Esperemos que a mensagem passe. Nenhuma referência ao malfadado 942 (presentemente ca. 6 anos e meio), o que acho inteligente (a mensagem há muito que deixou de colher junto da opinião pública). Contudo, indiretamente a alusão ao estrangulamento da carreira para (cerca de, metade da classe posicionada em escalões intermédios), bem como a necessidade premente de respostas, nomeadamente em termos de antecipação de reforma dos colegas com mais idade e, simultaneamente, a resolução do desemprego e integração na carreira de muitos contratados há demasiado tempo, parece-me ser a mensagem a passar doravante.
Urge resolver esta situação, porém com sensibilidade e bom senso por parte dos nossos representantes sindicais, de modo a conseguirmos levar a água ao nosso moinho.
Deixo aqui uma sugestão (bem sei que não consensual, no entanto, o ótimo é inimigo do bom): negociar o tempo de serviço, que nos foi sonegado, com a supressão de quotas de acesso aos 5º e 7º escalões; bem como a aceleração da reforma dos docentes mais próximos desta (como disse já, permitirá a integração na carreira de milhares de colegas nossos que se encontram em situação de precariedade – alguns já passaram por esta situação, outros conhecem de perto o flagelo).
Uma outra sugestão (também sei que não consensual, poderá dividir a classe, todavia, mais dividida do que esta está?…): a assunção de decisões diferentes para um mesmo problema (contagem do tempo de serviço), por parte do Estado. Refiro-me, nomeadamente, às regiões autónomas e ao continente e a uma (possível) situação de inconstitucionalidade…
Bom ano para tod@s.
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Esperemos que a mensagem passe. Nenhuma referência ao malfadado 942 (presentemente ca. 6 anos e meio), o que acho inteligente (a mensagem há muito que deixou de colher junto da opinião pública). Contudo, indiretamente a alusão ao estrangulamento da carreira para (cerca de, metade da classe posicionada em escalões intermédios), bem como a necessidade premente de respostas, nomeadamente em termos de antecipação de reforma dos colegas com mais idade e, simultaneamente, a resolução do desemprego e integração na carreira de muitos contratados há demasiado tempo, parece-me ser a mensagem a passar doravante.
Urge resolver esta situação, porém com sensibilidade e bom senso por parte dos nossos representantes sindicais, de modo a conseguirmos levar a água ao nosso moinho.
Deixo aqui uma sugestão (bem sei que não consensual, no entanto, o ótimo é inimigo do bom): negociar o tempo de serviço, que nos foi sonegado, com a supressão de quotas de acesso aos 5º e 7º escalões; bem como a aceleração da reforma dos docentes mais próximos desta (como disse já, permitirá a integração na carreira de milhares de colegas nossos que se encontram em situação de precariedade – alguns já passaram por esta situação, outros conhecem de perto o flagelo).
Uma outra sugestão (também sei que não consensual, poderá dividir a classe, todavia, mais dividida do que esta está?…): a assunção de decisões diferentes para um mesmo problema (contagem do tempo de serviço), por parte do Estado. Refiro-me, nomeadamente, às regiões autónomas e ao continente e a uma (possível) situação de inconstitucionalidade…
Bom ano para tod@s.