Ficou como a escola…
Portugal perde categoria de “país totalmente democrático”
Deixou de ser um “país totalmente democrático” para regressar à categoria de “democracia com falhas” segundo o Índice de Democracia elaborado anualmente pela revista The Economist.
Portugal desceu de categoria no Índice de Democracia elaborado anualmente pela revista The Economist, deixando de ser um “país totalmente democrático” para regressar à categoria de “democracia com falhas”, um recuo impulsionado pelas medidas restritivas impostas pela pandemia.




6 comentários
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Encalhei aqui nos termos ” país totalmente democrático” e “democracia com falhas”
Portugal “desceu de patamar” impulsionado pelas medidas restritivas impostas pela pandemia?
Não sei se ria se chore…..
Que palermeira de critério cego, as medidas são para protecção das pessoas – mostraram resultados positivos no 1º confinamento , ora essa!
Sub-democracia devido à promiscuidade do poder político e poder judicial. Em causa está a corrupção.
“um recuo impulsionado pelas medidas restritivas impostas pela pandemia”
desde há algum tempo que vai muito para além disso…
Citando o artigo …
“A par da reversão das liberdades democráticas por causa da pandemia, outra das questões que contribuíram para a quebra da pontuação média de Portugal no Índice foram a redução dos debates parlamentares ou ainda “a falta de transparência no processo de nomeação do presidente do Tribunal de Contas”.
Continuando a citar ….
“Na categoria de processo eleitoral e pluralismo, a revista atribui a Portugal 9.58 (sem alterações face à edição anterior), 7.50 no funcionamento do Governo (contra 7.86 em 2019), 6.11 na participação política e 7.50 na cultura política, ambos sem alterações”.
País totalmente democrático – pontuação mínima de 8,00 (só um dos critérios é atingido).
Participação política – 6,11 ????? (referendos inexistentes, petições públicas debatidas no parlamento a passarem de 4 para 10 mil assinaturas obrigatórias | o partido da oposição proponente da medida defendia as 15 mil, fuga aos debates quinzenais, o cidadão sem acesso ao diálogo com quem elegeu, etc, etc, etc,etc, etc).
Comunicação social ?????
Como diria o Senhor Ramos – “a culpa é de 500.000 portugueses” … de 10 milhões diríamos nós!
“
República Autocrática das Bananas