Comunicado S.TO.P sobre Greves

 

 

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9 comentários

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    • Falcão on 12 de Dezembro de 2020 at 12:02
    • Responder

    Desses e-mail’s podem enviar milhares que nunca terão resposta! A FENPROF olha para o S.TO.P como uma pulga que incomoda (só um bocadinho) o elefante., ainda assim tenta acertar-lhe e esmagá-la mas, com a tromba enorme que tem, não consegue. Logo, só lhe resta ignorar a pulga tanto quanto possível. O S.TO.P só irá crescer como sindicato quando for capaz de cortar o cordão umbilical que liga os seus dirigentes ao sindicalismo mais tradicional e seguir um caminho verdadeiramente alternativo, sem andar sempre atrás de frentismos e união de esforços na luta. Isso nunca irá acontecer porque a FENPROF não quer, nem nunca irá querer.que nunca irão. Enquanto não afirmarem um Cisma Sindical definitivo e radical, dificilmente poderão cativar todos aqueles que já nem podem ouvir falar da FENPROF, dos seus dirigentes e das suas velhas práticas e ortodoxias. É um paradoxo e um contra senso afirmarem que são um sindicato diferente e passarem o tempo a apelar ao Nogueira para lhe darem o braço e seguirem juntos Avenida abaixo. Por mais que digam que seguem em coluna separada, e seguem, e com tarjas próprias, no final do dia, aceitariam sempre o microfone se o Nogueira os convidasse a subir ao palanque! E esse nunca deixaria de ser o abraço do urso!

    • jose on 12 de Dezembro de 2020 at 12:13
    • Responder

    o STOP é uma coligação dos radicais do bloquinho e de radicais de direita. A fenprof é representante do sindicalismo bacoco às ordes do comité
    Os dois são de uma completa nulidade tática e estratégica e baseiam-se numa luta anti governo ( qualquer que ele seja)
    Por isso…

      • Alecrom on 12 de Dezembro de 2020 at 18:46
      • Responder

      Bom, bom é assim:

      http://purl.pt/15696

      https://mobile.twitter.com/dntwit/status/690270157671792640

    • Lucas on 12 de Dezembro de 2020 at 13:55
    • Responder

    mas será que os sindicatos se resumem a 4 greves breves durante um ano, bandeirinhas ao alto e autocolantes na lapela?

    se sim , vão-se f**************

    Acordem para a nova realidade do XXI
    Inovem… pensem.

    Se eu fosse um sindicato, teria mais eficácia que os atuais. Pena que não sou. Pena que só as organizações pseudo-partidárias tenham voto na matéria.

    • Alberto Miranda on 12 de Dezembro de 2020 at 16:14
    • Responder

    Sabe,
    Mesmo que seja verdade o que diz, os piores inimigos dos professore têm sido os ministros que tutelam a pasta da Educação (destaco, a senhora Maria Lurdes Rodrigues, o senhor Nuno Crato e o ausente Tiago Brandão Rodrigues).
    Acrescento mais uma nota, os sindicatos são o reflexo da classe que representam.

    • José on 12 de Dezembro de 2020 at 16:25
    • Responder

    Também tenho muita pena que o Lucas não seja um sindicato. Ainda assim, estou muito curioso para ler as suas ideias de luta inovadoras à século XXI (whatever that means).

    Partilhe-as connosco, Lucas! Todos queremos conhecê-las!

      • Lucas on 12 de Dezembro de 2020 at 19:49
      • Responder

      Essa é a cassete dos sindicalistas quando alguem contesta.
      Se são contra vão até ás reunioes da FENPROF e lá coloquem em votação as suas ideias.

      REALIDADE … ninguem vai ás reuniões da fenprof colocar ideias. Se as colocar em cima da mesa é logo comido e ostracizado. AAAA adoro votações com o braço no ar!

        • Alberto Miranda on 13 de Dezembro de 2020 at 16:26
        • Responder

        Das 14 estruturas reunidas na Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e Federação Nacional de Educação (FNE), há ainda oito sindicatos independentes que têm assento nas reuniões com o Governo e têm o poder de convocar plenários de trabalhadores ou greves.
        A Fenprof, liderada por Mário Nogueira e afecta à Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), e a FNE, filiada na União Geral de Trabalhadores (UGT9 e dirigida por João Dias da Silva, são as duas estruturas mais representativas e também as mais mediáticas. Nascidas após o 25 de Abril, com a legalização do movimento sindical, foram durante os primeiros anos da democracia as únicas representantes dos professores. Continuam a agregar quase dois terços do movimento sindical: dos 23 sindicatos de professores existentes, 14 estão federados nestas duas estruturas.

    • on 13 de Dezembro de 2020 at 14:17
    • Responder

    O Lucas diz que fazia isto e aquilo se fosse sindicato, mas pedem-se ideias concretas e afinal parece que não há.
    É a velha cassete do “se fosse comigo eles iam ver”.

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