13 de Março de 2021 archive

As Listas de Vinculação que Não Recuperam Vagas

No seguimento do artigo anterior resolvi colocar as diversas listas de colocações dos concursos externos que não recuperam ou recuperaram vaga se o docente sair ou já saiu desse QZP.

Se o vosso lugar de QZP ainda é o mesmo do que consta da vossa lista de integração no quadro, porque nunca conseguiram mudar de QZP,  então devem colocar o respetivo concurso em que entraram no ponto 2.2.5. (para isso podem confirmar nas listas em que concurso entraram).

Para qualquer outra situação é considerado “Outro” no campo 2.2.5.

 

Concurso externo extraordinário de 2013/2014

Concurso externo extraordinário de 2014/2015 

Concurso externo extraordinário de 2014/2015 execução de sentença

Concurso Externo 2017/2018

Concurso de Integração Extraordinário 2017/2018

Concurso Externo 2018/2019

Concurso Externo Extraordinário 2018/2019

Concurso Externo 2019/2020

Concurso Externo 2020/2021 

 

 

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À Atenção dos QZP Que Concorrem Ao Concurso Interno (Recuperação de Vagas)

Os docentes que sejam “Quadro de Zona Pedagógica” candidatos ao concurso interno têm de responder na pergunta 2.2.5 se mantêm o vínculo à zona pedagógica e ao grupo de recrutamento de colocação obtida no concurso em que vincularam. Caso o docente ainda mantenha o mesmo vínculo na zona onde entrou pelo concurso deve responder em que concurso entrou, caso o docente QZP já tenha mudado de QZP desde que vinculou, a partir de 2013/2014, ou tendo entrado nos concursos externos anuais até 2016/2017, deve responder “Outro“.

E é muito importante que seja dada uma resposta correta aqui e que as escolas tenham especial cuidado na validação destas resposta.

Tudo porque a aplicação irá dar como vaga a ser recuperada, ou não, no caso do docente obter uma colocação, conforme a resposta dada.

Não aparecem no quadro os Concurso Externos de 2013/2014 a 2017/2018 porque até essa data as vagas eram recuperadas para os concursos seguintes, pelo que quem vinculou nesses anos e ainda mantêm o vínculo nesse QZP e grupo de recrutamento também deve colocar “Outro“.

A partir do ano letivo 2017/2018, estranhamente, as vagas do concurso externo anual deixaram de ver as vagas abertas recuperadas para o futuro.

E a não recuperação de vagas dos concursos externos anuais a partir de 2017/2018 é bem mais grave que outras questões que andam a ser discutidas nos últimos dias.

 

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Costa assume que foi além dos peritos na reabertura até ao 1º ciclo

Logo, para o bem e para o mal, não poderá fugir à responsabilidade de assim ter decidido…

Costa assume que foi além dos peritos na reabertura até ao 1º ciclo

O primeiro-ministro assumiu hoje que o Governo foi além da posição dos especialistas ao estender a reabertura das aulas na segunda-feira até ao 1º ciclo, invocando os efeitos nefastos do encerramento das escolas no desenvolvimento da aprendizagem.

“O Governo teve em conta dados como o impacto que o encerramento das escolas tem no desenvolvimento das crianças e do respetivo processo de aprendizagem no encerramento das escolas”, declarou António Costa na conferência de imprensa em que apresentou o plano de desconfinamento do executivo.

Perante os jornalistas, o líder do executivo defendeu que, em termos globais, o seu executivo procurou “analisar de forma equilibrada os diferentes níveis de preocupação que qualquer Governo deve ter em conta para definir um plano de desconfinamento”.

A seguir, António Costa admitiu que, na questão da reabertura das aulas presenciais até ao 1º ciclo, “não seguiu a rigorosamente a recomendação” dos professores Raquel Duarte e Óscar Felgueiras, especialistas que propunham que nesta segunda-feira apenas abrissem creches e jardins de infância.

“Mas o Governo alargou essa abertura ao 1º ciclo e, por outro lado, juntou o terceiro ao segundo ciclo, assim como o Superior ao Ensino Secundário. Consideramos que é fundamental que o processo de aprendizagem seja afetado o mínimo possível”, justificou.

António Costa referiu depois que o seu Governo “lutou até ao último momento para não encerrar escola nenhuma”.

“E sempre dissemos que a reabertura seria uma das primeiras a tomar. Assim o estamos a fazer”, declarou.

Este plano de desconfinamento, acentuou o primeiro-ministro, “corresponde à necessidade de controlar a pandemia e de ir reabrindo com segurança a atividade da sociedade, sem correr riscos”.

“Este é um plano conservador com uma reabertura a conta gotas”, acrescentou.

 

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#professoraCátia

 

#professoraCátia

Para os pais que passaram estas últimas longas semanas a lidar em simultâneo com o teletrabalho, a escola à distância e o rápido esboroar do ânimo e saúde mental de toda a família, talvez a única ligação a solo firme tenha sido – para nos ir salvando da incerteza que nos minou os dias -, um bom professor.

Não parece particularmente entusiasmante, entregarmos a esperança da normalidade a essa voz metalizada que emergia do caos gerado por computador. Mas só para quem não sente por dentro o calafrio irreprimível provocado por uma criança desesperada sem saber que o está, ou por um filho que sabe estar desesperado sem perceber porquê.

A professora Cátia, serena e constante, conseguiu construir um chão que nos foi sossegando, mesmo que começasse do zero todos os dias para conter o tumulto crescente dos miúdos, com paciência e firmeza, e para tornar a ansiedade dos pais mais tolerável.

Ser professor nestas circunstâncias é ser funambulista com fio por esticar, mantendo os ombros indiferentes ao peso da sanidade obrigatória. Assim foi Cátia, a professora que nunca cedeu, mesmo quando tudo parecia estar a ruir.

 

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A quem interessam estas mudanças no Concurso Externo?

 

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Milhares de professores vão ter que dar aulas presenciais e à distância ao mesmo tempo

 

Milhares de professores vão ter que dar aulas presenciais e à distância ao mesmo tempo

Governo separou datas do desconfinamento do 3.º ciclo e ensino secundário, mas muitos docentes dão aulas a ambos os níveis de ensino. Solução é fazer ensino remoto a partir das escolas, mas os directores temem que a rede de Internet não seja suficiente.

Teresa Soares “não contava que fossem dividir o 3.º ciclo e o ensino secundário” no plano de desconfinamento. Quando o primeiro-ministro anunciou, na quinta-feira, que os alunos do 7.º ao 9º ano retomam as aulas a 5 de Abril, enquanto os colegas do 10.º ao 12.º ano o fazem apenas duas semanas depois, ficou preocupada. “Como é que vou conseguir dar aulas presenciais e à distância ao mesmo tempo?”, pensou. Há milhares de professores na mesma situação. Durante duas semanas, vão ter que conciliar as duas modalidades de ensino.

Professora há quase 30 anos, Teresa Soares lecciona Português ao 8.º e 10.º anos no agrupamento de escolas Dr. João de Araújo Correia, em Peso da Régua. O seu horário numa terça-feira, por exemplo, começa às 8h50, com os alunos do ensino secundário, uma aula que continuará a ser dada remotamente até meados do próximo mês. Para as 10h45, está marcada a lição com os estudantes do 3.º ciclo, que volta a ser presencial depois da Páscoa.

O intervalo de dez minutos entre as duas aulas “não dá tempo para chegar de casa à escola”, garante. A única solução será cumprir o horário lectivo como se fosse dar todas as aulas presencialmente, sabendo, porém, que os alunos do ensino secundário vão continuar à distância. “É mais uma novidade a que vamos ter que nos adaptar”, comenta Teresa Soares.

Atendendo à forma como está organizada a carreira docente, o 3.º ciclo do ensino básico e o ensino secundário correspondem ao mesmo grupo. O relatório Educação em Números 2020, publicado pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, revela que há 76.735 professores do 3.º ciclo e ensino secundário. Pelas estatísticas não é possível perceber quantos dão efectivamente aulas a ambos os níveis de ensino simultaneamente. O presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep), Filinto Lima, estima que sejam umas dezenas de milhar: “É seguramente um número apreciável”.

O dia-a-dia de muitos destes professores “vai ser um puzzle difícil de fazer”, defende Anabela Paiva Figueiredo, professora de Educação Física no agrupamento de escolas de Soure. As cinco turmas a que dá aulas são de quatro anos de escolaridade diferentes: 8.º e 9.º anos, do 3.º ciclo, e 10.º e 12.º, do secundário.

Os seus alunos do ensino secundário têm uma aula por semana (metade da carga lectiva) assíncrona. A professora atribui uma tarefa aos alunos no início da sessão e mantém-se disponível para tirar dúvidas durante aquele período. A outra aula da semana é feita de forma síncrona, com a professora a realizar exercícios com os alunos em tudo semelhantes aos que faria presencialmente. Fazer a gestão entre esses vários momentos “vai ser confuso”, antecipa Anabela Paiva Figueiredo. Desde logo, “vai ser preciso procurar um sítio calmo para conseguir dar a aula com alguma qualidade.”

As duas semanas entre 5 de Abril, quando forem retomadas as aulas presenciais do 3.º ciclo, e 19 de Abril, momento em que voltam às escolas os estudantes do ensino secundário, vão “ser muito complicadas para estes professores”, acredita o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, antecipando “dificuldades ao nível de organização” para os professores e os agrupamentos. É às escolas que compete encontrar o espaço para que estes professores possam dar aulas, por exemplo.

“Estando os docentes a assegurar estes dois regimes em simultâneo durante esse período, têm evidentemente a possibilidade de acompanhar os alunos ainda em regime não presencial a partir da escola. Será uma opção em função do horário de cada um”, diz ao PÚBLICO o Ministério da Educação. Na generalidade dos agrupamentos de escolas contactados essa é precisamente a hipótese mais viável em cima da mesa: manter os horários integralmente. Ou seja, os professores vão dar as aulas remotas ao ensino secundário a partir das salas onde teriam as aulas presenciais. Essa solução resolve a questão logística, mas não responde a todos os problemas, em especial aos tecnológicos.

No agrupamento de escolas Dr. João de Araújo Correia, em Peso da Régua, onde Teresa Soares dá aulas, as dificuldades de ligação à Internet vêm de longe. “Dependendo do edifício” em que dá aulas, esta professora de Português tem “condições de acesso muito diferentes”. Quando estava a dar as aulas presencialmente, já sabia que, em determinados espaços da escola, precisava de ter um “plano B” sempre que o planeamento da aula passasse por recorrer a recursos digitais. “Se fosse usar um vídeo que está online, por exemplo, leva-o numa pen drive, para garantir que podia passá-lo caso a Internet falhasse”, conta. E falhava regularmente.

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Plenário Nacional do STOP, Amanhã, DOMINGO, Às 15 Horas

PLENÁRIO NACIONAL ONLINE 14 março (aberto a sócios e não sócios)

 

Colegas, o ME iniciou a abertura dos concursos 2021/2022 com significativas alterações de consequências profundamente negativas na vida de milhares de professores e das suas famílias.

Para cúmulo da desconsideração, para além de alterarem “as regras a meio/fim do jogo”, a nossa classe docente apenas foi informada com um dia de antecedência…

Vamos continuar a permitir sucessivos desrespeitos? Ou estamos dispostos a fazer o que ainda não foi feito por nós e pelas nossas famílias?

O S.TO.P. apresentará uma proposta de plano de luta para tentarmos travar as alterações profundamente injustas destes concursos e também queremos, como sempre, ouvir as vossas propostas de luta.

Por isso, e para podermos construir esse plano de luta o mais democraticamente possível, iremos realizar um Plenário Nacional online de docentes. Este plenário nacional será este DOMINGO, 14 março, às 15h (podem participar sócios e não sócios).

Quem quiser participar no plenário, basta que envie uma MENSAGEM com o assunto “Inscrição no plenário nacional 14 março”, com o seu nome completo e Escola (e indicar se é sócio) para o S.TO.P.SINDICATO@GMAIL.COM, até dia 13 março (inclusive).

Até às 15h, de 14 de março, todos receberão o LINK respetivo para poder aceder à reunião.

Proposta de ordem de trabalhos: O que podemos fazer para tentarmos travar as alterações profundamente injustas dos atuais concursos?

Para podermos avançar com uma luta minimamente consequente é fundamental que este plenário seja muito participado. Por isso, TODOS os colegas que se inscreverem devem tentar convidar outros colegas a participarem também: JUNTOS SOMOS + FORTES!

A PARTILHAR com mais colegas.

NOTA: Coerentemente com a nossa postura desde sempre não sectária, o S.TO.P. ontem, mais uma vez, convidou todos os sindicatos/federações docentes para reunir no sentido de juntar forças em defesa dos milhares de colegas profundamente prejudicados com esta situação. Obviamente que no plenário iremos transmitir se há mais sindicatos a querer juntar forças nesta luta por JUSTIÇA e RESPEITO.

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Lista Colorida – RR21

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados na RR21.

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