A Pró-Ordem REQUEREU INTERVENÇÃO URGENTE DE ANTÓNIO COSTA

Na sequência da Nota Informativa da DGAE, relativa à Reserva de Recrutamento no 32, de 29 de abril – a qual, embora aparentemente bem intencionada, se arrisca a ciar múltiplas situações iniquas no seio dos professores contratados e das escolas – que materialmente coloca em crise as regras concursais plasmadas no D.L. no 132 (facto que obrigaria a prévio procedimento negocial com as respetivas associações sindicais), a Pró-Ordem, através da Federação Portuguesa de Professores de que faz parte, requereu hoje uma reunião com caráter de urgência ao Gabinete de Sua Excelência o Senhor Primeiro Ministro, Dr. António Luís Santos da Costa, de modo, a pessoalmente, solicitarmos a sua intervenção urgente junto do Ministério da Educação, verbi gratia para:
– A necessidade do cabal cumprimento do Princípio da Igualdade, vertido v.g. no artigo 13.o da CRP (Constituição da República Portuguesa) e no artigo 6.o do CPA (Código do Procedimento Administrativo) e desta forma;
– Salvaguardar de forma JUSTA todos os docentes que já haviam sido colocados anteriormente com contratos temporários atualmente em execução.

Lisboa, 3 de abril de 2022
Pela Direção Nacional O Presidente da Direção Filipe do Paulo

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7 comentários

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    • Rosinha on 4 de Maio de 2022 at 10:23
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    Só agora? A norma travão é injusts por si .E os cploczdos na 3″ RR cpm horario completo que passam à frente dos maos graduados? Para a voncilacao a prioridade deve ser o tempo de servico completo no ensino publico.

      • Luís António Reis on 4 de Maio de 2022 at 15:51
      • Responder

      Ena Rosinha. Põe la a norma travão de lado (porque está visto que nada sabes sobre o
      Código do trabalho e integração europeia) e dedica-te a estudar português. Ou é dos nervos?😂😂

        • Rosinha on 4 de Maio de 2022 at 19:17
        • Responder

        Vai te f***,r

          • Luís António on 4 de Maio de 2022 at 22:22

          Logo vi, é dos nervos! 😂😂😂

  1. É pena a data ser de abril

    • P.daSilva on 4 de Maio de 2022 at 15:08
    • Responder

    ” Situações iníquas” e “necessidade do cabal cumprimento do Princípio da Igualdade” conforme plasmado na Constituição da República Portuguesa e no Código do Procedimento Administrativo.
    A sério? Descobriram, agora, a pólvora ou a roda?
    Então a recuperação parcial e reduzida do tempo de serviço e a cotas nos 5º e 7º escalões para o professorado do continente mas não para o do Açores e da Madeira é o quê?! Que Princípio foi violado? Perante tamanha injustiça que ainda persiste, a Pró-Ordem mostrou esta urgência no período da geringonça, ou esteve comprometidamente silenciosa, pergunto?

    Professores, revoltem-se. Todos para a Rua. Acautelem-se e façamos um mês seguido de greve para ver os “palhaceiros” que nos humilham a fazer requisições civis. Juntos conseguiremos! Contra o PS, o Governo, a Comunicação Social e os Pais. Estamos fartos de ser pisados. Rua, uma mês na rua em greve.

  2. Vai tu… que és informado e estudaste muito.

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