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Mobilidade por doença mantém-se sem acordo – FNE

Mobilidade por doença mantém-se sem acordo

Realizou-se hoje a segunda reunião entre a FNE e o Ministério da Educação (ME) sobre as matérias da mobilidade e da renovação de contratos. Ao longo do dia de hoje a FNE já tinha remetido ao ME o nosso contributo e a tutela apresentou também uma nova versão do seu documento que na reunião explicitou e fundamentou.

A FNE regista positivamente que o Ministério da Educação tenha tomado em linha de conta as preocupações já manifestadas e que tenha também acolhido a proposta da FNE de que as situações de doença que venham a ocorrer ao longo do ano letivo, possam ser apresentadas para apreciação de mobilidade se necessário.

A FNE verifica no entanto que ainda não ficam totalmente resolvidas todas as suas preocupações nomeadamente :

– ao nível da mobilidade por doença, a garantia de que todos os que a ela tenham direito dela beneficiem;

– ao nível da renovação de contratos não se promova a subversão da lista graduada e a falta de reconhecimento das expetativas dos docentes expressas quando concorreram.

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14 comentários

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  1. Se o que estivesse a ser negociado fossem os subsídios para os deputados, a reunião negocial nem se realizaria, tal é a convergência de interesses dos diferentes partidos e respectivos acólitos nessa área. R***s os p***tam!! Para se engrandecerem e satisfazerem a opinião pública (esta também é formada por uma cambada de burros que votou neles!) têm uma postura à MLR. Puseram-nos lá e com maioria, pois então agora ch*pem!!!

    • Professor on 18 de Maio de 2022 at 21:54
    • Responder

    Qual negociação e qual carapuça?!
    Negociar isto com o ministério é fazer a dança do costume. É altura de sacar do cartão vermelho. O que é necessário é mudar concursos, sistema de gestão, ADD, precariedade, flexibilização, indisciplina e avaliação. É isso que tem de ser revisto e não é alinhar com o ME na continuidade do dividir para reinar!
    Vamos ao que interessa, vamos ao que é sério! Toca a reverter todo o mal que se fez à educação desde 2005!

      • Rita Alves on 18 de Maio de 2022 at 23:05
      • Responder

      Esta luta não é de TODOS! Trata-se de uma luta apenas dos quase 10 000 colegas que beneficiam da MPD. Logo, não há lugar para negociação dado que a maioria da classe está cansada dos colegas que, ano após ano, prevaricam. Agora estão a provar do seu próprio veneno. Neste momento, os professores que se encontram em situação delicada de saúde deveriam pedir contas aos prevaricadores, aos ditos “Chicos Espertos” que levaram a que esta situação de rotura acontecesse. Não há como juntar a classe nesta luta porque os referidos CHICOS ESPERTOS prejudicaram, anos a fio, a colocação de inúmeros professores por beneficiarem dessa mobilidade com a conivência dos próprios colegas (que não acusam estas situações fraudulentas), que com Eles convivem e trabalham, dos Diretores, dos médicos, dos representantes das autarquias, etc…
      ACABOU-SE A MAMADEIRA DO CONTINENTE!

        • Manuel on 19 de Maio de 2022 at 8:53
        • Responder

        Se é docente, é uma péssima profissional sem ética porque são 10000 docentes em luta , são DOCENTES. Se concorda ou não tem esse direito mas não compartimente,

    • Estou parva on 18 de Maio de 2022 at 21:59
    • Responder

    Como é possível que quase em junho ainda estejam em negociações,as alterações só deveriam fazer sentido em 2022/2023.

      • rega no fofe on 19 de Maio de 2022 at 16:04
      • Responder

      Ainda querias mais este ano de rega no fofe, não era?

    • Professor on 18 de Maio de 2022 at 22:38
    • Responder

    As alterações só deveriam, depois de negociadas, entrar em vingor no próximo concurso.

    Conheço colegas que estão a desenvolver projectos com as escolas que não podem ser finalizados por mais ninguém.
    Existem colegas que, tendo em conta o deferimento da sua MPD nos últimos anos e que naturalmente esperavam o mesmo resultado este ano, tem agora que refazer toda a sua vida, como se a sua doença já não foste suficiente. Isto porque o ME se lembrou que deveria ser agora. Porquê?…

    Para que quem já tem de sofrer com a sua doença, se veja agora numa situação ainda mais caótica.

    Quando se pensar em MPD não se pode pensar na minoria que abusa e/ou abusou desta. Devemos sim pensar em quem está doente.

    Não aprendermos nada com a pandemia?

      • Rita Alves on 18 de Maio de 2022 at 23:14
      • Responder

      Nunca é tarde para mudar. Além disso, apenas está em curso o concurso externo pois a MPD ainda não teve início.
      Mais, os colegas prevaricadores são a maioria dentro do bolo dos que beneficiam da MPD. Conseguiram encontrar o seu espaço corrupto nas brechas da Legislação pelo que urge o ME ter mão nos impostos pagos por todos os PORTUGUESES! Há falta de professores, eis uma das soluções encontradas: colocar no terreno quem tem corpo para trabalhar (leia-se “fraudulentos”). Seguidamente, colocar os professores que estão nos Sindicatos no terreno, entre outras medidas.
      Quanto à continuidade dos projetos em curso, ninguém é insubstituível pelo que esta é uma NÃO QUESTÃO!

        • Manuel on 19 de Maio de 2022 at 8:54
        • Responder

        Você tb não é insubstituível e desejo-lhe a dobrar o que desejar aos docentes contra os quais tem ressentimentos não resolvidos.

          • Rita alves on 19 de Maio de 2022 at 19:21

          Ó manel, toquei-lhe no seu ponto fraco: a chico espertisse….
          Há estudos: 15% são efetivamente colegas com necessidades cujas pessoas como o senhor prejudicaram logo vou devover-lhe o seu veneno.
          Acabou-se a mamadeira continental…
          Futuramente, reflita antes de qualquer ato de aldrabice: a mentira tem perna curta e esta tem durado muitos anos.
          Tome um calmante que passa…

    • GenteSéria@ on 19 de Maio de 2022 at 0:27
    • Responder

    Há cerca de 15% de professores com efetivas razões para a MPD (fonte: sindicatos) … quanto aos oportunistas, ilusionistas e outros malabaristas – trabalhar faz bem à saúde !!!

  2. Após ler esta “coisa” ocorre-me algumas perguntas:
    Como se processa quem tiver apoio médico num concelho e viver noutro?
    E quem não fizer os seus tratamentos em meio hospitalar?
    Distâncias em linha reta? 50km em linha reta? Nós não somos navegadores de mapa, esquadro e régua em punho. 50km em linha reta pode corresponder a 100km na estrada (só ida), o que é isto?

    Estamos a falar de pessoas com doenças gravíssimas ou seus descendentes ou ascendentes que precisão de apoio de proximidade.

      • Emanuel on 19 de Maio de 2022 at 10:08
      • Responder

      Também tenho essa dúvida cujo teor abaixo transcrevo;

      Coisa mal amanhada nos seguintes pontos:
      “7 – A colocação em agrupamento de escola ou escola não agrupada de destino efetua-se nos seguintes
      termos:
      7.1 – Os docentes indicam o código do concelho onde se situa o local da prestação dos cuidados
      médicos de que carecem ou a residência familiar.”

      Certo, mas depois vem a asneirada:
      “Requisitos
      12 – No caso de pedido de mobilidade motivado por doença do próprio, o processo é instruído com os
      seguintes documentos, a submeter eletronicamente:
      a) Relatório médico, em modelo da DGAE, que ateste e comprove a situação de doença nos
      termos do Despacho Conjunto n.º A-179/89-XI, de 12 de setembro, e a necessidade de
      deslocação para outro agrupamento de escolas ou escola não agrupada, para efeitos da
      prestação dos cuidados médicos ou por dificuldades físicas ou sensoriais de mobilidade
      resultantes daquelas doenças.
      b) Declaração passada por estabelecimento hospitalar, público ou privado, da qual deve
      obrigatoriamente constar que o tratamento ou apoio a prestar está a ser efetuado no concelho
      a que se refere o número 7.1 –>> E AQUI É QUE ESTÁ A ASNEIRADA NESTA ALÍNEA b). Porquê asneira? Porque por exemplo faço tratamentos a 5km de casa numa vila que fica num concelho contíguo ao meu concelho de residência, que é o mesmo da escola onde estou por MPD. Sim eu preciso da MPD e segui a legislação, quem não deve não teme!! OU SEJA, se eu indicar a residência familiar, que é o que tenho feito, como poderei apresentar declaração de tratamentos do mesmo concelho se a clínica está num concelho diferente? Por favor expliquem-me como se eu tivesse só 30 anos (e tenho, mas de carreira).

      1. Estou igual…e finalmente usufruo da MPD…. agora 50 km é precisamente o q não posso fazer…guiar fico cheia de dores…estou à espera o q vai sair daqui…nem sabem o q estão a fazer…

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