25 de Março de 2021 archive

Confirma-se que professores que já tenham sido infetados não recebem vacina na primeira fase

 

Professores que já tenham sido infetados não recebem vacina na primeira fase

“A vacinação de pessoas recuperadas ocorrerá logo que a disponibilização de vacinas aumente”, adianta a Direção-Geral da Saúde, numa resposta conjunta com a “task force” que coordena o processo de vacinação contra a Covid-19.

“Neste momento, encontramo-nos num cenário em que o número de vacinas é limitado

“Por isso, é nosso entendimento que devem ser priorizadas as pessoas com maior risco / vulnerabilidade de contrair a infeção por SARS-CoV-2 e que não tenham ainda desenvolvido uma resposta imunológica à doença (por exemplo, após a infeção natural por SARS-CoV-2)”

 

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Aprovados

APROVADOS!
Projeto de Resolução n.º 1114/XIV/2.ª (BE) – Pela realização de concursos que preencham as necessidades das escolas e não excluam professores
Projeto de Resolução n.º 1122/XIV/2.ª (PSD) – Pela realização de um concurso de professores que melhor responda às necessidades de pessoal docente nas escolas

Nota: Projeto de Resolução é “apenas” uma RECOMENDAÇÃO ao GOVERNO/Ministério da Educação.

 

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Professores, heróis em tempo de pandemia – Hélder Sousa Silva

 

Professores, heróis em tempo de pandemia

Durante este último ano, o país prestou tributo, e bem, aos profissionais de saúde, aos bombeiros, às forças de segurança, às autarquias e aos trabalhadores da designada “linha da frente” pela forma como responderam à pandemia. Passados mais de 365 dias desde a primeira experiência de confinamento, falta agradecer aos educadores e aos professores – esses heróis que são merecedores do reconhecimento público!

Porque os heróis são aqueles que têm a capacidade de se reinventar. Quando o terceiro período letivo se iniciou, a 14 de abril de 2020, no regime de ensino à distância e após mais de um mês de suspensão das atividades letivas, os docentes responderam à falta de meios com muita vontade e criatividade: atualizaram-se profissionalmente com recurso às novas tecnologias, repensaram métodos de ensino e despenderam horas a recriar tarefas.

Porque os heróis são aqueles com quem podemos contar. Pese embora o esforço das famílias e o apoio prestado pelas autarquias de Norte a Sul do país, nomeadamente na cedência de computadores e de equipamentos para acesso à Internet, nesta primeira fase do confinamento nem todos os alunos tiveram condições mínimas no acesso ao ensino à distância. Não obstante, os educadores e professores fizeram o possível por continuar a ser uma presença assídua na educação de milhares de crianças e jovens, que guardarão para sempre os seus significativos gestos de disponibilidade.

Porque os heróis são aqueles que honram o serviço público, privado e cooperativo. Já em contexto de atividade letiva presencial, e à medida que o primeiro período do ano letivo 2020/2021 se foi aproximando do fim, o número de turmas em isolamento e de casos positivos de Covid-19 (alunos, docentes e auxiliares) foi aumentando de forma preocupante. Novamente, os docentes demonstraram a sua resiliência.

Porque os heróis são aqueles que não desistem perante a adversidade. Já em 2021, quando o Governo decidiu tardiamente (afirmo, de forma convicta!) suspender a atividade letiva presencial e, com ela, iniciar um novo período de confinamento, os educadores e os professores voltaram a ser o recurso imprescindível do sistema educativo, perante a incapacidade do mesmo Governo que, pese embora as reiteradas e infundadas promessas, não garantiu os necessários meios informáticos para que todos os alunos, sem exceção, tivessem igualdade de oportunidades no acesso à educação.

Porque os heróis são aqueles que dizem sempre… presente! Chamados “às pressas” para retomar a atividade letiva presencial, sem testes nem vacinas, mais uma vez os docentes comprovaram ser feitos dessa fibra que distingue os homens e as mulheres que, perante a grandeza da missão, têm a coragem de perseverar.

Por tudo isto, todas as palavras serão sempre poucas para expressar este merecido agradecimento. Contudo, não tenho dúvidas de que os nossos docentes facilmente prescindiriam de tais palavras se lhes fossem garantidas as devidas condições para o exercício do seu trabalho. Essa é a melhor homenagem que lhes podemos fazer!

Perante a falta de preparação e de planeamento de um Governo que se limita a repetir os mesmos erros ao longo da pandemia, os educadores e os professores foram obrigados a um autêntico exercício sobre-humano. Não é suposto ter superpoderes para exercer a nobre missão de ensinar!

Poderá o Governo ainda aprender esta lição?

 

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Docentes que estiveram infetados não estão a ser convocados

 

 

Os docentes e não doentes que estiveram infetados com a doença COVID-19, não estão a receber convocatória para serem vacinados por SMS ou por qualquer outra via.

Isto leva-nos a pensar que serão incluídos numa outra altura nas listas de vacinação.

Aguardam-se mais esclarecimentos por parte das entidades competentes.

 

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BALANÇO DA LUTA contra os Concursos Docentes – S.TO.P

Concursos docentes 2021/2022: BALANÇO DA LUTA

 

 

Colegas,

Como é público, mais uma vez, no procedimento concursal de educadores de infância e de professores dos ensinos básico e secundário para o ano escolar de 2021/2022, o Ministério da Educação (ME) voltou a desrespeitar profundamente a classe docente.

Particularmente no momento em que toda a sociedade reconhece o esforço, dedicação e importância da classe docente, o ME decide “mudar as regras a meio do jogo” (com apenas 1 dia de antecedência) e voltar a insistir nas injustiças do concurso de 2017… tudo isto numa fase em que os professores se encontram a corrigir os últimos testes/trabalhos e a preparar as avaliações de final do 2.º Período, obviamente, em simultâneo, com as preparação e lecionação das aulas…

Para além disso, com menos de 24 horas de antecedência, os sindicatos foram chamados a reunir com a DGAE sobre os Concursos de Docentes, onde, mais uma vez, ficou evidente uma postura não dialogante e falta de consideração também pelos representantes da classe.

 

Desde esse dia, o S.TO.P. tem-se destacado por uma postura não sectária na defesa dos colegas profundamente injustiçados por mais este desrespeito do ME. De seguida, fazemos uma síntese da nossa atividade nesta luta.

O QUE O S.TO.P. JÁ FEZ:

– desde logo convidámos todos os sindicatos/federações docentes para juntar forças em defesa dos colegas lesados por estes concursos. Infelizmente, até hoje, ainda não obtivemos qualquer resposta;

– pedimos audiências com todos os grupos parlamentares;

– marcámos um Plenário Nacional aberto a sócios e não sócios. Foi provavelmente um dos maiores Plenários de docentes dos últimos anos na medida em que participaram cerca de 200 colegas de todo o país. Todos os colegas puderam intervir e apresentar propostas que foram sufragadas por todos no final;

– cumprimos na íntegra tudo o que foi aprovado democraticamente no Plenário nomeadamente as concentrações no Porto, Coimbra e Lisboa. Solicitámos a diretores e a representantes de Pais/Encarregados de Educação que tomassem uma posição face a estes Concursos de Docentes. Divulgámos uma conta para quem quisesse contribuir para os custos da Providência Cautelar. Entregámos uma Providência Cautelar e pedimos uma audiência ao Presidente da República, etc;

– fizemos também uma queixa à Provedoria de Justiça;

– entretanto já reunimos com o grupo parlamentar do PSD e uma delegação do BE apresentou-nos o que pretende fazer.

Breve síntese sobre a reunião com o PSD e o encontro com a delegação do BE (ambas no dia 18 março):

  • O grupo parlamentar do PSD (através dos deputados Cláudia André e António da Cunha) transmitiu-nos que iria avançar com um Projeto de Resolução a recomendar ao governo que reconsidere relativamente aos horários disponíveis para Mobilidade Interna e que iria analisar a nossa argumentação e a fundamentação jurídica da Providência Cautelar do S.TO.P. para tomarem eventualmente alguma medida também relativamente às alterações na aplicação da Norma Travão. O S.TO.P. apesar de ter argumentado que não é suficiente uma “recomendação” ao governo (que mesmo que seja aprovado não obriga o ME a nada como se viu por exemplo na recomendação para a contagem de todo o tempo de serviço aprovada em dezembro de 2017) não conseguiu nenhuma garantia diferente.

 

  • A delegação do BE presente na concentração do S.TO.P. à frente do parlamento também nos transmitiu que irá apresentar um Projeto de Resolução à Assembleia da República que recomende ao Governo:
    – 1. Inicie negociação coletiva para a revisão do regime dos concursos para educadores de infância e professores dos ensinos básico e secundário;
    – 2. Permita a celebração de contratos em 2021/2022 com todos os docentes que não vinculem nos concursos de 2021;
    – 3. Permita, com efeitos ainda no ano letivo 2020/2021, que os professores de quadro concorram a todas as vagas abertas e inclua os horários incompletos para efeitos de mobilidade interna.

Estes dois partidos entretanto já apresentaram os respetivos Projeto de Resolução tendo o do PSD também uma referência à situação dos colegas contratados: “Proceda, de acordo com o enquadramento legal, às alterações indispensáveis no concurso externo que possibilite que todos os docentes não vinculados no concurso de educadores de infância e de professores do ensino básico e secundário, sejam incluídos em todas as fases subsequentes durante o ano letivo 2021/2022.”

O QUE O S.TO.P. CONTINUARÁ A FAZER:

 reuniões com os grupos parlamentares (depois de já termos reunido com o PSD, já temos agendado também esta semana uma reunião com o PCP);

– se a Providência Cautelar tiver um desfecho positivo iremos avançar para uma ação principal contra o M.E.

BALANÇO PROVISÓRIO:

Quando desconsideram desta forma (nomeadamente mudando as “regras no meio do jogo”, coagindo a concorrer a todo o país com ameaça do desemprego, teimando em repetir as injustiças conhecidas do concurso de 25 agosto de 2017, etc) colegas e os seus familiares, na prática, esse desrespeito é a toda a nossa classe: UM POR TODOS E TODOS POR UM!

Antes do S.TO.P. avançar para esta luta, nenhum canal televisivo tinha feito qualquer referência, nem dando voz aos professores na denúncia destes Concursos de Docentes profundamente injustos (algo que mudou precisamente por causa das iniciativas do S.TO.P.). Do que temos conhecimento, o S.TO.P. foi o primeiro sindicato docente a ser recebido pelos grupos parlamentares sobre este tema e fomos o único a avançar para a Providência Cautelar (quando tivermos decisão do tribunal iremos divulgar).

Independentemente do desfecho desta luta que travámos em várias frentes (na rua/media, no parlamento, nos tribunais, etc.) que fique claro para todos que o S.TO.P. fez tudo o que estava ao seu alcance. Ou seja, como costumamos dizer QUEM LUTA PODE NÃO GANHAR SEMPRE MAS QUEM NÃO LUTA PERDE SEMPRE!

E é importante referir que o S.TO.P. é de longe o sindicato mais recente na área da Educação e, consequentemente, não temos a logística dos outros sindicatos/federações docentes. Imaginem o que o S.TO.P. poderia ter feito e poderá fazer no futuro (nos próximos ataques/injustiças) se tivermos mais logística.

“NÃO SE FAZEM OMELETES SEM OVOS” e um sindicalismo realmente independente dos Poderes instituídos (Governos, Câmaras Municipais, Empresas, etc.) só poderá melhor defender todos que trabalham nas Escolas com mais apoio desses mesmos colegas, ou seja, com mais sócios.

Colegas, se o ME demonstrou uma vez mais que inequivocamente não respeita a classe docente (e as nossas famílias) também ficou evidente novamente quais os sindicatos docentes que lhes fazem (ou não) frente. Se consideras que o S.TO.P. tem sido efetivamente um sindicato diferente, junta forças.

Acreditem: JUNTOS SEREMOS + FORTES!

NOTA: para aderir ao S.TO.P. é muito simples e, como em qualquer sindicato, metade do valor das quotizações é-lhe devolvido via IRS. Aos sócios que o solicitarem garantimos total anonimato face à sua Escola/direção. Mais informações e vantagens no link seguinte https://sindicatostop.pt/aderir-2/

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Docentes e não docentes podem receber convocatória para vacina até sexta-feira

Professores podem receber convocatória para vacina até sexta-feira

Professores, educadores e funcionários do ensino Pré-Escolar e 1.º ciclo podem receber a convocatória (via SMS) para a vacinação à covid-19, agendada para este fim de semana, até esta sexta-feira, confirmou o JN junto da “task-force”.

As convocatórias para a vacinação, através de telefonemas ou mensagens para o telemóvel (SMS), começaram a ser enviadas esta quarta-feira, também serão enviadas amanhã e “eventualmente” sexta-feira, confirmou o JN junto da “task force” que coordena o plano de imunização.

As mensagens informam o dia, hora e local onde irá decorrer a vacinação e os professores ou funcionários têm de responder Sim ou Não.

 

 

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É professor e não foi contactado para receber a vacina? Saiba o que fazer

É professor e não foi contactado para receber a vacina? Saiba o que fazer

O Ministério da Educação prevê que sejam vacinados 80 mil docentes no próximo fim de semana, mas há relatos de quem ainda não foi contactado.
Os professores começam a ser vacinados no próximo fim de semana e o Governo prometeu que o SMS para agendar marcação começariam a chegar aos telemóveis dos docentes já nesta quarta-feira. O ministro da Educação, alertado pelo PSD para a demora nos contactos, apela ao envolvimento das direções das escolas, mas garante que os professores serão contactados, o mais tardar, na quinta-feira.

Numa audição na Assembleia da República, o PSD garantiu que os professores contactados pelo partido ainda não receberam qualquer notificação.

A questão, levantada pela deputada Cláudia André, levou o ministro da Educação a explicar que a task force está a dar primazia aos docentes e não-docentes do pré-escolar e primeiro ciclo. Ainda assim, caso não tenha recebido a mensagem, Tiago Brandão Rodriguesgarante que a solução é fácil.

“Todo e qualquer docente que não receba o SMS para ser vacinado tem de se dirigir à direção da escola, para que informem o Ministério da Educação. Contactaremos a task-force para resolver o problema”, explicou.

O governante diz que o problema poderá estar associado a um número de telemóvel errado, ou “o nome no Serviço Nacional de Saúde não coincidir com o nome da pessoa”. Ainda assim, garantiu que a mensagem deve chegar aos docentes até ao final do dia.

Tiago Brandão Rodrigues garantiu que a vacinação vai incluir, além dos funcionários com vínculo com o Ministério da Educação, também os não-docentes contratados pelas autarquias, os funcionários da “Escola a Tempo Inteiro”, e os funcionários de empresas externas, como os fornecedores das cantinas.

Os professores contactados devem responder se pretendem ou não ser vacinadas até quinta-feira. O Ministério da Educação prevê que sejam vacinados 80 mil docentes no próximo fim de semana.

Segundo o planeamento da task force que coordena o processo de vacinação, nos concelhos onde o grupo de profissionais a vacinar seja inferior a 250 pessoas, o processo será feito nos centros de saúde.

Nos concelhos onde se prevê a vacinação de entre 250 e 500 pessoas, o processo será realizado nas escolas. Nos locais com mais de 500 pessoas, a escolha recaiu nos Centros de Vacinação Covid.

A calendarização do Governo, para vacinar os funcionários das escolas, estende-se até ao final de abril.

 

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Mais testes de diagnóstico para avaliar os efeitos do ensino à distância

 

No final do ano letivo, o Ministério da Educação vai voltar a realizar testes de diagnóstico para avaliar os efeitos do ensino à distância nas aprendizagens dos alunos, revelou esta quarta-feira o ministro.

“Estamos a preparar um outro estudo amostral no final deste ano, a coincidir com o que eram as provas de aferição”, anunciou Tiago Brandão Rodrigues na Comissão Eventual para o acompanhamento da aplicação das medidas de resposta à pandemia da doença covid-19.

 

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