João Ratão acha que está a contar estórias aos inocentes lobitos
Esqueceu-se que estes números são públicos e não podem ser desmentidos.
Está estratégia de repetição sucessiva de uma mentira já faz escola na política há muito tempo.
Já sabíamos o que esperar de alguém que está em funções governativas há 6 anos e só agora acordou para o problema da falta de professores.
Esta entrevista de apresentação foi a confirmação do que já se suspeitava. A leste nada de novo.
Vamos continuar a estrada do 55 com destino sabe-se lá o qual.
Loading...
Fortunato Desafortunado on 23 de Maio de 2022 at 22:56
Em certos países democráticos e civilizados, isto seria motivo de demissão deste governante.
Por cá, é como se nada fosse.
E os jornais de desmentidos, como o Polígrafo? Onde andam?
Loading...
Prof Possível (aka Maria Indignada) on 23 de Maio de 2022 at 23:32
Infelizmente é como diz.
A comunicação social não vai ligar nenhuma. Em comparação com todos os outros assuntos que se impõem, os professores são um assunto muito mas muito menor.
O português comum despreza os professores. Por inveja (nem sabem o que estão a invejar, senão não a tinham), porque preferem acreditar em gente que os engana descaradamente, ou simplesmente por pura parolice. Os poucos que não vão em fitas remetem-se ao silêncio, permitindo que tudo aconteça.
As fake news estão em todo o lado. E este governante é a prova disso.
É curioso é que é o próprio Ministro da Educação, que supostamente deveria promover a luta contra este tipo de atividades falaciosas, o primeiro a meter-se nelas e proferir inverdades. Claro que o objetivo é claro, e é o mesmo desde o tempo de Maria de Lurdes Rodrigues. Achincalhar os professores, colocar a opinião pública contra eles (fazendo uso da inveja e mesquinhice, que ainda por cima nem têm razão de ser, tal é a dose de inverdades que são proferidas) e criar um ambiente propício a ter uma classe que seja “bode expiatório” dos desmandos e desvarios financeiros dos políticos e seus amigos compinchas.
Só acredita neles quem quer, mas há muita gente que prefere acreditar neles do que ver a verdade, mesmo que ela esteja escarrapachada à frente.
9 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Só me ocorre, e já li por aqui num comentário neste blog, JOÃO RATÃO!
João Ratão acha que está a contar estórias aos inocentes lobitos
Esqueceu-se que estes números são públicos e não podem ser desmentidos.
Está estratégia de repetição sucessiva de uma mentira já faz escola na política há muito tempo.
Já sabíamos o que esperar de alguém que está em funções governativas há 6 anos e só agora acordou para o problema da falta de professores.
Esta entrevista de apresentação foi a confirmação do que já se suspeitava. A leste nada de novo.
Vamos continuar a estrada do 55 com destino sabe-se lá o qual.
Aldrabão e mentiroso!
Só acredita nesta gentalha quem quer!
PIGS!
Não percebo como pode estar um aldrabão à frente do Ministério da Educação.
O que lhe interessa é que a generalidade da opinião pública acredite.
Quanto à classe e respetivo eventual espanto ou consternação, são infimes e desprezíveis detalhes que não o perturbam minimamente.
Tiques absolutos de quem pode. Deram-lhes a maioria. Agora é o que se vê. E ainda só passaram 2 meses.
Em certos países democráticos e civilizados, isto seria motivo de demissão deste governante.
Por cá, é como se nada fosse.
E os jornais de desmentidos, como o Polígrafo? Onde andam?
Irá ser mais uma excelente oportunidade de constatar o grau de isenção e imparcialidade da comunicação social portuguesa. 😏
Entretanto o português comum já reafirmou a sua convicção que os professores estão numa situação salarial bastante favorável.
Infelizmente é como diz.
A comunicação social não vai ligar nenhuma. Em comparação com todos os outros assuntos que se impõem, os professores são um assunto muito mas muito menor.
O português comum despreza os professores. Por inveja (nem sabem o que estão a invejar, senão não a tinham), porque preferem acreditar em gente que os engana descaradamente, ou simplesmente por pura parolice. Os poucos que não vão em fitas remetem-se ao silêncio, permitindo que tudo aconteça.
As fake news estão em todo o lado. E este governante é a prova disso.
É curioso é que é o próprio Ministro da Educação, que supostamente deveria promover a luta contra este tipo de atividades falaciosas, o primeiro a meter-se nelas e proferir inverdades. Claro que o objetivo é claro, e é o mesmo desde o tempo de Maria de Lurdes Rodrigues. Achincalhar os professores, colocar a opinião pública contra eles (fazendo uso da inveja e mesquinhice, que ainda por cima nem têm razão de ser, tal é a dose de inverdades que são proferidas) e criar um ambiente propício a ter uma classe que seja “bode expiatório” dos desmandos e desvarios financeiros dos políticos e seus amigos compinchas.
Só acredita neles quem quer, mas há muita gente que prefere acreditar neles do que ver a verdade, mesmo que ela esteja escarrapachada à frente.