O engraçado é conseguir meios tecnológicos para que os alunos realizem as provas… por isso é que a coisa se vai estender no tempo… deve ser à espera da entrega dos tais computadores…
Ministério testa aprendizagens de 30 mil alunos no início do 2.º período
Cerca de 30 mil alunos do ensino básico vão ser testados no início do 2.º período para perceber de que forma a suspensão das aulas, durante o ano lectivo passado, afectou as suas aprendizagens. Não se trata de um exame nem de uma prova de aferição, mas de um estudo, pedido pelo Ministério da Educação (ME), que envolve alunos do 3.º, 6.º e 9.º anos. O objectivo é dar informação às escolas para que possam ajudar os alunos a recuperar as matérias atrasadas.
O Diagnóstico de Aferição das Aprendizagens – que arranca a 6 de Janeiro, dois dias depois do regresso às aulas, após as férias – será feito em moldes semelhantes aos de provas internacionais como o PISA (Programme for International Student Assessment) ou o TIMSS (Trends in International Mathematics and Science Study). É testada uma amostra da população escolar e são avaliadas “literacias transversais”. As questões que serão colocadas aos estudantes têm por base competências que estão previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, em dimensões como linguagens e textos, raciocínio e resolução de problemas, pensamento crítico e pensamento criativo ou ainda saber científico, técnico e tecnológico.
Este estudo nacional, que tinha sido anunciado pelo ME em Julho, quando apresentou o plano de regresso às aulas depois da suspensão motivada pela pandemia, vai focar-se em três áreas: Matemática, Ciências e Leitura e Informações. Será feito um único teste, dividido em três partes, uma para cada disciplina, sendo dedicados 30 minutos a cada tarefa, com intervalos entre cada uma. No final, os estudantes respondem também a um questionário de contexto, onde se pretende recolher dados sobre a forma como cada escola lidou com o ensino à distância.
O teste diagnóstico está desenhado para “tirar uma fotografia do estado das aprendizagens”, avança ao PÚBLICO o presidente do Instituto de Avaliação Educativa (Iave), Luís Pereira dos Santos, a quem o ME entregou a responsabilidade de preparar o estudo diagnóstico, que é inédito em Portugal.
Os alunos vão ser testados até 22 de Janeiro. Ou seja, durante as três primeiras semanas do 2.º período lectivo. As escolas terão margem para estabelecer os dias em que cada turma vai responder ao teste. O diagnóstico não implica que todos respondam ao mesmo tempo, como acontece com os exames nacionais, desde logo porque os alunos não terão acesso a um enunciado em papel. As tarefas são respondidas online, através de um computador. Além disso, o sistema informático define aleatoriamente as questões apresentadas a cada estudante.



7 comentários
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Eu dou-lhes já o retrato: 1º_ as aprendizagens e a exigência baixaram até ao execrável, em alguns sítios. 2º – A culpa principal não é que vão colocar na conclusão: os professores que não sabem lidar com a tecnologia e as questões pandémicas. A culpa é da legislação miserável que vocês criaram , chamada Flexibilidade Curricular, que coloca as aprendizagens dos alunos no grau zero. Não precisavam fazer mais um estudo inútil e da trata para gastarem milhares que via parar aos bolsos de queridos camaradas…
Ora aí está. É mesmo isso. Uma flexibilizaçao para mim, outra para ti, um dac para mim, outro para ti, um perfil para mim, outro para ti….
Um cajado duro no costelado dos criadores dessas palhaçadas e era assunto resolvido, com as merecidas castadas
Isto vai ser feito em que computadores/NET ?
A das escolas??? Ehehehehehehehehehehehehehehehejej
Como são escolhidos os alunos?
Uma fonte bem colocada disse-me que a escolha aleatória vai ser feita com uma roda da sorte tipo Preço Certo.
Onde estão os computadores prometidos?
E o reforço dos professores para ajudar os alunos com mais dificuldades, agravadas pelo confinamento?
NADA! ZERO!
Muito fazem os professores com quem trabalho, com os poucos recursos que têm. E com muita boa vontade!
Estudos para quê? !
Não é necessário estudo nenhum. Já sabemos que os alunos estão com muitas dificuldades. Para quê esta palhaçada?? Para os professores e as escolas saberem como estão os seus alunos? Então nós já não sabemos? É preciso vir este estudo para ficarmos a saber? Que palhaçada!