Uma escola inclusiva também o deve ser para os professores…

 

Temos técnicos especializados nas escolas a exercerem funções docentes. Esses técnicos especializados há muito deveriam estar incluídos na carreira docente, mas não são reconhecidos como docentes.

Muito se fala da escola inclusiva. Coisas bonitas que se ouvem. Coisas lindas que se fazem. Mas na prática é a conversa que conta como ato…

 

Professores surdos exigem carreira para deixarem de ser contratados como técnicos

O secretário-geral da Fenprof defende que é altura de terem direito a um grupo de recrutamento próprio. Docentes exigem “profissionalização, dignidade profissional e direitos”.

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9 comentários

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    • PC on 12 de Janeiro de 2017 at 10:24
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    Acrescento a desigualdade que se verifica ao nível das Atividades de Enriquecimento Curricular:

    – são consideradas componente letiva de professores do quadro que recebem pelo seu índice de vencimento enquanto docentes
    – quando são asseguradas por professores contratados, estes são designados técnicos com um índice de vencimento claramente inferior – felizmente já se verificam algumas exceções a esta situação, mas ainda são muito poucas

    • José on 12 de Janeiro de 2017 at 16:21
    • Responder

    A maioria dos técnicos contratados, são falsos técnicos, as escolas só lançam horários como técnicos para colocar os amigos. Salvo algumas exceções

    • Cruz on 12 de Janeiro de 2017 at 16:25
    • Responder

    Concordo perfeitamente. Já lecionei mais de 5 anos com Técnico especializado em cursos profissionais área técnicas com cargos como diretor de curso e diretor de turma. Trabalhava mais que colegas colocados num grupo e no fim ganhava menos e nem sequer era professor era docente de 3ª ou 4ª categoria. O tempo de serviço deve ser contado como tempo de serviço como o professor de grupo .

      • joao lima ferreira on 12 de Janeiro de 2017 at 16:46
      • Responder

      Gostaria de saber que cursos, que disciplinas técnicas lecionou.
      Já agora as suas habilitações académicas e profissionais.
      Fico aguardando com imensa curiosidade.

        • Cruz on 13 de Janeiro de 2017 at 20:02
        • Responder

        Caro colega João Lima. Sou Licenciado em Engenharia , licenciatura em Matemática e Mestre em ensino de Matemática tudo em Universidades Públicas conceituadas. Lecionei durante 5 anos profissionais ,cef e efa na área desenho técnico, construção civil ,higiene e segurança no trabalho,Proteção Civil e Matemática. Já lecionei Matemática quando estava como técnico especializado. Esse tempo devia ser contado como tempo de serviço no grupo de recrutamento. Trabalhei muito nesses 5 anos dei o máximo trabalhando algumas vezes mais horas que as do contrato para repor aulas de colegas que meteram baixa temos que ser reconhecidos

      • Cat Janine on 13 de Janeiro de 2017 at 14:18
      • Responder

      Exactamente como eu. Sou profissionalizada do grupo 600 (Artes) e sou quase sempre professora Técnica Especializada , por concorrer a horários de Cursos Profissionais. E há escolas que nos obrigam a dar horas extra horahora como acerto de Horário dos minutos dos intervalos , por considerarem que estamos a ser pagos à hora, logo o período dos intervalos não contam para horas de trabalho.

  1. Concordo, devendo ser extensivo a todos os que ensinam e avaliam alunos nas escolas.
    https://escolapt.wordpress.com/2017/01/12/todos-professores/

    • Chavão para tido on 12 de Janeiro de 2017 at 18:16
    • Responder

    A designação de “técnico especializado” deveria desaparecer para surgir algo esclarecedor, tipo “Formado de…” identificando exata e claramente a formação que dará de modo a que não existam dúvidas de que não há nenhum grupo de recrutamento capaz de assegurar essa formação. Os grupos mais afetados são normalmente o 430 e o 530.

      • AEG on 12 de Janeiro de 2017 at 20:38
      • Responder

      Concorde Chavão, muitos tem o lugar guardado há anos, muitos com habilitações para o 430 ou 530, mas é-lhes mais favorável desvirem disciplinas destes grupos e atribuírem a estes ditos “técnicos” com a benção das direções. Ainda se lamentam… Como é possível atribuir cargos de direção pedagógica a técnicos que coordenam professores de carreira… Ao que isto chegou!

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