Ouvi Bem?

Investimento no ensino artístico?

Governo dá luz verde à realização de despesas de 400 milhões até 2019 

Conselho de Ministros autorizou a realização de despesas no valor total de 400 milhões, a concretizar até 2018/19. Cartão do cidadão, ensino artístico e refeições para prisões entre os contratos.

 

Luís Marques Guedes lembra que o governo está em funções e que estas despesas têm de ser autorizadas com antecedência

Autorizada despesa destinada ao apoio a estabelecimentos de ensino artístico especializado que celebrem contratos de patrocínio para os anos letivos de 2015-2016, 2016-2017 e 2017-2018. O montante global autorizado é de 165 milhões de euros.

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Cenários de verão II

A luz da cidade conflui aqui como um rio. É tão forte e explosiva a claridade que tenho de cerrar os olhos.

Agrada-me a ideia de uma praia citadina. Porém, quando o elevador do Lavra me eleva a esse pedaço de ansiado céu, surpreende-me a minha própria expetativa: o areal está confinado a um espaço exíguo e a fonte tenta simular uma piscina. Miúdos ansiosos teimam em mergulhar, enquanto um ou outro adulto passeia a água pelos joelhos.

Não era de esperar outra coisa, qual o espanto? Lisboa para ser moça tem de se cumprir menina. Sinto uma estranha inveja da despreocupação risonha de cada miúdo que chapinha afugentando o calor.IMG_3572

Do alto do jardim, os curiosos debruçam-se surpresos ou deliciados com as brincadeiras infantis lá em baixo.

Reparo, então, num turista que, encaixado num discreto muro, não larga a máquina fotográfica, nem desvia a objetiva da mesma direção.

Tem um aspeto polido, homem provavelmente cinquentão. Debruço-me para tentar perceber o foco do seu interesse. Passam alguns minutos e prossegue compenetrado no seu afazer. Como não arreda pé daquele canto, decido, discretamente, contorná-lo para tentar vislumbrar o seu interesse fotográfico.

É, então, que o meu coração me entope a garganta. No seu ecrã digital são visíveis, mesmo a alguma distância, fotografias dos jovens banhistas. Pior, não só os fotografa com o zoom no alcance máximo, como o faz com requintado pormenor, selecionando partes do corpo.

Um vómito súbito aflora-me a boca e sinto uma vertigem de raiva. Lá em baixo um polícia passeia confortavelmente pelo breve areal.

Tenho vontade de lhe berrar que suba, que suba depressa, que venha arrancar este nojento detrás dos arbustos, que lhe arranque as vísceras e as pendure no corrimão ao longo do jardim.

Mas os meus pés petrificaram naquele lugar, horrorizada com a minha própria descoberta.

Tento respirar fundo, encaixar o coração no sítio, afastar-me silenciosamente, tal como aqui cheguei. Desço as escadas com a maior rapidez que consigo, alcanço o agente e, enquanto lhe explico tudo, o meu olhar percorre o caminho inverso até se cruzar com o daquele verme feito de cuspo.

Infelizmente, dei o alerta de forma óbvia e vejo-o desaparecer silenciosamente enquanto o polícia sobe apressadamente as escadas e chama pelo rádio outros colegas, tarde demais.

Cá em baixo os miúdos prosseguem chapinhando felizes, mas eu sinto, simplesmente, a tristeza dura e fria de uma indesejável tarde de verão.

Que miséria de mundo este em que nem na infância nos sabemos seguros.

 

 

 

 

 

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O Estado Inerte

Tem sido o Estado Inerte, que não cumpre com a sua parte de legislador, que tem impedido de progressão todos os docentes que ingressaram na carreira desde 2013 e, também acrescento, os que por ausência da publicação da portaria das vagas de acesso ao 5º e 7º escalões se mantêm a marcar passo.

 

Esta é parte da exposição que a Provedoria de Justiça enviou ao MEC sobre o número 3, do artigo 36º do Estatuto da Carreira Docente.

Avizinha-se uma batalha jurídica nos próximos tempos para repor a justiça sobre estes impedimentos de progressão que acontecem desde 2010.

 

E tenho quase certeza que será mais uma batalha ganha.

 

 

 

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Na Falta de Instrumentos de Medição

Este foi um número aproximado que apontei ao Correio da Manhã.

Mas não deve andar muito longe da realidade, já que todos os que vincularam na primeira prioridade garantem à partida a dispensa desse período probatório.

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Dispensa do Período Probatório

Desta vez nem foi preciso muito tempo para o MEC proceder à publicação do despacho para a dispensa de quem vínculou este ano.

Não fazia sentido que assim não fosse.

Todos os que vincularam pela primeira prioridade ficam dispensados e uma boa parte dos docentes da 2 prioridade também.

 

 

MEC PUBLICA DESPACHO COM REGRAS PARA PROFESSORES QUE PASSARAM A INTEGRAR OS QUADROS

 

Foi enviado para publicação em Diário da República o Despacho que define os termos da realização do período probatório dos professores que este ano passaram a integrar os quadros na sequência do concurso externo de 2015, bem como as condições para a sua dispensa.

O período probatório, com a duração de um ano escolar, corresponde à fase inicial do processo de desenvolvimento na carreira docente e visa verificar a capacidade de adequação do professor ao perfil de desempenho profissional exigível. Centra-se na capacidade de integração, adaptação e participação nas atividades da comunidade educativa, e nas capacidades didáticas, pedagógicas e científicas, com vista a alcançar elevados níveis de proficiência que contribuam para o sucesso dos alunos e a melhoria da qualidade do sistema educativo.

De acordo com o Estatuto da Carreira Docente, o docente em nomeação provisória que conclua o período probatório com avaliação do desempenho igual ou superior a Bom é nomeado definitivamente em lugar do quadro.

O docente em período probatório é acompanhado nos planos didático, pedagógico e científico por um outro docente, sempre que possível, do seu grupo de recrutamento que se encontre posicionado no 4.º escalão ou superior e que tenha tido, no mínimo, a menção qualitativa de Bom na última avaliação de desempenho. A designação do professor que apoia o docente em período probatório é feita pelo coordenador do departamento, pelo conselho de docentes do grupo de recrutamento a que pertence ou pelo diretor da escola.

Tendo em conta a prática acumulada pelos docentes que antes de ingressarem na carreira detinham já experiência reiterada num período que se considera desejável para a confirmação das suas capacidades, ficam dispensados do período probatório os professores que reúnam, cumulativamente, as seguintes condições:

730 dias de serviço efetivo prestado no mesmo nível de ensino e grupo de recrutamento em funções docentes nos últimos cinco anos imediatamente anteriores ao ano letivo 2014-2015;
Cinco anos de serviço docente efetivo com avaliação mínima de Bom.

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Provedoria de Justiça Recomenda Abertura de Fase de Aperfeiçoamento da BCE

Já por diversas vezes disse o mesmo sobre os erros da BCE de 2015 e agora espera-se que a DGAE abra um período para os candidatos retificarem os erros de preenchimento e as escolas as minutas que passaram.

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Documento na integra em baixo.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/08/Q-4500-15-DGAE-1.pdf”]

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Em Conclusão

Vamos ter nos próximos tempos uma batalha jurídica muito complexa.
Onde os recursos hierárquicos se podem fundamentar neste parecer da Provedoria de Justiça.

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Parecer da Provedoria de Justiça Sobre as Faltas por Doença

Não há ordem jurídica que se consolide com a publicação das listas de antiguidade é o que diz a provedoria de Justiça.

Este é um documento a analisar com mais calma nos próximos tempos.

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Ler o documento na integra em baixo.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/08/Q-1901-15-DGAE-2.pdf”]

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A Festa Continua…

(…)

A Autoridade da Concorrência anunciou esta segunda-feira ter condenado cinco empresas por práticas anti-concorrenciais em concursos públicos para fornecimento de pré-fabricados à empresa Parque Escolar. A soma das coimas aplicadas totaliza mais de 800 mil euros.

Em comunicado, o regulador adianta que as empresas Algeco -Construções Pré-Fabricadas, a Elevatrans – Pré-fabricados, o grupo Vendap, a Movex – Produção, Venda e Aluguer de Módulos Pré-Fabricados e a UEM – Unidade de Estruturas Metálicas foram condenadas ao pagamento de coimas “no valor total de 831.810 euros por práticas restritivas da concorrência na participação em concursos públicos lançados pela Parque Escolar, entre 2009 e 2010”.

Os concursos destinavam-se ao fornecimento e montagem, em regime de aluguer, de módulos pré-fabricados para a instalação provisória de salas de aula, por forma a manter as actividades escolares durante as obras do programa de modernização do parque escolar. “A investigação revelou que, entre 2009 e 2010, as referidas empresas celebraram e executaram um acordo entre si, para a repartição do mercado e fixação do nível dos preços, com o objectivo de restringir e falsear de forma sensível a concorrência no mercado do fornecimento e montagem de módulos pré-fabricados no contexto dos concursos públicos identificados”, adianta a Autoridade da Concorrência.

“Concretamente, as empresas manipularam as respectivas propostas concursais, fixando o nível dos preços das mesmas, de forma a determinar artificialmente o vencedor de cada concurso”, acrescenta o regulador. Na fixação do valor da multa “foi tida em conta a colaboração prestada pelas empresas durante a investigação, através do recurso ao regime de dispensa e redução da coima (conhecido como regime de clemência ou imunidade) e ao procedimento de transacção, além dos volumes de negócios das empresas em causa”.

O recurso a estes dois instrumentos “revelou-se essencial, por um lado, para a detecção, prova e punição eficaz das práticas anti-concorrenciais em causa e, por outro lado, para a simplificação e celeridade processual”. A Vendap foi a empresa que teve pagar o maior montante – de 486.810 euros -, “resultante da aplicação de uma redução de coima ao abrigo do regime de clemência, bem como da aplicação de uma redução adicional de coima decorrente da proposta de transacção apresentada”, seguida da UEM, multada em 200 mil euros.

A Movex foi condenada a 90 mil euros e a Elevatrans a 55 mil, enquanto a Algeco foi “dispensada do pagamento da coima ao abrigo do regime de clemência”. O inquérito tinha sido instaurado a 8 de Janeiro do ano passado.”

 

Não foi só no tempo da outra senhora porque é tudo farinha do mesmo saco:

(…)

Só em 2014, o ministério tutelado por Nuno Crato gastou quatro milhões de euros na instalação destas infraestruturas. Segundo o Expresso, os contratos celebrados por ajuste direto foram publicados no portal Base.

O caso mais dispendioso aconteceu na escola secundária do Monte da Caparica, em que o aluguer de contentores por dois anos e meio custou 473.650 euros.”

 

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Militares… para “inglês” ver…

Um destes dias vamos começar o dia a cantar o hino. Não que eu julgue ser algo de todo despropositado, mas de certeza que logo atrás virá o rezar do terço…

Isto é só mais um exemplo do “olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço”…

Sou dos que diz que há falta de pessoal nas escolas, a todos os níveis, mas daí a deitar a mão a qualquer um que esteja ou se mostre disponível… Será que estes militares vão ter formação antes de exercer a função que lhes querem impor? Podem até ter qualidades para o cargo, mas saberão lidar com o mesmo, ou estarão disponíveis para o ocupar? Alguém lhes perguntou, ou vão ser voluntários à força? Há muitas questões por responder, o que me parece é que é mais uma medida para “inglês” ver…

 

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Divulgação de vaga português/francês na EPM-CELP

Pedido enviado às escolas para divulgação.

Exmo.(a) Sr.(a) Diretor(a)

A Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa, vem solicitar a esta Direção Geral, a divulgação de uma vaga do GR 320 – Francês, para o exercício de funções docentes no ano letivo 2015/2016, de acordo com o previsto no n.º 5 do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 47/2009, de 23 de fevereiro.

Com os melhores cumprimentos,

A Diretora-Geral da Administração Escolar

Maria Luísa Oliveira

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Recursos Humanos para os CQEP

Despacho n.º 8861-A/2015 – Diário da República n.º 154/2015, 2º Suplemento, Série II de 2015-08-10

 

 

Ministério da Educação e Ciência – Gabinetes dos Secretários de Estado do Ensino e da Administração Escolar e do Ensino Básico e Secundário

 

 

Determina a afetação de recursos humanos aos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) no ano escolar 2015-2016

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Listas Provisórias do Concurso Externo da Madeira

Foram hoje publicadas as listas Provisórias de candidatos Admitidos e Excluídos ao concurso externo da região autónoma da Madeira.

 

Listas do Concurso Externo

 

Lista ordenada provisória de candidatos admitidos (10/08/2015)

Lista provisória de candidatos excluídos (10/08/2015)

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Será Isto Inclusão?

Deixado hoje num comentário de um artigo.

 

 

a DGEstE está a invalidar turmas reduzidas para alunos com CEI (que sempre foram alunos redutores de turma…pois são os casos mais graves do sistema educativo!!!) Um aluno CEI é um aluno que não acompanha de todo o currículo escolar obrigatório, mas está inserido numa turma…a cumprir um currículo adaptado! Parece que a portaria que saiu no final de julho serviu para que as turmas onde esses alunos ficam inseridos irem a 30 alunos! È a nova ideologia da inclusão! Ou seja durante o fim de semana foram invalidadas as turmas com alunos NEE com CEI e dadas ordens para se refazerem as turmas todas de modo a reduzir o numero de turmas necessárias. E isso originou a ser necessário refazer o mapa de distribuição do serviço letivo! E como consequência imediata a serem necessárias menos horas, menos horários, logo menos professores!!! Hoje foi um dia de loucos nas escolas! Porque o prazo termina hoje! Ahh e só durante o fim de semana é que a proposta das turmas teve a (in)validação da DGESTE! Tudo muito bem organizado!

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Quem é do Quadro do Continente e Quiser ir Para a Madeira

… já o pode fazer aqui preenchendo o formulário de inscrição.

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Cenários de verão I

Arrasta-se ao  longo do areal com a face transfigurada de raiva. O miúdo, pequenino, moreno atarracado, o pescoço colado aos ombros e a cabeça quadrada, berra com os dois pulmões  presos na boca.

Lá do fundo chegam também aqui os ecos de uma voz feminina, possante, também ela nitidamente zangada, que se sobrepõe ao mar, ao calor, ao ruído marinho das outras pessoas::

– Ó Simão! Ó Simão Filipe! Viens ici!!!!

O garoto prossegue mais alguns metros indiferente, pontapeia a areia com desprezo.

– Ó Simão, ó Simão Filipe, anda cá, pá!!!!!!

Inconsolável com alguma contrariedade, o garoto regressa ao colo materno, rodeado pela sua tribo que trinca consoladamente pastelinhos de bacalhau e croquetes de carne, ainda a pingarem de fritura, deixando oleosos os  dedos, as toalhas e a areia em volta pintalgada de salpicos de gordura. 1

A mãe, ocupando todo o espaço do guarda-sol, agarra o Simãozinho por uma mão, mas este gira furibundo, berrando que não quer, o que quer que seja que tem mesmo de ser, gira proferindo impropérios, misturando línguas numa intrincada dança furiosa de palavras. Continua a girar e gira tanto que, inesperadamente, a mãe, esse gigantesco naco de mulher mal passada debaixo do guarda-sol, também começa a girar, e gira o guarda-sol e gira a tribo toda, de tal forma que um vendaval terrífico e espiralado se forma mesmo ali, fazendo voar chapéus por todo o lado, enquanto a areia faz remoinhos dolorosos em torno dos incautos banhistas inesperadamente chicoteados por grânulos velozes.

O Simão Filipe ainda berra com todos os pulmões que “não e não e não!”, e eu podia jurar que a culpa de toda esta ventania era dele, do pestezinha que rodopia ainda preso por uma mão num turbilhão de berros e ar. Então, um súbito buraco fundo ergue-se na areia, como o olho de um tufão enegrecido, que imediatamente engole tudo até a praia se tapar e acomodar de novo numa líquida tranquilidade feita somente de oiro, sal e azul.

Respiro fundo e deito-me na toalha agora que a paz regressou ao meu pequeno pedaço de paraíso.

Então, como nas catacumbas do inferno erguendo-se do chão, oiço outra vez:

– Ó Simão, Simão Filipe, viens ici, pá! ‘Tás aqui ’tás a manger!!!

 

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Termina Hoje a ICL2

… e o pedido de horários para 2015/2016.

E hoje é dia 10 de Agosto.

Muito sinceramente ainda não percebi bem o que ainda motiva alguns professores a quererem estar em funções na direcção de uma escola.

A rensponsabilidade é cada vez maior ao contrário do respeito que cai de dia para dia.

Este seria um estudo interessante para ser feito e seria bom também perceber as verdadeiras motivações que levam um professor, nos tempos actuais, a querer liderar uma escola.

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Chegaram os “Militares” aos Recreios

Com a publicação do Decreto-Lei 158/2015.

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Resumo Do Fim-De-Semana

De manhã à noite nisto! 

 

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Post Domingueiro para a Bola

Na falta da cor AZUL no Algarve, preferem que ganhe uma amostra de cor primária (vermelho, Benfica) ou uma cor secundária (verde, Sporting)?

Por aqui o tom anda meio acinzentado e o AZUL que me referia é apenas à cor do céu, ok?

 

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Os Contratos da Treta…

(…)Desde o início de janeiro as escolas assinaram 1.292 Contratos Emprego-Inserção (CEI) com desempregados e beneficiários do rendimento social de inserção, adiantou à Lusa o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), que não revela dados por ano letivo.

Na passada semana o Ministério da Educação e Ciência anunciou a contratação de 2.822 assistentes operacionais para as escolas, que já a partir de setembro deverão estar nas escolas para funções de vigilância, apoio e acompanhamento dos alunos.

Muitas das necessidades das escolas têm vindo a ser supridas com recurso aos CEI, contratos temporários, e que, segundo o IEFP, no caso das escolas públicas têm habitualmente um prazo “inferior a seis meses”.

A duração máxima de um contrato deste tipo é de 12 meses.

Por várias vezes os diretores escolares manifestaram a sua oposição à colocação de funcionários nas escolas através deste tipo de contratos, afirmando que chegavam às escolas pessoas sem qualquer tipo de preparação para lidar com crianças e jovens ou até mesmo para desempenhar as tarefas mais comuns nas escolas.

Questionado pela Lusa, o IEFP justificou a apresentação dos dados com referência ao ano civil a que os contratos dizem respeito, e não ao ano letivo, com o facto de as candidaturas aos lugares estarem abertas “de uma forma contínua, (não se regendo pelo calendário escolar)”, acrescentando que o contrato é remetido para o ano civil em que se iniciou, e não naquele em que terminou.

Tendo em conta os dados do IEFP, o ano civil em que as escolas mais recorreram a este tipo de contratos foi o de 2011, com 6.122 contratos celebrados, e desde então o número de CEI nas escolas públicas tem vindo a diminuir todos os anos: 5.742 em 2012, 4.381 em 2013, 4.367 o ano passado, e 1.292 até ao final de julho deste ano.

O decréscimo no número de funcionários contratados nos últimos anos aconteceu a par da reorganização da rede escolar, com centenas de escolas encerradas.

Os CEI, implementados em 2009, registaram nesse ano 2.879 contratos celebrados com as escolas públicas, aumentando para 4.294 no ano seguinte.

Dos 2.822 novos funcionários que o MEC vai contratar quase metade (1.351) vai ficar em escolas da zona de Lisboa e Vale do Tejo, seguindo-se a zona norte onde serão selecionadas outras 908 pessoas.

Estas são as duas regiões com maior predominância de CEI nas escolas públicas, segundo dados do IEFP.  “

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Listas Provisórias da Casa Pia

Concurso anual com vista ao suprimento das necessidades de contratação de pessoal docente, da casa pia de lisboa, i.p., para o ano escolar de 2015-2016.

 

Informa-se que a lista provisória ordenada de candidatos admitidos e a lista provisória de candidatos excluídos do concurso anual com vista ao suprimento das necessidades de contratação de pessoal docente, da Casa Pia de Lisboa, I.P., para o ano escolar de 2015/2016, se encontram publicitadas no site da CPL, a partir de hoje, dia 7 de agosto de 2015.

 

Mais se informa que, dos elementos constantes das listas provisórias, cabe reclamação, a apresentar no prazo de 5 dias úteis a contar do dia imediato ao da publicitação das listas. As eventuais reclamações deverão ser formuladas por escrito, através da utilização do impresso de reclamação (disponível por download neste site), devendo ser entregues na Secretaria dos Serviços Centrais da Casa Pia de Lisboa, na Av. do Restelo, n.º 1, 1449-008 Lisboa, no referido prazo.

 

• Lista provisória ordenada de candidatos admitidos
• Lista provisória de candidatos excluídos
• Impresso de reclamação

 

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Uma Autêntica Mina de Ouro

Que até se podem dar ao luxo de uma longa lista de espera.

Mas com isto compactua também a sociedade em geral.

Este é um daqueles assuntos tabus em que todos sabem, conhecem, mas que ninguém denúncia.

Link para a notícia do Expresso na imagem.

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Os “Desalinhados”

A maioria das 26 escolas “desalinhadas” identificadas pelo Jornal Público são de escolas privadas.
Estranho?

Claro que não.

 

Menos exigentes? Há 15 escolas que dão sempre notas acima do expectável

 

Escolas-desalinhadas

 

 

Ver informação das escolas aqui.

 

ifoescolas

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E Como Será a Carga Horária do Grupo 120?

Esta é uma das questões que ainda não ficou definitivamente resolvida desde que foi criado o grupo de recrutamento 120 e que ainda surgem dúvidas de como será a distribuição do horário destes docentes em articulação com o horário de trabalho no 1º ciclo.

O despacho de organização d  ano lectivo define como: “Hora“— o período de tempo de 60 minutos, no caso da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, e o período de 50 minutos, nos restantes níveis e ciclos de ensino; Os docentes do grupo 120 deverão ter horários de 22 horas ou 110 minutos, visto não serem docentes em regime de monodocência.

Assim, sendo um docente do grupo 120 deverá trabalhar na componente lectiva o correspondente a 1100 minutos que pela forma de organização do tempo no 1º ciclo dará 18 horas se trabalho semanal mais 20 minutos sobrantes.

Tendo em conta a especificidade deste novo grupo de recrutamento em que terá de haver deslocações continuas entre varias escolas como irá funcionar o tempo de trabalho entre deslocações? Fica por contra da componente de trabalho individual do docente, da sua componente não lectiva ou poderá haver ajustes da sua componente lectiva em função do tempo gasto em deslocações?

O que se está a preparar em cada um dos agrupamentos onde existe o grupo 120?

 

 

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239 Horários para Técnicos Especializados

… até ao dia 12 de Agosto de 2015. Alguns destes horários já terminaram o prazo de candidatura.

 

E apesar de ainda serem pouco os horários em concurso já me chegam diversas queixas por alguns destes horários estarem enquadrados em vários grupos de recrutamento.

Este mail foi um dos últimos que recebi para tomar conhecimento e o mesmo foi enviado para a IGE e para diversos órgãos de comunicação social.

 

Tem este email o objetivo de denunciar o pedido de horários por parte da Escola profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canavezes (código 404275) para contratação de escola de técnicos especializados para disciplinas que são e devem ser lecionadas  por professores dos grupos disciplinares de economia e contabilidade, história, filosofia e geografia, de acordo com a legislação em vigor.

 

Os horários com irregularidades são:
 

– horário número 46: 22 horas/anual (Área de Integração);
– horário número 47: 22 horas/anual (Área de Integração, À descoberta da vocação);
– horário número 48: 22 horas/anual (Área de Integração, À descoberta da vocação, Comunicação e empreendedorismo);
– horário número 49: 14 horas/anual (Comunicação e empreendedorismo);
– horário número 50: 10 horas/anual (História);
– horário número 51: 16 horas/anual (Economia e contabilidade);
– horário número 58: 22 horas/anual (Turismo e técnicas de gestão/ Formação em contexto de trabalho).

Agradeço que se tomem as medidas legais necessárias e adequadas para que a ilegalidade descrita neste email seja corrigida e que estes horários sejam preenchidos por professores pertencentes aos grupos disciplinares que lecionam efetivamente estas disciplinas.
 
Com os melhores cumprimentos

 
Espero que escolas e docentes que se prestam a criar e ficar colocados nestes horários saibam que o tempo de serviço como técnico especializado não conta como serviço docente para efeitos de concurso.

 

12 agosto

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Meia Jornada de Trabalho e 60% do Vencimento

Primeira alteração à Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, consagrando a meia jornada como nova modalidade de horário de trabalho.

A Lei 84/2015, de 7 de Agosto entra em vigor 30 dias após a sua publicação.

Acredito que um bom conjunto de docentes possa querer perder 40% do salário para ter meia jornada de trabalho. Só espero que não apareça qualquer impedimento para os docentes usufruírem deste direito com a argumentação que temos uma carreira especial, coiso e tal.

 

 

Artigo 114.º-A
Meia jornada

1 — A meia jornada consiste na prestação de trabalho num período reduzido em metade do período normal de trabalho a tempo completo a que se refere o artigo 105.º, sem prejuízo da contagem integral do tempo de serviço para efeito de antiguidade.
2 — A prestação de trabalho na modalidade de meia jornada não pode ter duração inferior a um ano, tendo a mesma de ser requerida por escrito pelo trabalhador.
3 — A opção pela modalidade de meia jornada implica a fixação do pagamento de remuneração correspondente a 60 % do montante total auferido em regime de prestação de trabalho em horário completo.
4 — Podem beneficiar da modalidade de meia jornada os trabalhadores que reúnam um dos seguintes requisitos:
a) Tenham 55 anos ou mais à data em que for requerida a modalidade de meia jornada e tenham netos com idade inferior a 12 anos;
b) Tenham filhos menores de 12 anos ou, independentemente da idade, com deficiência ou doença crónica.
5 — A autorização para a adoção da modalidade de horário de trabalho em regime de meia jornada cabe ao superior hierárquico do trabalhador em funções públicas.
6 — Em caso de indeferimento do pedido de autorização a que se refere o número anterior, deve o superior hierárquico fundamentar claramente e sempre por escrito as razões que sustentam a recusa da concessão do horário de trabalho na modalidade de meia jornada.

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… todos “têm direito à Educação”…

Como disse noutro artigo (ontem), …  todos “têm direito à Educação”. Mas, no nosso país parece que a Constituição é um monte de papeis sem qualquer significado e efeitos práticos.

 

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Articulação entre o Programa Educativo Individual e o Plano Individual de Intervenção Precoce

Articulação entre o Programa Educativo Individual e o Plano Individual de Intervenção Precoce

 

 

Em forma de circular interna.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/08/Circular-nº.-S-DGE_2015_2555.pdf”]

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Blogosfera – Assistente Técnico

Alguns Conselhos Sobre Concurso Para 2822 Assistentes Operacionais – Procedimentos

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FNE Quer 6% do PIB Investido na Educação

FNE quer que próxima legislatura aplique 6% do PIB na Educação

A Federação Nacional de Educação (FNE) quer que a próxima legislatura traga o fim da prova dos professores, posta em prática após acordo com esta estrutura sindical, e um financiamento para a educação de 6% do Produto Interno Bruto (PIB).

 

 

 

As medidas e propostas da FNE para a educação, do pré-escolar ao ensino superior, incluindo também a formação e educação de adultos, constam do Roteiro para a Legislatura 2015-2019, uma proposta de “programa de Governo” para a educação, disponível no site da federação.

 

“Ao Estado cabe atribuir uma parcela significativa do seu Orçamento para a Educação, de forma que esta atinja, pelo menos, 6% do PIB. Esta parte do Orçamento deve garantir o desenvolvimento equilibrado de todos os setores da Educação”, lê-se no documento sindical.

Em declarações à Lusa, a dirigente da FNE, Lucinda Dâmaso reconheceu que este é um valor que nunca foi atingido — de acordo com dados da Pordata, foi em 2002 que a percentagem do PIB para financiar a Educação atingiu o valor mais alto, com 5,1% -, mas necessário para “uma educação de qualidade” para todos.

“Entendemos que é um investimento, não um custo, tudo o que estamos a pedir. É uma questão de opções. Entendemos que a Educação já teve cortes muito elevados, nestes últimos quatro anos e parece-nos que é altura de o futuro Governo se virar para políticas exequíveis e que deem frutos no futuro”, disse.

Sobre a Prova de Avaliação de Capacidades e Conhecimentos (PACC) dos professores, executada pelo atual ministro, Nuno Crato, após ter chegado a acordo com a FNE para reduzir o universo de aplicação, a federação vem agora defender a sua “eliminação”, sublinhando que “sempre discordaram do princípio” subjacente à prova, e que o acordo permitiu que mais de 25 mil professores fossem obrigados a fazê-la.

“A nossa posição foi sempre de rejeição da PACC, desde que ela foi instituída pela ministra Maria de Lurdes Rodrigues”, afirmou Lucinda Dâmaso.

A FNE defende, no documento, de forma genérica, que a alteração dos currículos do ensino básico e secundário não seja feita com base em objetivos de poupança com a despesa em Educação, como tem acontecido, acusam, nos últimos anos.

Concretamente, a federação sindical quer que a oferta do pré-escolar possa ser alargada aos primeiros meses de vida das crianças, e que o ensino do inglês possa começar logo no 1.º ano do 1.º ciclo, defendendo que a introdução desta língua estrangeira no 3.º ano, a partir do próximo letivo, “já foi um passo muito significativo”.

A FNE pretende ainda recuperar a Educação Tecnológica para o 3.º ciclo do ensino básico, uma medida a pensar no grupo de professores que ficou sem colocação nas escolas, depois de a disciplina ser extinta dos currículos, mas também porque consideram “um erro ter abolido esta disciplina” na formação dos alunos.

O Roteiro para a Legislatura 2015-2019 quer ainda responsabilizar famílias e encarregados de educação pelo comportamento dos alunos, admitindo que “é uma situação complexa” e que o principal objetivo é a aposta na prevenção, que permita evitar a aplicação de medidas aos pais.

Admitem, no entanto, que seria importante criar algo semelhante a uma “escola de pais”, que favorecesse o trabalho “a montante”, para evitar situações graves e comportamentos que prefiguram crimes, envolvendo equipas multidisciplinares dentro das escolas, de apoio a alunos e pais.

Entre outras medidas do Roteiro, que a FNE quer trabalhar com o próximo Governo, constam ainda a “revogação do regime de requalificação profissional como método de gestão dos recursos humanos da Administração Pública”, concursos para funcionários não docentes das escolas e concursos anuais para técnicos especializados, como psicólogos, a realizar no final de cada ano letivo, e não no início, para permitir a sua “colocação atempada”.

Para a FNE, as Atividades de Enriquecimento Curricular, que atualmente podem ser geridas pelas escolas ou pelos municípios, devem ser da responsabilidade exclusiva dos estabelecimentos de ensino.

Para o superior, a estrutura sindical mostra sobretudo preocupação com as carreiras dos docentes, defendendo o fim das restrições orçamentais que impedem a sua progressão.

Defende ainda uma reorganização da rede do ensino superior que não implique o encerramento de instituições, sobretudo no interior do país.

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Sobre o Cheque-Formação

O que vai mudar para as empresas na formação obrigatória com o cheque-formação?

 

 

O cheque-formação vai trazer novidades para as empresas. O Negócios explica as alterações introduzidas e publicadas esta semana em Diário da República.

 

O cheque-formação é o novo instrumento criado pelo Governo para financiar a qualificação de trabalhadores e desempregados.

Elisabete Miranda, redactora principal, explica o que foi introduzido de novidade no diploma publicado em Diário da República, com benefício para as empresas que podem candidatar-se a apoios mesmo para a componente de formação obrigatória.

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Sobre o Artigo 36º do ECD e o Reposicionamento dos Docentes Que Ingressam no Quadro

Foi já dada uma resposta pela Provedoria da Justiça a uma docente que efectuou queixa sobre o seu não reposicionamento no escalão devido após ingresso no quadro.

 

O ofício remetido ao Secretario de Estado será amanhã publicado algumas partes aqui no blogue.

Mas o seu conteúdo trará novidades que terão de ser resolvidas pelo próximo governo.

E quem sabe se o seu conteúdo não é uma luz de esperança para muitos docentes que continuam no 1º Escalão da Carreira Docente.

E se por arrasto não acabará por beneficiar todos.

 

 

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ICL2/Renovação/Pedido de Horários – Ano Escolar de 2015/2016

ICL2/Renovação/Pedido de Horários – ano escolar de 2015/2016

 

Aplicação disponível do dia 06 de agosto, até às 18:00 horas de Portugal Continental, do dia 10 de agosto de 2015

 

Clicar na imagem para ler a Nota Informativa.

 

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80 Docentes Aposentados do MEC em Setembro

São 80 os docentes do MEC aposentados no mês de Setembro que se encontram no aviso da Caixa Geral de Aposentações publicado hoje.

 

aposentados setembro

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A Municipalização No Crato

Municipalização da educação avança no Crato

 

 

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No próximo ano letivo as escolas do concelho do Crato já deverão ser administradas pelo município a quem cabe a responsabilidade de decidir nas áreas da política educativa, administração da escola, currículo, organização pedagógica e administrativa e gestão de recursos.

Correia da Luz, presidente da câmara municipal, revela que não teve “hesitações nesta decisão porque considero que há aqui um principio base que obedeceu à decisão e que felizmente tivemos a maioria, quer da câmara quer da assembleia”.

“O Município representa a comunidade e se nós, os autarcas, andamos a dizer, há vários anos, que fazemos melhor e mais depressa que a administração central então eu não poderia ficar indiferente a um convite feito nesse sentido”, garante.

O presidente reconhece que vai ser “um desafio grande que obriga a mais e maiores esforços por parte do município mas ainda assim, isso não nos inibiu de assumir, em parceria com a administração central, a transferência de algumas competências, porque não são todas, do foro da educação”.

Correi da Luz recorda que “desde o mandato de 2005/2009, a câmara municipal do Crato já era o responsável pelo pagamento dos ordenados e pela gestão do pessoal não docente da nossa escola básica integrada e antes disso, os edifícios escolares já eram propriedade nossa”.

Recorde-se que o anúncio público da aprovação, no Conselho de Ministros a 15 de janeiro, do novo regime de delegação de competências nos municípios e entidades intermunicipais no domínio das funções sociais da educação, saúde, segurança social e cultura, não foi uma novidade completa, mas causou alguma consternação na comunidade educativa.

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Na Constituição…

… é referido que a escolaridade obrigatória é gratuita. Logo, o transporte, alimentação e livros deviam ser gratuitos. (sim, como naqueles países com quem tanto nos comparam)… (ou só servem para comparar resultados estatísticos)

Na Constituição da República Portuguesa também é referido que todos “têm direito à Educação” e que devem ser promovidas condições para que esta seja “realizada através da escola e de outros meios formativos, contribua para a igualdade de oportunidades, a superação das desigualdades económicas, sociais …”. Que “todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar”.

E que ao Estado incube de, “assegurar o ensino básico universal, obrigatório e gratuito” e “estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino”.

Enquanto isso…

 

LIVROS

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Paulo Guinote no Discurso Direto da TVI

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Sobre a Validação da Candidatura à Mobilidade Interna

Só vão conseguir saber se a candidatura à Mobilidade Interna está validada se ligarem para a escola de validação.

 

Na vossa área de candidatura à Mobilidade Interna irá sempre aparecer o estado da candidatura como submetida. A aplicação não é o suficientemente inteligente para cruzar o estado da candidatura com o estado da validação da candidatura.

 

 

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Rede de Cursos do Ensino Português no Estrangeiro

Lembro que os procedimentos concursais para o Ensino de Português no Estrangeiro passaram há alguns anos para o Instituto Camões e as candidaturas deixaram de ter de ser feitas pela DGAE.

 

Algures por aqui podem ver os concursos que existem para o EPE.

 

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/08/despacho-8379.pdf”]

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