Dez 11 2020
Não estará na altura de mudar a LUTA?
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/12/nao-estara-na-altura-de-mudar-a-luta/
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15 comentários
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Pois! Mas não está tudo bem nas escolas… Nem com a carreira docente…
Cada um faz o que bem entende mas, na minha óptica, só as condições em que damos aulas pós covid, é motivo mais que suficiente, para fazer GREVE. Muitas turmas em isolamento, auxiliares da ação educativa e professores infectados.
Não sou a favor de fecharem as escolas mas, também não sou a favor de estarmos 25 cromos dentro de uma sala minúscula sem qualquer condições.
Quanto menos tempo estiver na escola, melhor e, por isso fiz greve e voltaria a fazer por tempo indeterminado.
A FENPROF não se quis juntar ao STOP, ignorou o mail destes para uma jornada de luta conjunta. A FENPROF continua a pensar que tem o monopólio dos professores, continua a pensar pequenino e a não defender o interesse dos docentes.
Cada vez menos professores se revêm nos sindicatos e cada vez menos há professores sindicalizados. A razão passa única e exclusivamente por toda a gente sentir que o principal papel dos sindicatos, atualmente, passou a ser o dar um jeito ao governo e/ou PCP. Depois os sindicatos ajudam os que já se encontram nos últimos escalões e, finalmente, os outros se não colidir com os dois pontos anteriores. Claro que, no meio, se puderem dizer que o STOP não tem peso nenhum, então é ouro sobre azul. Claro que isto é verdade, mas daqui a alguns anos poderá não o ser….
Concordo consigo. Talvez , um dia, o David engula o Golias. Grão a grão enche a galinha o papo. Espero que o STOP o consiga, pois tem mostrado ser um sindicato bem mais representativo dos interesses dos docentes do que os restantes, principalmente, a FENPROF, que negrine a lute dos outros sindicatos docentes.
Farei greve quando os os sindicalistas também fizerem greve ou sustentarem o custo da greve com um fundo de greve acumulado pelas cotas recebidas ao longo de dezenas de anos.
Convocar e não a fazer é tão divertido.
Amen!
Mesmo sustentando o custo da greve, há muitos professores que não o querem fazer porque estariam a demonstrar que não concordam com este governo e partido que o sustenta. Ou seja, preferem não fazer, apesar de saberem que se fosse um partido de direita já lá estariam o tempo que fosse necessário e perdendo o dinheiro que fosse necessário!
Vamos lá, é preciso admitir que há muito amor ao cartão partidário e que tal está a cegar muitas pessoas em prol de defenderem o que realmente é necessário.
Sindicatos – o braço armado dos partidos!
Mudar a luta, lol.
Quem?
A FENPROF?
O Jerónimo?
Mudar a luta…
Uma grevezinha para inglês ver/para a estatística, marcada para uma altura em que nem sabemos para que lado nos virar e que eles bem sabiam ir ter pouquíssima adesão.
Fazíamos greve e ficávamos em casa a adiantar umas coisas?
São profissionais, lol.
Amen!
Esta greve serve o calendário do PCP, serve os sindicalistas, não serve os professores. Há motivos para a greve? há sim senhor! turmas de vinte e oito alunos (não sobra nem uma mesa), aparelhos obsoletos, horários com oito turmas, cerca de 160 alunos… cansaço, deceção… Mas não, não fiz greve. Estive com os meus alunos, a fazer
atividades e avaliações ( estamos no final do período). Alguém se preocupa com isso? Os sindicalistas ? Não! O PCP? Menos! Não gosto da utilização dos professores em guerras políticas, que não são as nossas e servem as lutas e os períodos de afirmação de outros. Foi isso que aconteceu hoje. É isso que tem vindo a acontecer… Não admira que cada vez menos professores se revejam nos sindicatos que há muito deixaram de os representar.
Optei por não fazer greve, porque ainda apoio o governo e a política educativa atual. “Ainda”. Durante o governo PSD (2012-2015) não pude fazer greve porque estive desempregado, devido ao fantasma da requalificação, a obrigação da componente letiva aos mais velhos, o fim da escola noturna e a deformação brutal do currículo. Os meus colegas mais estáveis, nomeadamente os efetivos, resignaram-se ao fatalismo da crise e não lutaram para descongelar a carreira, diminuir o número de alunos na sala… talvez por medo da crise. Não estamos no paraíso, mas nós últimos anos tenho visto alguma luz no fim do túnel para a profissão de professor. Por isso trabalhei ontem.
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“Não estamos no paraíso, mas nós últimos anos tenho visto alguma luz no fim do túnel para a profissão de professor. Por isso trabalhei ontem.”
És um grande brincalhão!….para não dizer um grande OTÁRIO.
Os Professores estão FUXIDXS….o resto é trêta…..cada vez irão ganhar menos e trabalhar mais…..(isto para não falar nos anos (acho que foram 7 anos) roubados na contagem de tempo de serviço). Cada vez será pior!….
Os Setôres e Stôras da Treta estão bem tramados….serão raros os que vão atingir o Topo da Carreira, isto é, vão andar com ordenados miseráaveis e, posteriormente, irão ter a “justa compensação” com uma Pensão de Aposentação MISERÁVEl (dado corresponder grosso modo á media aritmetica dos vencimentos ao longo da carreira) ……a maioria das Otárias e Otários só se vai aperc3eber quando lá chegar……Temos Pena!…….
Já agora por falar em “…ver a Luz ao Fundo do Tunel”….vejamos o que se passa na TAP
Sim!….a TAP…..
Um oficial piloto com um ano de operação ganha 84 mil euros brutos por ano (6.000,00 Euros por Mês X 14 Meses).
Um oficial piloto com 10 anos pode ganhar 150 mil euros (10.715,00 Euros por Mês X 14 Meses).
Um comandante de 10 anos do modelo A320 pode ganhar 185 mil euros por ano (13.214,00 Euros por Mês X 14 Meses).
Um comandante da TAP com 20 anos do A320 ganha 241 mil euros por ano (17.214,00 Euros por Mês X 14 Meses).
Um comandante da TAP com 30 anos para o A320 pode ter uma remuneração total de 260 mil euros anuais (18.571,00 Euros por Mês X 14 Meses).
Ver aqui:
https://observador.pt/2020/12/12/pedro-nuno-santos-revela-salarios-de-pilotos-da-tap-que-vao-dos-84-mil-a-260-mil-euros-por-ano/
Quanto aos Professsores (Setôras e Stôres) prefiro não falar porque me dá vomitos. Aliás a MISÉRIA sempre me deu Vómito.
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“nos últimos anos tenho visto alguma luz no fim do túnel”.
Colega,
olhe lá,
é uma luz azulada?
Há motivos para fazer greve. Mas já há anos que a estratégia da fenprof é atirar os mesmos aos leões. Todos sabemos que os mais graduados raramente trabalham à sexta. Assim, colocam a pressão sobre os precários. Não faço greve e hao de ficar à míngua até perceberem que dependem dos mais novos.