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6 de Maio de 2022 archive

Lista Colorida – RR33

Lista Colorida com colocados e retirados da RR33.

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442 Contratados na RR33

Foram colocados 442 contratados na reserva de recrutamento 33 colocados em completos e anuais.
Pela distribuição das colocações por QZP percebe-se que apenas uma pequena parte diz respeito às regiões onde os professores são mais escassos… fica a tabela:

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Para que conste

As férias são gozadas dentro do contrato.

Quem é agora colocado  em horário anual só vai ter direito a 6 ou 8 dias de férias a gozar no contrato.

Vamos  ter recuperação de aprendizagens no mês de agosto, já que estes professores só poderão tirar férias depois do dia 20 de agosto?

 

 

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Tudo Completo e Anual, outra vez…

 

 

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Reserva de Recrutamento n.º 33

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados, Listas de Colocação Administrativa e Listas de colocação adicional de carácter excecional – 33.ª Reserva de Recrutamento 2021/2022.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 9 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira dia 10 de maio de 2022 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 33

Listas – Reserva de recrutamento n.º 33

 

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A razão do atraso na saída das listas da RR33

 

O ministro da Educação clarificou hoje que os professores que já estavam na reserva de recrutamento têm prioridade na colocação relativamente àqueles que tinham recusado horários e excecionalmente puderam voltar a concorrer.

 

 

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E um plano de capacitação salarial? Luís S. Braga

Este texto merece ser lido. Não porque seja sensato, mas porque mostra como o missionarismo grassa na nossa profissão e passa bem com tretas fofas.
O que vou comentar vai ser usado como prova definitiva, pelos proponentes do plano de capacitação emocional, de que precisarei dele.
Mas não me ralo com isso. Nas igrejas, dos herejes que criticam a catequese, diz-se sempre que lhes falta catequese.
Os meus alunos não se têm queixado da minha incapacidade emocional para este “incapaz” ter de ser capacitado.
Paguem melhor e os profs que tenham mais dinheiro para uns almocinhos e passeios com a família e vão ver como ficam capacitados e com menos stress.
E sai mais barato que pagar aos benévolos “capacitadores”.
Não há ninguém que explique a esta senhora que, por mais sessões e planos, ninguém se livra do stress se o dinheiro não chegar para as contas e se morar num quarto manhoso e sem conseguir ver a família?
As sessões doutrinais do plano, para esses, serão tortura. Imagino o ambiente da coisa….
Quando é que estes artistas ganharão juízo?

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Horários incompletos também podem passar a ser renovados

 

A possibilidade foi admitida esta sexta-feira pelo ministro da Educação. no Parlamento: a renovação de horários incompletos vai ser alvo de negociação com os sindicatos. A aposta do Governo quanto à atratividade da carreira, explicou João Costa, é na previsibilidade e fixação. “Queremos acabar com a casa às costas”, afirmou.

Horários incompletos também podem passar a ser renovados

 

A proposta de Orçamento para a Educação está a ser debatida esta tarde na audição conjunta das comissões de Orçamento e Finanças e da Educação e Ciência. A deputada do PSD, Cláudia André, começou por confrontar o novo ministro com a alteração nas regras de concurso no 3.º período. O ministério da Educação anunciou, na semana passada, recorde-se, para mitigar a falta de professores e o número de turmas ainda sem todas as aulas, que os horários dos docentes, nas regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve seriam completados e anuais para atrair mais candidatos. O Governo também despenalizou cinco mil docentes que estavam impedidos de concorrer por já terem recusado colocações este ano letivo. Esta medida, revelou João Costa, já permitiu reduzir em 6600 o número de alunos sem todos os professores.

“Não nos preocupa que as regras sejam diferentes. O que interessa é que alunos tenham aulas”, respondeu João Costa.

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Escolas com centenas de professores sem aulas. “Diretores não podem fazer nada”

Estatuto permite aos docentes, em caso de doença – sua ou de um familiar próximo – aproximarem-se da área de residência ou do hospital onde são seguidos. Mas sindicato confirma que existem professores que o fazem só para estar mais próximo de casa ou poder escolher a escola onde querem estar e alertam para uma “classe desgastada”.

Escolas com centenas de professores sem aulas. “Diretores não podem fazer nada”

Este ano lectivo, 9.459 professores fizeram pedido de mobilidade por doença, o que lhes permite escolher a escola onde são colocados por sofrerem de uma doença, ou terem que cuidar de um familiar doente. De acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Educação, 94,9% dos pedidos foi aceite.

Este tipo de mobilidade está prevista em Diário da República e confere aos docentes “proteção e apoio em situações de doença, quer do próprio quer do cônjuge, ou da pessoa que com ele viva em união de facto, descendente ou ascendente que estejam a seu cargo” e depende da entrega de um relatório médico que comprove a situação clínica. Porém, há escolas com mais de 200 docentes afetos a esta mobilidade, e muitos acabam por ficar sem turmas atribuídas, ou seja, sem dar aulas. A lei prevê que os professores não retirem componente letiva aos que já fazem parte do agrupamento.

“Só são dadas turmas quando há componente letiva por atribuir, se não, os docentes ficam a dar apoios, a ajudar na sala de aula, nas bibliotecas ou outros projectos. Nós, directores, não podemos fazer nada! Não somos nós que pedimos para nos serem dados estes professores e quando são centenas a gestão é complicadíssima. Damo-nos ao luxo de ter salas com um dois professores coadjuvantes e muitos apoios”, lamenta Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

Escolas com centenas de professores em mobilidade por doença
Mais de 70% dos pedidos correspondentes a 2021/22 foram efetuados na região Norte do país e há cerca de 30 escolas que acolheram 50 ou mais docentes. Só em Bragança, na Escola Emídio Garcia, foram colocados mais de 200 professores afetos a esta mobilidade. Mas esta está longe de ser a única escola do país assim. Viseu é um dos concelhos que regista mais pedidos e, pelo menos três escolas, receberam mais de uma centena de professores – cada uma – ao abrigo deste processo. Já em Vila Real, na escola Morgado Mateus, há mais de uma centena de professores de um só grupo de recrutamento, ou seja, são mais de cem docentes do primeiro ciclo.

De acordo com as fontes ouvidas pela SÁBADO, não há número limite de professores sob mobilidade por doença nas escolas e o Despacho n.º 9004-A/2016, que a estabelece, também não limita.

“A Mobilidade por Doença não tem razão de existir. Se os concursos fossem bem-feitos, as pessoas estavam nas escolas a que tinham concorrido. 60% dos docentes que estão em Mobilidade por Doença, se estivessem perto de casa, conseguiram dar aulas sem estar a gastar dinheiro público”, garante Graziela Rodrigues, presidente do Sindicato Nacional dos Professores Licenciados (SNPL).

Dos 8.981 professores que pediram mobilidade por doença, 6.602 apresentaram atestados em nome próprio, 1.532 para dar apoio aos pais, 489 para tratar dos filhos, 339 dos cônjuges e 19 para acompanhar a pessoa com quem vivem em união de facto.

A estes docentes é pedido apenas um documento que comprove a situação clínica. Assim podem escolher a instituição de ensino onde querem ficar – de forma a estar mais perto da sua residência ou da unidade hospitalar onde são tratados.

“Os professores têm de entregar documentos [que atestem as doenças]. Partimos do princípio de que os médicos que passam esses documentos são isentos e só os passam se as pessoas estiverem verdadeiramente doentes!”, refere à SÁBADO Mário Nogueira, dirigente da Federação Nacional de Professores (FENPROF).

“Mobilidade por doença, a eterna fraude para não fazer nada”
A frase foi escrita por um internauta no blog DeArLindo, uma página dedicada ao ensino nacional, e a ideia parece ser partilhada por alguns membros do setor. Mas afinal o que está em causa em todo este processo?

 

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Dezenas de professores com mais de 62 anos ainda concorrem por um lugar no quadro

Dezenas de professores com mais de 62 anos ainda concorrem por um lugar no quadro

Nas disciplinas com mais candidatos a um lugar na carreira docente há 88 professores a contrato que têm mais de 62 anos. No total registaram-se cerca de 55 mil candidaturas para 3.259 vagas. No ano passado houve mais de 60 mil para 2.424 lugares. Como os professores podem concorrer para lecionar a mais do que uma disciplina, o número de candidaturas não equivale ao de candidatos. Os concursos externos têm servido quase exclusivamente para assegurar um lugar no quadro a quem se encontra a contrato. Isto tem acontecido desde 2015 para garantir o cumprimento de uma diretiva europeia que impede a utilização abusiva de contratos a prazo, através de um mecanismo que é conhecido como “norma-travão”.

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