do caso à DGAE, com conhecimento ao secretário de estado da administração educativa e ao Ministro da Educação.
Enfim…
Sou professora contratada há 10 anos, sempre com horário completo e anual, este ano fui uma das infelizes que ficou sem horário. Estive reconduzida estes 3 últimos anos, e este ano pedi novamente a recondução.
Na 4ª feira, recebo um telefonema do meu antigo diretor a dizer-me que ninguém estava colocado lá no meu horário e que também tinham pedido a minha recondução.
Fiz o recurso e a resposta foi:
“Nos termos do n.º 4 do artigo 33º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27/06, a renovação da colocação (obtida através de concurso) depende do preenchimento cumulativo dos seguintes requisitos:
a) Apresentação a concurso;
b) Inexistência de docentes de carreira no grupo de recrutamento a concurso e que tenham manifestado preferência por esse agrupamento de escolas ou escola não agrupada;
c) Manutenção de horário letivo completo apurado à data em que a necessidade é declarada;
d) Avaliação de desempenho com classificação mínima de Bom;
e) Concordância expressa da escola;
f) Concordância do candidato.
A decisão de renovação é da escola, pelo que o assunto em causa não está relacionado directamente com as listas definitivas do concurso de contratação inicial.
Cumprimentos
DSAJC”
Liguei novamente para a escola, para saber se de facto a minha recondução tinha sido solicitada ao que me responderam que sim, e que no mega havia 3 casos como o meu, ou seja em que foi solicitada a recondução dos contratados e a vaga ficou livre. O que posso fazer agora?
Solicitei ao diretor que enviasse essa informação para a DGAE ou DGRHE acha que posso fazer mais alguma coisa?
“A profissão de professor é uma profissão difícil e neste tempo em que o país parece não poder dar aos professores recompensas matérias temos todos o dever de dignificar, valorizar e respeitar os professores“
De acordo com esta nota informativa do Agrupamento de Escolas de Estremoz os candidatos só serão apurados caso obtenham um mínimo de 23 pontos nos critérios definidos pela escola.
Tendo em conta que quem nunca trabalhou nessa escola só consegue atingir os 20 pontos na pontuação dos subcritérios, o que esta escola descaradamente faz é escolher de entre os docentes que já trabalharam no agrupamento.
Para disfarçarem o número arredondado dos 50 é porque o interessado deve andar pelos quarentas.
No Agrupamento de Escolas de Estremoz dão 6 horas para um candidato enviar toda a documentação. Estas pessoas devem achar que o professor nasce já com um portátil e internet wireless incorporado…
Mas talvez se consiga um milagre que faça o tempo recuar.
Date: Fri, 7 Sep 2012 02:56:20 +0100
Subject: URGENTE: Agrupamento de Escolas do Bairro Padre Cruz – Contratação de Escola – grupo de recrutamento 910 (H21)
From: [email protected]
To:
Exmo(a) Sr.(a) Professor(a):
Relativamente ao assunto em epígrafe, somos a solicitar, impreterivelmente até às 16:00h do dia 5 de setembro de 2012, o seu Curriculum Vitae, tendo em consideração os critérios estabelecidos para o respetivo horário a que V. Exa. concorreu – grupo de recrutamento 910 -, disponíveis na página do Agrupamento (www.aebpc.pt),
Solicita-se, ainda, a sua confirmação dos dados introduzidos na candidatura, no que respeita à graduação profissional (classificação profissional; tempo antes e após a profissionalização, contabilizado até 31 de agosto de 2011), podendo fazê-lo, se o desejar, com o envio em suporte digital do seu verbete do Concurso de Contratação Inicial, da DGAE.
Na sua resposta, deve identificar-se com:
– n.º de candidato;
– nome completo;
– grupo de recrutamento do(s) horário(s) a que concorreu.
Se não estiver disponível para manter a sua candidatura ao(s) horário(s) a que concorreu, da nossa contratação de escola, pedimos que nos responda a este e-mail nesse sentido.
No caso de ser selecionado(a) para um horário, deverá comprovar documentalmente, no dia da apresentação, todos os dados por si indicados, nomeadamente com o certificado de especialização em Educação Especial, devidamente certificado pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, comprovando as suas habilitações para o grupo de recrutamento 910 – Educação Especial.
Com os melhores cumprimentos,
António Jorge Moreira
Presidente do júri de contratação de escola
… enviado pelo Bruno Reis e que pode ser discutido na caixa de comentários.
Como é possível calcular a nota de cada candidato aos concursos de escola, respeitando a lei vigente? Eu não sei e passo a explicar porquê:
Numa determinada CE, o factor “entrevista” está dividido em 4 critérios, valendo: C1 10%; C2 20%; C3 10% e C4 10%.
Terminada a entrevista um candidato com 15 de graduação obtém o máximo de pontuação na entrevista, ou seja 50%.
Agora, alguém é capaz de explicar como se soma uma graduação com uma percentagem, para se chegar à nota final do candidato?
Para se poder somar a graduação à nota da entrevista, teríamos de saber à partida qual é a graduação máxima possível (o que não existe) e assim fazer a conversão para percentagem. Só assim se poderia fazer a soma com a nota da entrevista. Como dependemos de uma coisa inexistente para fazer essa soma, essa soma não pode ser feita!
É como se tentássemos somar a percentagem de laranjas numa árvore com as laranjas que temos num cesto. Ora eu sei lá qual é a percentagem de laranjas que a árvore tem! Eu não posso dizer que 100 laranjas equivale a 100%, pois a árvore pode nunca chegar a dar 100 laranjas ou pode até ultrapassar esse número. Portanto é impossível somar a percentagem de laranjas de uma árvore com as laranjas que eu tenha num cesto.
Assim como é impossível transformar graduação numa percentagem para que possa ser somada à nota da entrevista.
Estou a pensar mal?
Na verdade, poder até se pode somar uma percentagem a um valor absoluto, mas não é o que está a ser feito pelas direccões dos agrupamentos e vai contra o espírito (embriagado) da lei, no entanto respeita a sua letra, ora vejam:
graduação profissional – 20
avaliação da entrevista ou do currículo – 100%
Ora, se cada componente vale metade na nota final teríamos a fórmula:
nota = (20×50%) + (100%x50%) <=>
nota = 10 + 50% <=>
nota = 10 + 0,5 <=>
nota = 10,5
Ou seja, para se aplicar a lei e, já agora, a matemática, a nota de candidatura de um professor com graduação profissional de 20 e com 100% na avaliação da entrevista ou currículo, seria de 10,5. Sim, 10,5! E se assim não for não está a ser respeitada a lei. E não está em nenhuma contratação de escola. Se não está a ser respeitada a lei, isso significa que todas as contratações de escola são ilegais.
A primeira, o facto do MN ter dito que os professores foram apanhados despercebidos com a necessidade da aceitação da colocação, como se não fosse essa também uma das funções da sua organização sindical em informar corretamente os professores.
Este é o primeiro quadro que apresento com o número de horários em contratação de escola neste ano letivo.
Até ao dia 11 de Setembro de 2012 apareceram na aplicação 1600 horários para os convencionais grupos de recrutamento. No total existiram 2190 horários em concurso, incluindo ofertas para Técnicos Especializados e grupos especializados de Música e Dança das escolas artísticas.
Destes 1600 horários alguns foram anulados e noutros foram colocados docentes dos quadros em mobilidade.
A partir de hoje deixarei de apresentar os quadros com os horários em concurso como fiz no ano passado já que optei por colocar todos os horários aqui. Esta é uma nova ferramenta que me deixará mais livre e permite que ao mesmo tempo os leitores do blog possam colocar os docentes colocados nesses horários.
É o que acontece quando nos aventuramos nestas coisas pela primeira vez.
No Google Drive já não consigo acrescentar mais partilhas conforme se comprova na imagem seguinte.
Por isso resolvi tornar o documento livre para edição das colunas M, N e O, respectivamente candidato selecionado/horário anulado, Nº de ordem da lista definitiva e prioridade.
Para acederem ao documento basta clicarem neste link e editar esses campos. Neste momento já não é necessário registo algum.
Quando existirem mais horários vou colocando-os no documento.
Depois de 24 de experiência na folha de excel que partilhei já com quase uma centena de pessoas para completarem os dados com os candidatos colocados em contratação de escola tive de efetuar alterações e proteger algumas colunas para não ser possível alterar dados dessas colunas. Por isso tive de apagar todo o documento e inserir um novo que voltarei a dar permissão de partilha aos contactos que já me chegaram.
Para pedirem partilha do documento basta agora clicarem neste link e automaticamente vos colocarei para edição do documento.
Como foi a primeira vez que trabalhei com a partilha de um excel deparei-me com este problema que agora penso resolver de vez.
Espero assim que este problema fique resolvido definitivamente.
Como devem imaginar tenho a caixa de correio repleta de ilegalidades e queixas das contratações de escola e não consigo dar destaque a todas elas.
Recebi informação que o MEC tem uma caixa de correio eletrónico para receber todas estas queixas, por isso peço-vos para enviarem as vossas denúncias para o mail que se encontra neste post. E se quiserem continuar a enviar-me as situações menos transparentes tentarei dentro das minhas capacidades divulgá-las aqui.
Depois dos mails de hoje da DGAE a mandar os professores contactarem as escolas para darem seguimento ao processo de seleção e onde na aplicação já constava o candidato selecionado esta foi a novidade que me chegou durante a tarde depois de um desses mails ter sido enviado à docente.
O Ministério da Educação anunciou esta quinta-feira que vai contratar os cerca de 1800 professores que não validaram a aceitação da colocação na respectiva escola no sítio na internet da Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE), desde que aqueles se tenham apresentado nas escolas e tenham procedido à aceitação de forma inequívoca. Para o efeito, informa, a escola terá de remeter para a DGAE uma declaração que ateste que tal aconteceu, o que já foi solicitado.