Circular B20041504R – Docentes incapacitados para funções docentes mas aptos para outras funções

 

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21 comentários

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    • Mais uma! on 26 de Maio de 2020 at 14:13
    • Responder

    Estes tipos do governo pensam-nas todas! Nada lhes escapa quando o objetivo é poupar dinheiro para encher os bancos dele!

    • Socióloga on 26 de Maio de 2020 at 14:46
    • Responder

    Docentes incapacitados para funções lectivas, poderão e deverão desempenhar funções nos serviços administrativos.

    • maria on 26 de Maio de 2020 at 14:58
    • Responder

    O diploma e o seu teor fazem todo o sentido .
    Há – evidentemente – docentes , e não docentes, cujas mazelas os incapacita para o desempenho das suas específicas funções, – ou para outras, infelizmente . Para estes, a minha total solidariedade .
    Porém, há casos mais ou menos escandalosos . Os que – sorridentemente povoando as esplanadas – se perpetuam de ” baixa” só porque têm um qualquer ” amigo” que lhes passa um atestado “psiquiátrico”. É, É…

    Estas situações têm de ser revistas. Se o forem, verão como a saúde física e mental voltará à normalidade.

    • Julia on 26 de Maio de 2020 at 15:01
    • Responder

    Concordo plenamente contigo Maria.
    Conheço um caso mto duvidoso.

      • Maria on 26 de Maio de 2020 at 20:49
      • Responder

      É muito difícil, para não dizer impossível provar que o médico , seja ele /ela quem for, passa um atestado com informação falsa.

    • Teresa Silva on 26 de Maio de 2020 at 15:53
    • Responder

    Esta semana tive conhecimento de um caso de mobilidade por doença ridículo: O pai (médico) passa atestado à filha a indicar que a mãe (que teve problemas oncológicos) precisa de acompanhamento do descendente.
    Ora bem… o descendente (a professora) e a mãe (que teve problemas oncológicos) NÃO SE FALAM há mais de 4 anos! Um bom sistema de averiguação destas baixas seria:
    1- Analisar criteriosamente os atestados passados por familiares;
    2- Analisar atestados que solicitem mobilidade para escolas mais afastadas da residência (porque é uma escola melhor ou a direção é amiga);
    3- Mais de metade dos atestados são simplesmente para aproximação à residência… conheço MUITOS casos (só 12 no meu antigo agrupamento) de pessoas que sempre trabalharam longe de casa e depois de vincularem é que surgem as baixas… se fossem realmente necessárias não estariam a trabalhar em lisboa para vincular.
    As pessoas dançam consoante a música que o governo pede… o problema é que maioria destas pessoas se esquece que às vezes a música muda… depois já se sabe… é ver o facebook cheio de GRUPOS DE LESADOS.

    • lurdes on 26 de Maio de 2020 at 16:27
    • Responder

    docentes incapacitados nao se podem deslocar para longe
    logo ficam em serv. adm. na localidade onde vivem

    é bom

    • lurdes on 26 de Maio de 2020 at 16:28
    • Responder

    a ganhar o mesmo €€€€ do indice da tabela docente que constam

    • ELIANOR on 26 de Maio de 2020 at 16:29
    • Responder

    Isto apenas diz respeito aos docentes de carreira, correcto? Ou também aos contratados?

      • Maria on 26 de Maio de 2020 at 20:52
      • Responder

      Contratados ??? Nos não temos direitos 😂

    • Ilidio on 26 de Maio de 2020 at 16:36
    • Responder

    Elianor, és contratada ou colega?

    ehehehehehehe

    • Mais uma! on 26 de Maio de 2020 at 16:42
    • Responder

    Serviços administrativos, entre os quais direções de turma também!
    E logo vão perceber que deixará de haver umas quantas centenas de horários para contratados!

    • Saloiadas_beija_cu on 26 de Maio de 2020 at 17:39
    • Responder

    Se precisarem de algo para amesquinhar mais os colegas, digam qualquer coisita.
    Guardado está o bocado …

    • Matilde on 26 de Maio de 2020 at 17:45
    • Responder

    Acho muito bem! A maioria das baixas são uma fraude e lançam uma mancha sobre todos nós…para aqueles que infelizmente estão realmente doentes sim, faz todo o sentido que haja contemplações.e discriminação positiva. Todas as ajudas sºão poucas! Somos todos solidários com esses. Mas, sim, todos conhecemos nos nossos agrupamentos “resmas ” de colegas que se arrastam pela escola a fazer de conta que trabalham, não fazendo outra coisa senão “fofoquices”, intrigas-gente desocupada!… na sala de professores, então, às vezes é tal a algazarra (para pessoas doentes!) que gera um espetáculo confrangedor!
    Essas mobilidades deviam ser investigadas, pois eu também conheço casos de “colegas” que vieram para casa pela mãe ou sogra e nem com ela falavam! É muito baixo…

    • Rui Filipe on 26 de Maio de 2020 at 18:07
    • Responder

    E notícias sobre pedidos de pre- reformas, para quando? Docentes com mais de 60 anos e com todo o tempo de serviço e dispostos a perderem bastante do seu salário, respostas para quando?

    1. Em 2026

    • Rui Filipe on 26 de Maio de 2020 at 22:20
    • Responder

    O governo só perde com isso. Se um docente tiver, por exemplo 62 anos e estiver disposto a perder 500€ do seu salário até aos 66 anos, o Estado perde 7000€ por ano ,com este docente. Ao fim de quase 4,5 anos, o Estado perde cerca de de 31.500€.

      • sempre@tento on 27 de Maio de 2020 at 17:38
      • Responder

      Rui, já tentou fazer uma simulação no site da CGA. Penso que se fizer as contas ao líquido neste momento andará por por um valor bastante inferior a 500€ em relação ao que ganha.
      Veja sempre o líquido, pois como sabe o IRS é exponencial, quanto mais se ganha muito mais se desconta e desconte também o valor da refeição. Por exemplo quem está no 10º recebe cerca de 1900€ sem subsídio de refeição. Se a reforma líquida for por exemplo 1500€ perde cerca de 400.
      Verifique bem a situação…

        • Rio Filipe on 27 de Maio de 2020 at 20:21
        • Responder

        Obrigado pelo cuidado, mas eu falo de pre’-reforma e não de reformas antecipadas.Ainda não há simulação para quem a pediu, porque ainda não se conhecem os critérios. A ministra Leitão é quem lidera, esta matéria.

    • sempre@tento on 27 de Maio de 2020 at 17:24
    • Responder

    Estão a confundir mobilidade por doença com incapacidade…
    Na primeira já escrevi muito sobre o assunto. É só ver em algumas escolas que são mais os professores destacados por doença que os dos quadros. E claro depois é só tocar viola. No que a casos diz respeito eu conheço vários, mas um em particular de uma professora que aparentemente teve um problema numa perna e por isso tem tido mobilidade por doença. Quando foi colocada na Biblioteca tudo bem, mas este ano como foi colocada a dar música aos miúdos do 1º ciclo logo meteu atestado. Mas um dia destes que estava a chover ela corria mais do que eu…
    No 2º caso penso que se o aplicarem muitos professores vão reverter a situação pois para além de irem desempenhar outros serviços têm de cumprir com as 35 horas por semana…
    É tempo de haver justiça e apertar os médicos que se dão a este papel…

    • Maria Maria on 28 de Maio de 2020 at 22:18
    • Responder

    Deixem-se de lamentações e denunciem no local próprio as baixas fraudulentas.
    É possível provar e não é difícil denunciar.
    Vários médicos de Guimarães foram a tribunal à conta de atestados médicos fraudulentos.
    Passados a alunos, no tempo das Provas Globais.
    Alguns desses médicos, foram dados como culpados e sofreram os respetivos castigos.
    Evidentemente, os que se sentiram lesados e denunciaram, não foram lamentar-se para Blogs.

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