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A falta de professores pode colocar em crise o atual sistema educativo

Os alertas vêm de vários lados. Dos 89 925 professores que a 1 de setembro de 2019 tinham 45 anos ou mais, 51 983, que representam 57,8%, podem aposentar-se num prazo de 11 anos, ou seja, até 2030. A previsão anual de aposentações indica um crescimento progressivo de aposentações até 2028: 17 830 nos primeiros cinco anos, 24 343 nos cinco anos seguintes, 9810 entre 2029 e 2030. Estes números estão no relatório “Regime de seleção e recrutamento do pessoal docente da Educação Pré-Escolar e Ensinos Básico e Secundário” do Conselho Nacional de Educação (CNE). E dão que pensar.

A previsão anual de aposentações por grupo de recrutamento evidencia a possibilidade de a maioria perder mais de 50% dos docentes no prazo de 11 anos. O impacto não é igual em todas as áreas. Estima-se que os grupos de recrutamento mais afetados até 2030 sejam a Educação Pré-Escolar (73%), Português e Estudos Sociais/História (80%), Português e Francês (67%), Matemática e Ciências Naturais (62%). No 3.º Ciclo e Ensino Secundário, destacam-se os de Educação Tecnológica (96%), Economia e Contabilidade (86%), Filosofia (71%), História (68%) e Geografia (66%). Como será o futuro?

Há cerca de 10 anos, falava-se no excedente de professores. Agora comenta-se precisamente o inverso. Segundo cálculos da Federação Nacional dos Professores (FENPROF), entre 12 a 15 mil professores abandonaram a profissão na última década. A situação é complexa, mais do que parece à primeira vista. Para José Eduardo Lemos, presidente do Conselho das Escolas (CE), a falta de professores é um assunto que deve preocupar a sociedade e o Ministério da Educação. “Trata-se, penso eu, do maior problema a enfrentar pelas escolas no curto e médio prazo. Sem bons professores, não há boa educação, sem professores menos ainda”, refere ao EDUCARE.PT. E vai mais longe. “A falta de professores pode colocar em crise o atual sistema educativo”.

A falta de professores é um problema estrutural que exige políticas de fundo, segundo o presidente do CE que fala em medidas em torno de dois eixos, ou seja, do envelhecimento do corpo docente e da escassez de professores. “Por um lado, são necessárias políticas que reforcem a segurança dos professores no exercício da profissão, que valorizem social e economicamente a carreira docente, de forma a que os professores se mantenham ativos e empenhados até à aposentação, mesmo que tal implique maior exigência profissional e maior responsabilidade individual no exercício da profissão”.

Por outro lado, defende, “são necessárias políticas de fundo que tornem a carreira docente mais atrativa aos jovens, como por exemplo melhores remunerações no início da carreira e melhores condições materiais para o exercício da profissão (alojamento, apoios nas deslocações, maior segurança no exercício profissional), mesmo que tal implique, necessariamente, maior exigência para se aceder à profissão”.

Se nada for feito, a Educação, um dos maiores pilares do desenvolvimento de um país, vai sofrer. “A Educação ficará sempre comprometida se os professores não forem devidamente qualificados e não poderemos falar de Educação se, pura e simplesmente, não houver professores para todos os alunos em todo o território nacional”, sublinha José Eduardo Lemos.

A qualidade da preparação, a formação em exercício

O cenário é complexo. Neste momento, grande parte do corpo docente tem 50 ou mais anos, apenas 1,1% dos professores têm menos de 35. Além disso, os mestrados em ensino, que formam docentes para lecionarem no 3.º Ciclo e Ensino Secundário, têm cada vez menos candidatos, e há até cursos que fecharam por falta de alunos. Há, portanto, problemas na oferta e procura de professores.

A escassez de professores e o envelhecimento da população docente são dois dos maiores desafios do sistema de ensino. A falta de professores em algumas disciplinas tem sido, aliás, mencionada como um dos problemas mais comuns em mais de metade dos sistemas educativos europeus. O CNE tem estado atento a essas questões e tem lançado vários alertas. “A falta/escassez, assim como o excedente de professores, torna evidente uma distribuição desigual de docentes entre disciplinas e áreas geográficas, colocando-se a questão da utilização eficaz dos recursos”, refere no relatório.

Nuno Crato, ex-ministro da Educação, numa conferência online promovida pela Federação Nacional da Educação (FNE), abordou o assunto. “A formação de professores é o problema mais grave na primeira metade do século XXI, metade dos professores no ativo vai reformar-se no final desta década, se não se reformarem antes”, referiu. “E será que os professores que vêm aí terão a mesma preparação?”, questionou. É uma incógnita. Garantir a qualidade da formação dos professores, não desvalorizar a formação em exercício, tornar a profissão atrativa, são questões essenciais que não podem ser descuradas, segundo o ex-ministro.

“Distribuição desequilibrada e assimétrica”

“Aqui já temos a casa a arder, nos Açores, há muito tempo”. A constatação é de Ricardo Baptista, presidente do Sindicato Democrático dos Professores dos Açores, durante uma das conferências online da FNE. No Continente, afirma, a falta de professores começa a ser notada e falada, nos Açores, garante, já é um “problema enorme”. E porquê? “Porque temos uma carreira que não é valorizada, temos uma carreira que não é atrativa e, nos Açores, com a condicionante de que se queremos atrair um professor para a região temos, se calhar, de o fazer de uma forma mais atrativa do que ficar no Continente”.

O dirigente sindical concorda que a profissionalização dos professores deve ser feita em contexto de escola. Mas a falta de professores é um problema mais abrangente. “Temos aqui os dois lados da moeda. Aquilo que observamos, neste momento, é que, além de não existirem candidatos à profissão, os candidatos que escolhem a profissão são os que têm uma média inferior. Ou seja, não estamos a escolher os melhores para professores, o que é preocupante para uma visão de futuro”. Não se consegue atrair ninguém para a carreira sem se valorizar a profissão a todos os níveis, em termos salariais também.

Ricardo Baptista prevê que a escassez de docentes se venha a notar ainda mais depois da pandemia. Por isso, é preciso intervir o quanto antes com medidas pensadas e sustentadas. “Não vai haver uma fórmula mágica, mas aquilo que sentimos, e o que vai acontecer, é que os professores que estão nas escolas vão ser sobrecarregados para que os alunos não fiquem sem aulas”.

O futuro da Educação tem de ser pensado no presente e há várias questões para tratar. O CNE encaixa os vários desafios em três grupos. “Em primeiro lugar, os que se referem à escassez e, em contraponto, à oferta excedentária de professores, já que ambos são resultado de uma distribuição desequilibrada e assimétrica; em segundo lugar, o envelhecimento da população docente e a retenção de professores na profissão; e, por último, o défice de matrículas na formação inicial de professores e a permanência dos estudantes em cursos de formação de professores”.

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As nações das turmas numerosas promovem a exclusão – Paulo Prudêncio

 

As nações das turmas numerosas promovem a exclusão

Ainda do debate partidário, percebe-se que o PS não considera a questão encerrada. Fala em “gradualismo”. Mas considerando os 30 alunos de Nuno Crato, e com a redução de dois alunos por turma em cada década, em 2060 chegaremos a um número civilizado.

Ainda do debate partidário, percebe-se que o PS não considera a questão encerrada. Fala em “gradualismo”. Mas considerando os 30 alunos de Nuno Crato, e com a redução de dois alunos por turma em cada década, em 2060 chegaremos a um número civilizado.

 

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De um lugar seguro a um de preocupação…

Escolas: “Obviamente estamos preocupados”, admite Costa sobre nível de transmissão neste meio

O primeiro-ministro foi ainda questionado quando às escolas, admitindo: “Obviamente estamos preocupados e temos vindo a acompanhar muito de perto a situação”. Costa recorda ainda a testagem do pessoal docente e não docente, um processo que será “completado no próximo fim de semana”, incluindo técnicos das atividades extra curriculares e ATL’s.

António Costa garante que o Governo “tem estado muito atento” já que, repetiu, “o que é novo face ao que aconteceu é que esta variante, em regra, quando é comunicado um caso e se faz a testagem generalizada já há outros casos. Temos de alargar o universo de vigilância” já que “esta variante faz aumentar muito significativamente os riscos de transmissibilidade”, advertiu Costa.

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Em busca das aprendizagens perdidas – Marco Bento

Em busca das aprendizagens perdidas

Não sei se será mais uma sequela do Indiana Jones ou a demanda dos Cruzados na época medieval… mas, voltamos a sentir nesta altura um ligeiro sentimento a filme já antes visto… “Em busca das aprendizagens perdidas”.
“Voltar à escola física, neste 3.º período, resultará, em muitas salas de aula, na enorme ansiedade de se fazerem testes de avaliação no sentido de validar o que não se acredita como válido no online, mesmo reconhecendo todo o esforço tido durante o mesmo. (…) Assim, falar em recuperação de aprendizagens é falar na desvalorização de todo o trabalho realizado por alunos, professores e famílias, e repetirmos a mesma ideia pelo segundo ano letivo consecutivo.”
Pois recuperar as aprendizagens é repensar a Escola na sua estrutura, como por exemplo algumas das 17 sugestões apresentadas:
– Investimento na valorização dos professores
– Investimento nos processos de formação e desenvolvimento profissional ao longo da vida, com uma melhor qualificação pedagógica na formação contínua e repensar os modelos de formação existentes
– Investimento e reformulação da formação inicial de professores
– Repensar o processo de avaliação docente, na necessidade de valorizar os docentes que levam a profissão a um estádio de eficiência e valor mais alto e mais longe
– Realizar aferições internas (como é que não se poderiam não fazer?) e não uma avaliação classificativa de aprendizagens, personalizada a cada contexto
– Desenvolver planos personalizados de ação, em que se definam os conteúdos ou os conceitos estruturantes de aprendizagem em cada área disciplinar
– Encurtar os currículos obesos, pensando sempre em competências de aprendizagem
– Apostar nos apoios educativos, criando a figura dos mentores e tutores, que podem assumir par pedagógico com os titulares de turma, para criar um guia personalizado para o aluno com base no diagnóstico anterior
– Reduzir os alunos por turma, neste momento as turmas têm demasiados alunos que não permitem aos professores diferenciar da melhor forma as suas estratégias, com ou sem pandemia-
– Recusar assumir o aumento de tempos ou dias letivos, uma vez que a quantidade não é sinónimo de qualidade
– Desburocratização da escola, pois são demasiadas as tarefas de secretaria entregues aos professores, retirando-lhes o tempo para preparar pedagogia de qualidade
– Terminar com as turmas de multinível no 1.º ciclo do ensino básico
– Criar experiências culturais e artísticas interligadas com literacia e numeracia (resultado da ausência de cultura e a constante desvalorização curricular das expressões)
– Garantir espaços temporais de criatividade e ludicidade na aprendizagem (não podemos pedir a um aluno para ser criativo e não lhe garantir o máximo de experiências possíveis)
– Modernizar as redes de internet das escolas, garantindo uma rede de internet que fortaleça os modelos híbridos de aprendizagem
– Não podemos abandonar os percursos digitais que se fizeram até ao momento, pois agora podem ser potenciados presencialmente
– Auscultar os verdadeiros pedagogos (professores) para um desenvolvimento efetivo de escola

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E pelas 4 da manhã…

Lá recebi a dita cuja para responder sim ou não até ao fim do dia de hoje.
A Task Force esta semana melhorou a antecipação do envio prévio da mensagem, apesar de manter o mesmo prazo de resposta.

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Cruzes (MPD), Credo

Todos os anos a pergunta é a mesma sobre as cruzes na Mobilidade Por Doença (MPD).

A pergunta 2.2. do Relatório Médico (que compete ao médico preencher…?!?!?!?) pergunta se os docentes QZP (e apenas estes) necessitam de deslocação, em função do tipo de provimento (como se o médico fosse obrigado a saber isto),  para AE/ENA de colocação por MPD em 2020/2021 ser o mesmo para qual pretende efetuar o pedido de MPD para 2021/2022.

“Existe a necessidade de deslocação para AE ou ENA diverso daquele em que se encontra provido ou colocado, nos termos dos números 1 e 2, do despacho n. 9004-A/2016, de 13 de julho. (As escolas onde foram obtidas colocações/destacamentos resultantes de mobilidade por doença, permuta, mobilidade estatutária e comissão de serviço não são consideradas como “Escolas de colocação”).

Quem é QZP e pediu MPD em 2020/2021 para a escola que pretende obter nova colocação em MPD para 2021/2022 deve colocar o segundo “NÃO” como se mostra na imagem.

Está questão 2.2. não faz grande sentido para os docentes QZP em ano de concurso interno porque nenhum docente QZP pode ver garantida a sua colocação na sua escola de colocação por concurso, em ano(s) anterior(es), nem pode dizer que lhe interessa ficar em escola de colocação por concurso, quando não existe a garantia de continuar na mesma escola para 2021/2022.

Talvez por isso existam os dois “NÃO“, que na sua maioria deve ser colocado como na imagem seguinte.

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A 10 e 11 de abril dar-se-á o grande exercício de vacinação de PD e PND

Segundo as afirmações do ministro Tiago…

O grande exercício será no fim de semana do 10 e do 11 [de abril]. Obviamente que esperamos que todos possam ser vacinados durante esse fim de semana, porque sabemos que existe uma grande concentração de esforços um pouco por todo o país, para que possam ser vacinados” nos centros de saúde, nas escolas ou em centros de vacinação, afirmou Tiago Brandão Rodrigues.

“Neste momento temos as listas que já foram providenciadas ao Ministério da Saúde e depois esperamos que durante esses dois dias, sábado e domingo, num enorme esforço, possam ser, efetivamente, vacinados todos os docentes do 2.º e 3.º ciclos, também os não docentes, também os mesmos profissionais do ensino secundário e, eventualmente, aqueles que não puderam ser vacinados por alguma vicissitude” no fim de semana de 27 e 28 de março, adiantou o ministro.

Se eventualmente alguém ficou de fora, foi identificado para entrar neste próximo exercício“, nos dias 10 e 11 de abril, “onde o grande objetivo é, por um lado, poder recuperar eventuais profissionais que poderiam ter já sido vacinados no fim de semana anterior e depois todos aqueles que trabalham no 2.º e 3.º ciclos e também no ensino secundário, pessoal docente e não docente”, reiterou o ministro.

“Acredito que a task force responsável pela vacinação, que já tem as listas do Ministério da Educação de todos aqueles que são elegíveis para a vacinação, está também a preparar este exercício”, declarou. Para o governante, este é “um exercício importante” para “escalar o processo de vacinação em todo o país”.

 

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Calendarização da MPD

 

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Mobilidade por doença 2021/2022

Aplicação disponível entre o dia 5 de abril e as 18:00 horas de 22 de abril de 2021 (hora de Portugal continental).

SIGRHE

Nota informativa

Despacho n.º 9004-A/2016

 

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Escolas identificaram mais 5 mil alunos sem condições para aulas à distância durante o 2.º período

Escolas identificaram mais 5 mil alunos sem condições para aulas à distância durante o 2.º período

Na última semana de aulas do 2.º período, 8.500 estudantes estiveram em ensino presencial depois de os professores terem considerado que o regime remoto não era eficaz para eles. Número de filhos dos trabalhadores essenciais em escolas de acolhimento diminuiu muito depois da reabertura do pré-escolar e 1.º ciclo.

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O colega do teu filho reprovar também é um problema para o teu filho

 

O colega do teu filho reprovar também é um problema para o teu filho

Reprovar um aluno não só é uma medida ineficiente economicamente como ainda estamos a criar um problema maior.
Talvez não tenhas noção, mas, em Portugal, os alunos até aos 15 anos reprovam em média três vezes mais do que a média da OCDE. Vamos a números para clarificar. Em 2019, cerca de 34% dos alunos até aos 15 anos reprovaram pelo menos uma vez, quando a média da OCDE é de 12%. Tinhas noção de que estamos a falar de um em cada três alunos?
Este não é um problema novo, bem pelo contrário. Não é um problema que veio com a troika ou com a pandemia, é um problema muito antigo. Se bem que temos vindo a melhorar nos últimos anos (sim, o cenário era bem pior há uns dez ou 15 anos), não quer dizer que tenhamos resolvido o problema ou que seja um problema menor.
Em 2001, Jimerson, que é uma referência mundial no estudo deste tema, demonstrava numa análise a mais de 60 artigos escritos nos dez anos antes que apenas um deles defendia a retenção, enquanto todos os outros mostravam que a retenção não é, longe disso, solução para o problema das aprendizagens. Já na altura, há cerca de 20 anos, se demonstrava que, apesar da preferência de professores, pais, empregadores e mesmo estudantes em “reprovar do que passar sem saber”, a verdade é que a retenção não se traduz em nenhuma vantagem académica ao aluno.
Resumidamente, quando comparados os alunos em condições semelhantes, o grupo de estudantes que são retidos tem maior probabilidade de abandonar a escola, ter problemas disciplinares e não tem qualquer efeito positivo na aquisição de conhecimentos. Por norma, os alunos retidos são uma minoria, masculina, proveniente de classes económicas mais desfavorecidas.
Uma ideia que pode ser perigosa é a da promoção social, que em teoria teria tudo para ser uma solução perfeita e um argumento válido para a retenção, mas na prática só agrava o problema. A promoção social inerente à passagem de ano, ao invés de reter, e assim criar o grupo dos “bons alunos” e, por sua vez, rotular aqueles que não sabem o suficiente para os acompanhar, faz com que, no ano lectivo seguinte, na mesma sala de aula estejam alunos com diferenças de idade que podem ser significativas e isso não beneficia, bem pelo contrário, os alunos mais novos.
Ou seja, a retenção e a promoção social são estratégias falhadas para o contributo do sucesso dos estudantes, e isso não pode continuar a ser ignorado por ninguém que faça parte da comunidade académica.
Portanto, se quando dizemos que é prejudicial para um estudante perder o seu grupo, os seus colegas, o mesmo se pode aplicar aos colegas que perderam aquele que ficou retido. Pior, existirá sempre um grupo de alunos que, mesmo ainda não tendo contactado com o aluno repetente, estão já a ser prejudicados porque irão partilhar a mesma sala de aula com um aluno mais velho, que estará um ano inteiro a ouvir a mesma matéria, a que adquiriu e a que ficou por adquirir, e que não se vai identificar com aquele grupo.
Há uns anos, quando eu ainda andava na escola, era usual haver uma turma de alunos onde iriam parar todos os repetentes daquele ano, o que está na mesma lógica de guetização. Caso os alunos preenchessem uma turma, tínhamos a turma dos repetentes, caso contrário, tínhamos uma turma com vários repetentes e alguns alunos no seu normal percurso escolar.
A solução não passa por reter e a questão não é entre reprovar ou passar sem saber, é em formar professores para a questão, promover o diagnóstico atempado e munir as escolas de instrumentos que sejam válidos na resposta ao problema. Reprovar um aluno não só é uma medida ineficiente economicamente como ainda estamos a criar um problema maior.
E o teu filho não merece ter um colega que seja “o repetente”.

 

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Não é uma verdade generalizada. O trabalho do 2.º período teve o seu peso.

Não podia ser de outra forma. Os alunos não mereciam que o seu trabalho fosse desmerecido e a avaliação não se baseia única e exclusivamente em testes escritos.

Escolas deram notas sem contar com o trabalho feito ao longo do 2.º período

Receios com a fiabilidade dos testes à distância e o impacto no acesso ao ensino superior fazem “congelar” classificações à espera do regresso ao ensino presencial. Ministério diz que escolas que o fizeram violaram os direitos dos alunos, ao irem contra a legislação sobre o currículo escolar.

É “frustrante”, dizem alunos. “Desmerece a evolução” dos estudantes, comentam pais. E é “errado”, reconhecem directores. No entanto, em muitas escolas, sobretudo do ensino secundário, o trabalho feito à distância durante o 2.º período quase não contou para as notas dadas aos alunos. Entre as razões para esta prática está o papel central que os testes escritos continuam a ter na avaliação e os receios quanto à sua fiabilidade no modelo de ensino remoto.

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SURTO COM 49 CASOS ENCERRA COLÉGIO DE SINTRA

O terceiro período vai começar amanhã, mas os cuidados devem ser mantidos.

O Colégio Cosme e Damião, em Rio de Mouro, Sintra tem um surto de covid-19 ativo. O foco de infeção foi confirmado  pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), que acrescentou que o primeiro caso foi detetado numa funcionária entre os dias 24 de março e 31 de março.

Por determinação da autoridade de saúde, o colégio acabou por ser fechado.

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E se a avaliação dos alunos for sujeita a Quotas?

 

 

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Resumo da Norma 01/JNE/2021

Por Fernanda Martins

Descarregue: PDF – https://drive.google.com/file/d/1TGOk… .

PPT – https://drive.google.com/file/d/1cQV4…

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Resumo do Despacho Normativo 10-A/ de 22 de março

Por Fernanda Martins

Descarregue: PDF – https://drive.google.com/file/d/1CZg3…,

PPT – https://drive.google.com/file/d/1RWQA…

 

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Turmas mistas e numerosas prejudicam as aprendizagens há anos! Alberto Veronesi

 

Turmas mistas e numerosas prejudicam as aprendizagens há anos!

É inegável que a pandemia, que assola o mundo inteiro desde janeiro de 2020, veio agudizar o problema das aprendizagens. Mas também é inegável que o sistema já se encontrava, bem antes da pandemia, em falência administrativa, gestionária e pedagógica, e isso afeta as aprendizagens bem mais e há bem mais tempo, sem que ninguém se preocupasse verdadeiramente.

O que mais tem indiretamente afetado as aprendizagens ao longo das últimas décadas tem sido o constante desinvestimento que os sucessivos governos têm feito na Educação, com todas as naturais consequências dessa opção.

Dois dos grandes males que são consequência do desinvestimento e que têm repercussões diretas nas aprendizagens são a permissão legislativa de constituição de turmas multinível/mistas (mais do que um ano na mesma turma) e numerosas.

Pelo facto de a própria lei permitir a constituição deste tipo de turma, deixa os pais e/ou encarregados de educação largados à sorte, podendo os seus filhos/educandos terem o azar de lhes verem atribuída uma turma destas. Mesmo que possam querer reclamar têm rapidamente uma lei que defende quem decidiu constituí-las. É uma sorte! Mesmo dentro da própria escola podem ter sorte ou azar. Custa-me perceber onde é que aqui se pode falar de igualdade de oportunidades e inclusão. Mas poderei estar a ver mal, admito. Facilmente se percebe porque é que estas turmas estão associadas ao insucesso escolar, mais ainda quando elas existem em meios escolares mais desfavorecidos, nos Agrupamentos em Território Educativo de Intervenção Prioritária (TEIP). Acabar com estas turmas, que são, na opinião de David Justino ex-presidente do Conselho Nacional da Educação, “uma chaga social”, há muito consideradas como um dos maiores problemas para o sucesso escolar, poderia ser um bom princípio com efetivas vantagens para os alunos na aquisição das suas aprendizagens.

Relativamente às turmas numerosas, e apesar de, sobre esta questão, os estudos não serem conclusivos, parece-me óbvio que ninguém que trabalhe efetivamente nas escolas possa concordar com o que disse Nuno Crato quando era ministro da educação. Em 2012 afirmou numa entrevista televisiva que “Uma turma com 30 alunos pode trabalhar melhor do que uma com 15. Depende do professor e da sua qualidade”.

Percebemos que a retórica na altura tinha a intenção primordial de reduzir custos na educação, aumentando o número de alunos por turma, o levaria a contratar menos professores e inclusive fechar escolas. No entanto em 2016, no estudo “Organização Escolar As Turmas” do Conselho Nacional de Educação (CNE), era referido que “É reconhecido pela literatura científica o contributo da dimensão das turmas para a melhoria dos ambientes escolares”. No mesmo estudo é indicado um caminho para desburocratizar e descentralizar a constituição de turmas, segundo os autores o número de alunos por turma deveria ser “da inteira responsabilidade das escolas e agrupamentos, em função das características dos seus alunos e das opções de desenvolvimento educativo consagradas nos seus projetos educativos.” E dito desta forma até pode convencer os mais distraídos. Como é sabido as limitações de autonomia dos agrupamentos de escolas são enormes pelo que muito provavelmente o que aconteceria é que para se constituírem turmas com menor número de alunos teriam de pedir autorização superior. Não mudando a lei, a tutela recusaria o pedido sustentando-se na própria lei. Ficaria tudo igual, portanto. A única solução será mesmo legislar com mínimos e máximos e atendendo aos contextos socioeconómicos da envolvência e dos respetivos alunos.

Considerando os argumentos anteriores, foi com estranheza que assisti na passada sexta-feira, agora que todos os quadrantes político-sociais se têm mostrado preocupados com as aprendizagens perdidas e respetiva recuperação, à rejeição de três projetos de lei (PEV, PCP e BE), que visavam estabelecer medidas de redução do número de alunos por turma, pela maioria dos deputados da Assembleia da República. Sendo que à direita a justificação foi de preocupação pelos custos envolvidos, pergunto se por acaso as contas estão feitas?

Na verdade, quando confrontados com a possibilidade de aprovar uma medida que promove o apoio individualizado aos alunos mais vulneráveis, na própria sala de aula, e que está empiricamente provado que funciona, quem pode decidir e até cria grupos de trabalho para definir um Plano de Recuperação de Aprendizagens 21/23, rejeita. Dá que pensar!

Este é o real problema! Falta de vontade política, falta de coragem para olhar seriamente a Educação como um investimento e não como um negócio.

Devia-se criar um grupo de trabalho, sim. Mas não para criar escolas de verão ou planos de tutorias, seria mesmo para desenhar um Plano Estratégico Nacional Para O Sistema Educativo (PENSE). Livre da partidarite, livre das guerrilhas ideológicas bloqueadoras de pensamento, onde o objetivo único comum seja a melhoria do Sistema Educativo em todas os seus graus de ensino, cuidando de toda a comunidade.

Parece utópico? Parece, mas se houvesse vontade política seria possível. E, por favor, não me venham com o chavão de não há dinheiro para a Educação. Para esses que insistem que para Educação o financiamento é a fundo perdido, peço que pensem holisticamente o assunto e percebam que na realidade é um investimento necessário para a qualificação das novas gerações e consequentemente garantir o futuro do país!

 

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Projeto de Lei 761/XIV/2 (Concursos de Pessoal Docente)

Para o próximo dia 6 de abril, pelas 16:15, está prevista a audição de peticionários pela Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto da petição n.º 199/XIV/2.ª sobre o Concurso de mobilidade interna.

Entretanto o Bloco de Esquerda já apresentou um projeto de Lei que determina a abertura de um processo negocial com as estruturas sindicais para a revisão do regime de recrutamento e mobilidade do pessoal docente dos ensinos básico e secundário estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho que orienta-se pelos seguintes critérios:

a) respeito pela graduação profissional e eliminação de ultrapassagens;
b) vinculação de docentes contratados mais célere e sistemática;
c) inclusão dos horários incompletos para efeitos de mobilidade interna;
d) alteração dos intervalos horários;
e) redução significativa da dimensão geográfica dos Quadros de Zona Pedagógica.

 

Projeto de Lei 761/XIV/2

 

 

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Manual de Instruções PIEPE – Atualizada a 1 Abril

O presente documento consolida a informação necessária à utilização da aplicação informática
PLATAFORMA DE INSCRIÇÃO ELETRÓNICA EM PROVAS E EXAMES – PIEPE” disponibilizada a
todos os alunos candidatos à realização de provas e exames dos ensinos básico e secundário.

O prazo das inscrições para a realização dos exames finais nacionais e das provas de
equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário decorre nas datas publicadas no
Despacho Normativo n.º 10-A/2021, de 22 de março, correspondente a 16 (dezasseis) dias úteis,
no período de 24 de março a 15 de abril de 2021.

Este manual visa apoiar o preenchimento da inscrição por parte do encarregado de educação ou
do aluno quando maior de idade esclarecendo sobre todos os procedimentos da inscrição
eletrónica.

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O drama das “aprendizagens perdidas”…

 

Nós, os Portugueses, adoramos um bom drama, não há como disfarçá-lo…

 Nós, os Portugueses, consideramos, quase sempre, que “quanto mais difícil e tortuoso, melhor”, o que é difícil é que é bom, mesmo que isso signifique perda de tempo e de eficácia…

 Nós, os Portugueses, parece que consideramos que a auto-flagelação é a forma mais adequada de expurgar erros e/ou de “pagar” pelos mesmos…

 Vem o anterior a propósito do que parece ser o mais recente drama da Educação: a recuperação das “aprendizagens perdidas”, por motivo do confinamento decorrente da pandemia…

 Como se tais perdas não fossem mais do que expectáveis no contexto de confinamento e de E@D ou como se tais perdas se constituíssem como um fenómeno verdadeiramente inexplicável, deveras intrigante, o Governo/Ministério da Educação criou uma Equipa de Trabalho que, por certo, reunirá múltiplas vezes ao longo de tempo incerto… No fim desse tempo incerto, apresentará, previsivelmente, as suas brilhantes conclusões que, poderão ou não, fazer sentido… Talvez em Maio se conheçam essas conclusões…

 À boa maneira portuguesa, e quase sempre de eficácia muito duvidosa, muito tempo se despende e muito dinheiro se subtrai ao erário público por conta de Comissões e de Equipas de Trabalho, quase sempre também muito Multidisciplinares…

 Mas no que à Educação respeita, o que poderia fazer sentido, talvez fosse a implementação, em curto espaço de tempo, das medidas mais simples e mais pragmáticas, sem floreados e sem dramas desnecessários, como aliás tem sido defendido aqui por alguns: reduzir o número de alunos por turma; reduzir os conteúdos programáticos das várias disciplinas; e eliminar algumas disciplinas que se apresentem sem grande pertinência, dadas as circunstâncias actuais…

Para tomar medidas dessa natureza não são necessárias Equipas de Trabalho ou Comissões…

 E as circunstâncias actuais, com tendência para piorar nos próximos tempos, alertam-nos para outro aspecto óbvio, mas potencialmente devastador: quando não se tem “pão” tudo o resto fica condicionado…

É assim, sempre foi assim ao longo da História e não há volta a dar quanto a isso…

 Bem podem vir todas as “Escolas de Verão”, todos os Projectos holísticos, todas as Equipas Multidisciplinares e toda uma panóplia de artefactos irrealistas… Se a taxa de desemprego continuar a aumentar, como infelizmente se preconiza, se as moratórias de empréstimos bancários efectivamente cessarem e se o pequeno comércio e a pequena indústria continuarem a sucumbir, que condições socioeconómicas terão muitas famílias para que as suas crianças e jovens possam continuar a ir à escola? E digo ir à escola, já nem refiro ir à escola para aprender

 E talvez não faça mal nenhum lembrar que as escolas costumam ser dos primeiros lugares onde se percepcionam alguns tipos de carências, nomeadamente as socioeconómicas…

 Como previsivelmente acontecerá, atulhar as escolas, os alunos e os profissionais que nelas trabalham com mais projectos e programas irrealistas e artificiais, concebidos à custa de enquadramentos teóricos impossíveis de concretizar em termos práticos e feitos à medida de quem não faz a mínima ideia do que é o dia-a-dia numa escola, não parece ser nem sensato nem consequente… A auto-flagelação, os episódios folclóricos e a demagogia na Educação parecem estar a agigantar-se…

 Neste momento, os alunos e o pessoal docente e não docente estão de facto exaustos, independentemente dos resultados escolares obtidos pelos primeiros no final do 2º Período Lectivo.

 Regressar à escola em termos presenciais requer serenidade e sensatez da parte de todos os envolvidos. Entrar numa espécie de frenesim de Projectos para recuperar o que, na verdade, não é recuperável pode induzir maior entropia no sistema, sobrecarga de estímulos e consequente sobrecarga emocional e pôr também em causa as aprendizagens futuras…

 Manter o mesmo número de alunos por turma, o mesmo número de disciplinas e o respectivo conteúdo programático anteriores à pandemia e ainda acrescentar projectos que, na prática, costumam apenas significar um acréscimo de tarefas para alunos e professores, não parece viável e pode conduzir a resultados ainda piores…

 Recuperação de aprendizagens perdidas durante a pandemia? Pois sim, perderam-se aprendizagens… Como se perderam empregos, como se perderam interacções sociais, como se perderam rotinas anteriores, como se perderam pessoas… Perdeu-se muito, a muitos níveis, e sobre isso não parecem existir dúvidas…

 Quando existe uma catástrofe de proporções mundiais, como uma pandemia, é inevitável perderem-se coisas e perderem-se pessoas… Também não há volta a dar a isso…

 Nos últimos dias, falou-se muito da necessidade de um “Plano Marshall” na Educação, mas convém não esquecer que, no original, esse programa teve como principal desígnio a recuperação económica dos países europeus intervenientes na 2ª Guerra Mundial, tendo como “mecenas” ou patrocinador os Estados Unidos da América…

Por analogia com o que se passou nessa época, será fundamental e urgente recuperar a Economia do país, pois só dessa forma se poderá pensar em recuperar as eventuais “aprendizagens perdidas”, apesar de poder não existir, no caso presente, qualquer “mecenas”…

Face à urgência e premência da primeira, a segunda poderá esperar… Até porque a segunda só terá condições para se cumprir e concretizar se a primeira se encontrar satisfeita…

 Dificilmente se consegue aprender com a “barriga vazia” ou, se se preferir, a satisfação das necessidades mais básicas como as fisiológicas, onde se inclui a fome, está na base da Pirâmide de Maslow…

 O resto é mero folclore ou paisagem… E nem vale a pena sequer falar da possibilidade de podermos vir a ter mais confinamentos… Tudo a seu tempo, uma coisa de cada vez…

 

 

(Matilde)

 

 

 

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Calendário do Concurso 2021/2022 Atualizado

Com a fase de aperfeiçoamento terminada e com a fase da validação a decorrer deixo o calendário com datas previstas do concurso 2021/2022 atualizado.

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Concurso Pessoal Docente 2021/2022 – RAA

 

Concurso interno de provimento

Projeto de lista ordenada de graduação NOVO

Concurso externo de provimento

Projeto de lista ordenada de graduação NOVO

 

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Decreto que regulamenta o estado de emergência

Comunicado do Coelho de Ministros

1. O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto que regulamenta o estado de emergência decretado pelo Presidente da República.
Prosseguindo a estratégia gradual de levantamento de medidas de confinamento no âmbito do combate à pandemia da doença Covid-19, e tendo em conta a avaliação dos critérios epidemiológicos de definição de controle da pandemia, foi decidida a reabertura, no próximo dia 5 de abril, das seguintes atividades:
  • 2.º e 3.º ciclo do ensino básico nos estabelecimentos de ensino públicos, particulares e cooperativos e do setor social e solidário;
  • centros de atividades de tempos livres e centros de estudo e similares, para os alunos que retomam agora as atividades educativas e letivas;
  • equipamentos sociais na área da deficiência;
  • centros de dia de apoio às pessoas idosas;
  • estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços em estabelecimentos abertos ao público, com menos de 200 m2 e porta para a rua;
  • museus, monumentos, palácios e sítios arqueológicos ou similares, nacionais, regionais e municipais, públicos ou privados, bem como de galerias de arte e salas de exposições. Estes equipamentos encerram às 22:30h durante os dias de semana e às 13:00 h aos sábados, domingos e feriados;
  • estabelecimentos de restauração para serviço em esplanadas, com um limite de quatro pessoas por grupo. Estes estabelecimentos devem encerrar às 22:30h durante os dias de semana e às 13:00 h aos sábados, domingos e feriados;
  • permite-se o funcionamento de feiras e mercados, para além das feiras e mercados de produtos alimentares, mediante autorização do presidente da câmara municipal territorialmente competente, de acordo com as regras fixadas;
  • atividade física e desportiva de baixo risco, bem como a prática de atividade física e desportiva em ginásios e academias, estando proibida a realização de aulas de grupo;
  • prática de atividade física ao ar livre, em grupos de até quatro pessoas;
  • no âmbito das instalações desportivas permite-se a abertura de determinados equipamentos: campos de tiro; courts de ténis, padel e similares; circuitos permanentes de motas, automóveis e similares; velódromos; hipódromos e pistas similares; ginásios e academias; pistas de atletismo e campos de golfe.

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Bem-estar dos alunos melhorou com o regresso ao ensino presencial – SPZC

 

Bem-estar dos alunos melhorou com o regresso ao ensino presencial

Quase 60% dos educadores de infância e professores do 1º ciclo consideram que o bem-estar e a saúde mental dos seus alunos melhoraram com o regresso ao ensino presencial.

Um terço destes profissionais assinalou também que o seu bem-estar melhorou nestas circunstâncias, e 13,6% considerou estar agora em situação pior.

Estes são alguns dos dados obtidos através da consulta nacional, promovida pela Federação Nacional da Educação (FNE), sobre as condições em que o regresso presencial está a decorrer no âmbito da Educação Pré-Escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico – para Docentes e Não Docentes.

Com base nos dados recolhidos, assinala-se como primeiro conjunto de conclusões, que:

– 32,8% dos docentes regista que o seu bem-estar e saúde mental melhorou com o regresso à atividade letiva;

– 13,6% considera-se pior em termos de bem-estar e saúde mental com este regresso;

– 58% dos docentes assumem que a saúde mental e o bem-estar dos alunos melhoraram neste regresso ao ensino presencial;

– 92% do número total de Docentes consideram que os alunos se adaptaram ao regresso às escolas.

O regresso ao funcionamento das escolas com alunos não trouxe qualquer mudança ao nível de bem-estar dos Trabalhadores Não Docentes, que genericamente se têm mantido em atividade nas suas escolas.

Uma segunda conclusão remete-nos para o cumprimento das regras de segurança nas escolas por parte dos alunos, sendo significativo que 37% dos Docentes refira que os alunos não estão a cumpri-las. Este dado é depois confirmado por mais de 80% dos inquiridos que consideram que o distanciamento social não é respeitado, havendo ainda 52% a referirem a falta de uso da máscara facial nos espaços comuns. De qualquer modo, não podemos esquecer de que estamos neste momento a tratar de alunos do Pré-Escolar e do 1º ciclo.

Em relação ao cumprimento das regras de segurança pelos alunos, 40% dos Não Docentes assinalam que os alunos não as cumprem, e, tal como para os Docentes, o maior registo vai para o incumprimento do distanciamento social.

terceira conclusão reporta-se ao sentimento em relação às medidas de segurança adotadas nas escolas, sendo que apenas 17% dos Docentes se declara pouco ou nada confiante em relação a elas, e 78% afirma que a escola em que trabalha está a organizar todos os aspetos necessários para garantir que seja um local seguro. Os Não Docentes inquiridos respondem com o mesmo tipo de sentimentos, e na mesma ordem de percentagens.

Numa escala de 1 a 10, em que 1 é o mais baixo nível e o 10, o máximo de segurança, só cerca de 19% dos Docentes e 15% dos Não Docentes se posicionam abaixo do nível 5, o que significa que a grande maioria se sente segura neste momento a trabalhar nas suas escolas.

Um quarto grupo de conclusões refere-se às três maiores preocupações atuais dos Docentes com a sua atividade profissional, e que são:

1º – a saúde e a segurança no local de trabalho;

2º – o impacto da pandemia na saúde mental dos alunos;

3º – o excesso de trabalho.

Em relação aos Não Docentes, na identificação das três maiores preocupações com a sua atividade profissional atual, destaca-se:

1º – a saúde e segurança no local de trabalho,

2º – o excesso de trabalho;

3º – o comportamento dos alunos, a remuneração e a avaliação de desempenho.

Um quinto aspeto considerado nesta consulta foi a apreciação da reação ao processo de vacinação, sendo que foram registados muitos sinais de preocupação e insegurança, embora, na maioria dos casos, se verifique a disponibilidade para a vacinação e uma expetativa positiva em relação ao futuro da normalidade da atividade escolar.

Esta consulta permitiu, desta forma, estabelecer um quadro de conclusões em relação à necessidade de se investir na melhoria das condições que permitam o bem-estar emocional de todos quantos trabalham nas escolas, bem como a necessidade de se insistir na continuação do cumprimento de todas as normas de conduta que protejam a saúde pública.

 

Informação complementar

Esta consulta foi promovida pela FNE, através do seu site e das suas redes sociais; decorreu entre os dias 22 e 26 de março de 2021, e ocorreu na sequência da retomada da atividade letiva presencial em 15 de março de 2021 nas Creches, na Educação Pré-Escolar e no 1º ciclo do ensino básico, que envolveu cerca de 50 000 docentes e cerca de 25 000 não docentes.

Responderam a esta consulta 748 Docentes, 260 Não Docentes, num total de 1008 participantes.

 

 

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Confirma-se a Saída do Ministro da Educação

No passado Sábado o semanário sol antecipava uma remodelação do Governo e apontava o Ministro da Educação como substituível nesta remodelação.

Hoje confirmamos este cenário e o Ministro da Educação, farto de esperar pelo lugar de camarote no estádio de futebol do Benfica, por não ter direito a assistir à formula XPTO na tribuna de honra e por não ter direito a viajar para os jogos Olímpicos de Tóquio, por não ser permitida a entrada de público estrangeiro, resolveu bater com a porta do Ministério da Educação, com a tutela da Juventude e do Desporto.

Disse à saída:

“Lá pela especialidade da família ser o encantamento de burros, essa não é a minha especialidade. Vou voltar à carreira académica, tive uns quantos “combites” para investigar em novas áreas de estudo e vou aceitar. A minha vida académica está longe do fim. Ainda vão ter notícias minhas.”

 

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Escolas francesas fecharam…

O caminho tem que ser feito com muito cuidado. Não queremos um terceiro confinamento.

França fecha escolas e estende confinamento a todo o país

O Presidente francês Emmanuel Macron anunciou esta quarta-feira que as escolas vão fechar durante três semanas para tentar travar a terceira vaga de covid-19 e as medidas em vigor, nas regiões mais afetadas, vão ser alargadas a todo o país.

 

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Notícia do CM que Referia as Contas Para Eliminação das Quotas de Acesso ao 5.º e 7.º Escalão

Em busca no Google de um artigo meu sobre as contas feitas pelo Maurício Brito a meu pedido para analisar os custos com a eliminação das vagas no acesso ao 5.º e 7.º escalão encontrei notícia do Correio da Manhã que pegou no assunto.

 

Descongelar vagas para progressão de professores custa 6 milhões de euros por ano

 

Descongelamento teria impacto de 0,007% no Orçamento do Estado.

 

O estudo original encontra-se aqui e irá servir para juntar à documentação da minha futura audição na Comissão de Educação em defesa da anulação das vagas no acesso ao 5.º e 7.º escalão.

Se o Ministério da Educação achar que tem números diferentes e que causem qualquer impacto atual ou futuro no Orçamento do Ministério da Educação que o apresente em sua defesa que facilmente desmontarei com outros números.

 

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Novidades na DGAE…

 

 

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Plano de Recuperação de Aprendizagens 21/23 apresentado em maio

 

 

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Sendo a hora limite para aperfeiçoar a candidatura às 18 horas de hoje…

…vão alargar o prazo por motivos de manutenção do site?

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A Petição Pelo Fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão Foi Hoje Admitida

Fui hoje notificado via e-mail que a petição “Pelo Fim das Vagas no Acesso ao 5.º e 7.º Escalão” foi hoje admitida e encontra-se em Apreciação na Comissão de Educação, Ciência, Juventude e Desporto.

A petição deu entrada com 15.000 assinaturas, mas 14.781 foram validadas (é sempre importante que o nome completo seja colocado na assinatura da petição para que seja válidas).

A nota de admissibilidade encontra-se aqui e já foi pedido a consulta  das seguintes entidades para que se pronunciem sobre a mesma, no prazo de 20 dias:

  • Ministro da Educação
  • FENPROF – Federação Nacional dos Professores
  • FENEI – Federação Nacional de Ensino e Investigação
  • FNE – Federação Nacional de Educação Federação Portuguesa de Professores
  • Associação Nacional de Professores
  • Associação Nacional de Professores Contratados
  • SIPE – Sindicato Independente de Professores e Educadores
  • FPP – FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE PROFESSORES
  • Conselho de Escolas
  • ANDE – Associação Nacional de Dirigentes Escolares
  • ANDAEP – Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas

 

Vou aguardar com curiosidade a leitura destes pareceres que serão públicos oportunamente.

A Comissão deve apreciar e deliberar sobre a petição no prazo de 60 dias a contar da data da sua admissão, que começam a contar a partir de agora.

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Competências do Sub-Diretor da DGAE

Foi ontem publicado em Diário da República, através do despacho n.º 3413/2021, a delegação de competências ao recente nomeado Sub-Diretor Geral da DGAE, César Israel Paulo, praticados a partir do dia 18 de setembro de 2020.

Poderia escrever mais sobre o perfil do César Paulo, com uma opinião mais pessoal, mas deixarei para outra altura porque hoje apenas lhe quero dar os parabéns por todo o trabalho que tem feito no lugar que ocupa como Sub-Diretor Geral da DGAE, desde o ano passado.

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Reduzir programas e ajustá-los ao essencial

Algo que já defendo há anos. Os programas estão desajustados em relação à idade e maturidade dos alunos, são extensos e vão além das aprendizagens essenciais.

Os programas em vigor ainda vêm das metas de aprendizagem de Nuno Crato, entretanto foram introduzidas as Aprendizagens Essenciais e instalou-se a confusão nas salas de aula.

Interessa ajustar o programa às idades de cada ano de escolaridade e introduzir as novas áreas que têm vindo a ser anunciadas, mas que não se enquadram nos horários de cada ano, porque, simplesmente,  os atuais programas não deixam um minuto livre para que isso possa acontecer sem prejuízos.

Aguardemos para ver o que os especialistas, que não frequentam salas de aula, têm a dizer.

 

Governo admite reduzir programas e não quer prolongar aulas

“Não vamos assumir que um programa se cumpre independentemente das condições específicas em que é aplicado”, afirma o secretário de Estado da Educação, João Costa. Conselho Nacional de Educação e Conselho de Escolas também vão ser ouvidos para a preparação do plano de recuperação das aprendizagens.

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Escola de verão versus redução de alunos por turma.

 

A partir de um estudo diagnóstico das aprendizagens foi constatada a necessidade de recompensar a fraca qualidade das aprendizagens devido ao E&D. Vamos admitir como razoáveis as conclusões desse estudo apesar de não haver comparações que permitam separar os efeitos conjunturais da pandemia dos efeitos estruturais, uma vez que não temos dados para anos sem pandemia, apesar da conclusão «de que as dificuldades demonstradas pelos alunos nos níveis mais elevados não é diferente da registada em outros instrumentos de avaliação, nomeadamente em testes internacionais como o Programme for International Student Assessment –  PISA».

A Peralta, economista com acesso a órgãos de informação, apareceu a defender como recompensa a criação de uma escola de verão, isto é criar nas férias de verão um sistema para recuperar as aprendizagens. Mais propõe, que os monitores ou tutores fossem recrutados fora da escola. Ou seja, para esta senhora qualquer um pode prestar serviços educativos, o que posso concordar se o objetivo é fazer qualquer coisa para ocupar os estudantes… Pela qualidade da proposta está tudo dito quando se parte do princípio que qualquer um pode ensinar. Quanto à exequibilidade, foi tão lesta a apresentar contas do prejuízo da paragem das escolas duas semanas, mas agora não apresenta contas. Esta proposta só é realista ao não contar com os professores, porque talvez reconheça o cansaço dos docentes e o facto de que os professores têm muitas tarefas para desempenhar, como garantir os exames ou realização das PAPs, além de que não passa pela cabeça de ninguém os professores ficarem sem férias.

A solução, será na minha opinião, o que se debate na Assembleia da República, a redução de alunos por turma e um sistema de coadjuvações que permita recuperar ao longo do próximo ano letivo as aprendizagens falhadas. Assim, teríamos um prazo alargado para proceder às recuperações necessárias. Esta solução seria aplicada com verdadeiros profissionais da educação. Além disso, se o problema for essencialmente estrutural, com a redução de alunos e reforço de apoios, como coadjuvações, tutorias, salas de estudo, estamos a pensar no futuro e não num remendo. Só um esclarecimento, os apoios seriam substanciais e não paliativos, ainda que limitados a certas disciplinas, como acontece já com aulas de coadjuvação de 15 em 15 dias, ou seja, a haver coadjuvação seria em 50% da carga letiva.

Rui Ferreira

 

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Estamos a aprender a viver em submissão?

Estamos a aprender a viver em submissão?

1. Compreendo bem que, para o vice-almirante Gouveia e Melo, a vacinação de mais de 60 mil profissionais de Educação no último fim-de-semana seja tema central. Sem lhe retirar importância, compreendo menos bem que o seja também para os responsáveis políticos por um sistema de ensino em estado comatoso. Desnude-se o que temos, em síntese breve: perdas de aprendizagens acumuladas, por diagnosticar com seriedade; muitos traumas emocionais a que acudir; 17 mil alunos, que nem ensino remoto conseguiram; cerca de 80 mil com necessidades educativas especiais e mais de 350 mil apoiados pela Acção Social Escolar, praticamente abandonados; um perfil de aluno a embrulhar um vazio de soluções; um modelo de gestão de escolas autocrático, obediente à voz de um ministério sem prestígio nem força política; uma carreira docente que destrata os que estão e afasta os que queiram vir; um edifício legislativo pérfido, sujeito a trambolhões constantes; uma avaliação das aprendizagens aferida por baixo, pela mediocridade do que se pede, e uma lógica de exames adulterada e esfrangalhada. E os professores, vacinados mas sonâmbulos, suportam um sistema mergulhado nestas desigualdades e injustiças. Submissos, fogem ao confronto, único meio para começar a resolver um dos maiores problemas do nosso estar.
2. Em Los Angeles, o Unified School District adoptou uma aplicação informática desenvolvida pela Microsoft, destinada a gerar um código QR diário, necessário para que os alunos possam entrar na sua escola. Assim, todos os dias têm de fazer prova de terem um teste PCR negativo, dentro de datas de validade, para além de responderem, repete-se, diariamente, a perguntas de controlo sanitário. Só depois de cumpridas estas exigências os alunos obtêm um código QR, válido apenas para esse dia, para poderem entrar na escola.
Por cá, a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa foi a estranha protagonista de uma abusiva tentativa de controlo digital dos movimentos dos alunos, em situação de exame à distância, gravando ruídos, desvios do olhar, actividades do computador e tudo o que se passasse à sua volta, numa miserável intrusão na sua vida privada. Esta ousadia, este repugnante desprezo pela legalidade instituída (por enquanto), vindos da escola onde se formam os que devem zelar pela justiça, arrepiam. Esta enormidade teria consequências, se não estivéssemos a atravessar um período de gravíssima pandemia social, acrescentado à grave pandemia de saúde pública.
Na senda desta normalização do anormal, de mansinho e ainda que com as promessas do “estritamente indispensável”, o decreto do Presidente da República, que renovou o estado de emergência, admite a incursão nos dados pessoais dos cidadãos.
Que mundo é este, que está a ser criado?
Convocámos epidemiologistas, virologistas, geneticistas e especialistas de medicina molecular para combater o vírus. Precisamos agora de nos virar para as ciências sociais, para suster os ódios e as enormidades que o medo e a incerteza estão a potenciar. Com efeito, as condições sociopolíticas e económicas da sociedade portuguesa não foram consideradas na escolha das estratégias de combate à pandemia. Vejo pessoas desesperadas e esgotadas emocionalmente pelas profecias e pelas garantias de especialistas que se contradizem a cada passo. E já começo a ouvir novos argumentos defensores da necessidade de manter perenes as medidas sanitárias, porque, afinal, a vacinação em massa e a imunidade de grupo que originaria, não evitará a continuidade da transmissão infecciosa. Respeitáveis comentadores e articulistas rotulam de negacionistas todos os que recusam a padronização das opiniões ou invocam cientistas tão credenciados como os que têm lugar cativo nas televisões e deles discordam. Só que a discussão crítica de argumentos e visões diferentes não pode ser considerada como reacção patológica, muito menos como fenómeno de deslasse social. A menos que queiramos uma sociedade simplesmente mimética de autocratas e de interesses em disputa.
Como poderei catalogar uma sociedade que, há um ano, aceita sem vigoroso protesto o desumano encerramento dos seus velhos em lares, donde não são autorizados a sair mesmo depois de vacinados? Nada de bom espera uma democracia em que a pegajosa aceitação sem questionamento se tornou virtude.

In “Público” de 31.3.21

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Cinema Sem Conflitos: “Praias da Costa Sul de Ponta Delgada – Açores”

Subscreva o canal Cinema Sem Conflitos a Chegar as 1000 Subscrições em https://www.youtube.com/channel/UCj6LBbDs8j93ijiuI-IKd3Q

 

 

 

Mais videos didáticos sobre Amor e Sexualidade, Bullying, Dilemas Sociais, Drogas, Emoções, Família, Racismo, Relações Interpessoais, Religião e Cultura, Violência em  https://cinemasemconflitos.pt/

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Novo indicador de equidade e informação sobre a identidade do projeto educativo em cada escola

Novo indicador de equidade e informação sobre a identidade do projeto educativo em cada escola

 

O InfoEscolas, portal das estatísticas do ensino básico e secundário, apresenta a partir de hoje um conjunto de novos dados relativamente ao desempenho do sistema educativo, desagregados por região, município, agrupamento de escolas e estabelecimento de ensino. Desta forma, o Ministério da Educação, através da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, em colaboração com outros serviços da administração, prossegue o desígnio de apresentar mais e melhor informação, devidamente contextualizada, com vista à promoção do sucesso escolar de todos os alunos, nos diversos níveis e ofertas educativas e formativas que constituem os 12 anos da escolaridade obrigatória.
A etapa que hoje se cumpre apresenta três áreas de inovação.
Consulte o comunicado na íntegra em anexo.

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Palavras para quê?

A mim basta-me uma palavra: ignóbil.

Mais uma? traumatizado.

 

Como Responder A Um Idiota…

 

 

 

 

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Portaria 272-A/2017 Consolidada

Deixo neste artigo a Portaria n.º 272-A/2017, de 13 de setembro, com as alterações produzidas pela Portaria n.º 245-A/2020, de 16 de outubro, retificada pela Declaração de Retificação n.º 40-
A/2020, de 16 de outubro e com as alterações produzidas pela Portaria n.º 73-A/2021, de 30 de março.

Em breve faço as alterações ao simulador do blog para calcular o número de assistentes operacionais que cada agrupamento tem direito com as alterações introduzidas hoje.

 

Portaria n.º 272-A/2017, de 13 de setembro  – Consolidada

 

As alterações introduzidas pela Portaria n.º 73-A/2021, de 30 de março encontram-se a vermelho.

 

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Tiago afirma que escolas vão receber mais 2000 AO

 

Governo garante mais 2000 funcionários nas escolas. Foram as palavras de Tiago Brandão na AR.

Aguardemos…

 

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