Category: Rui Cardoso

“Estudo sobre a Tecnologia na vertente Educativa, no Período da Pandemia COVID-19”

Este inquérito faz parte de um projeto de investigação sobre a temática da tecnologia na vertente educativa, no período da pandemia COVID-19, aplicado aos Docentes.
Para tal pedimos que preencha um curto questionário, que não ocupará mais do que 10 minutos do seu tempo.
A sua participação neste estudo é voluntária.
A informação recolhida destina-se unicamente a fins de investigação e será tratada unicamente pelos investigadores.

Para tal pedimos que preencha um curto questionário, que não ocupará mais do que 10 minutos do seu tempo.

A sua participação neste estudo é voluntária.

A informação recolhida destina-se unicamente a fins de investigação e será tratada unicamente pelos investigadores.

Este projeto de investigação é uma iniciativa de um grupo de Investigadores: Prof. Paulo Afonso (IPCB) & Prof. Bruno Trindade (AENACB) & Prof. Pedro Silva (IPCB) & Prof. Ricardo Pocinho (IPL) & Prof. Paulo Silveira (IPCB) & Prof. Domingos Santos (IPCB).

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSck04pUks7T31CdXJXRhflH5RhzUrEFEtfdy0uGwqHhk62Ymw/viewform

Agradecemos a sua colaboração,

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Há quem ande a afirmar que os professores são trabalhadores de serviços essenciais…

Esta afirmação tem servido para tentar justificar um certo e determinado número decisões tomadas nas escolas e para responder a algumas perguntas postas pelos professores. Nós de facto somos essenciais à sociedade, mas não pelas razões que andam a apontar.

Quem o faz não o faz com a melhor das intenções e só por isso demonstra aquilo que é ou quer parecer ser. Mas aqui vai a informação para que quem ouve este afirmação tenha a resposta na ponta da língua e não se deixe hostilizar por quem quer demonstrar saber mais do que aquilo que sabe.

Quais são os serviços públicos essenciais?

Embora existam muitos serviços públicos que são do interesse geral da comunidade, de acordo com a legislação, só se consideram serviços públicos essenciais (mesmo que prestados por uma empresa privada) os serviços de:

  • Fornecimento de água;
  • Fornecimento de energia elétrica (exemplos: EDP, ENDESA e Iberdrola);
  • Fornecimento de gás natural e GPL canalizados;
  • Comunicações eletrónicas (operadores de serviços de telecomunicações);
  • Serviços postais (a exemplo dos CTT – Correios de Portugal);
  • Recolha e tratamento de águas residuais;
  • Gestão de resíduos sólidos urbanos;
  • Transporte de passageiros (Carris, Transtejo, STCP, por exemplo).

Ainda de acordo com a lei, consideram-se utentes as pessoas singulares e as coletivas (empresas) a quem o prestador de serviço público esteja obrigado a prestar um serviço. Tanto o João que tem um contrato com uma operadora de comunicações móveis, como a empresa que tem um contrato com um fornecedor de água são considerados utentes.

Não vejo em lado nenhum menção a qualquer serviço de educação, nem professores, nem AO…

Os trabalhadores de serviços essenciais vêm enumerados na “Legislação COVID 19”, nomeadamente no Decreto-Lei n.º 10-A/2020 de 13 de março.

De acordo com o Artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 10-A/2020:

Artigo 10.º

Trabalhadores de serviços essenciais

1 — É identificado em cada agrupamento de escolas um estabelecimento de ensino que promove o acolhimento dos filhos ou outros dependentes a cargo dos profissionais de saúde, das forças e serviços de segurança e de socorro, incluindo os bombeiros voluntários, e das forças armadas, os trabalhadores dos serviços públicos essenciais, de gestão e manutenção de infraestruturas essenciais, bem como outros serviços essenciais, cuja mobilização para o serviço ou prontidão obste a que prestem assistência aos mesmos, na sequência da suspensão prevista no artigo anterior.

2 — Os trabalhadores das atividades enunciadas no artigo anterior são mobilizados pela entidade empregadora ou pela autoridade pública.

Não vejo onde estão os professores, mas anda por aí quem lei “professores” em todo a legislação que lhe dá jeito…

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Costa avisa que 3º período de aulas é essencial para preparar próximo ano letivo

Costa avisa que 3º período de aulas é essencial para preparar próximo ano letivo

O primeiro-ministro frisou em seguida que, “seguramente, em todo o próximo ano letivo”, a comunidade educativa terá de continuar a conviver com o novo coronavírus, “porque não estará disponível uma vacina”.

“Portanto, este regresso é uma forma de as direções das escolas, os docentes, os alunos, os assistentes operacionais e as famílias testarem metodologias e aprenderem com a prática para saberem aquilo que é necessário aperfeiçoar no próximo ano letivo. Mais uma vez, no próximo ano letivo, vamos ter também a covid-19. Temos de aproveitar este período para aprender a conviver com a covid-19”, reforçou António Costa.

“Em particular os professores tiveram nestes meses uma grande capacidade de invenção e de adaptação. Vamos seguramente poder encarar o próximo ano letivo com uma tranquilidade diferente em comparação com o sobressalto que vivemos estas semanas”, defendeu.

“Hoje é o último dia útil antes do reinício das atividades letivas presenciais. A palavra é de confiança e de agradecimento para que, entre todos, possamos aumentar as condições de segurança”, afirmou.

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Reserva de recrutamento n.º 30

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 30.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 18 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 19 de maio de 2020 (hora de Portugal continental).

A apresentação dos docentes é efetuada no AE/ENA, nos dois primeiros dias úteis após a respetiva colocação. Excecionalmente, devido à vigência do Estado de Calamidade, deverá ser efetuada por e-mail dirigido à Direção do Agrupamento de Escolas / Escola não Agrupada onde ficaram colocados.

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Posição do Conselho Geral da Escola Secundária de Avelar Brotero sobre as aulas presenciais

Mais um Conselho Geral que toma uma posição.

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Regulação as atividades letivas em regime presencial a partir de 18 de maio

 

 

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Retoma das atividades de formação profissional

 

 

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Novas regras específicas para o preenchimento de necessidades temporárias

 

 

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Medidas excecionais de organização e funcionamento das atividades educativas e formativas

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/Decreto-Lei-n.º-20-H-2020.pdf”]

 

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Atualização da Nota Informativa – Processamento de Remunerações 2020

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/Nota_5_ProcessRemun_2020_VF.pdf”]

 

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A cruz de quem se esqueceu de renovar a MPD

Houve quem se esquecesse de renovar a MPD dentro do prazo. Para esses, a solução é realizarem o pedido de MPD como todos os anos.

A cruz que devem assinalar no relatório médico, nestes casos, é a seguinte.

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Ensinar à distância: Crónica de uma vida real – CARMO MACHADO

Ensinar à distância: Crónica de uma vida real

epois de quase dois meses em contacto quase diário com todos os meus alunos – distribuídos pelos três anos letivos do ensino secundário – através de meios digitais e tecnológicos variados (na primeira fase, o correio eletrónico, o whatsapp, o instagram, o telefone, etc.; numa segunda, a aplicação Zoom.us seguida da famosa plataforma Teams de que, assumo, eu nunca tinha ouvido falar), fui informada de que regressarei à escola dia dezoito de maio para dar aulas de Português ao 12ºano.

Se repararam bem no que escrevi na primeira frase deste texto, tenho estado em contacto com todos os meus alunos, o que não significa forçosamente que eu tenha estado a ensinar seja o que for e, muito menos, que eles tenham estado a aprender. Não retirem já conclusões precipitadas. Deixem-me primeiro explicar. Das minhas quatro turmas, duas do décimo ano, uma do décimo primeiro e uma do décimo segundo (com um tempo semanal de cinquenta minutos síncronos, seguido de outros cinquenta minutos de sessão assíncrona), posso garantir que, a ter ocorrido ensino e/ou alguma aprendizagem real, eficaz e significativa ao longo deste tempo, tal aconteceu apenas na turma do ano de exame, o 12º ano. Poderia enumerar variadíssimas razões para este facto mas deixo-vos apenas com algumas: a maturidade dos alunos, o seu empenho demonstrado ao longo do ano, a sua preocupação perante os resultados a obter nos exames de acesso ao ensino superior, o desenvolvimento de métodos de trabalho autónomo, o à vontade no uso das novas tecnologias e, sem sombra de dúvida, o respeito pelo professor.

Sobre as duas turmas do décimo ano, posso afirmar que uma delas revela algum interesse nas atividades propostas, colaborando com a professora, reagindo, participando, rindo… Exatamente como acontecia nas aulas presenciais. No que às restantes turmas diz respeito (uma do décimo e outra do décimo primeiro), a experiência é quase traumática. As aulas síncronas podem ser descritas de forma simples: tentativa desesperada por parte do professor para ouvir uma palavra do outro lado da rede. Perante a chamada, mal respondem. Recusam-se a ligar a câmara. Recusam-se a ler. Não respondem às questões. Basicamente, não participam. Conto com dois a três alunos por turma e pouco mais. Paira um silêncio tal nestas sessões que já me apeteceu desligar o microfone e a câmara e fazer de conta que a ligação à internet caiu. Apeteceu-me, note-se. Obviamente não o fiz. Suportei a humilhação até ao fim, desejosa de que os malditos minutos passassem para acabar com o tormento daquele monólogo digital.

A verdade, se querem saber, é que este ensino à distância, como lhe andam a chamar, não é ensino à distância absolutamente nenhum. Confesso que com a turma do 12º ano, houve momentos em que fui professora. Quando lhes agucei a curiosidade para a pesquisa de novos conhecimentos e autores (a poesia de autores do séc. XX); quando promovi a reflexão sobre temas como a mudança, temática recorrente nos contos em estudo; quando estabeleci pontes com a disciplina de Sociologia e pedimos, eu a colega desta disciplina, um só trabalho comum; quando promovi a criatividade ao pedir-lhes trabalhos em registo áudio e vídeo onde mostrassem momentos de fruição do texto poético e que muito me surpreenderam… O resto foi nada. A maioria dos restantes alunos das outras turmas limitou-se a uma postura acrítica, passiva e apática, recusando qualquer tipo de atividade que implicasse debate ou análise ou leitura, enviando trabalhos de fraquíssima qualidade, repletos de erros de todo o tipo e, na generalidade, copiados da internet. Em suma, alunos desinteressados e desinteressantes… Como, aliás, já eram presencialmente.

Serve tudo isto para vos dizer que o regresso à escola no dia dezoito de maio se revela, no meu caso concreto, totalmente desnecessário. Pelos riscos que implica e, sobretudo, porque os alunos que irão regressar são exatamente aqueles que conseguiram utilizar esta nova experiência como um excelente estágio para a vida que os espera no ensino superior. Quanto aos demais, até dia 26 de junho continuarão a fingir que aprendem e eu a fingir que ensino…

Sobre as reuniões de professores realizadas através das plataformas digitais, afirmo com deleite que estas se revelaram de uma espantosa eficácia tanto na poupança de tempo como de meios. Bendita plataforma! Quanto à documentação a preencher, esta não surpreendeu na medida em veio confirmar que os professores (ou quem os coordena) não conseguem sobreviver sem formulários, relatórios e afins. A grande questão com que termino este texto é se o leitor, desse lado, fará a mais pequena ideia do que é ser professor e simultaneamente diretor de turma, neste modelo de pseudoensino à distância, ainda por cima de uma turma com exames nacionais. Aí, confesso, a vida complicou-se deveras e, por vezes, não houve tempo para se ser professor.

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ISS e DGS parecem não se entender…

A cinco dias da reabertura das creches, o Instituto de Segurança Social publicou um guião orientador que difere das propostas da Direção-Geral da Saúde. Educadores de Infância aguardam novos esclarecimentos.

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Cartoon do Dia – Eu sou o vosso Professor…- Paulo Serra

 

 

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A nova ordem sanitária e o policiamento da vida colectiva – Santana castilho

 

A nova ordem sanitária e o policiamento da vida colectiva

A declaração de calamidade não suspende, muito menos suprime, direitos laborais, sociais e políticos. Nem, nunca, estes direitos prejudicaram o combate à covid-19. Prejudicariam, isso sim, o curso da propagação da pandemia do medo, em que os principais responsáveis políticos se empenharam, arrastando, com pouca ponderação, 1,3 milhões de trabalhadores para o lay-off, 170 mil independentes para a penúria e 55 mil para a sopa dos pobres.
O ambiente em que vivemos desde 3 de Maio é manifestamente inconstitucional, porque pretende suspender direitos fundamentais por uma decisão unilateral do Governo. Com efeito, a situação de calamidade colhe o seu suporte legal numa lei ordinária da AR (Lei n.º 27/2006), que não permite limitar o exercício desses direitos senão de forma temporária determinada e apenas em zonas claramente definidas do território nacional (Art.º 21º, nº 1, b) da citada lei).
Mas uma grande parte dos portugueses, resignada, deprimida pela campanha da promoção do medo a que foi submetida, parece querer aceitar em silêncio a limitação administrativa dos seus direitos. Vive-se, assim, numa cidadania apenas simbólica, tutelada pela polícia e pela Direcção-Geral da Saúde, que têm agora o monopólio do espaço público. Sente-se, assim, a opressão de uma espécie de religião do confinamento, que nos empurra, em rebanho, para a neurose colectiva. A retórica fascizante que a serve permitiu a António Costa armar-se em intérprete de um certo interesse superior, “diga a Constituição o que diga” e a um comandante da GNR recordar-nos o “dever de cada um ser o polícia de si próprio.” E, apesar de os cientistas do mainstream terem concluído que a quase totalidade das contaminações ocorreu em espaços fechados (habitações, lares e instituições de saúde), prepara-se agora o reforço das contínuas operações da PSP, da GNR e da Polícia Marítima, chamando “fuzileiros e artilheiros” (ministro do Ambiente dixit) para controlarem os perigosos areais. As medidas em estudo, refere a imprensa, admitem cercas, torniquetes, sensores, drones, vigilância privada, marcas na areia para espetar as sombrinhas e cordas para delimitar a separação entre banhistas. Por este caminho, ainda vamos ver um ajuste directo para amestrar carapaus, que vigiarão o distanciamento dentro de água.
À salvação pelo grande confinamento e pela ditadura sanitária, opõe-se uma racionalidade ponderada para combater o vírus, coexistindo com ele por via da imunidade adquirida. Trata-se da dicotomia entre um risco de infecção, probabilisticamente baixo, e uma morte lenta, mas certa, por catástrofe económica, psíquica e social, sem precedentes.
2. A casa dos professores e a casa dos alunos cederam a sua natureza privada a uma certa lógica totalitária, que o fetichismo do ensino à distância impôs. O impropriamente chamado ensino à distância invadiu a vida privada e familiar dos docentes, misturando perigosamente vida profissional e vida pessoal. Sem resistência, inebriada por essa estranha união nacional contra a covid-19, uma parte significativa dos professores alistou-se em jornadas de trabalho sem limite e disponibilizou-se para trabalhar a todo o momento, respondendo a todas as solicitações. É prudente reflectir sobre o que está a acontecer e separar águas.
Uma coisa é uma metodologia sólida, coerente e tecnicamente complexa de ensino a distância (maioritariamente destinado a populações adultas e definitivamente vedado a algumas áreas temáticas), outra coisa é uma solução improvisada e precária (para entreter crianças e jovens afastados da escola). Não discernir sobre a diferença entre estes conceitos pode conduzir a entusiasmos para “normalizar”, no futuro, o que agora é meramente instrumental, pobre e casuístico.
Custa-me ver que se aceite tão facilmente trocar relações pessoais por relações digitais, admitindo que a profissionalidade docente possa prescindir do contacto social e da empatia humana. Como se um colectivo de pessoas pudesse ser substituído por um colectivo de computadores, sem perda de humanidade. Tecnólogos e tecnocratas não entendem que a interacção pedagógica exige presença. Professores e alunos sabem e sentem isso. Agora, mais que nunca, interiorizaram, certamente, que uma aula tem múltiplos papeis sociais, que nenhuma máquina substitui.

In “Público” de 13.5.20

 

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Mobilidade por doença 2020/2021

 

Aplicação disponível entre o dia 13 de maio e as 18:00 horas do dia 2 de junho de 2020 (hora de Portugal continental).

 

SIGRHE

 Aviso de abertura Despacho n.º 9004-A/2016

 

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Professores e Educadores podem entregar declaração de exclusão de responsabilidade

Confiantes de que a reabertura do ensino secundário (11.º/12.º ano), creches e pré-escolar, poderá ser sujeita a falhas no que diz respeito à aplicação das medidas de segurança previstas pelo Governo, os educadores e professores estão a considerar recorrer à apresentação de declarações de exclusão de responsabilidade na eventualidade de ser registado um caso de contágio de uma criança no seu local de trabalho.

Os professores e educadores podem recorrer, como qualquer trabalhador em Funções Públicas, a esta declaração caso se encontre ou os seus alunos em risco, não obstante o signatário desenvolver todos os esforços para obviar a que surja algum incidente de contágio e para exercer os seus deveres como educador/professor ao seu alcance, não deve assumir qualquer responsabilidade pelos acidentes ou incidentes que possam verificar-se em resultado das deficientes e anómalas condições de organização da escola que não sejam causadas por si.

A legislação prevê essa exclusão de responsabilidades. Fica aqui para vossa consulta e decisão sobre o que fazer.

 

Artigo 177.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas

1 – É excluída a responsabilidade disciplinar do trabalhador que atue no cumprimento de ordens ou instruções emanadas de legítimo superior hierárquico e em matéria de serviço, quando previamente delas tenha reclamado ou exigido a sua transmissão ou confirmação por escrito.
2 – Considerando ilegal a ordem ou instrução recebidas, o trabalhador faz expressamente menção desse facto ao reclamar ou ao pedir a sua transmissão ou confirmação por escrito.
3 – Quando a decisão da reclamação ou a transmissão ou confirmação da ordem ou instrução por escrito não tenham lugar dentro do tempo em que, sem prejuízo, o cumprimento destas possa ser demorado, o trabalhador comunica, também por escrito, ao seu imediato superior hierárquico, os termos exatos da ordem ou instrução recebidas e da reclamação ou do pedido formulados, bem como a não satisfação destes, executando seguidamente a ordem ou instrução.
4 – Quando a ordem ou instrução sejam dadas com menção de cumprimento imediato e sem prejuízo do disposto nos n.os 1 e 2, a comunicação referida na parte final do número anterior é efetuada após a execução da ordem ou instrução.
5 – Cessa o dever de obediência sempre que o cumprimento das ordens ou instruções implique a prática de qualquer crime.

 

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O Despacho de nomeação do novo Subdiretor Geral da DGAE

 

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Prazos de contratação de professores encurtado

 

Ministério encurta prazos de contratação de professores para tentar garantir aulas

Directores de escolas receberam garantia da tutela. Medida pretende que não faltem docentes para as aulas presenciais que recomeçam a 18 de Maio para os alunos do 11.º e 12.º anos. Lisboa terá mais dificuldades em conseguir contratar porque na região a procura é praticamente nula.

 

 

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Dia 18 de maio numa escola perto de si…

 

… não verá crianças brincar.  Por momento pensará que a alegria do mundo se findou. As crianças já não brincam? Brincam. Não as transformarão em adultos antes do tempo. Não lhes tirarão a alegria de ser crianças, nem que para isso sejam obrigadas a reinventar as brincadeiras.

Quando as crianças deixarem de brincar, poderá o mundo acabar à vontade, não valerá a pena por cá andar.

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Mais de quatro milhões de máscaras em mais de 500 escolas

Façamos contas: se cada máscara custar 0,5€ (que não custou) o investimento do governo foi de dois milhões de euros em máscaras para a comunidade escolar. Esse investimento deverá chegar e sobrar até ao final do ano letivo. Resta saber se os 850 milhões mal investidos a semana passada num banco também são considerados um grande esforço financeiro… (sr. primeiro ministro, pense na conta da luz, da água e dos consumíveis que não tem que pagar por professores e alunos estarem a gastar do seu bolso, faça as contas, acrescente-lhe os impostos que nos enfia nas faturas e verá o lucro surgir-lhe diante dos olhos)

Há “mais de quatro milhões de máscaras em 500 escolas”

O Governo distribuiu “mais de quatro milhões de máscaras por mais de 500 escolas”, num “esforço financeiro enorme”, e deixa mensagem de confiança: “Desejamos que a partir de segunda-feira entrem na escola com confiança para retomar presencialmente o processo de aprendizagem”.

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Estudar em casa, por João Fernandes

 

Estudar em casa

Que família tão unida
e tão bem organizada
Estuda o pai
Estuda a mãe
e toda a rapaziada

Estudam na televisão
estudam no computador
é uma grande emoção
um momento arrebatador

E no final da jornada
ouve-se uma voz a dizer
quando é que esta porra acaba
que eu tenho mais que fazer

É uma vida alterada
uma enorme confusão
A malta desesperada
está farta da reclusão

João Fernandes

 

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Cartoon do Dia – Pac-Pof. – Paulo Serra

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Escolas com autorização para completar horários e contratar professores

Escolas com autorização para completar horários e contratar professores

As escolas podem completar horários de professores, pagar horas extra e até contratar docentes para garantir o regresso às aulas presenciais dos cerca de 160 mil alunos do 11.º e 12.º anos na segunda-feira.

A garantia foi dada pelo Ministério da Educação a diretores de escola, preocupados com a falta de professores para ensinar turmas desdobradas ou substituir quem pertence a grupos de risco.

As normas de regresso às aulas presenciais obrigam a deixar dois metros entre cada pessoa e os sindicatos insistem que o número de alunos por sala não deve ultrapassar os 10 ou 12. Se assim for, as turmas que hoje têm um professor serão desdobradas em duas ou em três. Além disso, os docentes que pertencem a grupos de risco continuarão em teletrabalho. Por isso, é de esperar que sejam precisos mais professores.

 

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Reclamação da candidatura eletrónica

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 12 de maio e as 18:00 horas do dia 18 de maio de 2020 (hora de Portugal continental), para efetuar a reclamação das candidaturas ao Concurso Externo/Contratação Inicial/Reserva de Recrutamento de 2020/2021.

Consulte o Manual de utilizador.

 

SIGRHE – reclamação

 Manual de utilizador

 

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As impraticáveis regras para a reabertura das creches…

Sentados no chão com espaçamento de 1,5m entre crianças… vão andar de fita métrica cada vez que uma criança se mexer…

Regras:

  • Existência de área de isolamento de casos suspeitos de Covid-19, com circuitos definidos e isoláveis
  • Não utilização de sistemas de ar condicionado em sistema de recirculação; arejamento noturno das instalações se possível.
  • Existência de um dispensador de gel desinfetante por sala
  • Utilização de espaços que estejam encerrados, se possível
  • Rigor na higiene de todos os espaços, com reforço de ações de limpeza e descontaminação, incluindo limpeza de mesas e cadeiras entre turnos nas “cantinas”
  • Distanciamento entre crianças nas pausas e espaços de refeição
  • Berços, camas ou catres sempre utilizados pela mesma criança e com espaçamento mínimo de 1,5mt entre si
  • Turmas fixas, ocupando diariamente o mesmo espaço, com o mesmo educador e com os mesmos circuitos de circulação
  • Mesas de trabalho orientadas no mesmo sentido (as creches trabalham habitualmente com mesas redonda ou dispostas em “U”)
  • Uso de “máscara cirúrgica” pelos profissionais e pelas crianças com idade superior a 6 anos (abaixo desta idade a máscara não é permitida)
  • Espaçamento de 1,5m entre crianças
  • Os brinquedos pessoais ficam em casa
  • Os pais devem disponibilizar calçado para uso exclusivo no interior das creches
  • Os pais não podem entrar nas creches, devendo a entrega e receção das crianças ser feita de forma individual

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GUIÃO ORIENTADOR DAS RESPOSTAS SOCIAIS CRECHE, CRECHE FAMILIAR E AMA

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2020/05/Guião_orientador_da_resposta_social_creches_e_amas_-_consolidado54306ec0.pdf”]

 

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Como está a ser vivenciado o processo de transição digital acelerada em contexto de Covid-19 nas escolas?

O momento de crise que vivemos atualmente, com a pandemia de Covid-19/ Coronavirus SARS-CoV-2, levou as instituições educativas por todo o mundo, a necessitar de, num curto período de tempo e de modo massificado, adotar práticas de ensino e aprendizagem a distância, mediadas pela tecnologia.
Uma equipa de investigadores do Departamento de Educação e Ensino a Distância da Universidade Aberta, interessada em compreender este processo de transição acelerada e numa escala sem precedentes, pede a sua colaboração na resposta a um breve questionário sobre a forma como se tem processado esta transição de emergência para a educação a distância, e como ela está a ser vivida e experimentada por diversos agentes educativos, incluindo os Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

A questão de partida a que nos propomos responder por meio do estudo, é a seguinte: Como está a ser vivenciado o processo de transição digital acelerada em contexto de Covid-19 nas escolas e nas universidades?

Na qualidade de Educador de Infância ou Professor, solicitamos que responda ao questionário disponível em:
https://filipaseabraborges.wixsite.com/educacovid19

No mesmo espaço, estão também disponíveis os questionários dirigidos a outros agentes educativos (Concretamente, Pais e Encarregados de Educação de Crianças e Alunos do Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário; Docentes do Ensino Superior e Estudantes do Ensino Superior).

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Comunicado SPLIU – Medidas excecionais de organização e funcionamento das escolas

 

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Da reunião com os sindicatos saiu uma nota explicativa das alterações a introduzir ao Decreto-Lei n.º 14-G/2020, de 13 de abril

 

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Orientações para o trabalho dos Centros de Recursos TIC – Processo de avaliação e prescrição

 

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Sacudir a responsabilidade futura…

A diretora-geral da Saúde disse esta segunda-feira ser impossível impor regras de comportamento a crianças pequenas, defendendo que cabe aos adultos “fazer tudo” para minimizar o risco de contágio quando estão a brincar e a conviver. 

As creches são “um sítio para brincar” e as crianças são “muito pequeninas e, portanto, não é possível” impor-lhes regras de comportamento, disse Graça Freitas na conferência de imprensa diária sobre a evolução da pandemia de Covid-19 em Portugal

No entanto, sublinhou, “devemos fazer tudo, mas tudo, que os adultos e o espaço permitirem para minimizar o risco das suas brincadeiras”.

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PROPOSTAS PARA RETORNO PRESENCIAL ÀS ESCOLAS – FEPECI / SINAPE

 

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Concurso Externo – Listas Provisórias

Estão disponíveis para consulta as listas provisórias de ordenação, de exclusão e de retirados do Concurso Externo para o ano escolar 2020/2021.

 

 Nota informativa

 Listas provisórias

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88% dos professores não concorda com reabertura das creches

Durante o fim de semana foram feitas quatro perguntas aos leitores do blog,

As questões foram propostas de forma independente o que fez com que o número de respostas fosse díspar. Optou-se por esta forma, porque uma das questões é apenas direcionada para quem tem filhos em idade para frequentar uma creche.

Os resultados foram esclarecedores sobre a opinião que os nossos leitores têm sobre o assunto, a reabertura das creches no dia 18 de maio.

A primeira questão tem a ver com a informação divulgada sobre a reabertura das creches. é visível que, mesmo com os esclarecimento que foram prestados na sexta-feira, os docentes não ficaram esclarecidos. A falta de noção da realidade que se vive nas creches do nosso país pode estar na origem das informações e regras que foram transmitidas pelos responsáveis escolhidos pelo governo.

Sobre a opinião dos professores sobre se as Creches e JI apenas abrirão por pressão economicista por parte das empresas para libertar os pais trabalhadores para regressarem aos postos de trabalho, as respostas foram no sentido do sim. Os docentes são da opinião que a economia está por de trás desta reabertura. A pressão vem de todos os lados, das empresas, do governo e das próprias creches.

 

A pergunta a que mais docentes responderam foi a da concordância ou não com a reabertura das creches no dia 18 de maio.

Os resultados mostram uma clara maioria de discordância com o governo sobre esta medida. Os docentes consideram que ainda não é tempo para esta abertura. As razões apontadas nos comentários apresentam várias razões, mas o ainda ser muito cedo e as creches não terem condições para cumprir as regras impostas são das mais apontadas.

A última pergunta foi a que menos respostas teve. A média de idade dos professores assim o dita, já não há muitos professores com filhos em idade de creche.

As respostas apontam para que muitas das crianças que frequentavam creches em março não vão aparecer em maio nas mesmas. O medo, a falta de confiança na exequibilidade das medidas anunciadas, não acalmaram os país. A imprensa, durante o fim de semana, focou bem o problema que pode ser a reabertura deste nível de ensino, os pais leram e ouviram os muitos responsáveis de creches e as suas dúvidas em relação às condições em que poderão executar as medidas propostas.

Não creio que esta reabertura vá surtir um grande efeito na reabertura da economia…

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Pais franceses angustiados por mandar as crianças de volta à escola

Pais franceses angustiados por mandar as crianças de volta à escola

Enquanto a França se prepara para começar retomar a vida pública  após oito semanas sob um bloqueio de coronavírus, muitos pais estão profundamente divididos sobre uma pergunta sem uma resposta clara ou correta: Devo mandar meu filho de volta à escola?

Apenas pré-escolas e escolas do 1.ºciclo estão programadas para começar no início, e as aulas serão limitadas a 10 alunos nas pré-escolas e 15 nos outros ciclos.

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Estudantes do profissional vão ter exames regionais para entrar no superior

Estudantes do profissional vão ter exames regionais para entrar no superior

Alunos fazem teste na instituição mais próxima de casa e podem candidatar-se a todas as instituições da região. Três consórcios, no Norte, Centro e Sul, vão fazer as provas específicas da nova modalidade de acesso às licenciaturas.

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Posição da ACPEEP sobre as recomendações da DGS para a reabertura das Creches

Posição da ACPEEP sobre as recomendações da DGS para a reabertura das Creches

Na sequência da Sessão Informativa realizada no dia 8-5-2020 para apresentação das Medidas para Reabertura das Creches pela Direção Geral de Saúde  pela Secretaria De Estado da Acção Social, a ACPEEP reiterou a sua posição de que algumas das medidas propostas não são exequíveis nem adequadas para a resposta social de CRECHE, solicitando a respetiva revisão e adaptação.

Referimo-nos, em concreto às seguintes medidas:

1)  As crianças não podem partilhar o seu brinquedo / os materiais didáticos com os colegas, os materiais devem ser unipessoais (funcionalmente impossível e pedagogicamente inaceitável);

2)  As mesas devem estar viradas para o mesmo sentido, as crianças não devem estar em U (desapropriado, as crianças estão sentadas no chão/no tapete ou em pequeno grupo a imitar/repetir o que a educadora e os colegas fazem, é assim que aprendem, têm que se ver umas às outras, não se mantêm no mesmo lugar e na mesma posição por muito tempo, muito menos sentadas);

3)  As crianças devem manter um distanciamento social entre elas, de cerca de 2m  (não conseguimos, nem queremos restringir os movimentos das crianças e a sua aproximação dos colegas, não podemos impedir ou orientar as suas deslocações, as interações entre crianças são necessárias ao seu desenvolvimento);

4)  Os catres e os berços devem estar a uma distância de 2m entre eles (as salas não têm dimensões suficientes para tal);

5)  É preciso haver espaços, que não estejam a ser utilizados, para dividir ou reduzir turmas (na maioria das creches não existem espaços que não estejam a ser utilizados. Além disso, ao dividir os grupos, as crianças deixam de estar com os adultos de referência);

6)  Cada bebé deve ter a sua própria espreguiçadeira (não há espaço na sala parque para colocar tantas espreguiçadeiras, mas mesmo se assim fosse, as crianças iriam gatinhar por cima das espreguiçadeiras, porque ficariam sem espaço para exploração);

7)   A definição de circuitos de circulação com entradas e saídas distintas, para não haver cruzamento de pessoas, poderá obrigar as pessoas a percorrer mais espaços dentro da instituição. O ideal é não passarem das entradas.

Assumimos que estas medidas não são exequíveis, pelo que os diretores das creches não se podem responsabilizar pela sua implementação. Consideramos que, apesar de tudo, podem existir condições e procedimentos adequados para minimizar o risco de contágio do Covid19 nas creches, sendo que há riscos que nunca poderão ser eliminados, pelo que temos que aprender a conviver com eles.

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O seu filho vai para a creche a partir de 18 de maio?

 

 

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Opinião – Reabertura Escolas (covid19) Creche e Pré-Escolar – Juliana Barroso

Estar saudável não é o mesmo de ausência de doença. Ser saudável é viver em ambiente seguro e com equilíbrio físico, mental, emocional e social.
O artigo 31º da Declaração Internacional dos Direitos da Criança consagra que “os Estados Partes reconhecem à criança o direito ao repouso e aos tempos livres, o direito de participar em jogos e atividades recreativas próprias da sua idade ”

 

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