Abr 13 2021
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Abr 13 2021
Na página da petição n.º 216/XIV/2 – “Pelo Fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão” foi hoje colocada a resposta do SIPE ao pedido de informação que foi efetuado a algumas organizações.
É uma resposta excelentemente fundamentada de 13 páginas que merece leitura e que termina com esta recomendação:
“Tendo em conta a descrição das circunstâncias atribuladas em que ocorre a fixação do número de vagas para efeitos de acesso ao 5.º e 7.º escalão da carreira docente, plasmados pelos subscritores da Petição e que aqui se tentaram exprimir, o SIPE recomenda que o conteúdo da referida Petição seja considerado, para que seja garantida a justas progressão dos docentes em causa, que só se atingirá com a eliminação do sistema injusto da submissão a vagas para progressão.”
Ao contrário da vergonhosa resposta do ME que irá ficar em todos os próximos artigos que fizer sobre esta petição.
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Abr 13 2021
Tenho a minha vacinação agendada para domingo e recebi um computador com ligação à internet, que me permitiu deixar de ter interrupções durante as aulas síncronas, apesar de só ter acontecido na última semana de E&D. Com tantas benesses de um ministério que tem sido penalizador dos professores, o que pode explicar esta mudança de comportamento?
No caso das vacinas a explicação mais simples pode ter a ver com a existência de vacinas, mas se nos lembrarmos que este ministério já teve uma atitude negacionista do impacto da Covid nas escolas e só as fechou depois de muita pressão dos professores e da opinião pública, teremos de colocar pelo menos outras hipóteses. O que fez o ministério da educação promover testes de despistagem e tornar os professores prioritários na vacinação, no âmbito das funções essenciais do estado, como já foram os médicos, enfermeiros, assistentes da saúde, outros técnicos de saúde, bombeiros, polícias, etc? Ou há informação oculta sobre o Covid nas escolas ou está na hora do governo ser simpático porque se aproximam eleições municipais, importantes para um governo minoritário? Quando a esmola é muita o pobre desconfia…
Outro facto positivo foi o programa de apetrechamento dos professores em teletrabalho com computadores e internet, uma obrigação legal da entidade patronal para com os subordinados em teletrabalho. Podemos pois interpretar esta distribuição de computadores como o governo estando a cumprir a lei, ainda que tardiamente, depois de alguns professores terem promovido o apagão de protesto contra esta situação. Mas, como o ministério optou por nada dizer durante os protestos, aqui também temos de colocar outras hipóteses. Porquê a opção por ceder em regime de comodato computadores aos professores quando as escolas estão ainda mal equipadas? (Ainda agora mandei um mail à direção da minha escola a pedir para me garantirem uma sala de informática numa disciplina em que estou a dar um programa informático quando dia 19 regressarmos ao ensino presencial e não a terei em todos os tempos como já aconteceu no passado, colocando-me problemas do que fazer nas salas de aulas sem computadores que me permitam cumprir o programa?). Havia dinheiro para gastar dos fundos europeus e comprar computadores portáteis foi a solução mais exequível? Porquê gastar este dinheiro em computadores quando se podia acabar com as restrições administrativas nas subidas de escalão aos 5º e 7º, como pede uma petição? Outra hipótese, já colocada acima, é não podermos ignorar que se aproximam eleições municipais…
Concluindo, há aqui uma mudança de política, de aproximação a algumas reivindicações dos professores, como a vacinação destes, que aumenta a segurança nas escolas contra o Covid e o cumprimento de condições legais no que toca ao cumprimento das condições legais quanto ao teletrabalho. Esta mudança terá a ver com o calendário eleitoral, em que cede alguma coisa, sem resolver problemas de fundo, como escolas mal equipadas no parque informático ou tornar a carreira de professores atrativa?
Rui Ferreira
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Abr 13 2021
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Abr 12 2021
Tutela reforça que “as escolas se têm afiançado como lugares seguros”.
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Abr 12 2021
e isto deve prolongar-se pela noite dentro.
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Abr 12 2021
O Algarve tem 13 surtos de covid-19 em creches, jardins de infância e escolas do 1.º ciclo , com 42 turmas em isolamento, num total de 101 pessoas envolvidas, entre alunos e funcionários, foi hoje divulgado.
Segundo a delegada de Saúde regional, comparativamente a períodos anteriores, há agora “uma maior incidência nas crianças”, havendo crianças infetadas que “conseguiram fazer mais de 20 casos secundários”, transmitindo o vírus dentro da própria sala de aula e às suas famílias.
“Notámos nesta fase, a partir de 15 de março, que havia um número maior de crianças positivas do que teria havido em situações anteriores. Imputamos este facto a uma possibilidade de o vírus ter [agora] maior apetência por grupos etários mais novos”, sublinhou Ana Cristina Guerreiro em conferência de imprensa, em Loulé.
No entanto, apesar do aumento do número de casos nas escolas, a responsável salientou que os locais de transmissão do novo coronavírus “continuam a ser, na maior parte das vezes, dentro das casas”, havendo famílias “inteirinhas” infetadas, em parte porque se “perdeu o medo” da doença.
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Abr 12 2021
O BE defendeu hoje programas de férias desportivo-culturais, um “investimento robusto” num plano de recuperação de aprendizagens e desenvolvimento das crianças em idade escolar e o início do ano letivo no primeiro dia útil de setembro.
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Abr 12 2021
Reunião com o ME – 16 abril (15h00)
Os sindicatos foram convocados para uma reunião com o Ministério da Educação, a realizar-se no dia 16 de abril de 2021, às 15h00.
Esta reunião tem os seguintes pontos de agenda:
▪️Negociação coletiva do despacho que procede à adequação dos prazos do ciclo avaliativo dos docentes, nos termos do n.º 4 do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 10-B/2021, de 4 de fevereiro .
▪️Consulta quanto às seguintes matérias:
▫️Recuperação das aprendizagens;
▫️Formação inicial de pessoal docente.
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Abr 11 2021
– ME, o que dizes sobre a Petição “Pelo fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão”?
– Os “bugalhos” estão ótimos. Saborosos, até…
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Abr 11 2021
Todos sabem qual é a minha posição sobre a vacinação. Todos saberão que já fiz a primeira toma da vacina que dava pelo nome de AstraZeneca. O que poderão não saber, é que toda esta polémica me parece muito mais do que nos é transmitido…
Ficam alguns números.
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Abr 10 2021
Tenham cuidados redobrados…
s especialistas já tinham alertado para o recente aumento do número de casos entre os mais novos, mas agora as crianças entre os 5 e os 9 anos já são mesmo o grupo etário com a incidência de covid mais elevada. Segundo a análise do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), com base nos dados da Direção-Geral da Saúde, este grupo ultrapassou aqueles onde “habitualmente a incidência era mais elevada, nomeadamente dos 20 aos 24 e dos mais de 85”, como refere ao Expresso Baltazar Nunes, responsável pela Unidade de Investigação Epidemiológica do INSA.
Até agora, as crianças com menos de 10 anos eram um dos grupos mais protegidos da infeção, mantendo sempre incidência mais baixa do que as restantes faixas da população. Os jovens entre os 20 e os 29 anos foram ao longo do último ano e durante muito tempo o grupo mais afetado. Já em janeiro deste ano, os idosos acima dos 80 anos superaram claramente todos os restantes grupos, refletindo-se essa incidência num aumento muito significativo da mortalidade.
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Abr 10 2021
No site do Parlamento já se encontram 3 respostas ao pedido de informação que a Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto fez a algumas entidades, decorrente da minha Petição “Pelo fim das Vagas de Acesso ao 5.º e 7.º Escalão“, que passou a ser denominada Petição Nº 216/XIV/2.
Para já as respostas ao pedido de informações foram dadas pelo:
O que o Ministério da Educação acaba por responder é que tem feito um esforço de vincular mais professores, reduziu o número de alunos por turma, criar condições para mais Mobilidades por Doença, pelo que se justifica a existência desse estrangulamento na carreira, em nome de um equilíbrio orçamental.
Como que 0,007% do PIB sejam um enorme desequilíbrio orçamental.
O Conselho de Escolas diz mesmo que a exigência de vaga para progressão aos 5.º e 7.º escalões, se constitui
como um “mecanismo artificial”, um torniquete administrativo, para impedir o normal desenvolvimento da carreira dos docentes, atrasando ou impedindo o acesso ao respetivo topo.
De seguida, diz: “na verdade, a exigência de vaga é um expediente legal inventado e mantido para retirar aos
professores o poder de gestão das respetivas carreiras, transferindo‐o para as mãos do Estado
que, de forma arbitrária, decidir quantos professores podem ou não progredir. ”
A ANDE toma a seguinte posição:
“Deste modo, é da mais elementar justiça, concordar com os pedidos constantes da petição e, que as vagas
de acesso ao 5º e ao 7º escalão em 2021 sejam idênticas ao número de docentes que irão integrar as listas
nacionais de acesso a estes dois escalões e a revogação da alínea b) do nº 3 do artigo 37ª do Estatuto da
Carreira Docente, assim como os restantes artigos que lhe estão associados e ainda, a recuperação de
todo o tempo de serviço dos docentes que estiveram retidos nas listas nacionais para obtenção de vaga,
para efeitos de contagem do tempo de serviço para progressão na carreira docente.”
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Abr 10 2021
A justiça, ou a falta dela, pode matar uma ditadura, ou uma qualquer democracia. O pilar de um povo pode ruir em qualquer estado se não for bem alicerçado. Neste pais os alicerces são de barro e qualquer tremor os faz ruir. Sempre assim foi. Perdeu-se mais uma oportunidade para construir uma nação com futuro.
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Abr 10 2021
Nas últimas semanas, a vacina da AstraZeneca tornou-se alvo de muitas suspeitas, de muitas polémicas e de muitas incertezas, sobretudo decorrentes dos seus possíveis efeitos secundários… Todas essas dúvidas e reservas foram consubstanciadas pela suspensão da respectiva administração por grande parte dos países europeus, há pouco tempo atrás…
E depois de muitos “ziguezagues” a nível europeu, parece que a maior parte dos países do Velho Continente chegou à conclusão de que essa vacina poderia ser administrada a maiores de 60 anos de idade, mas que não seria aconselhável em idades inferiores a essa…
Neste momento, parece que ninguém arrisca afirmar, com plena certeza e convicção, que os efeitos secundários dessa vacina, reportados por vários países, não são impeditivos da sua toma, ou se, pelo contrário, devem impedir tomá-la, pela sua insegurança…
As muitas notícias que vão chegando diariamente são contraditórias entre si e não têm permitido esclarecer cabalmente se é ou não seguro tomar tal vacina… A comunidade científica parece estar dividida quanto à prescrição incondicional da respectiva toma e a inexistência de unanimidade quanto à gravidade de possíveis efeitos colaterais parece evidente…
Face a tantas incertezas científicas e a tantas contradições, o bom senso e a prudência aconselhariam a adiar, por mais algum tempo e até serem recolhidas suficientes evidências sobre o problema, a administração dessa vacina e/ou, em alternativa, administrar outra que não suscitasse tanta celeuma e que não gerasse tantos receios…
Contrariamente à perspectiva da prudência, numa primeira abordagem ao problema, no nosso país enveredou-se pela via da chantagem, dirigida aos cidadãos que trabalham em contexto escolar, sob a forma “suave” de aviso: a lembrar as odiosas Listas Negras ou a Caça às Bruxas de outros tempos, os que optassem por não tomar a referida vacina, passariam para o fim de uma hipotética lista, conforme foi veiculado por alguns meios de comunicação social (Notícia do Jornal Público em 19 de março de 2021, citando o Coordenador da task force)…
Por outras palavras, enveredou-se pelo pior caminho: em vez de se terem apresentado argumentos e dados objectivos que inequivocamente esclarecessem os cidadãos sobre os efeitos secundários da vacina ou, em alternativa, se ter assumido o desconhecimento face a tais efeitos, deixou-se implícito que, aqueles que não aceitassem a respectiva toma, sofreriam consequências punitivas, uma espécie de “castigo”, por terem ousado colocar em causa a escolha de tal vacina por parte das Entidades de Saúde/Governo…
O recurso à chantagem é sempre, absolutamente, inaceitável, sob todos os pontos de vista… Nunca há liberdade de escolha quando se é alvo de chantagem. Quando muito, tenta-se mascarar a imposição…
Dessa forma, não se dissiparam nem se esclareceram quaisquer dúvidas. Apenas se contribuiu para a contestação e para a oposição à toma da vacina por parte de alguns, reacção natural de alguém quando se vê confrontado com uma (mal disfarçada) obrigatoriedade sem fundamentos convincentes, patente neste tipo de afirmação: ” a toma da vacina da AstraZeneca não é obrigatória, mas…”. E o problema reside quase sempre no “mas”…
E a principal questão suscitada por este problema não reside propriamente no facto de os cidadãos não poderem escolher a vacina que pretendem tomar… A questão fundamental é verem-se obrigados a aceitar a toma de uma vacina insuficientemente estudada, cujos verdadeiros efeitos secundários ainda não se conhecem… E os que se conhecem levantam a hipótese de existir uma correlação positiva entre a toma e o aparecimento de alguns sintomas graves e preocupantes…
Se assim não fosse, que motivos existiriam para que o Governo, de um dia para o outro, tivesse agora decidido desaconselhar a toma da vacina AstraZeneca a menores de 60 anos?
Já se percebeu que em Portugal não há efectivamente uma estratégia fiável e confiável quanto à administração de vacinas: vai-se “navegando com terra à vista”, a reboque de “ventos inconstantes” e conforme “as marés”…
A ilustrar tal “desnorte”, o Governo mandou tomar a 1ª dose da vacina AstraZeneca aos docentes do Ensino Pré-Escolar e do 1º Ciclo em 27 e 28 de março, mas onze dias depois, ou seja em 8 de abril, suspendeu o plano de vacinação anteriormente previsto para os restantes níveis de ensino e comunicou que, afinal, tal vacina passaria a ser administrada apenas a maiores de 60 anos… Num curto espaço de tempo, 11 dias apenas, tudo mudou: as certezas anteriores parecem ter-se esvanecido e a confiança irrevogável na vacina também…
Os sábios da DGS, nas palavras da respectiva Directora-Geral , esperam, no entanto, e apesar de tudo o anterior, que tomemos a vacina da AstraZeneca sem qualquer tipo de contestação ou de reserva; que depositemos uma fé inabalável em entidades de saúde que, no último ano, se contradisseram várias vezes e de forma quase anedótica e patética; e que, depois de a tomarmos, aguardemos serenamente, mas muito vigilantes, por possíveis sintomas adversos provocados pela mesma…
E se, porventura, acontecer o pior a alguém, também não será dramático porque um bem maior se sobrepõe sempre a algumas perdas menores…
Todas as vacinas comportam riscos, mas, no caso presente, parece que algumas mais do que outras… E sem querer entrar em campanhas alarmistas ou enveredar por infundadas “teorias da conspiração”, não pode deixar de se questionar a fiabilidade da vacina da AstraZeneca, à luz dos dados conhecidos até agora… Não parece plausível que tantos países europeus se mostrem tão cautelosos em relação à vacina AstraZeneca, se efectivamente não encontrassem justificações para adoptar essa conduta…
Ainda assim, a toma ou não desta vacina deve ser um acto de decisão individual, a avaliar por cada um, de acordo com as informações que cada um considere pertinentes e atendíveis…
(Matilde)
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Abr 09 2021
Foram colocados 305 contratados na Reserva de Recrutamento 24, distribuídos da seguinte forma:

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Abr 09 2021
Um surto de covid-19 em duas escolas básicas do concelho de Faro obrigou ao encerramento dos estabelecimentos, que têm no total 300 alunos. Existem “vários agregados familiares com todos os elementos positivos”.
Tal como o JN noticiou, as aulas presenciais foram suspensas em duas escolas da freguesia do Montenegro, em Faro, mais concretamente na EB1 e EB1/J1.
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Abr 09 2021
Durante todos estes anos já li e ouvi acusações fundadas e infundadas de todos os tipos e feitios. Já pouca coisa me surpreende, mas é sempre bom quando sou surpreendido pela positiva.
Vi muitos professores fugirem da profissão com a intenção de nunca mais voltar. É destacamentos, comissões de serviço, equipas de trabalho disto e daquilo, concursos para cargos políticos e pseudopolíticos, candidaturas a autarquias e AR e outras quantas formas de fuga para o infinito.
De vez em quando, raros são, voltam um ou outro à escola pelos próprios pés. É de valor quando isso acontece por iniciativa própria e não por falta de alternativas…
A equipa do Blog DeAr Lindo deseja-te um bom regresso à atividade letiva.

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Abr 09 2021
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 24.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 12 de abril, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 13 de abril de 2021 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Abr 09 2021
A mais alta autoridade de saúde de França deverá anunciar esta sexta-feira que as pessoas com menos de 55 anos que já receberam a primeira dose da vacina da AstraZeneca deverão receber uma segunda dose de uma vacina de ARN-mensageiro (como a da Pfizer e da Moderna), avança a Reuters citando duas fontes ligadas ao processo. Estas duas vacinas foram aprovadas e podem ser usadas no país.
A Alta Autoridade de Saúde (HAS, no acrónimo francês) – responsável pela gestão em França das vacinas aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos – já tinha avaliado esta possibilidade após os relatos de complicações raras após a toma da vacina da AstraZeneca e deverá avançar com esta posição.
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Abr 09 2021
COVID19: A vacinacao da comunidade escolar e respostas sociais foi adiada uma semana. Aguarde contacto do SNS para reagendamento.
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Abr 08 2021
[As minhas melhores faculdades mentais devem ter ficado congeladas juntamente com o tempo de serviço que me é devido, pois era capaz de jurar que ainda ontem acabei o raio das 29 reuniões e de redigir uma ata de 73 páginas anexadas por 194 documentos e – vejam só – acordo e estou outra vez em aulas… pior, parece que por ali, de alguma forma, todos tiveram o mesmo pesadelo que eu e vagueiam moribundos!]
– Estes professores estão sempre a lamentar-se que não têm trabalho, que estão desempregados, com saudades de regressar à escola e, agora que vos estamos a dar quase meio ano de trabalho letivo na escola sem interrupções, já se estão a queixar que não vão aguentar!
[O que querem? Somos um grupo de adultos, pelos vistos a maioria de nós suficientemente instruídos e inteligentes para aceitar um emprego muito mal pago e sem benefícios, com cada vez mais horas de trabalho inútil e burocrático, repleto de insegurança, itinerância e com uma aposentação esvaziada do dinheiro que descontámos durante toda uma vida!].
– Temos valorizado muito os nossos professores! Prova disso é que vos iremos vacinar contra o Covid… com algumas exceções.
Os professores que não irão tomar a vacina são… o grupo maioritário nas escolas – aqueles com menos de trinta anos…
[Esperem lá! Não é esse o grupo que há anos não comparece nas escolas? Tem-se baldado ou alguém se tem esquecido deles?!]
– Também serão excluídos os professores que maldizem do nosso estimável Ministro da Educação… nem todos, não fiquem nervosos! Só aqueles que falam mal dele diariamente…
[Será que estão mesmo interessados em vacinar os vossos prezados professores?]
– Bem, é melhor excluir este critério senão, aparentemente, sobrarão vacinas… e isso não convém. Bom, adiante…
Vamos administrar-vos já a vacina por estarmos imensamente preocupados em vos imunizar.
[Não será essa repentina pressa, por remota hipótese, devido a rumores que a posicionam como a mais barata, a qual querem despachar devido às crescentes dúvidas sobre a sua qualidade?]
– Longe de nós querermos poupar dinheiro com os professores! Sois velhos, estais a chegar à aposentação, tendes montes de doenças e nós temos imensa vontade de vos darmos uma vacina para poderdes viver o suficiente para usufruir da reforma pela longa carreira de trabalho em prol da nação.
[Se é assim tão boa, qual o motivo de não nos deixarem escolher qual das vacinas preferimos tomar?].
– Nesse caso, quem não apreciar o nosso gesto altruísta, fica para o fim da lista de vacinação.
[Mas se há suspeitas de que a vacina possa ter antecipado a ida de algumas pessoas para junto da glória do Senhor e alguns países a terem reservado só para certos níveis etários, não seria melhor aguardar?]
– Raio dos professores, sempre a pensarem só neles próprios… nem morrer querem, só para não darem a ganhar às agências funerárias! Se se tivessem dado ao trabalho de ler as letras miudinhas, teriam visto que estava lá escrito que não temos nenhum interesse em que os professores morram… pelo menos por agora… exceto se for em agosto ou tiverem acabado de receber a autorização para irem para a reforma! Até lá, cumpram o vosso dever de tomar a vacina para termos quem tome conta… queria dizer, que eduque e ensine as nossas criancinhas.
[Comovente, sem dúvida, esta repentina preocupação com a propagação do vírus num local que sempre asseguraram ser de baixa transmissibilidade!]
– Não reclamem! Se a tomarem agora, ficarão purificados! Receberão gratuitamente uma ultraluxuosa, prestigiada, de alta qualidade, glamurosa, intensamente testada dose de dor de cabeça com uma porção de febre, dores musculares, mas depois usufruirão de umas excursões até à casa de banho, mais conhecida entre os mortais como uma relaxante diarreia, num revitalizante efeito detox.
[Sim, sem dúvida, excrementos é a vossa especialidade. Agora a expressão “estarem-se a cag@r para os professores” ganha outro sentido!…]
– Se não ficarem satisfeitos, ficam desde já a saber que não aceitamos devoluções nem desculpas, pois no dia seguinte queremos-vos sorridentes na escola a tomar conta dos miúdos, porque uma caganeira e uma febrezita não são desculpa para não irem trabalhar e deixarem os pais presos em casa a tomar conta dos filhos, as empresas paralisadas e o país a ir à falência!
[Colegas, tenho de vos dizer, realmente quando o objeto em causa se trata de porcaria, o Ministério da Educação está altamente qualificado para falar sobre o assunto. Acho que, a partir de hoje, vou deixar de ir à casa de banho com medo de ser recrutado para esta equipa ministerial.]
– Lamento desapontá-lo, mas isso é uma inverdade, pois o tema sobre o qual o ministro está altamente qualificado, não é excrementos, mas desporto, onde faz questão de estar presente sempre que não pode comparecer nas escolas. Mas preocupamo-nos supinamente com a qualidade de vida dos nossos prezados professores.
[Ó, como me impressiona que estejam sempre tão interessados com a saúde e condições de trabalho dos professores e no bem-estar emocional das suas famílias. Como me sensibiliza saber que vos rouba o sono saber que os professores trabalham cada vez mais, com burocracia inútil que os leva à exaustão; que tenham cada vez menos autoridade e sejam vítimas de violência física e verbal, fruto das vossas campanhas de difamação; que se preocupam com o facto de que todos os anos milhares de professores tenham de deixar os filhos longe a crescerem à distância para poderem cumprir a sua mui nobre função missionária de difundir o evangelho educacional; que vos comove que, tal como um burro atrás de uma cenoura, trabalhemos cada vez mais anos até termos conseguido colecionar o inventário completo de doenças inscritas nas bulas farmacêuticas, incluindo a demência para podermos esquecer que temos todas aquelas doenças e nem sequer nos lembrarmos que um dia (quiçá) venhamos a ter direito a uma reforma! Pois, caros colegas, vou dar-vos uma novidade: peguem nessa literatura de cordel e usem-na numa daquelas romarias à casa de banho depois de terdes tomado a vacina.]
– Lá estão vocês outra vez a querer lixar a economia! Se puséssemos todos os professores a trabalhar perto de suas casas e das suas famílias, quem alimentaria o mercado de arrendamento?… e das gasolineiras?… e das oficinas?… e das concessionárias das autoestradas?… e dos concessionários de automóveis?… e das empresas de transporte?… e quem dava trabalho a tantos psiquiatras?! Os professores, esse bando de egoístas privilegiados sempre a queixarem-se só porque têm de andar umas décadazitas de terra em terra a fazer turismo por esse país fora à pala do erário público, ou andarem diariamente no passeio pelas belas estradas deste nosso maravilhoso Portugal, ou a ocuparem o demasiado tempo que têm livre a educar e a tomar conta dos miúdos, só porque a maioria dos pais não têm habilitações suficientes para o fazer?! Sois uns ingratos!
Dão-vos as vacinas antes dos outros e ainda se queixam!
[Perdoem-me por ser um simples mortal que não tem uma certificação superior em medicina, em farmacêutica ou em ciências políticas. Desculpem ter tomado tanto do vosso tempo. Por favor, continuem com o maravilhoso plano de saúde e segurança que amavelmente nos reservaram.]
– Os benefícios da vacina para a coletividade superam em muito alguns poucos casos imprevistos que possam vir a surgir…
[…e que se danem os danos colaterais? Vocês acreditam que, de uma ou de outra forma, não fará grande diferença, porque mais dia menos dia as pessoas lá teriam na mesma de morrer, não é verdade?]
– Informamos que após a toma da vacina, no caso de sentirem algum mal-estar permanente deverão consultar um médico…
[A sério!? Não deveríamos antes consultar uma cartomante ou um canalizador? Não fosse esse sábio conselho e acho que nunca ninguém se iria lembrar disso! Eu até estava desejoso de tomar a vacina, mas lamento desapontar a vossa piedade cristã, pois tenho a sanita entupida. Além disso, só para eu ficar esclarecido. Essa vacina, cura-nos do burnout, do desrespeito profissional, da precariedade e da injustiça do congelamento de carreiras? Ou só cura os pais do pesadelo de terem os filhos de volta a casa e as empresas de não puderem aumentar os lucros?]
– Vocês não são capazes de ver o copo meio-cheio…?
[Qual copo? Aos anos que tenho ouvido falar desse tal copo, mas nunca o vi, quanto mais a água!]
– Será que gostas de ser professor? Gostas de crianças?
[Do ponto de vista empírico, pode-se dizer que sim. Sempre que vou trabalhar tenho-as visto… têm andado por ali, um pouco por todo o lado. Quando era miúdo e ia para a escola, brincava com elas e dávamo-nos muito bem… mas, estranhamente, embora há quase cinquenta anos que continue a ir para a escola, há uns anos para cá, não sei porquê, essa fraternidade dissipou-se…]
– Já vimos que o problema não é a vacina, são os políticos…
[Não sou esquisito, mas de gosto seletivo, devo confessar. Só não gosto de alguns estadistas, sobretudo daqueles que falam do que não sabem, especialmente os que estão ligados à minha profissão. Mas confidencio-vos uma coisa que não vos tenho dito. No fundo, eu até gosto de políticos… na verdade, adoro-os, mas só quando estão calados, pois assim que abrem a boca até consigo aguentar bastante tempo, até quase ao fim da primeira frase. Não por culpa deles, apenas porque fui clinicamente diagnosticado com uma doença incurável – baixa capacidade de tolerância… a gente inútil e conversa malcheirosa.]
Boa vacinação para todos
Nota: só não tomo a vacina, porque não me deixam.
[Carlos Santos]
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Abr 08 2021
Vacina da AstraZeneca suspensa.
Segundo declarações do responsável da Task Force da vacinação em Portugal, vice-almirante Gouveia de Melo, a vacinação do pessoal docente e não docente que iria acontecer no fim de semana de 10 e 11 de abril será adiada para o fim de semana seguinte.
O mesmo responsável também afirmou que esta população será vacinada com a vacina mais apropriada à idade de cada um.
DGS vai “encontrar uma solução” para quem já tomou a 1.º dose e tem menos de 60 anos.
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Abr 08 2021
Já em 2020 vi cancelada muita coisa ao longo do ano, 2021 pode seguir pelo mesmo caminho. Sou vou aguardar pela decisão para saber se faço parte dos jovens ou não. 🙂
A Direcção-Geral da Saúde (DGS) e o Infarmed vão anunciar em conferência de imprensa esta quinta-feira, pelas 18h30, se a administração da vacina da AstraZeneca a grupos etários mais jovens vai ser suspensa em Portugal. Na conferência, que terá lugar na sede da Autoridade Nacional do Medicamento, em Lisboa, estarão presentes a Directora-Geral da Saúde, Graça Freitas, o presidente do Infarmed, Rui Ivo, e o coordenador da task-force para a vacinação contra a covid-19, Henrique Gouveia e Melo.
Uma dezena de países da União Europeia já optou por suspender o fármaco naquelas faixas etárias. As decisões surgiram depois de a Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) ter admitido que existe uma ligação entre este fármaco e casos raros de tromboembolismo associado a baixa acentuada de plaquetas.
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Abr 08 2021
Todos os cuidados serão poucos.
O Público noticiou, hoje, que nas duas semanas de aulas em que apenas a EPE e o 1.º Ciclo estiveram em funcionamento, aconteceram 47 surtos em escolas desses níveis de educação/ensino. Esta semana o 2.º e 3.º ciclos regressaram às escolas. Temos, neste momento, mais de dois terços dos estudantes nas escolas e, em princípio, dia 19 regressarão os alunos do secundário. A escola passará a estar em pleno funcionamento.
Os cuidados não estão a ser descurados nas escolas, mas todos os cuidados são poucos. A ameaça do agravamento da situação pandémica está sobre as nossas cabeças e o primeiro ministro já admitiu que as escolas são locais de preocupação, logo, deixaram de ser os tais lugares seguros.
O regresso dos alunos do secundário às aulas presenciais pode dar origem a uma quarta vaga da pandemia em Portugal. O alerta está num estudo de investigadores portugueses e holandeses. O regresso destes alunos às aulas presenciais está previsto para 19 de Abril.
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Abr 08 2021
Um surto na Escola Básica e Jardim Infantil do Casal da Serra obrigou ao encerramento do estabelecimento de ensino. Depois de surgirem vários casos na semana passada, na segunda-feira foi feita uma testagem na escola e dada ordem para encerrar. Há 50 casos positivos entre adultos e crianças.
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Abr 08 2021
O Agrupamento de Escolas Miguel Torga de Sabrosa e a AIDSS realizaram congresso online com o objetivo de refletir e debater o papel dos Assistentes Sociais Escolares: O evento decorreu no dia 30 de março e contou com a presença regular de mais de 260 participantes.
O Congresso promovido pela AIDSS- Associação de Investigação e Debate em Serviço Social e pelo Agrupamento de Escolas Miguel Torga de Sabrosa permitiu uma reflexão exaustiva sobre a relevância do papel dos Assistentes Sociais no Sistema Educativo.
O Dec. Lei nº190/1991 criou os serviços de psicologia e orientação (SPO), onde o profissional de serviço social integra as equipas técnicas, mas esta legislação encontra-se completamente desadequada à realidade dos Agrupamentos de Escolas.
Atualmente as Assistentes Sociais que exercem funções em meio escolar, encontram-se em situação de precariedade de trabalho, trabalhando em agrupamentos de escolas que integram territórios educativos de intervenção prioritária (TEIP), zonas económica e socialmente desfavorecidas, marcadas pela pobreza e exclusão social, violência e indisciplina, com elevadas taxas de abandono e insucesso escolar.
A intervenção dos profissionais de serviço social evidenciou-se, recentemente, em meio escolar, trazendo um olhar diferente, atento aos pormenores, não só identificando as fragilidades, mas percecionando o apoio que cada um necessita, as potencialidades que têm ou que podem desenvolver para serem atores interventivos da sua própria história.
A escola tem a responsabilidade de intervir em primeira linha, encontrando soluções para as situações referenciadas, devendo apenas sinalizar casos para outras entidades de intervenção em infância e juventude, após esgotar todos os seus recursos.
O aluno é o centro do sistema educativo, sendo importante respeitar a sua pessoa, o seu EU, sem esquecer que somos seres iminentemente sociais, que nos integramos num espaço, quer na família, quer na escola, que interagimos uns com os outros e que precisamos criar laços afetivos.
O empoderamento das famílias e dos alunos, para definir o rumo do seu processo de aprendizagem fará a diferença, tornando as escolas num verdadeiro espaço de inclusão, onde é fundamental transformar a obrigação de estar na escola, pela vontade de estar na escola.
O serviço social tem um papel primordial na equipa de profissionais especializados, promovendo um trabalho em equipa multidisciplinar, criando sinergias positivas, focando-se essencialmente na descoberta de soluções, assumindo um comprometimento transformacional com toda a comunidade escolar.
No âmbito do Programa Nacional Promoção do Sucesso Educativo (PNPSE), a implementação do plano de desenvolvimento pessoal, social e comunitário em contexto de pandemia, constituiu-se como uma nova oportunidade de afirmação do serviço social em meio escolar.
É importante garantir a estabilidade das equipas técnicas, de forma a permitir uma avaliação sistémica das famílias a longo prazo, considerando os contextos onde se inserem, o que não se coaduna com a prática de contratação anual dos profissionais de Serviço Social.
A defesa e garantia dos direitos da profissão é imprescindível, quer através das organizações sindicais, quer através da Ordem dos Assistentes Sociais, processo que ansiosamente aguardamos pela sua conclusão!
Margarida Messias (Assistente Social e Relatora do congresso)
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Abr 08 2021
Número representa mais de metade dos surtos contabilizados a 18 Janeiro, pouco antes dos estabelecimentos de ensino encerrarem, e quando todos os níveis de escolaridade estavam a funcionar presencialmente.
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Abr 07 2021
O Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital vai suspender as aulas de amanhã depois dos testes de ontem à COVID-19 terem revelado alguns casos positivos (seis professores e umauxiliar). Os encarregados de educação, ao que o CBS apurou, foram hoje surpreendidos por um mail no qual lhes é dado conta que amanhã os alunos devem permanecer amanhã em casa e aguardar um novo contacto. Os alunos, recorde-se, regressaram às aulas na segunda-feira, mas os testes apenas foram realizados ontem.
A missiva revela que “na sequência das testagens ao COVID-19 que decorreram no dia 6 de Abril no Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital foram detetados alguns casos positivos que obrigam à tomada de medidas de contenção”. O documento explica também que amanhã, e como medida de prevenção, os alunos devem permanecer em casa e aguardar o contacto das autoridades de saúde.
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Abr 07 2021
Em nome da autonomia cada região autónoma toma as suas decisões que diferem das que se aplicam no continente.
Neste caso, a Madeira aprovou a vinculação automática de docentes contratados com cinco anos de serviço consecutivos ou 10 anos intercalados.
Também na Madeira o número de vagas de acesso ao 5.º e 7.º escalão contemplam a totalidade dos docentes que ficariam presos no 4.º e 6.º escalão.
E o que vai acontecer no dia 1 de setembro de 2021 é que vamos ter docentes colocados no continente, vindos das regiões autónomas, que com menos tempo de serviço vão ultrapassar docentes do continente no escalão de vencimento.
Para se ter uma noção, vários docentes dos Açores virão para o continente para o 7.º ou 8.º escalão com menos tempo de serviço que docentes que continuam por cá presos no 4.º escalão. Lembro que o tempo de serviço nos açores foi todo dado a esses docentes, enquanto por cá apenas foi dado 1018 dias.
E por aqui muitas dúvidas constitucionais poderiam ser levantadas, bastava alguém querer seguir em frente.
A Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) aprovou hoje por unanimidade uma proposta do Governo Regional que permite a vinculação extraordinária de dezenas de professores contratados que lecionam na região há cinco anos consecutivos ou há 10 intercalados.
A proposta foi hoje apresentada, discutida na generalidade e aprovada, por unanimidade, no plenário da ALM.
“O diploma procede ao reconhecimento da integração a título definitivo” de 25 professores que lecionam na Madeira há cinco anos consecutivos e a “vinculação extraordinária” de dezenas de docentes que “serviram a educação da Madeira” durante 10 anos, mas com intervalos no tempo, declarou o secretário da Educação do arquipélago, que defendeu a proposta no plenário.
Jorge Carvalho destacou que o executivo madeirense “procedeu à recuperação integral do tempo de serviço” e à “colocação dos docentes pelo períodos de quatro anos” nas escolas.
“Não se afigura justo os docentes terem mais de 10 anos de serviço” e ainda não estarem vinculados, frisou.
O governante indicou que, até ao final do ano, mais “42 docentes que cumprem cinco anos consecutivos irão vincular automaticamente”, mesmo tendo lecionado disciplinas diferentes.
Jorge Carvalho referiu que a região tem apenas 293 professores contratados, num total de 6.200 docentes.
O secretário também admitiu que, “em alguns grupos, começa a verificar-se algumas necessidades de docentes, não sendo esta ainda uma situação crítica na Madeira”, mas assegurou que o Governo Regional está a trabalhar para “minorar” o problema.
No articulado desta proposta constam também alterações que determinam “a criação de dois quadros de zona pedagógica, um para a Madeira e outro para o Porto Santo” e clarifica a definição do contrato anual e gozo de férias no casos dos docentes com sucessivos contratos a termo resolutivo incerto no mesmo ano letivo.
O governo insular pretende “promover uma maior estabilidade nos quadros de pessoal docente da ilha do Porto Santo, estabelecendo um regime excecional de transição ao quadro de zona pedagógica aos docentes em regime de mobilidade naquela ilha há pelo menos quatro anos”.
Durante a discussão, os deputados do PCP, Ricardo Lume, e do JPP Paulo Alves defenderam que o prazo para a vinculação dos docentes deveria ser reduzido para três anos, como acontece a nível nacional.
O secretário regional destacou que, no continente, os docentes têm de aguardar abertura de concursos, enquanto na Madeira passa a ser automático, mencionando que, “na região, um professor com 60 ou mais anos tem uma redução de oito horas na carga horária”.
Mafalda Gonçalves (PS) sustentou ainda que deveria ser alargado o conceito de contagem do ano “para garantir que nenhum docente seja prejudicado” por ser colocado um ou dois dias depois do início das aulas.
O líder parlamentar do CDS-PP/Madeira, Lopes da Fonseca, argumentou que o Governo da República não está a cumprir com a vinculação dos docentes, considerando que o diploma regional “não tem paralelo a nível nacional” e o ministro da Educação “não respeita os professores”.
No plenário de hoje, os deputados madeirenses ainda aprovaram por unanimidade, em votação final global, três diplomas analisados em sessões anteriores.
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Abr 07 2021
MADEIRA APROVA VINCULAÇÃO AUTOMÁTICA DE DOCENTES CONTRATADOS COM CINCO ANOS DE SERVIÇO
A Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) aprovou hoje por unanimidade uma proposta do Governo Regional que permite a vinculação extraordinária de dezenas de professores contratados que lecionam na região há cinco anos consecutivos ou há 10 intercalados.
A proposta foi hoje apresentada, discutida na generalidade e aprovada, por unanimidade, no plenário da ALM.
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Abr 07 2021
CHEGOU A HORA DE FORMAR MAIS DOCENTES
Os professores que resistem e recusam perder a sua profissionalidade, aqueles que estão presentes e aceitam os novos desafios, são muitas vezes olhados como heróis sociais pelo modo como enfrentam o embate das mudanças, das pressões e das críticas injustas, por vezes acumuladas por mais de uma geração.
Porém, o acumular dessas pressões, a que por vezes se juntam períodos profissionais menos estimulantes, conduzem a que muitos docentes se confrontem com crises da sua profissionalidade, com impacto profundamente negativo no modo de agir dentro da escola. Uma boa parte das crises de profissionalidade surgem também quando há crises de identidade.
Essas crises de identidade podem surgir quando os professores são chamados a abandonar o que sabiam fazer bem, para se dedicarem a outras tarefas em que não acreditam ou para as quais se sentem mal preparados, já que tecnicamente as dominam mal. Ou seja, quando substituem o seu saber-fazer por um saber-mais-ou-menos.
Outras vezes essas crises revelam-se quando se alargam os horizontes espaciais de actuação do docente. A geografia de actuação dos docentes foi profundamente alterada nas últimas décadas, sem que isso tenha revertido numa significativa alteração dos processos de formação de professores. A quase totalidade dos docentes foram (e ainda continuam a ser) “treinados” para agir exclusivamente dentro da sala de aula. As competências profissionais que lhes são exigidas estão confinadas a saberes e procedimentos que apenas fazem sentido em situação de classe. Os formadores de professores dedicam mais de noventa por cento das suas actividades de supervisão para recolher dados de avaliação através da observação de aulas. O (futuro) professor pode claudicar à porta da sala de aula. Será impensável que o faça dentro dela.
Esta história e estas memórias da formação fazem com que muitos dos professores portugueses prefiram o trabalho individual (isolado) ao trabalho colectivo, que entendam que a sua sala de aula é um local sagrado inexpugnável e que o seu trabalho profissional se esgota com o fechar da porta dessa sala.
Muitos de nós fomos e somos apenas preparados para agir em situação de classe, pouco na escola, raramente na aldeia digital e na comunidade parental. Aí, começam as fobias, os preconceitos, as reservas e os desencantos. Aí, os discursos começam sempre a ser menos pedagógicos e mais defensivos de uma neutra profissionalidade que nem sempre sabemos definir ou, por ausência de outro modelo, definimos com base na tradição e no pior do discurso oral.
O alargamento das tarefas e funções dos docentes obrigam-no a intervir numa nova geografia pedagógica, obrigam-no a caminhar em terrenos e a traçar percursos em que ele nem sempre se sente profissionalmente confortável. Obriga-se a que o professor também seja tutor e educador, quando ele, de facto, apenas foi treinado para instruir, em contacto directo com os seus alunos, sem intermediários “internéticos” que propiciem a aprendizagem à distância.
Para se projetar no futuro, o país necessita de formar muitos e bons docentes. Chamar para a profissão os melhores e os mais capazes e proceder a uma verdadeira formação permanente dos docentes em exercício de funções.
A maioria dos professores que hoje se encontram no sistema estarão aposentados daqui a dez anos. E os seus substitutos ainda nem começaram a ser formados…
As instituições formadoras de docentes, designadamente as Escolas Superiores de Educação terão, naturalmente, um aumento significativo da procura, com o acolhimento de muitos candidatos a professor. E têm uma excelente experiência acumulada para prestarem esse serviço à comunidade. Medíocre é a vontade de as extinguir, ou de as descaracterizar
João Ruivo in ensino.eu
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Abr 07 2021
No exemplo que deixem em artigo anterior destinava-se a um Docente QZP que pede MPD para 2021/2022 para a mesma escola onde esteve em MPD no ano 2020/2021.
No caso em concreto, o campo 2.1 que se destina a docentes QA/QE fica por preencher, porque o docente é QZP. Se o docente que concorre à MPD fosse QA/QE deixaria em branco o campo 2.2
Para não haver interpretações duvidosas seria muito mais simples que em cada uma das questões tivesse um campo “NÃO APLICÁVEL“.

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Abr 07 2021
A presente lei procede à segunda alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 8-B/2021, de 22 de janeiro, que estabelece um conjunto de medidas de apoio no âmbito da suspensão das atividades letivas e não letivas presenciais, alterado pelo Decreto-Lei n.º 14-B/2021, de 22 de fevereiro.
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