Surpreendente, ou Não

Porque como disse, todos os anos aparecem casos semelhantes.
Muitos docentes têm o sonho de terminar a carreira no ensino público, vindos na maior parte dos casos do ensino privado.

69 anos
Diário de Notícias (28-04-2015)

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9 comentários

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    • Bekas510 on 28 de Abril de 2015 at 12:54
    • Responder

    Desculpem, mas, ou estou mesmo mal ou é um erro, certo?
    Professores com 67 anos no ativo???????

      • Profdesanimada on 28 de Abril de 2015 at 13:12
      • Responder

      Os professores podem lecionar até aos 70, idade limite na função pública.

      • rrrr on 28 de Abril de 2015 at 13:23
      • Responder

      Sim, há colegas com essa idade. Ainda o ano passado efetivou um colega com 69 anos, que fez os 70 em setembro. E se me parece correto que estes colegas possam efetivar (porque é de todo legítimo), também me parece correto, que no caso específico de se perfazer os 70 anos no próprio ano letivo, o MEC deveria abrir uma vaga extra, no caso de colocação de um docente com tal idade. E, atendendo, a que atualmente, muitos colegas trabalham em horários incompletos, mesmo ainda sendo pessoas muito válidas e jovens, alguns só se reformarão no limite da idade, pois não conseguirão reunir o tempo de serviço necessário para se reformarem (isso claro está, se lá conseguirem chegar, com saúde mental e física).

  1. Não seria melhor perguntar de onde vêm estes professores? Sim, porque a maior parte vem do privado e quem sempre trabalhou n ensino púbico (10,15 ou 20 anos) vai para o desemprego.

    Claro que estes professores podem concorrer ao concurso público, agora ultrapassarem contratados e efetivos é que é duma injustiça atroz apoiada pelos sindicatos.

    É que não são apenas os contratados a sofrer com esta situação. Os efetivos desterrados vão continuar desterrado se não integrarem a mobilidade entretanto.

    • paula on 28 de Abril de 2015 at 14:38
    • Responder

    Até ao ano passado não percebia esta situação. Mas, este ano como estive a analisar as listas, já percebi… Muito terão percebido antes… eu não…
    No meu grupo há um caso de alguém com 59 anos, 35 de serviço e grau académico de Doutor. Integra os quadros de um colégio e agora veio concorrer neste concurso… E posso garantir que não é caso único…

      • Luis on 28 de Abril de 2015 at 15:10
      • Responder

      Estão a descobrir a pólvora pelo fumo depois da explosão! Já andamos neste e noutros blogs a alertar para a invasão dos professores do privado ao oficial. Estes professores foram despedidos e indemnizados e agora entram aqui como se entra numa autoestrada com tempos de serviço milagrosos/altamente duvidosos, tirando o lugar a outros que correm o país de lés a lés sem nunca entrarem sequer para o quadro e também ultrapassando outros que já são do quadro. Estas vinculações extraordinárias foram como sopa no mel para alguns professores que vieram do privado. Estes professores devem concorrer na última prioridade e ponto final. O tempo de serviço do privado nem sequer deveria contar para eles, o tempo de serviço de um engenheiro que trabalhe numa empresa privada de construção civil não lhe conta para efeitos de carreira se ele entrar para uma autarquia local. Em termos gerais nada me move contra as empresas privadas, pelo contrário, no entanto há regras que devem existir, sob pena dos concursos se tornarem numa selvajaria sem regras.

        • Prof desiludida on 28 de Abril de 2015 at 15:42
        • Responder

        Na verdade, os sindicatos, etc, só atacam as escolas TEIP e com autonomia e “esquecem-se” destes casos… Os colégios estão em 1.º prioridade, iupiii… bem como dos casos dos colegas que são pouco graduados e andam há anos a fio a somar tempo de serviço no IEFP, depois de um concurso que também foi muito duvidoso e têm direito a recondução perpétua… Os desgraçados dos mais graduados, como esse belo concurso do IEFP foi em Março, ficaram impedidos de concorrer. Resultado: há casos de pessoas que em Setembro estavam desempregadas porque não puderam concorrer ao IEFP em Março, enquanto colegas que estavam centenas de lugares abaixo continuam até hoje a somar ininterruptamente tempo de serviço no IEFP… É justo??? Não me parece…

        • susana on 28 de Abril de 2015 at 21:03
        • Responder

        Muitos não foram despedidos… continuam com o lugar… são diretores… e nem vão chegar a dar aulas no público, pedem um qq destacamento…

  2. 32.533 é o número de (candidatos) DESEMPREGADOS ao concurso externo nas listas de ordenação provisórias!…

    «Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão»

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