Um Aviso ao pessoal da EPE e 1.º Ciclo

Tenham cuidados redobrados…

 

Expresso | Covid-19. Crianças entre os 5 e os 9 anos são o grupo com maior incidência de novos casos

Número de infeções é baixo, mas nunca este grupo tinha superado os outros. Regresso às escolas dos mais novos e vacinação dos mais velhos ajudam a explicar a inversão da distribuição de novos contágios

s especialistas já tinham alertado para o recente aumento do número de casos entre os mais novos, mas agora as crianças entre os 5 e os 9 anos já são mesmo o grupo etário com a incidência de covid mais elevada. Segundo a análise do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), com base nos dados da Direção-Geral da Saúde, este grupo ultrapassou aqueles onde “habitualmente a incidência era mais elevada, nomeadamente dos 20 aos 24 e dos mais de 85”, como refere ao Expresso Baltazar Nunes, responsável pela Unidade de Investigação Epidemiológica do INSA.

Até agora, as crianças com menos de 10 anos eram um dos grupos mais protegidos da infeção, mantendo sempre incidência mais baixa do que as restantes faixas da população. Os jovens entre os 20 e os 29 anos foram ao longo do último ano e durante muito tempo o grupo mais afetado. Já em janeiro deste ano, os idosos acima dos 80 anos superaram claramente todos os restantes grupos, refletindo-se essa incidência num aumento muito significativo da mortalidade.

 

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5 comentários

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    • PROFET on 10 de Abril de 2021 at 22:22
    • Responder

    É preciso tirar um curso para saber isto? Por aqui se vê o que este governo andou a fazer, ou melhor, não andou a fazer desde o início do ano letivo. Já todos sabíamos que os mais novos são na sua grande maioria assintomáticos. Ora, se não faziam testagem não os detetavam. Agora que andam a testar os docentes e não docentes e os contactos próximos (finalmente!), é óbvio que o número de infetados nesta faixa etária disparou. Houve sempre muitos infetados nesta faixa etária, só que não eram detetados porque não eram testados… a regra era, testar apenas os contactos próximos, mesmo muito próximos, tipo, apenas os siameses, estão a ver? E esta história continua, porque, mais uma vez, estes mentirosos do governo disseram que iriam fazer testagem massiva… mas só o fazem massivamente aos professores e funcionários, deixando de fora os alunos. Temos, novamente, uma bomba relógio prestes a rebentar, pois o vírus anda a circular e só vão fazer algo, mais uma vez, quando a disseminação já estiver fora de controlo. Fui fazer o primeiro teste ao covid 19 esta semana, aquele testezinho com pouca fiabilidade, e que de pouco servirá, visto que no dia seguinte, durante o qual recebi a resposta “negativo”, posso ter sido infetado por ter estado em contacto com uma centena de alunos que não foram testados. Este governo de aldrabões, incompetentes e criminosos mais parecem os protagonistas de um filme, mas daqueles de muito má qualidade… Não é comédia, não é drama, é de terror… porque, por aqui se vê o quanto as escolas são seguras… e até são, são seguras para o vírus… uma estância balnear, de luxo!

  1. Qual o problema de ser infetado se não tiveres doença grave?

      • Pintelho on 11 de Abril de 2021 at 11:42
      • Responder

      Ó Camelo (digo, GILete)!!!!!!….o problema é ninguem saber se terá ou não doença grave. O problema é ninguem saber se em 15 dias vai parar ao CEMITÉRIO.

      Entendes?….ou precisas que te faça um desenho?

    1. Infetar outros que possam desenvolver doença grave.

  2. Cá está um artigo que revela a profunda ignorância de quem o escreve.
    Se soubesse que os testes não servem de diagnóstico e que dão 80% de falsos positivos (vulgo sintomáticos). Por isso estão a fazer testes… Para terem números. Esta é uma pandemia de testes propagada pela comunicação social.
    E que a dita doença previne e cura se cura com ivermectina.
    Enfim!

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