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Mai 22 2020
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8 comentários
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” Isto significa que a função da avaliação não é punitiva ou seletiva, mas sim um instrumento para que todos aprendam”.
No Ideal deveria ser efectivamente assim. Mas, na prática, não é…
Como conciliar e compatibilizar o carácter atribuído à avaliação (“não é punitiva ou seletiva”), com a realização de exames, cujo principal objectivo é seleccionar e seriar os alunos, de acordo com as classificações obtidas nos mesmos? Ora se os exames são intrinsecamente punitivos e selectivos…
A realização de exames privilegia, indubitavelmente, o “produto” em detrimento do “processo” e isso parece não ser consonante nem coerente com o defendido pelo SEAE …
Também, segundo o SEAE, “avaliar é mais do que medir”. Nessa perspectiva, os exames avaliam efectivamente as aprendizagens realizadas ao longo de 2 ou de 3 anos, consoante se realizem no 11º ano ou no 12º ano de escolaridade? Ou limitam-se a “medir” essas aprendizagens?
No campo das ideias, é-me muito fácil concordar com os princípios defendidos pelo SEAE, mas entre as palavras e a prática nem sempre existe a conveniente coerência e congruência…
Não se pode afirmar uma coisa e na prática mandar fazer o seu contrário…
A contradição e a incoerência não costumam ser bons aliados quando se pretende alterar um paradigma e/ou substitui-lo por outro, nem geradoras do consenso necessário para que o primeiro possa ser consumado…
A vida real são exames e são médias de secundário.
Qual foi a parte que estes senhores não entenderam?
PS: Não sou contra a realização de exames “só porque sim”, mas também não a defendo sem questionar as supostas virtudes supremas que muitos lhes atribuem e sem criticar o modo como alguns os encaram: com uma espécie de panaceia, solução para todos os males que assolam a Educação…
O rumo traçado pelo SEAE esbarra em alguns obstáculos conceptuais impossíveis de compatibilizar ou, no mínimo, objectivamente discutíveis e criticáveis…
Correcção: como uma espécie de panaceia em vez de com uma espécie de panaceia.
Obrigado pelo pelo (re)post.
Cada dia em que aqui aqui (re)aparecem as pérolas do grande SE Costa, há motivos de esperança para toda uma escola à beira do desespero.
Avé, SE Costa!
Que parolo. Já chega! Que petulante! Já chega! Acha este sr que agora vem ensinar os professores a avaliar??!! Que traste.
Mas quem.é esta figura, cheia de filosofias sobre o ensino?É professor?Está a dar aulas à distância?Está a sincronizar com os alunos?Recebe imensos trabalhos de”pernas para o ar”, responde a dezenas de emails por dia,a repetir o que já tinha pensado estar claro e objetivo nos seus planos de trabalho semanal?
Este sr tem.grandes aspirações a ME, ja se percebeu…
Ao Domingos “Fio-de-beque-de-qualidade” Fernandes foi-lhe dada luz bem verdinha para aqui andar a vender a sua ladaínha costumeira. O SE Costa, que é quem realmente manda no ME (o Tiago é um mero bibelô de entretenimento para Gouchas, Cristinas, Cautelas, RAP & Cia, LDA, tem procurado martelar ideologicamente todo o processo educativo sem que ninguém questione se é esse o caminho certo.