Parecer da FENPROF sobre a versão final do diploma dos concursos
Contrariamente ao que se comprometeu na reunião de 23 de fevereiro, o Ministério da Educação ainda não enviou a versão digital com as alterações que fez à proposta de diploma para a revisão do regime de concursos.
Contudo, a FENPROF já enviou ontem o seu parecer tendo em conta as alterações que o ME apresentou e que entregou em mão na referida reunião.
NOTA MINHA: Se houve entrega da proposta em papel não seria possível as organizações sindicais digitalizarem o documento de dia 23 de fevereiro e publicá-lo?




7 comentários
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“As continuadas
mentiras e iniciativas pouco sérias do
Governo para desacreditar a luta dos
professores junto da opinião pública
falharam.
Todavia, o Governo continua a fugir a uma
negociação séria, pelo que é necessário,
agora, produzir documentos com propostas
de resolução do contencioso, que
demonstrem, a par da Ærmeza, maturidade e
sensatez. Do mesmo passo, devem os
professores ser protagonistas de iniciativas
arrojadas e inéditas, que respondam às
tentativas governamentais de anular o
direito à greve.
Dou um exemplo: aos serviços mínimos
pode responder-se com serviços máximos.
Que quero dizer com isto? Recusa absoluta
de fazer em casa seja o que for. Permanência
integral de 35 horas por semana nas escolas,
sendo apenas e só no local de trabalho que
os professores passam a cumprir as tarefas a
que por lei estão obrigados. Notificação aos
directores para que indiquem aos
professores os espaços onde passam a
preparar lições, corrigir testes e satisfazer
todos os compromissos. Fim de utilização
dos computadores pessoais e de Internet
privada para aceder às plataformas do
sistema. Fim de utilização de carro próprio
para deslocação entre as escolas do
agrupamento. Tudo legal, sem qualquer
ónus possível para os professores.
A novilíngua, a do século da paixão de João
Costa, o XXI, chama a isto quiet quitting.” Diz Santana Castilho,. E BEM! Porque Não recusarmos todo aquele trabalho e, (sempre que não nos prejudique) formação fora de horas e fins de semana? Na minha escola já há colegas (e eu própria) que não se inscreveram na formação da DGS (provas /exames online) como forma de protesto . Eu fiz o mesmo, pois ninguém me pode obrigar…Tem que ser esta a nossa postura! Santana Castilho está certo, como sempre ! Se na altura da pandemia tivéssemos recusado usar os nossos meios próprios, a coisa não tinha corrido tão bem como correu! Há que ser matreiros como os Costas e usar de “esperteza”. Façamos todos isto!
Há anos que defendo as 35 horas…
Já estou em “serviços minimos na escola”, leia-se cumpro o meu horário,fiz um horário para o trabalho individual, o qual cumpro , não trabalho ao fim de semana e recusei-me a acompanhar uma visita de estudo, num dia em que não tenho aulas da parte da manhã.
Tudo o que são atividades fora do horário que façam os amigos (dos) Costas, dos diretores e afins.
Quanto a formação só faço a que eu quero e não é a que a escola ou o ME quer.
Na pandemia recusei usar o meu telemóvel para contactar os encarregados de educação.Fazia-o por email e a escola chegou a ligar-me para eu falar com alguns pais /encarregados de educação.
«Provas do ensino profissional põem exames nacionais “num chinelo”»?!
https://www.jn.pt/nacional/provas-do-ensino-profissional-poem-exames-nacionais-num-chinelo-15896755.html
– Queremos ser nós, profissionais da educação, a eleger a direção/diretor da escola onde trabalhamos!!!!
(para que não haja “rabos presos” ,destes, pelos EE e passem a tratar e a respeitar os docentes como deve ser e a fazer com que os EE o façam também!!!!(pois o que se passa atualmente nas escolas é inacreditável!…)
– queremos procedimentos severos para a indisciplina, má educação e comportamentos agressivos verbais e físicos dos alunos para com os professores!!! (e que não seja ao contrário em que o professor é que acaba por ser punido, que é o que se passa atualmente!)
– e uma ADD séria, simples, objetiva, honesta, ao contrário do que se passa atualmente em que é injusta, obscura, imparcial!!
Colega,
Faço minhas as suas palavras.
Estamos cansados deste processo muito pouco transparente de tachos para eleição de quem supostamente nos representa em cada escola. Os colegas que estão no Conselho Geral garantem logo um MB ou Excelenté na ADD porque foram vendidos…Chega de tachos e tachinhos. Se não for por uma eleição transparente e democrática, então venham lá os gestores.
A FENPROF fez o documento a correr e tem ali algumas contradições. Por exemplo, quando escrevem na apreciação na generalidade:
“Existem outros aspetos penalizadores, como a exigência de prestação de 365 dias de
serviço nos últimos 3 anos (em vez de nos atuais 6) para integração da 2.ª prioridade
do concurso externo ou a possibilidade da chamada vinculação dinâmica não passar
além de 2024, entre outros aspetos que constam da apreciação na especialidade;”
Para depois escreverem no artigo 10º. nr.3:
” (comentário suprimido, tendo em conta
que a última versão apresentada pelo ME acolhe a proposta da FENPROF, ou seja, mantém-se
o requisito de tempo de serviço para se ser ordenado na 2.ª prioridade nos termos em que
atualmente vigora, correspondente à prestação de 365 dias de tempo de serviço prestado em
estabelecimentos da rede do ME nos últimos 6 anos escolares)”
Isto vai de mal a pior!