Pais e directores dizem que decisões de isolamento de alunos têm sido “exageradas”

 

Pais e directores dizem que decisões de isolamento de alunos têm sido “exageradas”

Responsáveis da Confederação Nacional das Associações de Pais e da Associação Nacional de Directores de Escolas Públicas dizem que tem existido “excesso de zelo” nas decisões de encerramento e fecho de escolas. Nesta segunda-feira, existiam 169 surtos activos em estabelecimentos de ensino.

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15 comentários

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    • Maria on 14 de Novembro de 2021 at 12:08
    • Responder

    “excesso de zelo” ??? Não estão preocupados com o pessoal docente e …

      • Mila on 14 de Novembro de 2021 at 12:25
      • Responder

      Mário… Sai da gruta.

    • Helena on 14 de Novembro de 2021 at 12:24
    • Responder

    Finalmente começam a abrir os olhos e a pensar pela sua cabeça.

    A doença atualmente não existe ou está super atenuada e continuam a lidar com os casos positivos como se tivessem em 2020.
    Ridículo.

    Com as máscaras é a mesma palhaçada.

      • SB on 14 de Novembro de 2021 at 16:48
      • Responder

      Cara Helena…
      merece todo o meu respeito e tem direito à sua opinião… mas lamento informar que a Helena também tem de abrir os olhos…
      Não vê o que começa a acontecer no resto do mundo?… Serão todos os outros cegos? Só a Helena e mais uns poucos iluminados é que ainda não viram que também vai chegar a Portugal?
      A Helena deve fazer parte do clube dos avozinhos que dizem que não vai chegar a Portugal… que devemos visitar os lares… que devemos partilhar as hortícolas com os vizinhos…
      Talvez seja tempo de abrir os olhos e perceber que, mesmo vacinada, pode ter surpresas…
      Saúde

        • Helena on 14 de Novembro de 2021 at 16:56
        • Responder

        SB… Vc e a comunicação social que a intoxica de tretas, ainda não percebeu a diferença entre estar infectado e o ter doença.
        Tenho pena… Deve continuar a querer viver em casa eternamente..ok eu percebo o €€€ está sempre a cair.

        Amiga(o) a doença está diferente tem de remover a porcaria da máscara que só atrapalha . Viva e deixe viver.
        Nos outros países não sabe nada. Só sabe o que a CS lhe diz .Não sabe pormenores. A diferença está nos pormenores.

          • SB on 15 de Novembro de 2021 at 0:55

          Cara Helena vou continuar a tentar abrir-lhe os olhos.
          Para que perceba a minha opinião:
          – continuo a trabalhar
          – não gosto da máscara
          – não sou contra a vacinação
          – sei o que é ter sintomas (logo tenho eventualmente assistência médica) mas também sei o que é estar infetado, não saber, não usar máscara e contaminar os meus contatos próximos.
          – sei que este problema veio para ficar por muito tempo.
          – sei que temos que continuar a viver e que muitos vão morrer (a Helena deve ter memória curta relativamente a outras pandemias)
          – também sei outras coisas que não vou referir…

          Cara Helena tem o direito a viver e a morrer, mas por favor não contribua para a morte de alguém.

          Quanto à informação…. Minha cara tenho acesso a muita que em Portugal nunca é referida.

          Cara Helena tem direito à sua opinião, fundamentada ou não, mas não negue a gravidade da situação. Aproveitamento político e económico de alguns, o pensar no eu e não no nós só vai dificultar regressar a uma “nova “ vida que nunca voltará a ser igual.

          Saúde

    • Fui on 14 de Novembro de 2021 at 14:41
    • Responder

    Não me espanta. Os pais querem ver os filhos fora de casa, doentes ou não.
    Quanto aos diretores, nem um infetado, confortavelmente instalados em gabinetes com ar condicionado e sem qualquer contacto de risco. Em relação aos professores… quantos mais infetados, melhor. Querem lá saber, o me ou os diretores, dos professores. Até ocultam os casos! Deve ser para haver maior número de infectados.

      • Helder on 14 de Novembro de 2021 at 16:57
      • Responder

      Fui , queres é estar em casa na mama.

    • Carlos Mendes on 14 de Novembro de 2021 at 20:47
    • Responder

    Lamento as palavras “excesso de zelo” quando se está numa situação de pandemia. Estou em isolamento profilático e posso garantir que não devemos utilizar as palavras de excesso de zelo quando está em causa a saúde de alguém.

      • Gates on 14 de Novembro de 2021 at 22:37
      • Responder

      Estás em isolamento e diz-me uma coisa… Estás doente?

      Sabes quantos estão doentes? Vai-te catar pá

        • Carlos Mendes on 15 de Novembro de 2021 at 16:32
        • Responder

        A sua pergunta denúncia a sua ignorância. Vou tentar saber o significado de “catar”. Aproveite e tente saber a diferença entre isolamento e isolamento profilático.

    • Miquelina Manuela on 15 de Novembro de 2021 at 10:53
    • Responder

    No nosso agrupamento, por causa de um surto de vírus MAIA, nunca tivemos tanta abstenção de docentes como agora. Entram em colapso com tanto trabalho inútil e acabam por meter atestados, como era previsível. Há outros colegas que, como eu, já ganharam imunidade ao vírus, trabalham como sempre trabalharam até à pandemia, dando o sue melhor pela aprendizagem dos alunos, e fazem de conta que também estão contaminados pelo MAIA, preenchendo as grelhinhas absurdas com umas tretas e umas questões-aula para enganar o vírus. É a loucura total…

    • pretor on 15 de Novembro de 2021 at 15:14
    • Responder

    neste momento em portugal com a atual taxa de vacinacao o covid é igual a uma gripe para quem tem manifestações de doenca

    so morre quem tem 90 anos e muitas doencas associadas

      • Carlos Mendes on 15 de Novembro de 2021 at 16:37
      • Responder

      As suas palavras reflectem um grande conhecimento. Os velhotes e os doentes acabam por não serem seres humanos.

    • Zé Manel on 15 de Novembro de 2021 at 16:42
    • Responder

    Já antes era assim, desde o princípio e sem vacinação… Tirando aquele ou outro caso excecional que até passou nas notícias, só morria quem tem mais de noventa anos e vários de saúde anteriores ao covid… Os outros apanham umas dores de cabeça localizadas durante 2 ou 3 dias e uma caganeira forte, mas depois passa. Há quem se queixe também alguma perda de olfato e de tesão, mas só em alguns caso pontuais.

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