Paralisações por distritos iniciam-se na próxima semana. Ministério da Educação solicita serviços mínimos para greves de quatro dias convocadas pelo Stop.
Ministério da Educação: greves distritais de professores sem serviços mínimos
O Ministério da Educação (ME) não requereu serviços mínimos para as greves distritais de docentes, que se vão iniciar na próxima segunda-feira, dia 17, e que foram convocadas pela plataforma de nove organizações sindicais. A informação tinha sido avançada pela Federação Nacional de Professores (Fenprof), que integra a plataforma sindical, em comunicado enviado às redacções nesta terça-feira e confirmada ao PÚBLICO pela tutela em resposta escrita no final do mesmo dia.




9 comentários
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O STOP deveria ter aprendido a lição, há que agir com inteligência e não força bruta…
Estas enganado. O Stop foi a força motora desta revolução. Revê a história. Foi só andar para trás e olha que eu até sou de um sindicato inteligente como tu lhes cjamad
Ainda vai a tempo de requisitar serviços mínimos (só precisa de ser 48 horas antes).
Grande coisa! As greves começam a partir das 12h. Os serviços minimos já estão incluídos.
Verdade colega! Agora são os próprios sindicatos que incluem os serviços mínimos?! Estamos bem representados…
Mas aquela coisa é uma Greve !?
O Professor Santana Castilho é que já topou os Sindicatos, tanto a Fenprof, como a desilusão que é o S.T.O.P. Leiam o que ele escreveu no Publico e que aparece neste blog e digam lá se ele não tem carradas de razão. Não temos representação à nossa altura e quando isto tudo acabar com a derrota do costume, é desvincular e poupar o dinheiro das quotas.
A paródia às greves, que a Fenprof vai fazer, não têm serviços mínimos – claro, já estão incluidos nas aulas das 8h-12h, para quê meter mais, até porque é só 1 dia que se repete várias vezes! Mas já foram requeridos para a greve do chetop. Estou com curiosidade de ver a reação do tal “sindicato diferente” a esta descriminação – serviços mínimos para uns e para os “amigos”, não. Se calhar marcam mais um acampamento …
No Público aparece que a greve do STOP de 24 a 28 de Abril já tem pedido serviços mínimos ao contrário daquela amostra de greve da Fenprof. Espero para ver qual a reação do STOP a isto. Se vierem só com palavreado, ou a pedir “adesão maciça” à manif de 25 de Abril, mas nada tencionam fazer de pratico contra os serviços mínimos, deixo de pagar quotas ao STOP e digo-lhes adeus definitivo.