O Conselho das Escolas defende que os orçamentos dos agrupamentos devem ser reforçados para garantirem “o funcionamento regular” dos estabelecimentos escolares no caso de as autarquias não assumirem, no âmbito da descentralização, determinados encargos como contratos de assistência técnica ou serviços de cópia e impressão, por exemplo.
Escolas querem reforço de verbas para garantir funcionamento regular
No parecer emitido dias antes do limite do prazo para a aceitação da descentralização das competências na Educação (1 de abril), agora divulgado, o órgão consultivo do Ministério da Educação recomenda que, independentemente da tutela dos não docentes ter passado para os municípios, a gestão desses funcionários deve permanecer na “dependência hierárquicas das escolas”. Devem ser exclusivamente os diretores a fazer a avaliação de desempenho, a aprovar o mapa de férias, a manter o poder disciplinar e a decidir ações de formação.
Diretores e organizações sindicais temem, há muito, que as autarquias possam, por exemplo, requisitar e transferir não docentes para outros serviços do município durante as pausas letivas.



3 comentários
Mas o objetivo do governo é mesmo esse. Acham que ia mudar de opinião?
Largam as obrigações nas Câmaras Municipais e agora iam ficar com as mais chatas?!!?
Acordem…
O reforço das verbas, seria aumentar os salários dos professores e acabar com o sistema de quotas.
Os Diretores nem falam neste assunto, porque eles ganham bem, e não querem que os salários dos seus criadinhos que são os professores, se aproxime do deles, porque eles se sentem os maiores.
Que tristeza…
Onde chegamos…
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