Já o ano passado por esta altura as escolas sugeriam ao governo que atrasasse o início do 2.º período por algum tempo de forma a evitar os contágios decorrentes das festas de natal e de ano novo.
O facto de tal não ter acontecido levou ao 2.º confinamento em 15 de janeiro que durou alguns meses.
Este ano finalmente o governo percebeu que o natal e o ano novo merecem cuidados redobrados na primeira semana de janeiro e que os eventuais contágios não sejam trazidos para a vida escolar e para a sociedade em geral.
Não sei se apenas esta semana será suficiente para evitar um número maior de contágios ao longo do mês de janeiro, mas poderá evitar muitos desses contágios.
Se o teletrabalho passa a ser obrigatório nessa semana, não percebo porque não se poderá passar durante essa semana para o ensino à distância, evitando-se a retirada de dois dias de interrupção letiva no Carnaval e de mais três dias na Páscoa. Voltaremos este ano a ter um segundo e terceiro período imensos com praticamente nenhuma pausa entre janeiro e junho (no caso da educação pré-escolar e 1.º ciclo quase até julho), o que trará um desgaste imenso a alunos e professores.
Discordo profundamente da decisão do ensino não poder ser passado à distância nessa semana, quando todas as escolas e alunos estão preparados para esse sistema de ensino.




1 comentário
Até que enfim que alguém aborda o encurtamento da interrupção da Páscoa. Se o 2.° período terminava a 5/4 ( terça-feira), com esta ideia “brilhante” do Governo, passa a terminar a 8/4. Isto significa o quê? Que teremos reuniões nos dias 11, 12, 13 e provavelmente 14, restando 4 dias de pausa: sexta-feira santa, sábado, domingo e segunda-feira de Páscoa, o que, no entender dos comentadores ( nem tocaram este ponto) é mais do que suficiente. É muito pesado para os professores e alunos e o nosso ministro não aprendeu com os erros do ano passado: encurtamento das interrupções letivas e prolongamento do ano letivo até 8 de jullho. Provavelmente ainda não há computadores para todos os alunos e mais uma vez o E@D ficará na gaveta. A Maria de Lurdes Rodrigues não faria melhor!