Blogosfera – Assistente Técnico

Estatística – Concurso Docentes – Lista Provisória de Ordenação Concurso Externo – número de candidatos, Idade dos Candidatos, Tempo de Serviço em Anos e Habilitações”

 

 

Mapa onde se consegue ver o número de candidatos, tendo por base a ” Idade dos Candidatos Vs Tempo de Serviço em Anos

Curiosidades ; um professor com 69 anos, em fevereiro tem 70, termina funções forçosamente, com 22 anos de tempo de serviço

 

 Mapa onde se consegue ver o número de candidatos, tendo por base a ” Idade dos Candidatos Vs Grupo de Recrutamento “

 

Habilitações

 

Explorando um pouco, Arlindo, como sei que és um ohm que gosta de números, repara neste quadro – no da esquerda temos, IDADE Vs Habilitações ; no quadro da Direita temos, TEMPO DE SERVIÇO Vs Habilitações
Ainda existe muita gente enganadinha ou é impressão minha ?
Como é que as Universidades conseguem ?

 

 

Ficou por explorar o Grupo 120 e 910, com muitas curiosidades…

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12 comentários

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    • Atónito on 24 de Abril de 2015 at 15:10
    • Responder

    Habilitações: que tipo de curso é considerado “Outros ou OFC”? Será que há pessoas a ensinar sem curso superior de graduação e ainda por cima a concorrer para os quadros? Isto então seria o descalabro, não posso acreditar é demais surreal. Depois, temos o MEC que implementa uma prova para eliminar do sistema pessoas estas sim, com cursos superiores e qualificadas profissionalmente na área da docência. Inacreditável.

      • tic0 on 24 de Abril de 2015 at 17:44
      • Responder

      E os bacharéis que continuam a ultrapassar toda a gente nos concursos internos? E os destacados cujo tempo de serviço continua a ser contado a 100% para efeitos de concurso?

      • tic0 on 24 de Abril de 2015 at 17:46
      • Responder

      Já agora, e os espertalhões do privado que nos ultrapassam nas listas? Muita gentinha sem vergonha na cara neste cú da Europa.

        • Talvez on 26 de Abril de 2015 at 12:28
        • Responder

        Mas não vêem que os dos privado com contrato de associação andam de escola em escola. Já la vai o tempo em que ficavam muitos anos na mesma escola, agora a realidade é bem outra só não sabe é quem não quer ver. Há outros tb a uns bons km de casa. Tb existe uma situação que não concordo é qd aparecem na lista sem escola de provimento esses sim estão no privado com contrato de associação com muitos anos, esses deveriam ir para 3º prioridade, só ficavam na 2º caso tivessem 365 dias no publico nos últimos 2 anos ……

          • rrrr on 26 de Abril de 2015 at 13:06

          Nas escolas com contrato de associação entra-se com concurso público? Não! Então, ninguém nessa situação deveria estar em segunda prioridade. E quem tivesse trabalhado em escolas com contrato de associação ou privadas (em que não há concursos públicos de acesso) para acederem posteriormente aos concursos públicos ou concorriam em segunda prioridade mas não lhes era contado o tempo de serviço para concurso que tivessem prestado nas escolas com contrato de associação e privadas ou era-lhes contado esse tempo, mas concorreriam apenas em terceira prioridade. E para acederem à segunda prioridade teriam que perfazer, no mínimo, três anos de tempo de serviço no ensino público, para saberem o que os colegas do ensino público suam para adquirem tempo de serviço.


    1. Por isso mesmo é que, na altura da PACC, foi ver os dos quadros a rirem-se às gargalhadas com a má sorte dos contratados com menos de 5 anos… É que se se fizesse uma análise às habilitações de uns e de outros, era ver como os dos quadros acederam à carreira… Tanta trafulhice e tanta chico-espertice ao longo de décadas. E não é uma PACC. Tem de ser é uma selecção a direito, com base nas habilitações, em que instituições é que fizeram a formação, tempo de serviço, e obtido onde, em que instituições de ensino, estágio, onde é que o realizaram, etc, etc. Se fizessem esta triagem, desde o início, era ver centenas de professores a serem preteridos por outros.
      O rol de trafulhices é tremendo! Não admira que o ensino esteja como está. São muitos os medíocres que estão a leccionar. Mas riem-se.


    2. Há uns concorri com “Outros”, tenho Licenciatura+Ramo de Formação Educacional; a escola aceitou. Ultimamente tenho posto L.

    • João on 24 de Abril de 2015 at 16:22
    • Responder

    Apressam-se a fazerem comentários de seguida sem menor conteúdo para o comentário do Atónito desapareça rapidamente da página principal…tá visto o que ele escreveu incomoda alguns.

    • Luís Miranda on 24 de Abril de 2015 at 16:54
    • Responder

    Face a estes quadros temos 50144 candidatos. Descontando os concorrentes dos grupos 910,920 e e 930,que são 5840, e que concorrem a estes grupos e aos de origem, temos 44.304 candidatos. Se a este número for subtraído o valor de 12571 candidatos, que são os que tem de zero até 3 anos de serviço, ficam 31.733 candidatos. Destes muitos são da 3ª prioridade ( contei 1091 no grupo 100 e 1236 no grupo 110 ). Não consigo contabilizar o total, mas pelo que me apercebo são mais um milhares ( 5.00076.000). Estes concorrentes devem vir quase todos do ensino particular. Por isso não existe uma obrigação do estado de os vincular. Ficamos com mais ou menos 25.000/26.000 candidatos. Como muitos destes concorrentes não tem 3 anos completos e sucessivos desde a entrada em vigor da Directiva 199/70/CE, o número desce para uns 22.000/23.000. Mas se estes fossem obrigados a aceitar um lugar numa zona do pais mais alargada, o que não querem, vão restar cerca de 20.000 candidatos. Ora só este ano já passa de 16.000 o número de contratados . Com a diminuição do número de alunos por turma, criar professores de apoio e tutores em número suficiente nos agrupamentos, alagamento do pré- escolar no ensino público a todas as crianças com 3 anos, reactivar o ensino de adultos, reabrir o programa de rescisões, entre outras medidas e havia lugar para todos esses 20.000 candidatos. Mas como já referir só restam 2 soluções : política ou judicial . Quanto à judicial, penso que vai chegar, mas vai demorar. E nessa altura o número de contratados já passou os 20.000, pois as aposentações e as doenças não param . Quanto à politica, pelos vistos só com outro governo.

    • susana on 25 de Abril de 2015 at 0:39
    • Responder

    O Grupo 120 está uma palhaçada de primeira, mais de 2 terços da lista não tem a habilitação adequada ou não tem o ano de tempo de serviço em Inglês no 1º Ciclo como “era necessário” ter para concorrer!!! Já para não falar nos que têm 0 ZERO dias de serviço o os que se encontram providos neste Grupo que na prática ainda não existe!! As escolas que validaram estes professores deviam receber uma inspeção para que, quem não leu as leis e andou a validar candidaturas incorretamente, ir para o olho da rua!!!! ISTO É UMA VERGONHA E UMA AUTÊNTICA PALHAÇADA!!!!!

    • dada on 25 de Abril de 2015 at 22:33
    • Responder

    Os mais “velhinhos” vêm todos do privado direitinhos para as vagas que irão sobrar da 1ª prioridade. E quem, durante anos, calcorreou o país com muitos sacrifícios pessoais e profissionais será atirado para o desemprego.
    VERGONHA de país: primeiro criam a norma-travão; segundo deixam que os professores do privado fiquem com as pouquíssimas vagas que sobram para quem foi empurrado para a 2ª prioridade.
    Só num país de corruptos e de vigaristas… Cambada..

      • Cláudia C on 25 de Abril de 2015 at 23:08
      • Responder

      Concordo inteiramente, também me sinto profundamente revoltada com esta situação!… Como é que isto pode acontecer??? Que o governo o faça para ajudar os amigalhaços, é natural neles, mas que os sindicatos deixem passar??? QUE VERGONHA DE PAÍS!

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