A área do Ensino Doméstico e do o ensino itinerante é muito pouco abordado aqui no blogue fruto de muito desconhecimento da minha parte sobre este assunto.
Se alguém quiser fazer um resumo sobre este tipo de ensino, agradecia que o fizesse, mesmo para ficarmos mais esclarecidos sobre ele.
A maior concentração de professores dos quadros a concorrer ao concurso interno situa-se entre os 40 e os 49 anos (considerei todos os intervalos com número superior a 1500).
Não há nenhum professor do quadro com menos de 31 anos a concorrer.
A idade dos docentes candidatos ao concurso externo de acordo com as listas provisórias de ordenação é com referência ao dia 31/08/2015. A maior concentração de docentes situa-se entre os 34 e os 39 anos.
Aplicação disponível para as escolas procederem à validação da Reclamação do dia 28 de abril até às 18:00 horas do dia 04 de maio de 2015 (horas de Portugal continental).
Nota Informativa da Validação da Reclamação com nova chamada de atenção para alguns Diretores. Pode ser que desta vez resulte.
13. Voltamos a esclarecer que a resposta a conferir à pergunta n.º 12 é totalmente autónoma do estabelecido na Portaria n.º 57-C/2015, de 27 de fevereiro, com a retificação constante no anexo II da Declaração de retificação n.º 9-B/2015, de 04 de março. Assim, as entidades de validação deverão somente responder que o docente não recupera vaga se o disposto nos normativos que criaram a respetiva vaga, estabelecer que a mesma se extingue com a sua vacatura, como sucedeu, por exemplo, com os docentes portadores de habilitação suficiente, que foram integrados em quadros de escola da rede do MEC, por aplicação do Decreto-Lei n.º 109/2002, de 16 de abril, e do Decreto-Lei n.º 66/2000, de 28 de abril e Decreto-Lei n.º 41/97, de 06/02, e os docentes de quadro de zona pedagógica colocados através dos concursos externos extraordinários de 2013 ou de 2014, regulamentados pelo Decreto–Lei n.º 7/2013, de 17/01 e pelo Decreto- Lei n.º 60/2014, de 22/04, respetivamente.
Porque como disse, todos os anos aparecem casos semelhantes.
Muitos docentes têm o sonho de terminar a carreira no ensino público, vindos na maior parte dos casos do ensino privado.
Sim! Eu sou um poeta e sobre a minha tumba
Donzelas hão-de espalhar pétalas de rosas
E os homens mirto, antes que a noite
Degole o dia com a espada escura.
Vê! Não me cabe a mim
Nem a ti objectar,
Pois o costume é antigo
E aqui em Nínive já observei
Que mais do que um cantor irá passar e ir habitar
O horto sombrio onde ninguém perturba
O seu sono ou canto.
E mais do que um cantou as suas canções
Com mais arte e mais alma do que eu;
E mais do que um agora sobrepassa,
Com o seu laurel de flores,
A minha beleza combalida pelas ondas;
Mas eu sou um poeta e sobre a minha tumba
Todos os homens hão-de espalhar pétalas de rosas
Antes que a noite mate a luz
Com a sua espada azul.
Não é, Raana, que eu soe mais alto
Ou mais doce do que os outros. É que eu
Sou um Poeta e bebo vida
Como os homens menores bebem vinho.
Do total de 50144 candidaturas ao concurso externo havia 22786 candidaturas de docentes que estavam colocados à data da abertura do concurso 2015/2016 e 27358 candidaturas que não tinham o docente colocado.
Com mais de 40 anos estavam colocados 15801 candidaturas e não colocados 6556 candidaturas.
O docente mais velho da lista de ordenação provisória é do grupo 500 e nasceu a 07/02/1946 e a docente mais nova é do grupo 100 e nasceu a 25/12/1992.
Estes dados são tratados tendo em conta o dia 31/08/2015 com arredondamento à unidade inferior.
Para analisarem melhor o quadro clicar na imagem para abrir o pdf.
Reuni o nome de todos os candidatos numa lista única.
Assegurai que o cumprimento da lei foi escrupulosamente obedecido em conformidade com o prazo legalmente estabelecido.
Analisai a localização dos candidatos no período referente aos anos coincidentes com a aplicação da lei.
Registai os infratores numa nova listagem.
Redigi alfabeticamente ou de acordo com o número de ordem, o nome de todos os infratores.
Anexai comprovativo das infrações verificadas.
Enviai a listagem por mail e através de correio registado, cumprindo escrupulosamente o prazo de reclamação, para o Departamento de Vigilância de Recursos Humanos da Educação.
Aguardai parecer da direção.
Não esqueçais de propagar, com fé e certeza, o princípio máximo da Vigilância: “Vigiai-vos uns aos outros”. Desta forma assegurareis que o Estado estará sempre livre e protegido de possíveis infratores, mesmo que tal, pessoalmente, não vos sirva para nada.
Negociação com autoridades chinesas prevê criar 20 turmas do secundário em setembro. Será disciplina obrigatória para os alunos de humanidades e opcional para os restantes, a partir do 10º ano
A presença de Nuno Crato na inauguração do Instituto Confúcio da Universidade de Aveiro na semana passada – o terceiro a abrir portas no nosso país depois das unidades nas universidades do Minho e de Lisboa – não se ficou a dever apenas a uma visita de cortesia. A nova unidade foi criada com a missão específica de contribuir para a implementação do mandarim – o principal idioma da China – no ensino secundário português. E, ao que o DN soube, esse objetivo está muito próximo de ser concretizado: já em setembro, 20 turmas, com capacidade para um máximo de 500 alunos, deverão reforçar os projetos já existentes, um no ensino público e outro no privado.
A confirmação das negociações em curso foi dada ao DN por Teresa Cid, presidente do Instituto Confúcio da Universidade de Lisboa (ULisboa): ” O ministério está a trabalhar num novo projeto-piloto, apoiado pelo Hanban [o equivalente chinês ao Instituto Camões], em que haverá um número limitado de ofertas de chinês mandarim em várias escolas do país”, contou, esclarecendo depois que “a hipótese que está a ser posta, ainda em reuniões de trabalho, aponta para uma média de 20 escolas, com uma turma em cada”. Uma “oferta de secundário”, a começar no 10.º ano de escolaridade, que será “uma disciplina curricular no caso das Humanidades”, podendo também ser escolhida como opção pelos alunos de outras áreas
Não publicarei listas de docentes que podem não cumprir os requisitos da 1ª prioridade e que me têm enviado para o meu e-mail.
Não é aqui que importa colocar os nomes desses docentes que apresentam duvidas na prioridade a que concorrem. Se têm certeza absoluta, ou quase, que há ultrapassagens indevidas, façam-no em reclamação escrita para a DGAE.
Como compreendem, eu não tenho acesso a algumas colocações e por essa razão nunca conseguiria comprovar a 100% tudo aquilo que me enviam.
E levantar testemunhos, que podem ser falsos, não será nada agradável para mim, como compreendem.
E existem muitos colegas com imensas duvidas em saber o que fazer.
Se relativamente ao tempo de serviço das faltas por doença ao abrigo do artigo 103º está mais ou menos explicado neste post, existem ainda outras situações mais complexas e o prazo termina já amanhã.
Vários docentes receberam a resposta ao recurso hierárquico já com a candidatura validada e passaram a reunir as condições para concorrerem na 1ª prioridade. Para esses, julgo que devem corrigir dados usando a opção B da reclamação.
Contudo, existem ainda outros docentes que receberam resposta ao recurso hierárquico dando razão parcial ao recurso e mais nenhum contacto tiveram da DGAE.
Se quiserem trocar ideias neste post podem-no fazer. Porque acredito que haja muita gente com imensas dificuldades em saber o que fazer e o prazo termina já amanhã às 18 horas.
E já agora não deixem para o fim da tarde de amanhã a submissão da reclamação, porque quando quiserem colocar a palavra passe para submeter a reclamação vão perder imenso tempo em descobrir como vai aparecer o campo para inserir essa palavra passe.
É preciso ter lata para tornar a escolaridade mesmo, mesmo, mesmo obrigatória. Ninguém gosta de ser obrigado a fazer raciocínios para o qual ainda não está preparado. Para variar o Stôr Saco Cheio está atento ao fenómeno e faz as suas interpretações brilhantes.
Reclamação do tempo de serviço descontado devido a faltas por doença
(artigo 103º do ECD)
Situação 1 – Para quem consta das listas provisórias de exclusão
Deve selecionar as opções B e C da reclamação e:
– na opção B proceder à correção dos dados do tempo de serviço conforme solicitado pela escola
– na opção C, na caixa de texto, inserir a seguinte minuta para reclamação das listas provisórias – tempo de serviço descontado devido a faltas por doença :
O desconto dos dias de faltas por razões de saúde, _____ dias, é ilegal por violar o disposto no artº 103º do ECD “para efeitos de aplicação do disposto no presente Estatuto, consideram-se ausências equiparadas a prestação efectiva de serviço (…) as seguintes: b) Doença”, o qual constitui lei especial, e como tal prevalece sobre a lei geral. Requer que o tempo em causa seja devidamente contado, com a sua consequente inclusão nas listas definitivas de ordenação do presente concurso.
Situação 2 – Para quem consta das listas provisórias de ordenação
Deve selecionar a opção C da reclamação e inserir a seguinte minuta para reclamação das listas provisórias – tempo de serviço descontado devido a faltas por doença :
Nos termos do artº 103º do ECD “para efeitos de aplicação do disposto no presente Estatuto, consideram-se ausências equiparadas a prestação efectiva de serviço (…) as seguintes: (…) b) Doença (…)”, o qual constitui lei especial, e como tal prevalece sobre a lei geral, deve ser contado todo o tempo, incluindo _____ dias de faltas por doença. Requer que o tempo de serviço seja todo contado, no total …dias, com a consequente reordenação nas listas definitivas de ordenação do presente concurso.
7 — São admitidas desistências totais e parciais do concurso, em formulário eletrónico, a disponibilizar pela Direção-Geral da Administração Escolar na respetiva página da Internet até ao termo do prazo para as reclamações, não sendo, porém, admitidas quaisquer alterações às preferências inicialmente manifestadas.
Este número não sofreu qualquer alteração em relação ao DL 132/2012, de 27 de Junho, pelo que, entendo que a anulação de preferências manifestadas fica ao critério de cada Diretor-Geral
Foi Abril e até podia ter sido noutro mês, mas depois o 25 foi pensado. O “Correntes – em busca do pensamento livre” comemorahoje 11 anos.
Tinha outro título em mente. Não me lembro qual, mas recordo-me que estava ocupado. Os planos B, C e D também.Na altura, preparava qualquer coisa das correntes da pedagogia e a ideia da busca do pensamento livre está há muito enraizada.
É também uma homenagem ao 25 de Abril. Nada seria como é, e apesar de tudo, sem a coragem dos que o fizeram.
Mas o mais importante é que gosto de ter um blogue e de escrever e a rede blogosférica proporcionou-me amizades que doutro modo seriam improváveis.
Hoje não é sexta, eu sei. É Sábado e DIA da LIBERDADE.
Por isso, nada melhor que uma rubrica especial de animação alusiva a este dia.
Neste dia 25 de Abril, dia da Liberdade, deixo-vos dois filmes sobre o 25 de Abril, ambos portugueses. O primeiro, de Abi Feijó intitulado A noite saiu à rua. Este realizador é um dos mais conhecidos e reconhecidos tanto a nível nacional como internacional, tendo dado os primeiros passos na animação em 1977, altura do primeiro CINANIMA, seguindo depois o seu caminho nesta área, abrindo depois a sua produtora, Filmógrafo. O filme de animação A noite saiu à rua é descrito pelo realizador desta forma “As noites são dias escondidos do outro lado dos nossos desejos. Mas algumas permanecem como sombras flutuantes a deformar as imagens indefesas do quotidiano. Rostos feridos de ausência, figuras hirtas de silêncio, terras salpicadas de sangue… E vamos morrendo adormecidos, indiferentes, até que as manhãs aconteçam”. São 4 minutos, a não perder.
O segundo filme de animação, também sob o lemado 25 de Abril, foi realizado em 1996 por um coletivo de crianças do 6.º ano da Escola Básica 2,3 de Caldas das Taipas, em parceria com a APRIL e Filmógrafo. Chama-se O Cravo da Liberdade. Oito minutos deliciosos…
Em primeiro lugar, lembrar-vos que amanhã, dia 25 de Abril, pelas 16:30 horas, no Casino de Espinho, o CINANIMA promove uma sessão para as famílias com a exibição do filme “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu. Uma fabulosa longa metragem de animação (80 minutos) que não podem perder. Ainda para mais pelo facto de, no dia da LIBERDADE a entrada na sessão é LIVRE (limitada à lotação da sala).
Quanto ao que vos trago hoje, na rubrica “Animação, hoje é sexta!”, também falarei de LIBERDADE. Mais precisamente ao conceito Open Movies, Open Projects, em muito promovidos pela Blender Foundation. Certamente conhecem o software de modelação 3D “Blender“. Esta organização holandesa, sem fins lucrativos e independente, é responsável pelo desenvolvimento deste software. E, mais ainda, responsável por projetos como o OPEN MOVIES. Pode parecer-vos estranho mas este projeto promove filmes desenvolvidos com software livre (open source) e com toda a liberdade de qualquer um de nós editar, redistribuir e também exibir os mesmos, sem quaisquer custos. Mesmo a calhar, não fosse amanhã o dia da liberdade! E quem me conhece, sabe bem da importância que dou ao software livre e que sou mais adepto do Copyleft do que do Copyright…
O que vos deixo é um conjunto fantástico de filmes realizados com software livre (a sua maioria em Blender) desmistificando um pouco a ideia de que o software livre é inferior a muitos outros, proprietários e caríssimos. Não, é apenas uma questão de atitude, de liberdade!
Por esta ordem, deixo-vos: Elephants Dream, Sintel, Big Buck Bunny, La chute d’une Plume (este último em Francês e não do Blender Institute/Foundation). Para além disso, o que nos permite um software livre, de código aberto, é a possibilidade de todos colaborarem. Assim, a partir do famoso MyPaint, um grupo Argentino produziu e realizou um filme chamado Viaje a la tierra del Quebracho. Este filme foi realizado a partir de uma fork do MyPaint que inicialmente era o X-sheet-MyPaint e que agora foi alterada/desenvolvida para Dopey.
Antes de passarmos aos filmes, na ordem em que os apresentei, aqui ficam alguns links:
A conclusão é assumida pelo novo secretário da Educação, Jorge Carvalho
O novo secretário regional da Educação considerou hoje que “é uma questão de justiça” a situação de impedimento que recai sobre um grupo de professores, a darem aulas na Madeira, de se candidatarem ao próximo concurso nacional de professores.
À margem das comemorações do 17º aniversário da Escola Básica e Secundária de Santa Cruz (EBSSC), Jorge Carvalho descartou qualquer alteração ao normativo que obriga à vinculação de pelo menos três anos de actividade lectiva na Região. Negou-lhes assim qualquer razão que pudesse assistir, mais ainda porque esse vínculo concede prioridade específica aos docentes agora queixosos.
Tendo em conta as exigências a que estão sujeitos pelo vínculo à Região, para o novo responsável pela tutela, este assunto não deixa quaisquer dúvidas: “Do ponto de vista legal não é possível e do meu ponto de vista entendo que é também uma questão de justiça face a aqueles que sabendo dessa prerrogativa não o fizeram (candidatura nacional) porque não podíamos como é óbvio, atender a essa solicitação”.
Revelou de resto que foi esta a resposta que entretanto já havia sido oficialmente comunicada pelo seu gabinete à Associação Nacional de Professores.
Iniciado por Maria de Lurdes Rodrigues e que teve continuidade com Isabel Alçada e Nuno Crato.
No fundo o que o PS propõe é o que já existe na prática onde os concursos internos se realizam na teoria de 4 em 4 anos.
Se foi pelo menos conquistada a mobilidade interna “anual” neste mandato do PSD, o que o PS propõe é que essa mobilidade interna desapareça e que sejam penalizados os professores que se apresentem a sucessivos concursos. Não percebo como alguém pode ser penalizado por concorrer quando um concurso é aberto, a não ser que a penalização seja o impedimento em concorrer após obter uma colocação.
Pela proposta apresentada neste documento o que tenho a dizer é que quem conseguir uma boa colocação neste concurso interno acaba por se safar e quem ainda se mantiver longe tão cedo não terá possibilidade de aproximação, ainda por cima o título do relatório é “Uma Década para Portugal”.
Mas para a teoria do quadro estável ser aplicada só existe um caminho, abrir todas as necessidades nos concursos de ingresso de forma a esvaziar as necessidades não permanentes. Só assim se terá um quadro estável.
Mapa onde se consegue ver o número de candidatos, tendo por base a ” Idade dos Candidatos Vs Tempo de Serviço em Anos “
Curiosidades ; um professor com 69 anos, em fevereiro tem 70, termina funções forçosamente, com 22 anos de tempo de serviço
Mapa onde se consegue ver o número de candidatos, tendo por base a ” Idade dos Candidatos Vs Grupo de Recrutamento “
Habilitações
Explorando um pouco, Arlindo, como sei que és um ohm que gosta de números, repara neste quadro – no da esquerda temos, IDADE Vs Habilitações ; no quadro da Direita temos, TEMPO DE SERVIÇO Vs Habilitações…
Ainda existe muita gente enganadinha ou é impressão minha ?
Como é que as Universidades conseguem ?
Ficou por explorar o Grupo 120 e 910, com muitas curiosidades…