José Feliciano Costa (Sindicato dos Professores da Grande Lisboa) e Francisco Gonçalves (Sindicato dos Professores do Norte) que agora concorrem a secretários-gerais adjuntos
Mai 14 2022
Daqui a três anos teremos um destes como Secretário Geral da FENPROF
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6 comentários
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Como explicar que sendo mais de 80% dos professores do sexo feminino os líderes sindicais sejam todos homens? Porque motivo a Fenprof, a FNE etc. insistem em perpetuar o machismo estrutural?
De todas as preocupações da classe docente realmente o machismo é o maior dos problemas…
A questão não é ser homem, mulher ou toda a terminologia nova no que ao género diz respeito…
A representante máxima da confederação de sindicatos é uma mulher e a política sindical é exatamente a mesma…
A questão é refletir se este modelo sindical realmente representa a classe docente ou tem agendas próprias onde os professores são meros peões neste intricado xadrez.
Tem razão. Onde está a representatividade, pura e simples?
Mas aqui vão dizer-lhe que isso não importa, responder que é um não-assunto, usar de todo e qualquer whataboutism para cortar a conversa pela raiz.
O que interessa aqui é flirtar na caixa de chat! Isto não é sítio para discussão séria, colega.
É uma verdade Colega, teremos que escolher entre o Troksky e o Stalin, mas como o Lenine, vai ser envenenado por um deles, daqui a menos ano e meio teremos novo secretário de todos os penetras.
Essa mania de tentar semear a divisão entre homens e mulheres é inaceitável, já há demasiadas divisões entre os professores para aparecerem fundamentalismos de extrema-esquerda. Porque não diz que deve haver paridade no acesso à carreira docente?
Será daqui a 2. Congresso da CGTP