Que até se podem dar ao luxo de uma longa lista de espera.
Mas com isto compactua também a sociedade em geral.
Este é um daqueles assuntos tabus em que todos sabem, conhecem, mas que ninguém denúncia.
Link para a notícia do Expresso na imagem.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2015/08/uma-autentica-mina-de-ouro/
25 comentários
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Adoro, adoro, adoro esta lista! <3
Retirado do “Público”…
Continua a cegueira do Ministério e da IGEC relativamente a um problema associado à “inflação das notas”.
Atentem na coluna da direita: as 3 escolas privadas pertencem ao grupo GPS, tão famosos que até rejeitaram a casa-mãe para não continuarem a sofrer os efeitos negativos dos escândalos sucessivos, envolvendo ilegalidades (provadas pela IGEC, como matrículas cobradas indevidamente e horários ilegais de docentes, e investigações do DCIAP relativas a corrupção, branqueamento de capitais e enriquecimento ilícito.
Numa primeira leitura da tabela abaixo, simplista e aquela que é feita pelos jornalistas, pode pensar-se que estes colégios dão “notas por baixo”, reflectindo qualidade do ensino.
Nada mais errado: esta ânsia de atribuir classificações baixas esgota-se nas disciplinas com exame nacional, para que os distraídos pensem que ali se trabalha com exigência e rigor.
A ser assim, como se explica que um aluno tenha 11 a História (disciplina de exame nacional) e 19 a Direito ou a Sociologia?
Como se explica que nas disciplinas que não têm exame nacional não sejam realizados testes de avaliação ao longo do ano, mas sim uns “trabalhos” e uns “projectos” (meio-caminho andado para os 18, 19 e 20 nas pautas)?
Como se explica que o número de alunos por turma que realiza exame nacional seja significativamente mais baixo que nas Escolas Públicas vizinhas?
Estratégia: levar apenas os melhores alunos a exame para que os resultados dos “mais fracos”, obviamente, não contem para o ranking.
Estratégia: compensar as notas dadas “por baixo” nas disciplinas com exame nacional com notas altíssimas nas disciplinas anuais (na prática, atribuir dois 10 e dois 20 a um aluno de 12.º é a mesma coisa que atribuir quatro 15). Assim, alunos e encarregados de educação ficam satisfeitos.
E é a este lamaçal de ilegalidades que o Ministério e a IGEC não prestam a mínima atenção, preocupados que estão só em comparar as notas internas e externas só nas disciplinas com exame nacional.
Se há prejudicados? Claro que sim! Todos os alunos que frequentam as Escolas Públicas e que se vêem ultrapassados nas médias de acesso à Universidade por estas estratégias nojentas e ilegais.
Duvido que esta lista vá penalizar os seus membros.
Para a hora dos inteligentes papás escolherem o rumo para os seus brilhantes filhos, aspirantes a entrar naqueles cursos com médias acima de 18, esta lista é mais uma referencia para escolher escolas do que de escolas corruptas, que deturpam o sistema e que todos deveriam evitar.
Infelizmente, essa é a realidade. Isto trará mais resultados publicitários que punições…
Já é assim há imensos anos. Todos sabem e ninguém faz nada.
E para ser mau, em que escolas é que uma boa parte dos professores das escolas públicas do distrito do Porto (nas quais são extremamente zelosos a atribuir notas, não vão os miúdos descer no exame) têm os filhos?
Nestas privadas e nas que faltam na lista.
É importante conhecer os proprietários destes colégios.
Por exemplo o Externato Ribadouro, o Externato Camões e o Colégio da Trofa tem como denominador comum a propriedade – Manuel de Vasconcelos Pinheiro e Maria da Conceição Amaral Vasconcelos Pinheiro, isto é, são todos propriedade deste casalinho
Sobre este assunto é interessante ler as seguintes notícias:
http://ojardimdaceleste.blogs.sapo.pt/257102.html?thread=899662#t899662
http://fersap.no.sapo.pt/04/externato.html
https://educar.wordpress.com/2015/01/24/virtudes-privadas/#comment-971582
http://ocantinhodaeducacao.blogspot.pt/2008/10/ranking-das-escplas.html
http://www.publico.pt/educacao/jornal/externato-ribadouro-colocou-38-alunos-em-medicina-163215
Se fosse só o ribadouro. O ribas, como é carinhosamente tratado, está no pelotão da frente, mas é acompanhado por mais escolas privadas.
Ò Dani
No tempo em que a Ana filha do Pinheiro e da São entrou para medicina a policia não vinha no próprio dia recolher os exames.
Os exames eram colocados num cofre no secretariado de exames e no dia seguinte a policia ia lá recolher
Ora bem! Como é lógico, este espaço de tempo em que os “exames estavam a marinar” no cofre muita coisa podia acontecer e aconteceu. Ou será que não?
O Ribas é um grande externato.
Que o Ribas é o dono disto tudo, no que respeita a inflação de notas, todos sabemos. Por lá tudo pode acontecer.
Apenas queria dizer que a batota não se restringe às ruas de Santa Catarina e do Bonjardim. Pelo norte e, em particular, no distrito do Porto há vários privados a fazerem o mesmo.
Dani
Todos sabemos como a coisa funciona.
A Conceição Pinheiro é uma grande senhora. Sabe mais que o Papa.
É uma pessoa que nasceu nas “berças” e hoje tem fortuna – Externato Ribadouro, Externato Camões e Colégio da Trofa.
O marido da São também é um grande pedagogo. Aliás dizem que é o diretor na Trofa. Sabe muito de educação. Muito mesmo…desde que seja bem lubrificada…..ehehehhehe
A situação deve ser investigada se for recorrente. A análise de apenas 1 ano ou até mesmo dois não o pode ser, por não ser significativa, mas apenas o resultado de que haverá sempre quem esteja acima e quem esteja abaixo. A análise estatística feita, “obriga”, a que uns estejam para cima e outros para baixo, e isso acontecerá sempre. Se forem sempre os mesmos, então já e estranho e deve ser averiguado.
Também quanto mais próximos estiverem os resultados da maioria das escolas, mais facilmente os extremos ficam fora e destacados, Se a dispersão for grande, os afastamentos são menos.
A análise estatística serve para o que quisermos fazer, e isto de surgirem apenas as conclusões, sem ver os resultados reais, serve para fazer campanha política e comercial no sentido que se quiser.
Qual um ano dois? Acorde! Isto já acontece há mais de 10!
Parabéns à rapaziada do norte. Trabalham muito e bem.
O trio Odemira…e a IGEC a vê-los passar…. (ou a mamar nas tetas da Cabritinha, digo da Pinheirinha)
http://www.ribadouro.com/
http://www.camoes.edu.pt/
http://www.colegiodatrofa.pt/
http://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=18974&langid=1
Desde que o COLÉGIO DA TROFA foi tomado pelos donos do Ribadouro, verificou-se imensos HORÁRIOS ZERO nas escolas públicas da área. Cruzem os dados…
Ver aqui:
http://www.arlindovsky.net/2012/07/afinal-sao-114-horarios-zero/
http://www.onoticiasdatrofa.pt/ntt/index.php/arquivo-por-anos/24-ano-2008/2642-colegio-da-trofa-vai-implementar-novos-graus-de-ensino-para-dar-resposta-a-comunidade
http://www.onoticiasdatrofa.pt/ntt/index.php/ultimas-noticias/edicao-papel/158-edicao-522/13235-colegio-da-trofa-homenageia-maes-c-video
https://educar.wordpress.com/2008/06/09/mas-com-o-cheque-ensino-e-que-a-contabilidade-se-equilibrava-mesmo-ou-gostamos-muito-da-livre-iniciativa-especialmente-quando-e-subsidiada/#comment-68116
Onde é que os Srs da IGEC têm as “Kridos” filhos? No Notasdouro.
Chamam-lhe RIBADOURO ….mas também é conhecido por PIPADOURO… o NOTASDOURO….a Conceição Pinheiro transformou aquilo numa máquina de facturar milhões.
Até lista de espera tem para entrar.
A Maria Machadão transformou aquilo no Bar da Cocha. Se querem entrar em Medicina inscrevam-se no NOTASDOURO.
Atenção: Agora só entram para o secundário alunos que lá tenham feito o ensino básico ou que venham recomendados por serem “filho de puta” (digo, filho de médico, filho de engenheiro…)
Muitos professores do ensino público tem lá os filhos para terem uma notinha mais favorável e um tratamento vipiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Mina de “Ouro”. Gostei Arlindo.
Acrescento apenas, que graças a enorme quantidade de escolas de “Ouro” pelo Porto, as escolas públicas vêm-se sem alunos de topo, miúdos de 18 para cima. Fogem todos para as privadas.
O resultado é este. Nos últimos anos chegaram aos 150 alunos/ano em medicina.
Informo os comentadores anteriores de que irei proceder ao envio de um print screen destes comentários para o MINISTÉRIO PÚBLICO
DEPARTAMENTO CENTRAL DE INVESTIGAÇÃO E ACÇÃO PENAL – serviço de denúncia – https://simp.pgr.pt/dciap/denuncias/index2.php
Faça uma pergunta a si mesmo, por favor!
Porque é que os sindicatos, políticos e até professores, sabendo disto, nunca fizeram nada!!!
Eu sei de montes de gente que veio de muito longe, vivia nas casas das freirinhas santas imaculadas, sedentas de $$, com camas vagas mesmo nas imediações do colégio da senhora conceição. Deixavam as famílias no 9º ano para terem a oportunidade de obter grandes notas no secundário. Nunca tinham sido grandes alunos e baixavam sempre nos exames, mas com 20 de média nos 3 anos e pelo menos 16 nos exames, lá dava para as medicinas…
Eram filhos de professores, de médicos, advogados, SINDICALISTAS, políticos de todas as cores… E todos se calam porque todos mamaram.
Arlindo, arranjem maneira de saber as listas dos que entraram em medicina vindos desse tipo de colégios, analise muito bem as árvores genealógicas e tire conclusões!
A pergunta é: Porque é que os sindicatos, políticos e até professores, sabendo disto, nunca fizeram nada???
Porque recorrem ao esquema quando se trata dos queridos filhos, caso precisem.
O problema são os outros. Os que não podem pagar.
“Externato Ribadouro, no Porto, é um dos estabelecimentos onde as notas dadas aos alunos mais se afastam das que eles conseguem ter nos exames nacionais” Expresso, 24/01/2015
http://expresso.sapo.pt/sociedade/notas-sao-mais-inflacionadas-em-colegios-do-porto=f907847
Enquanto no privado aumentam os postos de trabalho no público é assim: https://oduilio.wordpress.com/2015/08/09/mec-vai-extinguir-mais-de-nove-mil-vagas-de-professores/#respond
De facto, quando se fala de mais de 1400 exames comparados com os 200 é normal que haja maiores dispersões. O fenómeno acontece em QUALQUER escola. Quando se triplica o número de exames, é normal que aconteça com mais frequência.
Reveja urgentemente as noções mais elementares de estatística. É ao contrário do que escreve.