Category: Rui Cardoso

Reserva de recrutamento n.º 32

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 32.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 01 de junho, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 02 de junho de 2020 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa

Listas

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SDPA pede integração nos quadros de mais de 1.300 docentes nos Açores

Sindicato pede integração nos quadros de mais de 1.300 docentes nos Açores

O Sindicato Democrático dos Professores dos Açores afirmou que o executivo açoriano deveria integrar nos quadros 1.334 professores, alertando para a precariedade dos docentes na região.

“Entende o SDPA que deverá o número de vagas para provimento do pessoal docente com contrato de trabalho a termo resolutivo ser estabelecido em paralelismo com o restante pessoal da Administração Pública Regional. Assim, ao estabelecer este paralelismo constatamos que existem 1.334 docentes que poderão reunir condições de integração nos quadros da Região Autónoma dos Açores”, defendeu o sindicato numa nota de imprensa.

Na sequência de uma reunião, por videoconferência, com o secretário regional da Educação e Cultura dos Açores, os dirigentes sindicais reivindicaram a integração de docentes a contrato nos quadros “em situação de equidade com todo o restante pessoal com relação jurídica de emprego público” na região.

 

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ME recua no corte dos orçamentos das escolas

Podem-se tirar algumas conclusões sobre este recuo. Voltaremos à escola em setembro, embora se tenha poupado até agora será necessário gastar mais no futuro… entre outras que a vossa fértil imaginação produzir.

 

Ministério recua na intenção de cortar orçamentos das escolas até 25%

As escolas foram surpreendidas, esta semana, com o anúncio de cortes entre os 14 e 25% dos seus orçamentos. A denúncia foi feita esta quinta-feira, no Parlamento, pelo BE. O Ministério anunciou horas depois que foi um erro que não será cumprido.

Os agrupamentos receberam um ofício do Instituto de Gestão financeira da Educação (Igefe), esta semana, a comunicar-lhes cortes nos orçamentos entre 14 e 25%, alguns casos até superiores, garantiu ao JN o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE). A deputada do BE Joana Mortágua denunciou a intenção durante a interpelação ao Governo, esta quinta-feira, no Parlamento. Horas depois o ME garantia que o documento foi um erro.

“A referida informação foi enviada, indevidamente, pelo que está a ser retirada. Não haverá cortes nas verbas atribuídas às escolas”, garantiu ao JN o gabinete do ministro, Tiago Brandão Rodrigues, através de uma resposta escrita.

 

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NÃO HAVERÁ APLAUSOS PARA OS DOCENTES, por Lindaura Grehorio

 

NÃO HAVERÁ APLAUSOS PARA OS DOCENTES

De um dia para o outro, os professores, montaram todo um sistema de educação obrigatória à distância, para continuar a sua missão de vida a partir de casa… Com dedicação!!!!
Materiais? Seu computador privado e pessoal; sua internet, sua luz … pagas do próprio bolso.
Espaços? A sala de sua casa, que a torna pública a desconhecidos, a intimidade de sua casa.
Direitos autorais? Cedidos! Pesquisas, imagem, textos, tarefas…
Exigências? Muitas!!!! Reclamações de todos a todo momento, sem sensibilidade alguma ao esforço súbito a que estamos submetidos!
A escola na sala de casa nunca acaba.
Um milhão de e-mails para atender… grupos pelo WhatsApp, chamadas, atendimento personalizado, aproximando-se da função tutorial… reuniões a qualquer hora, mensagens de toda ordem…
Gestores, Alunos, Famílias, Sociedade… nós professores, estamos trabalhando…
Na verdade multiplicamos por muito as nossas horas de trabalho, pois agora esclarecemos as dúvidas um a um, corrigimos as tarefas uma a uma, sem acréscimo salarial ou mero reconhecimento ou agradecimento por isso… Nos doamos para além do conteúdo, sem falar sobre as orientações de ordem psicológica, dentro da compreensão de fazer com que os nossos alunos vejam a transcendência do que estamos vivendo…

NÃO HAVERÁ APLAUSOS PARA 👏👏

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Divulgação: Oferta Formativa do Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique (Porto)

 

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Se eles reivindicam, porque não reivindicamos nós?

No meiode tudo isto há quem tenha tido que comprar computar, receba faturas de internet bombásticas, esgote o plafom do telémovel…

Sindicato na Madeira quer subsídio para compensar professores pelo ensino a distância

O Sindicato dos Professores da Madeira (SPM) reivindicou hoje benefícios fiscais e um subsídio compensatório aos docentes por terem utilizado recursos pessoais no processo de ensino à distância (E@A), na sequência das medidas de contenção da covid-19.

“Este procedimento só vingou porque os professores colocaram à disposição os seus recursos pessoais, como o computador, a internet, o telemóvel, o seu espaço em casa”, disse o dirigente sindical Miguel Ganança, em conferência de imprensa, no Funchal.

O SPM apresentou hoje os resultados de um inquérito sobre o “ensino à distância em tempo de confinamento”, ao qual responderam 502 professores, num universo de 6.000 que lecionam na Região Autónoma da Madeira.

“Temos 98% dos professores que utilizaram o computador pessoal. Isto não pode voltar a acontecer no próximo ano letivo. Terá de ser com recursos disponibilizados pela tutela [Secretaria Regional da Educação]”, sublinhou Miguel Ganança.

O sindicato defende, por isso, a atribuição de benefícios fiscais em sede de IRS (Imposto Sobre o Rendimento Singular) ou de um subsídio específico compensatório referente a 2020, bem como o fornecimento, a partir do próximo ano letivo, de todos os “recursos imprescindíveis” ao ensino à distância.

“Este ensino à distância é viável, mas tem de ser repensado”, afirmou Miguel Ganança, considerando que “muito provavelmente” será necessário implementá-lo no próximo ano, devido a uma eventual segunda vaga de covid-19.

O inquérito aos professores revela, por outro lado, que o E@A é “muito mais exigente” para estes e “menos interessante” para os alunos, apontando também para desigualdades ao nível da aprendizagem, devido à falta de equipamentos ou à pouca preparação de muitos encarregados de educação.

“Isto significa que, para o futuro, temos de repensar o processo, temos de ter orientações muito mais claras por parte da tutela sobre as disciplinas e a avaliação”, disse Miguel Ganança.

 

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Ensinar e aprender em tempo de COVID-19: entre o caos e a redenção

 

Ebook disponível para consulta ou download “Ensinar e aprender em tempo de COVID-19: entre o caos e a redenção”, com prefácio do Secretário de Estado Adjunto e da Educação João Costa, uma uma obra que pretende ajudar a interpretar o momento complexo que estamos a viver.

Ebook “Ensinar e aprender em tempo de COVID-19: entre o caos e a redenção”

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Concurso de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança

Aviso de abertura do concurso externo:

 

Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional, Lisboa
Escola Artística de Música do Conservatório Nacional, Lisboa
Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Aveiro
Escola Artística do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, Braga
Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra
Escola Artística do Conservatório de Música do Porto
Escola Artística do Instituto Gregoriano de Lisboa
Agrupamento de Escolas de Bemposta, Portimão
Agrupamento de Escolas de Vialonga, Vila Franca de Xira

 

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Saem por cima os que actuam por baixo – Santana Castilho

 

Saem por cima os que actuam por baixo

1. No meu último artigo, manifestei receio sobre a possibilidade de se “normalizar” a solução improvisada para entreter alunos afastados da escola, a que, impropriamente, chamaram ensino a distância. Em tempo de confinamento drástico, essa solução foi um instrumento para preservar uma actividade mínima de ensino, cumprida com espírito de missão e contornando dificuldades múltiplas. Entretanto, este “ensino a distância”, de emergência, começa agora a ser sugerido como alternativa. Se a ideia colher, revelar-se-á perversa por tender, no limite, a substituir professores de corpo e alma por assistentes digitais, sem sindicatos, sem greves e com enormes vantagens económicas para o empregador, no que toca a custos operacionais.
Para o êxito da coisa terá contribuído a vertente “telescola”, protagonizada por professores do século XXI, aparentemente prosélitos das pedagogias não directivas e opositores das aulas magistrais. Cantam rap, dançam zumba e prestam-se a demonstrar as suas metodologias inovadoras nos programas de Cristina Ferreira e de Manuel Luís Goucha.
Para quem bate palmas, pouco importam a pobreza de muitas abordagens e os erros científicos. Vi uma aula de Português dominada pela leitura soletrada de um PowerPoint medíocre, onde Camões foi apresentado como coisa menor. Numa aula de História, a propósito do Renascimento, o astrónomo Nicolau Copérnico, polaco, foi associado a Itália. A Polónia, cuja origem vem do século X, foi citada como criada após a Primeira Guerra Mundial. A embaixada da Polónia protestou. Numa aula de Ciências Naturais, os transgénicos foram apontados como perigosos para a saúde e foi feita uma referência ao “uso inadequado de hormonas de crescimento nas explorações pecuárias”, quando, na verdade, as hormonas de crescimento estão proibidas para tal fim, no espaço europeu. O biólogo Pedro Fevereiro, presidente do Centro de Informação de Biotecnologia, antigo Bastonário da Ordem dos Biólogos e ex-membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, reagiu publicamente, dizendo que o que foi ensinado está errado, do ponto de vista científico, e constituiu doutrina, que não ciência. Por outro lado, numa outra aula, o sobreiro foi apresentado como árvore de folha caduca, quando é sabido que as folhas do sobreiro não caem no inverno.
Sob o pretexto das medidas sanitárias e explorando a lógica do medo, o ensino remoto vai, assim, fazendo o seu caminho, ante professores passivos e incapazes de criticarem e combaterem aquilo de que se arrependerão futuramente. A apologia das vantagens do ensino remoto ameaça transformá-lo no modelo pedagógico dominante. Isso, nas condições actuais de menorização social do professor, implica enfraquecer e degradar ainda mais a profissionalidade docente, que é o fundamento anímico para a existência da Escola.
Sem liderança sábia, são os impulsos casuísticos que determinam o caminho. Ninguém sabe para onde iremos no próximo ano lectivo.
O espectáculo ridiculamente pequenino em que se envolveram Costa, Marcelo e Centeno, a propósito do Novo Banco, enlameou a dignidade do Estado. Belos exemplos de hipocrisia em tempos de pandemia: saem por cima os que actuam por baixo
2. As alterações anunciadas aos exames nacionais retiraram-lhes a validade como instrumento de relativização das classificações das escolas e garante de cumprimento universal de um curriculum nacional. Com efeito, com perguntas opcionais e com a possibilidade de responder a tudo, para que os classificadores, obrigados a classificar todas as respostas, escolham as melhores, desaparece a fiabilidade do exercício e a equidade dos resultados. Qual é a validade de um exame, cuja lógica estrutural cedeu o passo, em grande parte, ao livre arbítrio do examinado?
3. Independentemente de quem ganhou e quem perdeu, o espectáculo ridiculamente pequenino em que se envolveram Costa, Marcelo e Centeno, a propósito do Novo Banco, enlameou a dignidade do Estado. Num dia, ao dizer que Costa tinha estado “muito bem” no Novo Banco, Marcelo pronunciou-se sobre o diferendo Costa/Centeno. No dia seguinte, em nota publicada no site da presidência, Marcelo escreveu que o Presidente da República não tinha de se pronunciar sobre isso. Entretanto, depois da lamentável cena na AR, António Costa reafirmou a confiança num ministro que condenou a arrastar-se no Governo e no Eurogrupo até sair (quando o orçamento rectificativo for apresentado e a agenda europeia o autorizar).
Belos exemplos de hipocrisia em tempos de pandemia: saem por cima os que actuam por baixo.

 

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No Brasil e no Canadá, há alunos a ter aulas pela RTP Memória

 

Uma (tele)escola em português com sotaque paulista

Na casa de Mariana, admite, são raros os minutos em que a televisão não está ligada num canal português. O marido é neto de portugueses e o timbre fadista faz-lhe falta. “Adora Portugal e gosta de ver coisas de Portugal.” Num destes dias, enquanto assistiam ao telejornal da SIC, a surpresa assaltou-lhes o rosto quando viram ser anunciado o arranque das aulas da RTP Memória. No seu sotaque paulista, não escondeu o entusiasmo: “Nossa, que oportunidade! Graças a Deus!”, recorda. E não poupa a ideia de elogios: “Fizeram um cenário, tiveram uma preocupação, um carinho. Estou impressionada pra caramba.”

Desde que as ruas do Brasil pararam para ver sambar o Carnaval de todas as cores e silhuetas, tudo mudou. Foi por volta dessa altura que a pequena Laura trocou a sala de aula pela sala da casa. Já não era tempo de festa, estava provado. “Lembro-me que houve uma semana que resolvemos não mandá-la [para a escola], porque já estávamos a registar casos. Até porque nessa altura não era obrigatório ir, eram atividades de Carnaval. Depois, a escola fechou”.

Uma semana mais tarde, os pais foram chamados à escola “para pegar um livro de Português e Matemática, com exercícios para eles fazerem em casa”, conta. Não havia mais nada nos planos para a educação. Nem orientações às escolas vindas da tutela – à semelhança do que ocorreu em Portugal -, deixando o sistema e aqueles que dele dependem à mercê da vontade de cada professor. “Por conta dela, não porque é obrigatório, a professora criou um grupo de WhatsApp para falar com eles e a Laura todos os dias entra para falar com a professora, mostra o que fez nas aulas da televisão.”

Já lá vão os dias em que estudar se tornava cada vez mais numa obrigação aborrecida que tanto exigiam a Laura, sempre um passo à frente de todas as engrenagens. “Ela gosta muito de estudar. Não sei se é por ela nos ver lendo muito e vendo o jornal. Na escola, ela é a aluna mais adiantada da sala, a professora tem de dar alguma coisa para ela não se aborrecer”, conta Mariana. Com a telescola portuguesa, os dias têm outro fim. Com a matéria “um pouquinho mais avançada”, Laura já “não fica frustrada” ao assistir às aulas de 3.º e 4.º ano. “Está a desafiá-la e ela adora.”

Nem o português da Europa é matéria estranha nos seus dias. Mariana conta que, no que toca às expressões idiomáticas da língua de Camões, “ela já é melhor” do que a mãe. “Até diz que, quando for mais velha, vai morar para Portugal. Isto aqui não está fácil” e Laura sabe-o. Vai treinando o sotaque, entre artes plásticas e umas piruetas no quarto. As aulas preferidas são as de educação artística e educação física. “De vez em quando, vou encontrá-la lá no quarto cheia de panela, vassoura, a fazer a aula. Eles pedem uma lista de material para a próxima aula e ela me avisa o que precisa.”

Entretanto, a palavra já correu entre pais. Mariana Pasquarelli fez questão de partilhar a novidade com outros pais, que estão a adotar as aulas do #EstudoEmCasa.

 

No Canadá, todos os dias são de RTP, uma vez por semana de telescola

A palavra já corre aquele canto do Brasil, mas não só. Lá no topo do globo, a boa nova também chegou.

Denise Carreira tem nome português, mas é nascida e criada no Canadá, mais propriamente em Vancouver. O histórico de vida denuncia-lhe o sotaque, um português de meia palavra, atraiçoada pela língua inglesa, quando calha. De Portugal, tem gravada a decisão dos seus pais de emigrarem para o outro lado do Atlântico e os anos que trabalhou em escolas portuguesas como professora de inglês. Regressaria ao Canadá de mão dada com um português, que deixou a família para trás para ir morar com ela em Vancouver. Acabaram por casar e são hoje pais do pequeno Jacob, de nove anos. Denise ainda leciona inglês, no ensino secundário – nestes tempos que correm, fá-lo à distância.

Mas a língua portuguesa é presença habitual também nesta casa. “Já vemos às vezes a RTP em casa, o meu marido está sempre a ler as notícias, lê o Diário de Notícias, a Bola”, conta Denise. Foi na televisão que “viu que os portugueses iam ter aulas na televisão”. “O meu marido até se lembrou de que via, há muitos anos, aulas como estas na televisão. Disse-me logo: “Olha, é como a telescola, mais ou menos”. Ele esteve em França, uns anos, e os pais conseguiam mostrar-lhe estas aulas.”

A boa memória destes tempos fez o pai de Jacob não duvidar de que seria uma boa alternativa ao ano letivo do filho travado pela pandemia. Até ao final da semana passada, o Canadá registava um total e 82 420 casos positivos de covid-19 e 6245 óbitos. Pela força dos números, a primavera canadiana retrocedeu. Em Vancouver, professores e alunos viram as escolas fechar durante a suspensão letiva à qual designam “spring break”.

“Aqui, não tínhamos muitos casos, mas a decisão foi nacional. As escolas só ficaram abertas para os social workers, os profissionais de saúde” e outros trabalhadores essenciais na linha da frente [tal como aconteceu em Portugal], recorda Denise Carreira, que a partir daqui teve de assegurar o ensino do filho em casa. “A professora enviou umas fichas em papel, de vez em quando manda uns e-mails, mas eu é que tenho de apoiar o ensino dele”. Por escolha da maioria dos pais, aliás, é que ficou assim decidido, que a aprendizagem passaria a ser assegurada com o seu apoio. “Acho que o meu filho gostava de mais apoio, de ver a professora, mas ela perguntou aos pais como queriam que fosse – online ou só envio de fichas – e a maioria disse que queria assim. Porque para eles estarem a ligar o computador à mesma hora poderia ser bastante difícil.”

Na amargura dos dias, num “balanço difícil entre o trabalho e o resto”, Denise encontrou na telescola da RTP a oportunidade para que Jacob pudesse continuar a lidar com uma figura docente, enquanto aperfeiçoava o seu português. Uma ou duas vezes por semana, o aluno de nove anos senta-se em frente à televisão para assistir às aulas de Português do 1.º e 2.º anos – “porque aqui ainda não está avançado” – e Matemática do 3.º e 4.º anos.

Tem sido um sucesso lá por casa. “Ele consegue estar a ver, a escrever, a pintar, enquanto está em frente à televisão. É uma coisa mais humana, porque está ali um professor ou uma professora.”

Em Portugal, a telescola bate recordes de audiência na RTP Memória. Lá fora, colmata os efeitos de governos que deixaram para trás milhares de crianças e jovens.

 

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Ser professor é “horrivel” pela boca de uma mãe…

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Regresso às aulas só no final de setembro e provavelmente com aulas virtuais e físicas

 

Regresso às aulas só no final de setembro e provavelmente com aulas virtuais e físicas

A data de arranque da segunda fase de exames do ensino secundário vai atrasar o início do próximo ano letivo. Os exames de segunda fase, que habitualmente são realizados em julho, foram adiados para 1 de setembro e vão decorrer até 7. Tudo isso leva os diretores escolares a prever que o próximo ano letivo só venha a ter início na segunda quinzena de setembro, numa altura em que as escolas aguardam orientações para planear possíveis alternativas.

“Não sei se as aulas poderão começar na primeira quinzena de setembro”, explica Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) ao “Jornal de Notícias”. E reforça que, aconteça o que aconteça, o próximo calendário escolar — referente ao ano letivo de 2020/2021 — terá de “refletir os contrangimentos” sentidos pelo surto da COVID-19.

Mas o presidente da ANDAEP não põe de parte a possibilidade de os alunos dos anos entre o pré-escolar e o segundo ciclo conseguirem retomar as aulas mais cedo. Mas essa é uma decisão que terá de ser tomada pela tutela.

Já Manuel Pereira, líder da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), ressalva que há professores que, embora dêem aulas no ensino secundário, também o fazem no ensino básico. Por isso mesmo, defende que o arranque do ano letivo deve ser feito de forma igual para todos os ciclos, “até porque este ano letivo vai terminar mais tarde do que estava previsto”.

Mas se o regresso à escola será feito presencialmente, nas salas de aula, ou através de telescola, é uma decisão que só deverá ser formalmente anunciada em julho — depois de o Ministério da Educação emitir o despacho referente à organização do ano letivo.

Mas Filinto Lima avança algumas hipóteses e não se admira que “seja previsto um modelo híbrido” para que esteja prevista a possibilidade de, se necessário, regressar-se ao confinamento. Mas garante que esta não é a opção mais adequada, segundo declarações ao mesmo jornal.

 

 

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Direito de resposta à peça «Estado autorizou despesa de 20 milhões por licenças que “antes eram grátis”

 

Sobre as licenças digitais e o acesso às plataformas de ensino à distância

Um esclarecimento que se impõe no tempo das fake news

O jornal “i” traz à primeira página da edição de hoje, terça-feira, 26 de maio de 2020, uma “notícia” que é o exemplo paradigmático do mal que assola o jornalismo: com o título «Estado autorizou despesa de 20 milhões por licenças que “antes eram grátis”» na capa, remete-se o leitor para a página 10 onde se lê uma peça feita a partir de manipulação de factos, sem qualquer tipo de verificação nem tampouco contraditório.

É completamente mentira que as licenças digitais tenham alguma coisa a ver com os acessos às plataformas digitais, porquanto:

1)            As licenças digitais que o Estado oferece, desde o ano letivo 2018/19, a todos os alunos, do 1.º ao 12.º anos, que frequentam escolas públicas, em complemento aos manuais escolares em papel, consistem na disponibilização de recursos digitais “desenvolvidos em articulação direta com os respetivos manuais”. Estas licenças não incluem a versão digital do manual e são adquiridas pelo Estado para as oferecer aos alunos, conforme consta da Convenção de Preços de Manuais Escolares, assinada em junho de 2018 entre a DGAE – Direção Geral de Atividades Económicas e a APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros;

2)            Conforme a própria Resolução do Conselho de Ministros n.º 37/2020 informa com clareza, a despesa é “relativa à aquisição de licenças digitais dos manuais, no ano letivo 2019/2020, a distribuir a todos os alunos do ensino público abrangidos pela medida de gratuitidade dos manuais escolares”, ou seja, a licenças digitais que foram disponibilizadas em setembro de 2019 e que estão a ser usadas pelos alunos desde o início do presente ano letivo, cujo pagamento está atrasado quase um ano;

3)            As plataformas de ensino à distância (eLearning) da responsabilidade das editoras proporcionam conteúdos educativos digitais devidamente estruturados por disciplina e ano de escolaridade, que sustentam processos de ensino presencial, em contexto de sala de aula, e também de ensino à distância (como se verifica desde 16 de março passado), mas também metodologias de aprendizagem autónoma entre outras funcionalidades. Estas plataformas disponibilizam também o acesso às versões digitais dos manuais escolares, o que também as distingue das licenças digitais;

4)            Estas plataformas de ensino à distância sempre foram de subscrição paga, e eram até agora usadas maioritariamente por alunos de escolas privadas. Apenas e só no contexto de pandemia, e no momento em que o Governo anunciou, a 12 de março deste ano, o fecho das escolas é que as editoras tornaram gratuito o acesso universal a essas plataformas, num exercício de inegável responsabilidade social e consciência cívica que não merece a tentativa de enlamear por manobras de propaganda política de cariz demagógico e populista nem por fake news.

Face ao exposto, e ao abrigo da Lei de Imprensa, exige-se ao jornal i a reposição da verdade dos factos, com o mesmo destaque e o espaço informativo disponibilizado à “peça” em causa, incluindo a chamada à 1.ª página.

APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros

 

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Circular B20041504R – Docentes incapacitados para funções docentes mas aptos para outras funções

 

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Debate: Preparar o Futuro – Educação

 

 

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Quase 20 milhões para licenças de manuais digitais que são gratuitas?

 

As editoras Porto Editora e Leya anunciaram que disponibilizaram todos os conteúdos educativos digitais gratuitamente durante todo o período de quarentena. Mas, em 15 de Maio, o Governo autorizou a despesa relativa à aquisição de licenças digitais de manuais, para este ano letivo (2019/20), “até ao montante global 19.768.000 euros, ao qual acresce o IVA à taxa legal em vigor”. Se as licenças são gratuitas, então o Governo está gastar dinheiro porquê?

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A perplexidade do Secretário de Estado

 

Aquando da intervenção de um aluno no programa Prós e Contras, foi referido que há cursos que não retomaram as atividades presenciais no 11.º e 12.º ano. Acabou por mencionar alguns cursos.

O SE afirmou estar perplexo com essa constatação e referiu que o decreto-lei é claro, todos deviam ter voltado às aulas presenciais, não só os Científico- Humanísticos. Afirmou também que a situação iria ser averiguada.

Tenho para mim que haverá muito a averiguar e talvez a perplexidade venha a aumentar. Não sei se o número de interpretações dignas de perplexiade.

Fica o artigo que causou a celeuma…

Artigo 3.º

Atividades letivas em regime presencial

1 – As atividades letivas em regime presencial são retomadas no dia 18 de maio de 2020 para os alunos do 11.º e 12.º anos de escolaridade e dos 2.º e 3.º anos dos cursos de dupla certificação do ensino secundário, bem como para os alunos dos cursos artísticos especializados não conferentes de dupla certificação, nas disciplinas que têm oferta de exame final nacional, mantendo-se, sem prejuízo do disposto nos números seguintes, as restantes disciplinas em regime não presencial.

2 – Consideram-se em regime presencial, para o efeito do disposto no número anterior:

a) Nos cursos científico-humanísticos, todas as disciplinas do 11.º e 12.º anos com oferta de exame final nacional, bem como as línguas estrangeiras, com exceção das disciplinas trienais no 11.º ano;

b) Nas restantes ofertas educativas e formativas, as disciplinas com conteúdos idênticos ou com a mesma designação das que, nos termos da alínea anterior, têm oferta de exame final nacional.

3 – As disciplinas oferecidas em regime presencial são frequentadas por todos os alunos, independentemente das suas opções quanto aos exames que vão realizar enquanto provas de ingresso.

Quantas interpretações estarão em vigor?

 

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Um Prós cheio de Contras…

 

Durante todo o programa, houve uma pergunta que me assaltou…

Como é que fazem um debate sobre educação e não convidam nenhum professor que esteja no terreno?

De teoria está o povo cheio… os professores então…

 

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Estudo revela que os professores trabalham mais 11 horas por semana em E@D

 

Maioria dos professores dá aulas por videoconferência e admite trabalhar mais

Segundo os resultados preliminares de um inquérito da Universidade Nova de Lisboa, sobre o ensino à distância, os 2.647 professores inquiridos dizem trabalhar, em média, mais 11 horas por semana e 88% afirmam dar aulas através de videoconferência.

Entre aqueles que não optaram por esta ferramenta estão, sobretudo, educadores do pré-escolar (cerca de 44% de educadores) e do primeiro ciclo (cerca de 14%).

A adesão dos alunos tem sido positiva, segundo os docentes que responderam ao inquérito do Centro de Economia da Educação da Faculdade de Economia (Nova SBE) entre 05 e 19 de maio, e aqueles que utilizam as plataformas de videoconferência afirmam que 86% dos seus alunos assiste às aulas.

Por outro lado, os docentes avaliam em 4,5 (numa escala de 1-7) a capacidade de apreensão da matéria por parte dos alunos nestas aulas síncronas, em que a assiduidade e participação são dois dos critérios de avaliação adotados pela maioria dos professores (67,7% e 64,8%), além da recolha de trabalhos de casa (84,1%).

Durante o 3.º período, o acesso aos dispositivos tecnológicos que permitem acompanhar as aulas ‘online’ continua a ser uma dificuldade e, em média, os professores reportam que 15% dos seus alunos não têm acesso a computador com internet em casa.

Os autores do estudo notam, no entanto, que apesar deste valor ser mais baixo em relação ao reportado na primeira ronda do inquérito, no final de março, continua a registar-se “uma grande variabilidade nas respostas a esta questão, com uma percentagem significativa de professores a reportar um número elevado de alunos sem computador com acesso a Internet”.

“Tal levanta a necessidade de se aferir quais os alunos que tiveram um acesso incompleto aos conteúdos curriculares durante este período, e que devem ser sinalizados no início do próximo ano letivo”, continua o relatório.

Em 20 de abril, a RTP Memória lançou o espaço #EstudoEmCasa, com aulas através da televisão, que abrange aulas destinadas aos alunos entre o primeiro e o nono ano de escolaridade.

A transmissão televisiva de conteúdos educativos foi uma das propostas do Governo para mitigar as dificuldades de acesso ao ensino, em tempos de trabalho à distância, dos alunos mais carenciados, mas iniciativa foi bem recebida por muitos dos professores, que incluíram a ferramenta nas suas planificações para o 3.º período.

Estas aulas foram também analisadas no inquérito da Nova SBE e, segundo os resultados, cerca de 62% dos 2.647 professores inquiridos lecionam disciplinas com aulas no #EstudoEmCasa e a avaliação é tendencialmente positiva.

Em média, os professores avaliam em 5,2 (numa escala de 1-7) a qualidade das aulas da RTP Memória e, numa escala de 1-5, recomendam o visionamento aos alunos em 3,7.

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Lista de Colocação – R. A. Madeira

 

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Problemas com a internet levam professores a não conseguir E@D

Problemas a nível nacional com a rede de Internet levaram os professores a não conseguir estabelecer contacto com os seus alunos.

São contingências como esta que tornam inviável este tipo de ensino…

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Madeira – Conteúdos lecionados por videoconferência não vão ser avaliados

 

Conteúdos lecionados por videoconferência não vão ser avaliados

Os conteúdos educativos apresentados através de videoconferência, durante o período de confinamento, não vão contar para a avaliação do terceiro período. A decisão foi tomada, esta manhã, após consensualização entre a Secretaria Regional da Educação e o Sindicato dos Professores da Madeira.

O assunto foi discutido, hoje, entre a Secretaria Regional da Educação e o Sindicato dos Professores da Madeira.

Em cima da mesa, tal como referiu o dirigente daquele sindicato, Francisco Oliveira, esteve também a questão da segurança face ao novo Coronavírus.

Estas matérias integram um conjunto de orientações que a Secretaria Regional da Educação está a preparar para enviar às escolas da Madeira.

 

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Nada como colaborar no #EstudoEmcasa no youtube…

E ter condições como estas…

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Já ninguém bate palmas aos enfermeiros

 

Já ninguém bate palmas aos enfermeiros

De repente, o anormal tornou-se normal, o medo tornou-se um hábito e como todos os hábitos tornou-se normal. Já ninguém tem medo de ter medo do vírus que entrou nas nossas vidas e que as limitou.

O desconfinamento trouxe alguma normalidade às vidas de milhões de pessoas que sentiram o medo do desconhecido, da doença, da incerteza de poderem levar uma vida considerada normal. Mas o problema não era o confinamento é o retorno ao anormal.

Assistiram-se a homenagens à porta dos hospitais, houve horas marcadas para se bater palmas à varanda e às janelas, houve doações simpáticas de bolos e pasteis, material de proteção, cremes para as mãos e para a cara, bebidas e águas, mas já tudo passou. Tenta-se voltar à normalidade de máscara colada à cara e já se esqueceu quem esteve na linha da frente a dar o seu melhor, a pôr a sua vida em risco pelo maior bem que todos possuímos, a nossa vida. Não tardará muito a que os heróis se tornem bestas novamente.

Bastou uma pequena esperança de (a)normalidade para que tudo o resto fosse esquecido. A normalidade com que já se fala e conversa sobre um vírus que, por força de nos ser enfiado pelos olhos a dentro a todas as horas do dia, tornou uma vulgaridade a luta dos profissionais de saúde para o travar na tentativa de nos levar desta vida. Não tardará a ser dito que não fizeram mais nada do que a sua obrigação, que é para isso que são pagos e escolheram a profissão.

A sociedade anseia por voltar ao que era, ao que tinha, ao que era possível fazer e dizer antes de ter medo de morrer de um momento para o outro com uma doença sem tratamento conhecido. Por isso, quem os trata já não está nas primeiras páginas dos jornais, nem abre telejornais. Não tardará a que se noticie mais uma agressão a um médico ou a um enfermeiro num desses hospitais.

Se até agora ninguém se importou, porque se importaria, agora, com as condições de trabalho dos enfermeiros que há vinte anos não têm carreira, que viram a sua profissão ser retirada da lista de profissões de desgaste rápido, que não veem as suas especialidades reconhecidas financeiramente. Porque se importaria com uma classe que se fartou de promessas e veio para a rua ser criticada pelos decisores, pelos doentes que trataram, pelos que agora entregaram as suas vidas nas suas mãos, pelos que choraram a eles abraçados, por toda uma sociedade que os chamou de “bestas” só por pedirem o que lhe é de direito. Não tardará a que digam que ganham demais para aquilo que fazem.

Não tardará a que a anormalidade se torne normal. Não tardará que a imagem se teve dos enfermeiros e outros técnicos de saúde durante o período de pandemia se desvaneça e se volte a olhar para eles como mais uns que são como tantos outros.

O povo diz, na sua grande sabedoria, que só se reza a Santa Bárbara quando troveja. O povo tem razão, porque passada a tormenta já ninguém bate palmas aos enfermeiros, já ninguém quer saber daqueles que o que tinham e o que não tinham, que se expuseram à doença de uma forma altruísta e com espirito de missão.

Oxalá não seja necessário bater novamente palmas aos enfermeiros pela mesma razão. Bater-lhes palmas da próxima vez que os virmos na rua a exigir melhores condições de trabalho e de vida para nos valerem numa aflição, será melhor que lhes chamar de “bestas”, pois então!

Apoiar a luta de um trabalhador que exige melhores condições de vida e de trabalho é o mesmo que apoiar um melhor serviço por ele prestado. No caso dos enfermeiros levamos uma grande lição. De “bestas” passaram a “bestiais” esperemos que o que o futuro nos reserva não nos faça mudar, mais uma vez, de opinião.

Já ninguém bate palmas aos enfermeiros como não bateram aos professores, aos agricultores, aos caixas de supermercado, aos homens do lixo, aos motoristas, aos jornalistas… mas estranhamente continuam a bater palmas aos políticos e politizados!

 

Rui Gualdino Cardoso, colaborador de Blog DeAr Lindo

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Preparação desigual dos alunos para os exames do secundário preocupa diretores das escolas

 

Preparação desigual dos alunos para os exames do secundário preocupa diretores das escolas

As aulas presenciais para os alunos do 11º e 12º anos nalgumas disciplinas foram retomadas na passada segunda-feira e a grande maioria não hesitou em marcar presença. Só uma minoria de jovens optou por não ir, por receio do contágio e situações de risco na família. Para estes, as escolas deixam de ter de oferecer o ensino à distância nas disciplinas em que há aulas presenciais a decorrer. Como será feita a avaliação de todas estas situações — entre estudantes que vão, que deixaram de ir, que têm metade da carga horária ou integral — é a questão que se coloca agora à medida que o final do 3º período se aproxima.

“Os alunos, seja em que circunstância for, são avaliados pelos elementos recolhidos pelos professores. Todos têm as notas do 2º período atribuídas. E dificilmente um professor dará uma nota inferior, a menos que o aluno, de forma propositada ou dolosa, se ausente. Quanto muito poderá valorizar num ponto um aluno que se esforçou mais no 3º período. É esta a orientação que dou aos professores”, afirma José Lemos de Sousa, presidente do Conselho das Escolas.

 

 

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Recrutamento de Professores – Angola

 

 

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54 funcionários de creches testaram positivo

Todos a queles que trabalham em Creches foram testados, 54 testaram positivo para COVID 19. Os professores que voltaram as aulas presenciais não foram testados, ainda não se ouviu dizer que as(os) Educadoras(es) e as(os) AO que no dia 1 de junho vão estar ao serviço nos Jardins de Infância vão ser testadas(os). Os docentes que trabalham nas Unidades de Autismo, que também vão regressar foram testados? Será por as Creches pertencerem, na sua grande maioria, à rede de ensino particular e IPSS, foram obrigadas a fazer a testagem?

 

Cerca de 70% das creches abriram. 54 funcionários testaram positivo

Segundo dados do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social enviados ao final do dia desta sexta-feira, estavam ainda por testar cerca de dois mil funcionários de creches. Mas o Governo sublinha: a testagem não é obrigatória.

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10% dos alunos não compareceram às aulas presenciais

 

Nove em dez alunos foram as aulas e os docentes não faltaram

Nove em cada dez alunos do ensino secundário regressaram esta semana às escolas para ter aulas presenciais assim como esteve presente a “quase a totalidade” dos professores previstos, segundo dados do Ministério da Educação.

Na segunda-feira os alunos do 11.º e 12.º anos de escolaridade assim como os do 2.º e 3.º anos dos cursos de dupla certificação do ensino secundário voltaram a ter aulas presenciais, depois de dois meses de ensino à distância decretado pelo Governo como forma de conter a disseminação do novo coronavírus.

Em resposta à Lusa, o gabinete do Ministério da Educação (ME) revelou que “cerca de 90% dos alunos estiveram presentes durante esta primeira semana de aulas presenciais.”

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5 NOITES 5 DIRETOS COM ALFREDO lEITE

5 NOITES 5 DIRETOS

Muitas vezes já não posso ouvir falar no…no…sabe de que é que estou a falar, não sabe? No ví…ví…ví…vír…

E na quarentena, e na pandemia…

Mas temos que falar!

Nomeadamente pelas crianças e jovens! Temos que falar! Sábado, temos a nossa Masterclass repleta de pessoas interessadas e interessantes.

As questões são muitas, as dúvidas são cada vez mais…a incerteza é nossa inimiga.

Vamos estar em direto.

Porque sei que tem coisas para acrescentar. Pistas práticas para o nosso dia. Ideias para melhorarmos. E sim, podemos ter um pouco de lamentações, até porque estes diretos são sensibilização. No sábado é a doer. Trabalho. Mas até lá, podemos crescer uns com os outros, com algum desabafo.

Os corajosos que vão partilhar o direto são:

Ana Barradas, Educadora “Esperança”, uma pessoa com um carisma que cativou até o “Doutor”, que é tantas vezes chato. Uma das dinamizadoras do SCMM (Somos Capazes de Melhorar o Momento), uma iniciativa que ajudou (mesmo!), milhares de famílias, não “apenas” pelas atividades propostas, mas pelo coração.
Maria Tomaz, diz que é “Olhar a família , a escola, e a realidade pela perspetiva da criança), e eu concordo! Obrigado pela sua postura e gentiliza. As famílias que trabalham consigo, têm sorte! (https://www.facebook.com/mariatomaz.educa/).

Nuno Vilaça, que só pela sua coragem, gentileza e atenção, já merece a minha imensa admiração.E é um pretexto para o “Doutor” ir a Braga. Visitar o Nuno ao hospital…

E gostava de ter o depoimento de uma jovem…porque não são só as crianças que vão sofrer.

A partir do próximo domingo, às 21:30 na minha página, em direto, Rumo à Masterclass, rumo ao serenar do coração…

Sem pieguice, com profissionalismo,…

https://www.facebook.com/AlfredoLeitePsi

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Diretores exigem regras claras para o próximo ano letivo

Diretores exigem regras claras para o próximo ano letivo

Os diretores das escolas dizem que é urgente começar desde já a preparar o próximo ano lectivo. Esta semana na entrevista à Renascença, o Ministro da Educação disse que temos de nos preparar para uma conjugação entre ensino à distância e presencial, mas as escolas precisam de orientações claras e objectivas. O que nem sempre aconteceu nos últimos meses, relatou na comissão parlamentar de Educação o presidente do Conselho das Escolas.

José Eduardo Lemos falou mesmo em “documentos pouco claros que chegavam às escolas sem data e sem assinaturas”.

Nesta comissão parlamentar, David Sousa, da direção da Associação Nacional de Agrupamentos de Escolas referiu que é urgente essa definição porque as “escolas têm de passar deste ensino de emergência para um verdadeiro ensino à distância planeado e que possa complementar o presencial com as aulas pela televisão”.

Esta associação defende ainda que este ano, a título expecional, os manuais gratuitos devem ficar com os alunos e que a aposta deve ser nos manuais digitais.

Nesta comissão foram ouvidas ainda outras entidades do setor, num requerimento feito pelo PSD. O presidente do Conselho das Escolas, órgão consultivo do Ministério da Educação sublinhou o facto da falta de equidade no ensino que no seu entender está a agravar ainda mais as desigualdades entre os alunos.

José Eduardo Lemos criticou ainda o Ministério da Educação que não definiu a carga horária para todas as disciplinas neste regresso ás aulas presenciais para os alunos do 11º e 12º anos, levando a que “no final do ano letivo haja alunos que têm o dobro das aulas em relação a outros colegas”.

Quanto ao futuro o presidente do Conselho de Escolas diz que o ano lectivo não deve começar logo em setembro, mas mais tarde e o Governo tem de definir regras concretas nomeadamente a dimensão das turmas para os professores começarem a organizar o próximo ano letivo.

 

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Medidas de Prevenção e Controlo da COVID 19 em Estabelecimentos de Ensino

 

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Orientações para a reabertura do pré-escolar

 

 

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Exames: Além das perguntas de resposta obrigatória, contarão os itens em que os alunos tenham melhor pontuação

 

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Reserva de recrutamento n.º 31

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 31.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 25 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 26 de maio de 2020 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa

Listas

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Os AT e os AO sentem-se roubados depois de aumentados…

 

 

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Aulas presenciais: alunos com faltas justificadas podem dar disciplinas como concluídas

 

Aulas presenciais: alunos com faltas justificadas podem dar disciplinas como concluídas

Ministério informa que os alunos que não vão às aulas presenciais por opção dos pais são avaliados com os elementos existentes antes de 18 de Maio, quando as escolas reabriram. Professores defendem que avaliação final deverá ter na base as classificações obtidas no 2.º período, antes da covid-19.

Os alunos do 11.º e 12.º que não estão a ir às aulas podem dar como concluídas as disciplinas que desde esta segunda-feira passaram a ser ministradas em regime presencial, que são as que têm oferta de exames nacionais. Foi a informação que o Ministério da Educação fez seguir para as escolas…

 

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Importância da Avaliação Pedagógica em Ensino a Distância (E@D) – João Costa

 

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Orientações gerais para a proteger crianças e jovens em tempo de COVID-19

 

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Professores terão de ser ouvidos pelas escolas na marcação de férias

 

Professores terão de ser ouvidos pelas escolas na marcação de férias

O Parlamento aprovou nesta quinta-feira alterações ao decreto-lei do Governo de Abril sobre as medidas excepcionais para a educação onde passa a constar que os professores terão que ser consultados pela direcção da escola para o ajustamento das férias ao calendário escolar, de forma a garantir as “necessidades decorrente do calendário de provas e exames”.

“A marcação de férias (…) é ajustada pela direcção da escola, ouvidos os docentes, ao calendário escolar garantindo as necessidades decorrente do calendário de provas e exames”, lê-se no novo texto, que acrescenta que isso “não prejudica o direito ao gozo de férias por parte dos docentes”.

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Tomada de posição do Conselho Geral da Escola Secundária Infanta D.Maria em Coimbra sobre a reabertura das escolas

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