Foram colocados 444 professores contratados na reserva de recrutamento 18, distribuídos de acordo com a seguinte tabela:
Janeiro 2019 archive
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Jan 25 2019
Reserva de Recrutamento 18
Reserva de recrutamento n.º 18
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 18.ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 28 de janeiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 29 de janeiro de 2019 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
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Jan 25 2019
CGA/SS as diferenças de tratamento…
Chegou-nos esta exposição que julgamos pertinente para quem queira, junto de alguma entidade, reclamar.
Vimos desta forma manifestar o nosso descontentamento perante o tratamento diferenciado e discriminatório de que são alvo inúmeros professores por parte do MEC. Referimo-nos aos docentes que nunca integraram ou foram retirados da Caixa Geral de Aposentações e colocados na Segurança Social pelo facto de sendo vinculados estarem sujeitos à celebração de novos contratos, ainda que muitos destes contassem já com muitos anos de descontos para a CGA.
Eis algumas das muitas situações em que a dualidade critérios e de tratamento face aos colegas que permanecem na CGA é gritante:
– Em caso de doença temos obrigatoriamente que nos deslocar ao Centro de Saúde, “mendigar” um atestado, esperar horas para sermos atendidos ou então dirigirmo-nos de madrugada ao centro de Saúde, antes do início das consultas, nas chamadas urgências, atendendo a que apenas são válidos os atestados do médico de família ou atestados hospitalares, ao contrário dos colegas afetos à CGA em que qualquer atestado, desde que passado por um médico com contrato com a ADSE é reconhecido e aceite. Não obstante, todo o processo de verificação de baixas médicas e comparência nos respetivos serviços é também ele substancialmente diferente. O chamado SVIT (sistema de verificação de incapacidades temporárias) da Segurança Social é mais burocrático, restritivo e penalizador do aquele que abrange os subscritores da CGA.
– No que concerne ao chamado subsídio por doença em caso de baixa médica, este é consideravelmente inferior, em igual circunstância, ao que auferem colegas que se encontram na CGA, senão vejamos: Os docentes inscritos neste sub sistema de saúde (CGA) quando de baixa médica (Atestado), perdem os 3 primeiros dias de vencimento e 10% do 4.º até ao 30.º dia. A partir daqui recebem o seu vencimento na íntegra, ou seja a 100%. Já os docentes que transitaram para a Segurança Social, para além de perderem igualmente os três primeiros dias de vencimento, ficam também penalizados em 45% do vencimento do 4.º até ao 30.º dia (o que corresponde a 55% do vencimento); em 40% do 31.º até ao 90.º dia (recebem 60% do vencimento); em 30% de 91 a 365 dias, (auferindo 70% do vencimento) e a uma penalização 25% do vencimento em baixas superiores a 365 dias.
– Para poder continuar a beneficiar dos serviços da ADSE os docentes abrangidos pela S.S. têm que descontar suplementarmente para este sub sistema de saúde. Em caso de baixa médica tem o professor que pagar ele próprio os 3,5% do seu salário, ao contrário dos seus colegas afetos à CGA que para além de não terem este encargo, todo e qualquer procedimento está a cargo do estabelecimento de ensino;
Face aos exemplos supramencionadas fica patente que estamos perante dois regimes com caraterísticas e benefícios substancialmente diferentes, o que configura uma clara violação do princípio da igualdade consagrado na Constituição da República Portuguesa. Ora, num estado de direito democrático este tratamento desigual não só fere a lei constitucional como é moralmente inaceitável, pelo que todos os professores em idêntica situação e desempenhando as mesmas funções, deveriam auferir dos mesmos direitos e estar abrangidos pelo mesmo regime. Urge, assim, que esta situação seja denunciada e a justiça reposta com a reintegração destes docentes, tanto mais que alguns destes têm largos anos da sua carreira contributiva com descontos para a CGA. Apelamos, pois, a que o sindicato que nos representa lute por esta causa, pugnando para que se ponha termo à manutenção de um situação injusta, revoltante e altamente lesiva dos legítimos direitos dos docentes em questão.
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Jan 25 2019
Leiria. A escola onde estudam os génios da dança e todos passam frio
Leiria. A escola onde estudam os génios da dança e todos passam frio
A escola que é notícia por falta de condições tem entre os alunos os génios da dança mundial, como o campeão António Casalinho, ou a mais recente – Carolina Costa. É (também) por eles que a câmara pensa instalar ali uma Unidade de Alto Rendimento.
(…)
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Jan 25 2019
Um País a Saque e os Professores Coiso e Tal é que Deitam o País Abaixo
Ana Leal: atual diretor regional do Norte da ASAE suspeito de corrupção e tráfico de influência
PS:
Correntes – Onde Estão?
E ainda levamos com tipos que deviam ter tento na língua e sentido de Estado, mas, a especialidade é mesmo sacar à grande:
Mamadou Ba, o polémico assessor do Bloco de Esquerda (BE) – que se referiu à atuação da polícia, domingo, no bairro da Jamaica, Seixal, como a “bosta da bófia”, na rede social Facebook – celebrou três contratos com a Câmara de Lisboa, por ajuste direto, no valor total de 191 109,94 euros, entre 2009 e 2013.
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Jan 24 2019
Pela Madeira – Progressão ao 5.º e 7.º escalão sem excepções

(Se arranjarem a notícia completa agradecia: https://www.dnoticias.pt/impressa/hemeroteca/diario-de-noticias/progressao-ao-5–e-7–escalao-sem-excepcoes-GC4271998)
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Jan 24 2019
Regime da educação inclusiva será revisto no Parlamento com propostas de todos, excepto do PS
Regime da educação inclusiva será revisto no Parlamento com propostas de todos, excepto do PS | Educação | PÚBLICO
Turmas mais pequenas, formação gratuita para docentes e pessoal auxiliar, maior envolvimento dos pais e encarregados de educação na avaliação do sistema e uma avaliação mais rigorosa e cuidada dos instrumentos da educação inclusiva são algumas das questões que os partidos, à excepção do PS, querem consagrar no novo regime jurídico que substituiu o da educação especial. E é isso que irão fazer nos próximos meses depois de o PCP e o Bloco terem chamado ao Parlamento o decreto-lei do Governo que entrou em vigor no fim do Verão e está já a ser aplicado em muitas escolas. O diploma vai ser alvo de propostas de alteração.
No debate sobre a apreciação parlamentar do diploma pedido por comunistas e bloquistas, só o PS se mostrou satisfeito com o novo regime, que é criticado também pelos professores. O secretário de Estado da Educação admitiu que o novo regime (que veio substituir o anterior que vigorava há dez anos) é “ambicioso e, por isso, difícil” e que “requer acompanhamento e recursos”. Argumentou que o orçamento para este ano prevê um aumento da dotação, que se fez um reforço de técnicos, professores (520), psicólogos (200) e de formação dos docentes e funcionários envolvidos, que estão a ser desenhados planos para a transição para a vida activa dos jovens com necessidades especiais.
O deputado do PS Porfírio Silva veio em seu socorro e criticou a “imprudência” de se “interromperem experiências” como a da aplicação inicial do novo regime, pedindo a “responsabilidade de não introduzir ruído” e de “não dificultar a acção da comunidade educativa”.
As propostas de alteração do Bloco e do PCP seguem caminhos parecidos e, além da redução das turmas que tenham alunos com necessidades educativas especiais (NEE), apostam no reforço dos recursos humanos e materiais para este sector. Defendem que o calendário de implementação do novo regime tem que ser progressivo, querem atribuir créditos horários aos professores (que o trabalho direccionados aos alunos com NEE integre a componente lectiva) e aumentar o tempo de formação para docentes, técnicos e funcionários – e que esta seja gratuita -, que exista mais do que uma equipa multidisciplinar por agrupamento, e que se envolva os especialistas, professores e encarregados de educação na elaboração das estratégias para as escolas com alunos com NEE.
Apesar de se identificarem “globalmente” com o novo regime, Margarida Mano (PSD) e Ana Rita Bessa (CDS) criticam o timing da aplicação, em cima do início do ano lectivo. A primeira anunciou que o PSD proporá que sejam as escolas a determinar a diemnsão das turmas, o aumento do apoio tutorial preventivo e temporário, ou uma maior celeridade nas respostas do ministério às dificuldades das escolas.
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Jan 24 2019
Ofertas de Escola – Açores
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Oferta nº 10188 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 500 – Matemática, afecto ao/à Escola Básica e Secundária da Calheta para a área da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-23
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Oferta nº 10187 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 500 – Matemática, afecto ao/à Escola Básica Integrada de Vila das Capelas para a área Docente da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-23
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Oferta nº 10186 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 600 – Artes Visuais, afecto ao/à Escola Básica e Secundária da Madalena para a área da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-21
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Oferta nº 10185 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 600 – Artes Visuais, afecto ao/à Escola Secundária Manuel de Arriaga para a área Docência da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-21
(Retifica a oferta nº10184) |
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Oferta nº 10184 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 600 – Artes Visuais, afecto ao/à Escola Secundária Manuel de Arriaga para a área Docência da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-21
(Retifica a oferta nº10180) |
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Oferta nº 10183 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) Ensino Artístico M17 – Piano;Prática ao Teclado;Instrumento de Tecla;Teclado; Acompanhamento, afecto ao/à Escola Básica e Secundária da Graciosa para a área da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2019-01-21
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Jan 24 2019
Recrutamento para dois docentes do GR 110 – EPM
Caros colegas,
A Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa, situada em Maputo – Moçambique, está neste momento em processo de recrutamento para dois docentes do GR 110 de maneira a suprir de forma IMEDIATA duas vagas para o ano letivo corrente.
Para mais informações, enviem o vosso Curriculum Vitae, indicando RECRUTAMENTO – GR 110 para o endereço mferreira@epmcelp.edu.mz
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Jan 24 2019
Prémio de 10.000€ a escolas que mais reutilizem manuais…
Foi publicado em Diário da República Manual de Apoio à Reutilização de Manuais Escolares.
Entre outras medidas as 20 unidades orgânicas com maiores índices de reutilização de entre as 100 que forem certificadas com o certificado «Escola MEGA Fixe!, receberão ainda um prémio de 10.000,00€ (dez mil euros), que acrescerá, no ano letivo 2019/2020, ao orçamento de funcionamento dos estabelecimentos de ensino básico e secundário de cada unidade orgânica a que for atribuído.
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Jan 23 2019
Nem IP3, nem 942…
“Ao fazer obra no IP3, estamos a decidir não fazer evoluções nas carreiras ou vencimentos” (António Costa)
Na semana passada deram-nos a entender que, finalmente, as obras no IP3 iam começar e até se fez um anuncio disso. Esmiuçou-se a coisa e parece que a dita não será bem o que se anunciou. Segundo um comunicado, ” o Governo limitou-se apenas a adjudicar obras de manutenção geral de pavimentos, introdução de separadores e reparação geral de taludes num pequeno troço de 16 km, cujo início está ainda sujeito a visto de Tribunal de Contas. Esta intervenção não é mais do que uma grande reparação com obras há muito previstas pela Estradas de Portugal para reposição do traçado original.”
Numa altura em que se espera pelo agendamento de novas reuniões para negociar o tempo e a forma de recuperação dos “942”, que novas desculpas surgirão? Que novos empreendimentos estarão à frente dos professores?
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Jan 23 2019
PCP e Bloco querem mudanças no regime da educação inclusiva
O PCP e o Bloco de Esquerda vão pedir a apreciação parlamentar do regime jurídico da educação inclusiva, defendendo mudanças no actual regime e pedindo os meios necessários às necessidades de todas as crianças com deficiência.
O PCP diz que “sempre foi crítico” do actual regime “pelo que significava de cortes no apoio às crianças e jovens com necessidades especiais, pelo que significava de segregação com a criação de unidades estruturadas e pela sua referenciação médica”.
Para o PCP, “esta é uma matéria sobre a qual importa discutir e reflectir”, defendendo que é “fundamental” a constituição de turmas reduzidas, a formação de professores, a constituição de equipas multidisciplinares, a existência de equipas multiprofissionais para a intervenção precoce na infância e a adaptação dos edifícios e equipamentos.
“É indispensável, para a efectiva inclusão destas crianças e jovens, a existência de ajudas técnicas, de financiamentos, de uma acção social escolar orientada para uma efectiva igualdade de oportunidades, de uma organização e gestão democrática na vida escolar e dos recursos educativos e mentalidades abertas à inovação e à mudança”, diz o PCP.
O PCP diz ter “profundas preocupações” em relação ao actual regime, defendendo uma articulação estreita entre a escola, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e a Segurança Social e criticando que o diploma continue a ser “omisso” em matéria de inclusão e integração dos jovens com necessidades especiais no ensino superior.
Para os comunistas, o actual diploma “não tem em conta a realidade das escolas” ou as dificuldades sentidas pelas escolas, pelas crianças e jovens com deficiência ou as suas famílias.
Já o BE defende que a implementação do que está definido no regime jurídico “implica uma reformulação significativa de procedimentos e práticas, mas também uma reflexão aprofundada sobre os princípios da inclusão e a própria cultura da escola”.
O partido admite que o actual decreto-lei “é um passo na direcção certa”, mas pede “alterações e melhoramentos”.
“Além de não parecer avisado (para não dizer inviável) implementar uma mudança tão estrutural de uma forma tão repentina, sem dar às escolas o devido tempo de preparação e transição que permitiria não só adaptarem-se ao novo modelo, como também assegurar que este é adequadamente implementado”, dizem os bloquistas.
“Além de não parecer avisado (para não dizer inviável) implementar uma mudança tão estrutural de uma forma tão repentina, sem dar às escolas o devido tempo de preparação e transição que permitiria não só adaptarem-se ao novo modelo, como também assegurar que este é adequadamente implementado”, dizem os bloquistas.
PCP e Bloco querem mudanças no regime da educação inclusiva | Educação | PÚBLICO
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Jan 23 2019
Recenseamento Docente 2019
Informa-se que a aplicação Recenseamento Docente 2019 se encontra disponível no SIGRHE para preenchimento pelos responsáveis dos Agrupamentos de Escolas/Escolas não Agrupadas (AE/ENA). Esta aplicação visa o levantamento de informação pessoal e profissional de todos os docentes que se encontram providos no AE/ENA, e de todos aqueles que, à data da sua disponibilização, nele se encontrem a exercer funções (docentes providos noutro AE/ENA, docentes providos em QZP ou docentes contratados).
Aplicação disponível para os AE/ENA entre o dia 23 de janeiro e as 18:00 horas de dia 30 de janeiro de 2019 (hora de Portugal Continental).
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Jan 23 2019
56 mil professores foram ultrapassados por colegas
11 mil docentes passam na carreira colegas mais experientes. Fenprof apresentou problema na Provedoria de Justiça.
A Fenprof denunciou esta terça-feira na Provedoria de Justiça a ultrapassagem na carreira de 56 mil professores, que entraram nos quadros antes de 2011, por 11 mil colegas que vincularam a partir de 2013 e que foram agora reposicionados.
“Professores que ingressaram na carreira a partir de 2013 ficaram um escalão à frente de colegas que vincularam antes de 2011”, afirmou Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, explicando que na origem desta situação estão “perdas de tempo, que podem ir até 4 anos, provocadas por alterações à estrutura da carreira no tempo da ministra Maria de Lurdes Rodrigues (2005-2009)”.
Os docentes que vincularam a partir de 2013 não foram afetados por estas perdas, uma vez que ainda não tinham ingressado na carreira.
“A Provedoria de Justiça está cheia de queixas de professores”, afirma Nogueira, que pede para os docentes prejudicados um tratamento idêntico ao que foi dado aos colegas recentemente reposicionados.
A Fenprof quer também que a Provedoria se pronuncie sobre se existe um problema de constitucionalidade com a contagem diferenciada do tempo de serviço congelado no continente e nas ilhas.
Os professores continuam à espera que o Governo os convoque para negociar a recuperação do tempo de serviço e marcaram um protesto para amanhã em Lisboa.
56 mil professores foram ultrapassados por colegas – Correio da Manhã
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Jan 23 2019
A quermesse eleitoral em curso – Santana Castilho
Três membros do Governo e o Presidente da República defenderam a abolição das propinas no ensino superior, por considerarem que são factor de desigualdade social. Vejamos por que razão, ao invés, a medida transfere o dinheiro dos mais pobres para os mais ricos.
Com os dados disponíveis, referentes a 2017, sabemos que frequentavam o ensino superior 361 mil 943 alunos, dos quais 72 mil e 26 não pagaram propinas, graças às bolsas de estudo. Ainda que sem expressão numérica apurada, existe um outro conjunto de estudantes, excluídos pelos critérios limitativos das bolsas, sem recursos para pagar as propinas e outros custos bem mais relevantes. Só a ampliação desses critérios e o aumento dos valores das bolsas resolverá a exclusão por carências económicas e constituirá medida de política socialmente justa. Se se abolirem as propinas, significa isso que todos os portugueses, mesmo os mais pobres (isentos de IRS mas não isentos dos impostos indirectos, os socialmente menos justos) financiarão a formação de alguns portugueses, entre os quais os mais ricos. Assim, não combatemos a desigualdade social de que Marcelo falou, antes alimentamos a quermesse eleitoral em curso, iniciada com a medida iníqua, por idênticas razões, de atribuição de manuais escolares a todos (cerca de 130 milhões de euros, licenças digitais incluídas).
Longe de mim considerar-me satisfeito com a percentagem de portugueses com formação superior, a qual é inferior à de sociedades com que queremos convergir. Mas a questão das propinas, trazida ao debate público pela prioridade máxima de repente atribuída à massificação do ensino superior (já há quem fale em torná-lo obrigatório), merece alguma reflexão e resposta a questões simples (antecipo que os arautos da coisa lhes possam chamar simplórias), a saber: os 30 mil empregos existentes, sem candidatos, pedem habilitações de nível superior? Porquê o espanto por apenas 4 em cada 10 dos jovens que terminam o secundário demandarem o ensino superior, se a prioridade do governo PS (Sócrates) e PSD (Passos Coelho) foi o secundário profissional? Quantos licenciados estão no desemprego ou se arrastam penosamente nos call centers e nas caixas dos supermercados? Quantos milhares emigraram e enriquecem hoje economias concorrentes, financiadas pelo Estado português? Quantos doutorados e investigadores são precários miseravelmente pagos, ou desempregados?
Dir-me-ão que nenhum dos nossos desafios de futuro se resolverá sem o aumento da formação superior dos portugueses e eu concordo. Mas o acréscimo deve ser ponderado: que não signifique diminuição da qualidade; que vá de passo síncrono com a inversão do paradigma vigente (fala-se sempre da academia não responder às necessidades das empresas, mas não se fala da economia não criar oportunidades de empregos decentemente remunerados para os jovens que ela forma); que dele não resulte mais médicos e enfermeiros a servirem sistemas de saúde estrangeiros, outrossim a acudirem à degradação do nosso. Porque a consideração destas premissas encorajará muito mais a procura do superior que a abolição das propinas.
Gostaria eu que o ensino superior fosse gratuito, como na Alemanha? Que os transportes públicos fossem gratuitos, como no Luxemburgo? Naturalmente que sim … se a dívida do Estado não fosse o que é. Naturalmente que sim, se as consequências financeiras de tantas políticas sem nexo não fossem encobertas por engenhosas burcas dissimuladoras, como a que tapa os 5% do OE de 2019 para “despesas excepcionais”, quatro mil milhões que passaram sem explicação, graças à generosidade parlamentar do PCP e do BE.
É verdade que o artigo 74º da Constituição estabelece que caminhemos para a gratuidade de todos os graus de ensino. Mas não menos verdade é que tal imperativo constitucional, em sede interpretativa, se subordina a outros, igualmente constitucionais, como seja o da “reserva do possível” (possibilidades materiais mobilizáveis) ou o da equidade. Sim, equidade, porque é bom não esquecer que a gratuidade da quermesse eleitoral em curso, pródiga em medidas cegas, de cariz populista e de aplicação universal injusta é, no limite, custeada pela inexistência de apoios vitais aos que mais precisam e sofrem, por serem os mais pobres.
In “Público” de 23.1.19
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Jan 23 2019
Jornal O Público – Entrevista a Mário Nogueira: “Se o PS tiver a maioria absoluta a carreira, tal como ela existe hoje, está liquidada”
Entrevista
Mário Nogueira: “Costa meteu na cabeça que a guerra contra os professores lhe vai dar mais votos”
Na semana em que se iniciam novas acções de luta dos professores, Mário Nogueira revela que o veto de Marcelo lhes deu novo alento e que estão a ser estudados protestos que terão grande impacto nas escolas.
(…)
Continua aqui.
PS: Os meus agradecimentos à jornalista Clara Viana.
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Jan 23 2019
Inspectores da educação de novo em colisão com o ministério
O Sindicato dos Inspectores da Educação e do Ensino acusou nesta terça-feira o ministério tutelado por Tiago Brandão Rodrigues de estar a cortar o “cordão umbilical” destes profissionais com as escolas, o que considera ser “muito grave”. Numa nota divulgada na sequência das declarações na semana passada do secretário de Estado da Educação, João Costa, a propósito do novo ciclo de avaliação externa das escolas, o sindicato afirma que estas contradizem a prática recente do ministério no que respeita ao recrutamento de novos inspectores.
João Costa anunciou que as equipas responsáveis pelo novo ciclo de avaliação externa passarão a integrar pessoas “que tiveram funções em escolas (…) já que é importante ter quem sabe como funciona uma escola a avaliar o que nela se faz”.
A este respeito, o sindicato frisa que “todos os inspectores que integraram as equipas de avaliação externa nos ciclos anteriores foram anteriormente docentes”, lembrando que o exercício anterior da profissão docente era aliás uma das exigências para o ingresso na Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC).
Era, mas deixou de ser, já que no último concurso de recrutamento, que decorreu em Outubro passado, ter sido professor deixou de ser um “requisito especial” obrigatório para se transformar num “requisito preferencial”. Para o ingresso na IGEC, os candidatos têm de obedecer aos critérios gerais definidos para a carreira de inspector e aos requisitos específicos exigidos pela área onde vão actuar. No concurso de Outubro era pedido, neste campo, que os candidatos fossem licenciados em várias áreas de saber (Educação Básica, Matemática, Línguas Estrangeiras, etc.), mas sem qualquer referência à obrigatoriedade de terem exercido funções docentes.
“Enfraquecer a IGEC”
“O SIEE sempre defendeu e continua a defender, que a carreira de inspector da educação tem de ser uma segunda carreira, pois só faz sentido que o inspector de educação seja alguém com experiência docente, seja alguém que conheça a escola”, defende-se na nota. Onde se acrescenta o seguinte: “No fundo, é isso que o secretário de Estado João Costa vem reconhecer. Ou seja, afastam-se os docentes do ingresso na IGEC, mas depois diz-se que eles são necessários para integrar as equipas.”
“Em que ficamos sr. Secretário de Estado?”, questiona o sindicato.
O SIIE acusa também o ministério de querer “enfraquecer cada vez mais a IGEC”, adiantando que isto foi patente nas afirmações de João Costa em que desvalorizou o trabalho desenvolvido nos ciclos de avaliação anteriores, dizendo que agora as escolas “vão ser avaliadas para além” dos simples resultados dos exames e da análise documental. O inspector-geral da Educação, Luís Capela, foi um dos dirigentes do Ministério da Educação que assistiram à sessão onde João Costa apresentou o novo ciclo de avaliação.
Na nota divulgada nesta quinta-feira, o sindicato afirma que “as equipas nunca avaliaram uma escola apenas com base nos resultados dos exames ou na mera análise documental”. E interpelando directamente João Costa acrescenta: “Pena é que nunca tenha acompanhado uma equipa de avaliação para poder observar (e trabalhar) na recolha das evidências que sustentaram cada avaliação.”
Em Julho passado, quando da greve dos professores às reuniões de avaliação, o SIIE acusou o ministério de usar os inspectores “como polícia do Ministério da Educação” e pediu para deixarem de ser tutelados pelo ministério. Em causa estavam as ordens que receberam para comprovarem nas escolas se estas estavam a cumprir as instruções enviadas pela tutela sobre a obrigação dos conselhos de turma se reunirem mesmo não estando presentes todos os seus membros, como então determinava a lei.
Inspectores da educação de novo em colisão com o ministério | Educação | PÚBLICO
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Jan 22 2019
OCDE continua a não saber fazer contas…
Mais um estudo sobre os vencimentos dos professores pelo mundo. Como sempre as contas estão desfasadas da realidade. Além de não se justificar os valores apresentados.
Vejamos um professor do Ensino Básico em inicio de carreira, segundo a OCDE aufere 30.000 dólares anuais, à cotação de hoje, 26.351 euros. A realidade é bastante diferente. Um professor no inicio da carreira aufere pelo 1º escalão, índice 167, leva para casa mensalmente, 1518,63 euros brutos. Se multiplicarmos por 14, verificamos que o vencimento anual é de 21.261,81 euros e não do constante no tal estudo da OCDE. Nem vale a pena falar dos valores seguintes, mas… com o congelamento os professores com 10 anos de serviço ainda se encontram no inicio de carreira. No topo de carreira, a OCDE refere o montante anual bruto de 54.458 euros e na realidade é de 47.104,82.
Mais uma vez estes estudos servem para induzir em erro quem tem como mau hábito acreditar nestas instituições.

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Jan 22 2019
Tabela de Vencimentos 2019
Um trabalho da Eduprof em que podemos constatar as diferenças de vencimento em relação ao ano de 2018.
As Taxas de IRS foram alteradas e, enquanto, em alguns casos descem, noutros sobem. As diferenças não são grandes, nem para cima, nem para baixo. É melhor consultarem para não terem surpresas no dia 23. Cliquem na imagem.

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Jan 22 2019
E Depois São os Professores Coiso e Tal que Deitam o País Abaixo…
E é este sr. presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB):
Facilitou na concessão de crédito na CGD? “É óbvio que não”, diz Faria de Oliveira
Aconselho também a leitura do editorial:
PS:
Gestores da Caixa recebiam prémios “de forma avulsa” (mesmo quando o banco tinha prejuízo)
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Jan 22 2019
Tiago negoceia, mas não sabe quando…
Quando, Tiaguinho?
É um discurso de intenções. Diz que quer, mas na realidade não sabe muito bem o que quer e quando quer. Ainda a semana passada disse que tinha um ano para o fazer
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Jan 21 2019
Hélder Sousa Não Foi Reconduzido
Ministério rejeita reconduzir diretor do instituto responsável pelos exames nacionais
O presidente do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), o organismo responsável por todo o processo de exames e provas de aferição, pediu a renovação da sua comissão de serviço mas o secretário de Estado de Educação, João Costa, recusou a proposta. É “vantajoso” promover a integração de “novos atores e conhecimentos”, justificou o governante.
O secretário de Estado explicou ser necessário “imprimir ao instituto uma nova abordagem e dinâmica das suas atribuições” face às “alterações legislativas introduzidas no sistema educativo”. E é por isto, escreveu João Costa na sua justificação, que não foi proposta a renovação de Hélder Sousa no cargo de presidente do conselho diretivo do IAVE, que ocupava há cinco anos e cujo mandato terminou no final de dezembro.
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