Apareceu, no alto da sua sabedoria… o Tiago e disse!!!

 

Não sendo muito comum estes aparecimentos, o Tiago veio dizer qualquer coisa sobre este ano letivo. Como sempre pouco disse que já não se soubesse. Mais uma vez cumpriu o seu papel de replicador…

Ministro admite escolas em regime não-presencial para travar surtos de Covid-19

ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, explicou esta quinta-feira, em entrevista à RTP, que os casos de infeção por Covid-19 nas escolas vão ser tratados como, por exemplo, os que são detetados numa empresa, mas as turmas e escolas podem vir a funcionar em regime não-presencial em casos limite.

Os alunos que representem casos suspeitos de infeção com o vírus vão ser colocados em isolamento e a turma a que pertencem pode, no entretanto, passar a funcionar com um regime de aulas à distância. Em último caso, toda a escola em questão pode entrar num regime misto, isto em casos de maior disseminação do vírus.

“Há casos em que existe o isolamento profilático, e aí é como acontece em qualquer empresa ou família”, começou por explicar o governante, referindo-se aos casos positivos que venham a ser detetados.

No entanto, e tendo em conta que o país “tem como regime preferencial e regra o regime presencial”, pode ser necessário “passar a uma situação de regime misto ou mesmo não-presencial”, algo que só acontecerá se a “situação de risco for bem identificada e tivermos de parar as escolas e as atividades letivas para diminuir o risco de propagação numa determinada comunidade”.

Nesta entrevista, Tiago Brandão Rodrigues abordou também um modelo de ensino à distancia para os alunos que pertençam a grupos de risco. Os pais podem solicitar a modalidade de aulas à distância mas, para isso, têm de apresentar uma declaração médica a comprovar a especial vulnerabilidade do filho à infeção com o novo coronavírus.

“Há um conjunto de alunos que vai estar ligado à sua escola, à sua turma e aos seus professores, continuando a ter o acompanhamento que tiveram”, garante Tiago Brandão Rodrigues, que reforça que apesar de este ser um regime voluntário, os pais “têm de o requisitar nas suas escolas”. Para já, o Governo não tem noção da dimensão do universo destes alunos.

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7 comentários

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    • Alecrom on 4 de Setembro de 2020 at 9:40
    • Responder

    É um grande Ministro.

    Tal como os restantes colegas de Governo nos seus respetivos ministérios, Tiago Brandão é o melhor Ministro da Educação do Portugal democrático.

    • cu vite on 4 de Setembro de 2020 at 9:46
    • Responder

    E o covid da gente
    E o covid da gente
    A gente distância
    Por causa do
    Covid da gente
    A gente distância
    Por causa do
    Covid dos outros também
    Mas o ….
    O cuvid a gente não dá pra ninguém

    • Matilde on 4 de Setembro de 2020 at 10:20
    • Responder

    Vamos ao que realmente importa:

    As direcções dos Agrupamentos de Escolas aproveitaram o período de férias escolares para mandar consertar aquelas fechaduras de janelas de salas de aula que não permitem abrir nem fechar as mesmas ou aquelas torneiras de lavabos de WC que não funcionam ou aqueles estores que não sobem nem descem? Além destes exemplos, poderiam ser dados muitos outros da mesma natureza…

    Preocupações desmesuradas com pedagogia? Reuniões pedagógicas, muitas reuniões pedagógicas, para quê se tudo o resto (que é muito) estiver por fazer?

    Deixando de lado o discurso politicamente correcto e conveniente, as preocupações referidas anteriormente não servirão para nada, se não estiverem reunidas e garantidas as condições mais básicas e elementares de higiene e de saúde pública dentro de cada escola…

    Lamenta-se, mas parece que algumas direcções ainda não interiorizaram nem assumiram que estamos a atravessar uma pandemia e que, por muito que queiram, o regresso à normalidade não é possível nos termos actuais…

    Essas direcções parecem ignorar a necessidade de existência das condições sanitárias mais elementares e parecem preferir centrar as suas preocupações em aspectos de natureza pedagógica que, neste momento, não contribuem nem relevam para questões de segurança comunitária… Só depois de garantidas estas últimas, se deveriam preocupar com as questões de natureza pedagógica…

    Enfim, total inversão de prioridades e de motivações… Resta saber que custos posteriores daí advirão…

    (Quanto às declarações do Sr. Ministro, já nem comento…).

    • E@D on 4 de Setembro de 2020 at 13:38
    • Responder

    Quem acompanhará o aluno que faz parte do grupo de risco? É que o professor da turma desse aluno terá a sua componente letiva preenchida. Aulas extras corresponderá a serviço extraordinário e como tal deverá ser remunerado.

    • Roberto Paulo on 4 de Setembro de 2020 at 13:58
    • Responder

    É curioso. Falam sempre nos alunos que possam vir a estar infetados e o quw fazer, mas nada se ouve acerca dos professores. O que se faz se um professor ficar infetado?

    • Matilde on 4 de Setembro de 2020 at 14:48
    • Responder

    Continuo sem conseguir aceder aos comentários de cada post… Passa-se alguma coisa?

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