Só um louco ou um incompetente vem atualmente para a profissão docente. Trabalho real: 16 horas de trabalho por dia (embora digam que são 7). Condições remuneratórias péssimas, sem qualquer perspetiva de progressão na carreira (chega-se ao 4.º escalão , em 10, e fica-se para sempre lá com um Bom). Um sistema de avaliação desumano e baseado nos compadrios e favores às direções e aos avaliadores. Um autêntico pesadelo.
João Couto
” Sistema de avaliação (…) um autêntico pesadelo”
O pesadelo é agravado quando o ECD toma tudo por igual, quando, evidentemente, não é tudo igual ! E depois temos os Ajuntamentos, sede da inconcebível mistura do tudo é igual, sem destrinça de mérito, responsabilidades ou mobilização de saberes.
Repare bem: colar uns sininhos de Natal nas vidraças , pôr a voar uns papagaios de papel ou jogar futebol de 5 , pode, em sede de avaliação docente, ser mais “importante” do que ensinar “aquelas” disciplinas duras no 12º ano ou secundário.
Olhe que é verdade! Já vi uma “professora” de tapetes de Arraiolos “roubar” a vaga a um experimentado e academicamente preparado Professor do Liceu ( no caso, de Matemática).Ora, Como a disciplina leccionada pelo doutor não se presta a grandes espectáculos nem o conhecimento -hoje – tem grande valor…
O ensino em Portugal está transformado num execrável reino da estupidez. Em tudo, não é só “nisto” !
Este sistema é que os corruptos desgovernantes querem. Aliás, penso que os incompetentes diretores das escolas também apoiam, pois desta forma, terão sempre ao seu dispor os seus subordinados e os seus compadrios. Os subordinados são aqueles que ainda fazem um trabalho profissional, enquanto que os engraxadores compadrios, servem apenas para apoiar os diretores com as suas decisões de autoridade, com o objetivo e serem beneficiados na sua avaliação de desempenho.
Com este sistema, quem poderá estar motivado???
Uma tristeza…
Exato! Neste reino do faz de conta que faz, faz de conta que estuda, faz de conta que trabalha…vale mais parecer, do que ser! Dá muito menos trabalho! Até porque uma mentira, já lá dizia o outro, proclamada aos sete ventos, acaba por valer muito mais do que uma verdade!
Viva o reino do show e da publicidade…mesmo que enganatória!
Maria deixa de ser preconceituosa... on 10 de Maio de 2022 at 13:18
Maria essa forma de veres os doutores e as “professoras” de Arraiolos é coisa que cheira a mofo, a mania da superioridade que já não cabe numa sociedade do século XXI.
Cada docente tem a sua função de acordo com o seu público-alvo, a avaliação nada tem a ver com o grau de ensino que se leciona.
Enquanto persistir essa sobranceria na tua cabeça, nunca entenderás o sistema de ensino.
Nunca te esqueças que o homem que recolhe o teu lixo está a tratar da saúde de todos e todos o menosprezam… Não és mais bem menos do que “professora” de Arraiolos…
1-Agradeço a quem me ensina a distinguir um dr. de um doutor.
2-Não desprezo o homem que recolhe o lixo – é um trabalhador absolutamente indispensável. Porém, a “carreira” e correspondente remuneração terá de ser diferente do (verdadeiro) engenheiro da Câmara Municipal. Entre Professores e “professores” será o mesmo. E não adianta…
3- Não devemos tratar por tu pessoas que não conhecemos ou com quem não temos confiança .
4 -Pelos básicos argumentos, léxico, prosa e educação (ou falta dela), facilmente se depreende a origem . E os complexos de inferioridade. É “professor (a)”, com aspas ,mas não se incomoda de receber mais do que um contínuo (injusto !).
( Não costumo responder a este tipo de”argumento”. Mas como são tantos os casos, aproveito, por uma vez, fazê-lo à molhada. Assunto encerrado).
Professora de Arraiolos on 10 de Maio de 2022 at 20:08
Sra. Doutora saia da bolha.
Essa sua conversa é bafienta e não faz sentido.
Porque motivo um professor do 1º ciclo é menos relevante do que um professor de secundário?
O trabalho dos dois deve ser avaliado de acordo com as suas competências profissionais e a nota deve ser dada dentro do mais elementar sentido de justiça. Será que por ser Doutor tem direito a Excelente por inerência?
A minha origem são dois pais humildes com a 3ª e 4ª classe, mas com um sentido de justiça, liberdade e igualdade que é coisa que não lhe assiste.
A senhora teve o condão de passar diretamente da barriga da sua mãe para o Liceu, já que tanto menospreza os restantes ciclos do sistema educativo. Recordo-lhe só que já não há Liceus há muito tempo.
Guarde a sua qualidade de prosa e léxico absolutamente fabulosos e transmita-os aos seus alunos que é a sua obrigação, mas não trate por asininos os outros pois pode estar a ver-se ao espelho.
Disse.
Ai essas copulativas on 10 de Maio de 2022 at 21:34
Maria diz-se Escola Secundária e não Liceu.
Diz-se assistente operacional e não contínuo.
Não somos professores com aspas nem com aspas, somos simplesmente professores.
Quanto a léxico e prosa está muito bem, mas no que respeita à construção frásica deixa muito a desejar para doutora de Liceu.
Se não tivesse saltado o ensino primário (atual primeiro ciclo) indo diretamente para o Liceu talvez usasse bem as adversativas e a copulativas.
Maria- Em 1º não há muitos “Doutores”, para ser doutor por extenso tem que ter um doutoramento.
Dr. são os médicos, nós somos Licenciados(Lic.) de que são exemplo os tais da matemática, ou quando muito Prof. quando estamos a exercer essas funções. Assim como ser professor por extenso é apenas para um doutorado que exerce na universidade, aí chama-se Professor Doutor.
Nós , pelo menos eu, mesmo com mestrado somos Prof.
Como escreve a colega e com razão “a mania da superioridade que já não cabe numa sociedade do século XXI.”
Mas afinal o que incomoda a Maria? É Doutora, ou só Lic., ou só de Arraiolos? Eu sou apenas e só Prof.
Acabem com este discurso patético, até é racista e xenófobo. Os alunos devem aprender de tudo, não é só matemática nem português.
Estude um pouco de psicologia do desenvolvimentos e psicologia da aprendizagem, vai abrir-lhe horizontes.
Se há coisa que faz falta são as leituras e a atualização de conhecimentos em determinadas pessoas na área da educação, ainda falam em Liceu!
Já agora a “destrinça de mérito”, tem muito que se lhe diga…
Deveria, talvez, informar-se melhor, antes de debitar inverdades. Doutor (doctoris) significa, na sua forma original, aquele que ensina, que educa, daí o substantivo “docente” que tem a mesma raiz etimológica. Falando com propriedade, será um título académico mais apropriado para um professor do que para um médico. E já agora, por que razão a licenciatura em medicina merece esse distintivo de tratamento único ? As outras, são licenciaturas menores? Acaso trata um advogado, um psicólogo, por Sr. licenciado? Enfim…Tanta ignorância!
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Meus caros, vejam este vídeo da audiência do Ministro da Educação no Parlamento :
https://www.facebook.com/grupoparlamentardochega/videos/771541170896791
Só um louco ou um incompetente vem atualmente para a profissão docente. Trabalho real: 16 horas de trabalho por dia (embora digam que são 7). Condições remuneratórias péssimas, sem qualquer perspetiva de progressão na carreira (chega-se ao 4.º escalão , em 10, e fica-se para sempre lá com um Bom). Um sistema de avaliação desumano e baseado nos compadrios e favores às direções e aos avaliadores. Um autêntico pesadelo.
João Couto
” Sistema de avaliação (…) um autêntico pesadelo”
O pesadelo é agravado quando o ECD toma tudo por igual, quando, evidentemente, não é tudo igual ! E depois temos os Ajuntamentos, sede da inconcebível mistura do tudo é igual, sem destrinça de mérito, responsabilidades ou mobilização de saberes.
Repare bem: colar uns sininhos de Natal nas vidraças , pôr a voar uns papagaios de papel ou jogar futebol de 5 , pode, em sede de avaliação docente, ser mais “importante” do que ensinar “aquelas” disciplinas duras no 12º ano ou secundário.
Olhe que é verdade! Já vi uma “professora” de tapetes de Arraiolos “roubar” a vaga a um experimentado e academicamente preparado Professor do Liceu ( no caso, de Matemática).Ora, Como a disciplina leccionada pelo doutor não se presta a grandes espectáculos nem o conhecimento -hoje – tem grande valor…
O ensino em Portugal está transformado num execrável reino da estupidez. Em tudo, não é só “nisto” !
Muito bem. Concordo, em absoluto.
Este sistema é que os corruptos desgovernantes querem. Aliás, penso que os incompetentes diretores das escolas também apoiam, pois desta forma, terão sempre ao seu dispor os seus subordinados e os seus compadrios. Os subordinados são aqueles que ainda fazem um trabalho profissional, enquanto que os engraxadores compadrios, servem apenas para apoiar os diretores com as suas decisões de autoridade, com o objetivo e serem beneficiados na sua avaliação de desempenho.
Com este sistema, quem poderá estar motivado???
Uma tristeza…
Exato! Neste reino do faz de conta que faz, faz de conta que estuda, faz de conta que trabalha…vale mais parecer, do que ser! Dá muito menos trabalho! Até porque uma mentira, já lá dizia o outro, proclamada aos sete ventos, acaba por valer muito mais do que uma verdade!
Viva o reino do show e da publicidade…mesmo que enganatória!
Maria essa forma de veres os doutores e as “professoras” de Arraiolos é coisa que cheira a mofo, a mania da superioridade que já não cabe numa sociedade do século XXI.
Cada docente tem a sua função de acordo com o seu público-alvo, a avaliação nada tem a ver com o grau de ensino que se leciona.
Enquanto persistir essa sobranceria na tua cabeça, nunca entenderás o sistema de ensino.
Nunca te esqueças que o homem que recolhe o teu lixo está a tratar da saúde de todos e todos o menosprezam… Não és mais bem menos do que “professora” de Arraiolos…
Aprender
1-Agradeço a quem me ensina a distinguir um dr. de um doutor.
2-Não desprezo o homem que recolhe o lixo – é um trabalhador absolutamente indispensável. Porém, a “carreira” e correspondente remuneração terá de ser diferente do (verdadeiro) engenheiro da Câmara Municipal. Entre Professores e “professores” será o mesmo. E não adianta…
3- Não devemos tratar por tu pessoas que não conhecemos ou com quem não temos confiança .
4 -Pelos básicos argumentos, léxico, prosa e educação (ou falta dela), facilmente se depreende a origem . E os complexos de inferioridade. É “professor (a)”, com aspas ,mas não se incomoda de receber mais do que um contínuo (injusto !).
( Não costumo responder a este tipo de”argumento”. Mas como são tantos os casos, aproveito, por uma vez, fazê-lo à molhada. Assunto encerrado).
Sra. Doutora saia da bolha.
Essa sua conversa é bafienta e não faz sentido.
Porque motivo um professor do 1º ciclo é menos relevante do que um professor de secundário?
O trabalho dos dois deve ser avaliado de acordo com as suas competências profissionais e a nota deve ser dada dentro do mais elementar sentido de justiça. Será que por ser Doutor tem direito a Excelente por inerência?
A minha origem são dois pais humildes com a 3ª e 4ª classe, mas com um sentido de justiça, liberdade e igualdade que é coisa que não lhe assiste.
A senhora teve o condão de passar diretamente da barriga da sua mãe para o Liceu, já que tanto menospreza os restantes ciclos do sistema educativo. Recordo-lhe só que já não há Liceus há muito tempo.
Guarde a sua qualidade de prosa e léxico absolutamente fabulosos e transmita-os aos seus alunos que é a sua obrigação, mas não trate por asininos os outros pois pode estar a ver-se ao espelho.
Disse.
Maria diz-se Escola Secundária e não Liceu.
Diz-se assistente operacional e não contínuo.
Não somos professores com aspas nem com aspas, somos simplesmente professores.
Quanto a léxico e prosa está muito bem, mas no que respeita à construção frásica deixa muito a desejar para doutora de Liceu.
Se não tivesse saltado o ensino primário (atual primeiro ciclo) indo diretamente para o Liceu talvez usasse bem as adversativas e a copulativas.
Maria- Em 1º não há muitos “Doutores”, para ser doutor por extenso tem que ter um doutoramento.
Dr. são os médicos, nós somos Licenciados(Lic.) de que são exemplo os tais da matemática, ou quando muito Prof. quando estamos a exercer essas funções. Assim como ser professor por extenso é apenas para um doutorado que exerce na universidade, aí chama-se Professor Doutor.
Nós , pelo menos eu, mesmo com mestrado somos Prof.
Como escreve a colega e com razão “a mania da superioridade que já não cabe numa sociedade do século XXI.”
Mas afinal o que incomoda a Maria? É Doutora, ou só Lic., ou só de Arraiolos? Eu sou apenas e só Prof.
Acabem com este discurso patético, até é racista e xenófobo. Os alunos devem aprender de tudo, não é só matemática nem português.
Estude um pouco de psicologia do desenvolvimentos e psicologia da aprendizagem, vai abrir-lhe horizontes.
Se há coisa que faz falta são as leituras e a atualização de conhecimentos em determinadas pessoas na área da educação, ainda falam em Liceu!
Já agora a “destrinça de mérito”, tem muito que se lhe diga…
Deveria, talvez, informar-se melhor, antes de debitar inverdades. Doutor (doctoris) significa, na sua forma original, aquele que ensina, que educa, daí o substantivo “docente” que tem a mesma raiz etimológica. Falando com propriedade, será um título académico mais apropriado para um professor do que para um médico. E já agora, por que razão a licenciatura em medicina merece esse distintivo de tratamento único ? As outras, são licenciaturas menores? Acaso trata um advogado, um psicólogo, por Sr. licenciado? Enfim…Tanta ignorância!
alguém para Barrancos? há lá um café! nã milhor é Olivença que não pertence à rede escolar …
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