A Entrevista de Nuno Crato ao SOL

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15 comentários

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    • maria on 7 de Setembro de 2012 at 21:53
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    Arlindo, do que se lê, depreende-se que a vinculação dos contratados só vai acontecer a quem renovou contrato ou dos muito poucos que entraram dia 31 ou depois em OE (vivadas, como sabemos!). A FNE irá permitir uma injustiça destas?

    • maria on 7 de Setembro de 2012 at 21:55
    • Responder

    “viciadas” em vez de “vivadas”

    • maria on 7 de Setembro de 2012 at 22:30
    • Responder

    valha-nos DEUS.

    • tt on 7 de Setembro de 2012 at 23:15
    • Responder

    Calma, Marias!

    As poucas vagas (não mais do que o número equivalente aos horários completos deste ano em cada grupo) que forem apuradas vão a concurso e todos os contratados, colocados ou não, podem concorrer. Vale a graduação, como é óbvio! Pode, eventualmente, ser definido um número mínimo de anos de serviço no ensino estatal para poder concorrer.
    Haverá, certamente, muitos sortudos reconduzidos que nem sequer poderão aceder ao concurso, quanto mais ficar colocados.
    Justo e simples.

      • CCN on 8 de Setembro de 2012 at 10:29
      • Responder

      TT,
      Isso seria o mais justo. Esperemos que assim seja.Mas o que o tt refere baseia-se nalguma informação credível que tenha o é apenas aquilo que acha? Esperemos que, a haver alguma vinculação extraordinária, seja feita nos moldes em que refere: apuramento de vagas e todos a poderem concorrer, os mais graduados seriam colocados.

    • KAZUZA on 7 de Setembro de 2012 at 23:55
    • Responder

    Calma…enquanto houver contribuintes há professores; quando não houver porque as empresas que PRODUZEM, e nao as que servem, forem para o Vietnam ou India…; o dinheiro nao é imprimido aqui em Lisboa.

    • Lígia on 8 de Setembro de 2012 at 7:29
    • Responder

    Gostaria de saber se vamos continuar a permitir (perdão, se os Sindicatos vão continuar a permitir) que os docentes oriundos do privado concorrem em primeira prioridade. Já está em decreto-lei e NINGUÉM fez nada!

    • maria on 8 de Setembro de 2012 at 10:38
    • Responder

    RAMIRO MARQUES DIXIT:
    “Não creio que possam concorrer os docentes que se candidataram mas não obtiveram colocação. São estes que o ministro chama de candidatos a professores. Logo, o concurso para vinculação não se destina a candidatos a professores mas apenas a professores que estejam, atualmente, contratados.”

    E EU NÃO ME ENGANEI.
    A ENTREVISTA DÁ ESTA LEITURA. TRISTEZA!!!!

    • Sorceress on 8 de Setembro de 2012 at 10:48
    • Responder

    Se lavarmos à letra a entrevista: só serão candidatos aqueles que ficaram colocados a 31 de Agosto ou primeira “leva” de ofertas de escola.

    Claro que o que irá acontecer poderá ser muito diferente.
    Mas neste momento e olhando unicamente para a entrevista, a situação é clara. Será só para aqueles que entraram agora com horário anual (completo e incompleto?) e a seleção será feita de acordo com a antiguidade.

    • Maria Alexandra Rocha on 8 de Setembro de 2012 at 11:05
    • Responder

    Uma vinculação extraordinária não pode estar condicionada por vagas, pois deixa de ter caráter extraordinário! Se é extraordinária terão que vincular aqueles que estão no sistema há muitos anos independentemente das vagas existentes em cada grupo, aliás porque as medidas que tomaram foram para reduzi-las ao máximo.Voltem atrás com todas as medidas absurdas que tomaram e já existirão muitos mais horários como sempre existiram. Dou aulas desde 1992 e estou sem colocação.
    Não podemos permitir que vinculem apenas os colocados este ano letivo! Seria uma grande injustiça para quem é e foi professor toda a vida!

      • CCN on 8 de Setembro de 2012 at 18:41
      • Responder

      Também dou aulas desde 1992 e este ano fui contemplada com um magnífico horário de 9h a 50 km de casa! Tristeza de país!

      • Celia on 11 de Setembro de 2012 at 0:49
      • Responder

      Também dou aulas desde 1992, sempre com horário completo e neste momento estou desempregada. A vinculacao extraordinária tem de passar pelo tempo de serviço, e por quem leccionou no ensino publico, para ser justa.
      Célia

    • tecas on 8 de Setembro de 2012 at 11:20
    • Responder

    Caros colegas,
    o Ministro disse que as reuniões iam começar este mês. Peço aos representantes do Movimento para a vinculação extraordinária que exijam estar presentes. Eles, melhor que ninguém, são conhecedores das injustiças deste concurso.
    As reconduções têm sido possíveis porque os sindicatos acordaram-nas com o Ministério. Portanto, se apenas estiverem presentes representantes dos sindicatos estamos perdidos. Ou seja, pessoas com mais de 10 anos de serviço não vincularão porque foram ultrapassadas pelas reconduções.

    • SC on 8 de Setembro de 2012 at 13:23
    • Responder

    Não é dito nada de jeito (memorável ou notório) nesta entrevista seca em conteúdo….

    • Alberto Miranda on 8 de Setembro de 2012 at 14:56
    • Responder

    Perante uma classe com a “espinha quebrada” (a começar pelos contratados que estão a ser os primeiros em grande escala a apanhar uma “paulada”), prevejo que vai ser a seguinte:
    1º- O “clube dos resignados” (não lutam e/ou metem atestados médicos);
    2º- O medo instalado entre os professores dos quadros tentando salvar-se cada um por si (facilmente o “verniz vai estalar”);
    3º-Agressividade em alguns sectores da docência (basta perceber a que nível chegamos para haver uma petição para mais nenhum professor entrar no quadro).
    Penso que uma grande parte dos professores só “saltam para a rua” e fazem tremer o MEC se houver uma noção que 35% da classe corre risco de ficar com horário zero nos próximos 5 anos e do poder de compra ficar igual ao ano de 1996! (entre 2011 e 2014 os salários reais vão perder 14% do seu valor).

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