“Revolta docente contra vinculação”

 

A Revolta é o único argumento que a injustiça respeita e considera como meio de dissuasão dela própria.

 

Revolta docente contra vinculação

Centenas de professores mais experientes fora do quadro.

A necessidade de ter contrato anual e completo neste ano letivo para vincular aos quadros deixa de fora centenas de professores mais experientes e está a gerar muita contestação. Esta exigência foi introduzida pelo Ministério da Educação (ME) na última proposta de vinculação extraordinária, apresentada aos sindicatos na sexta-feira.

Muitos vinculavam com a proposta apresentada a 30 de dezembro, mas não com a nova. “Durante 13 dias pensei que vinculava, mas desde sexta-feira fiquei fora. Estou angustiado e nem dormir consigo”, conta ao CM João Carlos Pereira, que leciona desde 2002. “Tenho 15 contratos sucessivos com o ME, mas este ano fui colocado, em contratação inicial, num horário incompleto de 19 horas. Não vinculo e sou ultrapassado por colegas menos graduados”, disse. Nas redes sociais foi criada a página ‘Vinculei durante 13 dias’.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2017/01/revolta-docente-contra-vinculacao/

62 comentários

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    • Vou criar um grupo no facebook on 17 de Janeiro de 2017 at 21:07
    • Responder

    Oh Arlindo cais nesta treta? Se acabou em 2002 como é que conseguiu 15 contratos sucessivos com o ME? 2016-2002 = 14 mesmo que tivesse estagiado já estava na altura da precariedade… com tanto tempo de serviço e concorre a incompletos? Com a norma travao em curso? E já agora porque é que não conseguiu ainda vincular pela norma travao? Isto é o concurso de quem conta a melhor história para ter a opinião pública do seu lado… essa regra de completo anual já era regra… chamas-nos a todos parvos…

      • Rosa on 17 de Janeiro de 2017 at 22:22
      • Responder

      Desculpe, mas o seu comentário é de muita má fé. Há sim professores com mais de 15 anos que não vão vincular, porque ficaram em horários temporários e/ou incompletos. Quando o colega refere que tem contratos sucessivos quer dizer que SEMPRE TRABALHOU para o Ministério da Educação independentemente do tipo de horário. Eu estou nessa situação. Já tive vários anos de horários completos, antes da existência da norma travão. Depois da norma, tive anos completos e outros incompletos, mas sempre trabalhei SUCESSIVAMENTE para o Ministério.
      Vá lá criar o seu grupo no facebook e deixe-se de comentários lamentáveis.

        • Rosa on 17 de Janeiro de 2017 at 22:31
        • Responder

        Eu, por esta nova e ridícula proposta, também não vou vincular. Sabe porquê? Porque na altura dos concursos, a vontade de trabalhar sobrepões-se ao tipo de horários a que concorremos. Além disso, sabe perfeitamente que TODOS os que sempre trabalharam em escolas públicas PREFEREM ficar em horários completos ou não? Agora os docentes que ficaram em incompletos e/ou temporários vão ser excluídos por terem concorrido a esses horários? VERGONHOSO.

          • Contratada1975 on 17 de Janeiro de 2017 at 22:45

          São opções minha cara… levando com a realidade.. se é temporária, não era uma real necessidade do sistema… era uma necessidade temporária ou incompleta…. não pode vincular…

          • ricardo on 17 de Janeiro de 2017 at 23:09

          São opções, pois são! Há quem opte por concorrer só a anuais e completos e depois fique no desemprego. E daí; se há uma subsídio de desemprego para chular…
          Já os que têm vontade de trabalhar e não se sentem bem em casa à espera, são os maus e os feios.
          CAMBADA DE PARAQUEDISTAS…TENHAM VERGONHA

          • Aónia on 18 de Janeiro de 2017 at 8:34

          Ricardo, tem toda a razão. Infelizmente conheço casos assim. Quem só concorre a horários completos fica muitas vezes no desemprego a receber o subsidio de desemprego por inteiro. E quem concorre a todos os tipos de horário , porque quer efetivamente trabalhar, vai ser punido por isso. O sistema protege os “xicos espertos” e exclui quem se esforça. A prova disso está nesta proposta discriminatória da Vinculação Extraordinária que vai empurrar para o desemprego os que concorrem a todos os horários, porque abominam a ideia de ficar no desemprego e querem contribuir para o país.
          O que parece é que o Ministério não quer saber se os contratados trabalharam nas escolas públicas 12, 15, 18 ou 20 anos, o que interessa é vincular quem teve horário completo para não ter de pagar a caducidade.
          Interessa a justiça?

        • Luis_GuarMad on 18 de Janeiro de 2017 at 11:25
        • Responder

        Caros colegas
        Com o devido respeito que vos devo venho esclarecer algo que deveria ser mais transparente que a água.
        Em 2002 também eu comecei a trabalhar e, vejam só, estou nos quadros desde 2005 mas, NA MADEIRA. Aqueles que dizem andar há x e y tempo em contratos sucessivos são aqueles que não fizeram o sacrifício que eu fiz, de deixar tudo para trás e iniciar uma nova vida num local tão distante.
        Estou à frente de quem tem 16, 17 e mais anos, quando eu tenho 14 anos de serviço? Claro que estou, sofri bem para isso enquanto esses colegas ficaram em suas casas, junto do apoio familiar e de todo o conforto que isso promove enquanto eu pagava bem caro para viajar de avião e depois de intercidades, uma ou duas vezes por ano para ver a minha família. Isto têm sido as minhas férias nos últimos 14 anos da minha vida, enquanto esses colegas o têm garantido porque, com todo o direito, é certo, se terem dado ao luxo de concorrer a horários incompletos de modo a garantirem o conforto da proximidade do que conhecem. Até aqui tudo bem! Mas não me digam que é injusto eu ficar, nestes concursos à frente de todos os contratados que têm mais tempo de serviço do que eu porque se tivessem feito o mesmo que eu já estariam também nos quadros como eu e, provavelmente teriam os mesmos problemas que eu tenho, devido à distância que me separa do meu círculo de conforto.
        Se os colegas ficam à vossa frente é porque comeram aquilo que vocês não aceitaram. Obviamente agora terão os frutos por terem ficado com os restos que os caros colegas deitaram fora.

          • Somos todos tolos... on 18 de Janeiro de 2017 at 21:24

          Oh, ainda não se lembraram de criar a lista graduada do sacrifício…
          E associar horários incompletos a “luxo” é toda uma nova ideologia de concurso…
          Ainda bem que lembrou o respeito que deve a todos os colegas, ou ia-se esquecendo pelo caminho… Respeitar, creio, é aceitar sem envolver juízos de valor, mesmo que, em situação idêntica, decidisse de forma diferente e até contrária. É ser responsável pelas suas decisões e não presumir, nunca, saber o que se passa com os outros. Cada um tem direito às suas opções e, certamente, nestas questões dos concursos, há muitos sacrifícios menos evidentes que distâncias e viagens, mas que serão igualmente dolorosos e penalizadores. Nunca perceberemos o que se passa com os outros, até que os outros sejamos nós. Porque algum dia o somos.

          • Luís on 18 de Janeiro de 2017 at 23:59

          Caro(a) colega
          Vou abster-me de tecer mais comentários neste blog pois costumo reger-me pelo respeito para com os outros. Apenas disse que vim para a Madeira para vincular mais cedo e que o caminho que segui estava e está aberto a quem o quiser percorrer, com a certeza de que essa incerteza irá certamente atenuar-se. Que só não está na minha situação, como vinculado e, obviamente à frente de todos os opositores externos. Penso não ter sido tolo nem o ter tratado como tal para que ouse dirigir-se a mim nesses termos. Para além do mais somos todos, e antes de mais, professores que, antes de mais, e como exemplo para os nossos alunos, devemos ter cuidado com o que proferimos. Peço desculpa se as minhas palavras o ofenderam ou lhe faltaram ao respeito mas peço-lhe para se conter na forma como defende a sua posição e as suas ideologias.
          Nunca duvidei nem tal me ocorre, dos sacrifícios de cada um dos meus colegas, a quem, repito, devo todo o respeito, devido à minha ética e à minha formação pessoal .

      • Realmente on 17 de Janeiro de 2017 at 22:27
      • Responder

      Se é do 260 nem tem tempo de serviço como estagiário, logo onde tem os 15 contratos sucessivos, porque sucessivos quer dizer em anos sucessivos certo? ou quer dizer simplesmente o que ele quiser que dizer…Só se for a colecionar aos 4 e 5 como eu por ano! Quer apanhar um barco que agora é para outros… a mentira tem perna curta. E não concorre só a anuais completos? opções meu caro… aguente-se…
      Já agora o blog a colocar notícias do CM… quem diria?

        • ricardo on 17 de Janeiro de 2017 at 23:01
        • Responder

        Que palermice!
        Partem do princípio que os horários completos e anuais são infinitos e que basta concorrermos para os mesmos que a colocação é nossa,
        nem devemos sequer colocar opções de incompleto e temporário, acto reprovável, qui çá censurável.
        Pois, às custas dessas teorias tenho visto muita gente a ficar desempregada o ano inteiro. Arriscam com a mama do subsídio de desemprego, isso sim uma bela atitude, muito cívica.

      • Gonçalo Freitas on 18 de Janeiro de 2017 at 9:25
      • Responder

      estou nessa situação Ignorante! No norte, a maioria dos horários completos só saíram na RR2 para colegas muito menos graduados. Não sou uma parasita à espera de receber o subsídio por completo! Não é história ignorante!

        • AAAA on 18 de Janeiro de 2017 at 10:04
        • Responder

        Alguém o obriga a concorrer apenas ao norte? O problema neste concurso é que muita gente não deseja que a graduação profissional seja respeitada. Porque será?

          • ricardo on 18 de Janeiro de 2017 at 10:57

          Ó grandessíssimo ani…….., não te ocorre pensar que quem erra é o ME ao atrasar a mobilidade?
          E não te ocorre pensar que os horários do sul são também para os mais graduados do sul que concorrem para eles e que esses horários não chegam para todos os candidatos do país? Há pessoas que pensam que todos os grupos são o 910 que tem horários completos e anuais às resmas só em Lisboa que quase que dariam para toda a gente. Não é assim!
          Pois se é para fazer juízos de valor, a mentalidade de concorrer só para completos e anuais e ficar à espera para ter o horário completo e anual numa reserva, nem que seja em novembro ou dezembro, poderei também considerá-la uma grande pulhice e nem direito devia de dar a ter subsídio de desemprego. Pronto, disse!
          TENHAM VERGONHA NA CARA! Querem uma vinculação automática como acontece com a norma travão mas em que tenham que ter somente este ano completo e anual? Também quero muita coisa! Se esta proposta indecente, avançar, os tribunais vão ter muito trabalho e os sindicatos vão ter uma enchente a entregar o cartão.

          • AAAA on 18 de Janeiro de 2017 at 16:32

          Obrigado pela consideração, mostrou a sua classe!

          • ricardo on 18 de Janeiro de 2017 at 18:45

          De nada! A classe guardo-a para quem merece e não para quem gosta de escaladas e pisadelas nos outros.

          • AAAA on 18 de Janeiro de 2017 at 20:32

          Honestamente, detesto responder a um sicofanta, mas para que saiba eu defendo um concurso segundo a graduação profissional, que presumo a si também não lhe agrade. Entendo porquê e mais não digo. Para que saiba um sicofanta é um ladrão de figos, mas não quer dizer bem isso!

          • ricardo on 19 de Janeiro de 2017 at 8:37

          E não me agradaria porquê? Onde escrevi que não concordo com tal facto? Desde que fosse assegurada a prioridade a quem serviu a escola pública, seria o critério mais justo.

          Discordo é de virem defender a exclusão a quem não reúne o critério de estar colocado em anual e completo neste ano letivo. Isso é alguma coisa? Sabem muito bem que lá vai das sortes e que os atrasos da mobilidade provocaram ultrapassagens. E ainda tem a lata de referir que são consequências das nossas opções de concurso!!!! Querem ver que sou um criminoso por concorrer para horários do tipo 2, onde com 18 horas recebo limpos 1000 euros, ou temporários, o correto era concorrer só a completos e ficar em casa desempregado, de papo para o ar, a explorar a Segurança Social com a mama do subsídio de desemprego, à espera de uma colocação numa reserva nem que fosse me dezembro.
          Tenham juízo!

    1. Só com concursos ordinário aos quais todos (contratados e quadros) possam concorrer poderá haver justiça e aceitação. De outra forma inventem o que inventarem haverá sempre alguém injustiçado.
      Concursos para todos e pela graduação já.

        • ricardo on 18 de Janeiro de 2017 at 11:20
        • Responder

        Para quê misturar o que nunca deu certo? Os do quadro entram no habitual jogo da troca de cadeiras, no fim, já nem querem ficar onde foram colocados, metem destacamentos…. Moral da história não sobra nada para o contratado.

    • Professora Contratada on 17 de Janeiro de 2017 at 21:21
    • Responder

    Um mentiroso, esse João Carlos Pereira. Se olharem para a lista de colocação da contratação inicial, no grupo 260, verão que o JOÃO CARLOS CARVALHO DA FONSECA PEREIRA, candidato n.º 140, ficou colocado no Agrupamento de Escolas de Álvaro Velho, Barreiro com um horário de 15 horas. Ele referiu ao CM que o horário era de 19 horas.

    http://www.dgae.mec.pt/_main/listas2016_def_MI_CI/def_ci/2016-CI-COL-DEF/Lista_Def_Coloc_CI_2016_GR_260.pdf

      • Vítor on 17 de Janeiro de 2017 at 23:13
      • Responder

      Não considera que possa ter sido uma gralha do jornalista? Qual é diferença se foram 15h ou 19h? A injustiça não é igual? Tenha vergonha antes ofender as pessoas.

        • Professora Contratada on 18 de Janeiro de 2017 at 18:32
        • Responder

        Ó Vítor, a gente sabe como são as gralhas… Já agora, um aparte: não deixa de ser irónico um laranjinha secular poder vir a vincular num governo da geringonça. Estou mesmo a imaginá-lo na universidade de verão do PSD a dar a lição “Como prosperam as laranjas num mar de rosas – as oportunidades da geringonça para quem não quis sair da sua zona de conforto”.

          • ricardo on 18 de Janeiro de 2017 at 18:50

          Também não deixa de ser irónico um governo apoiado pelas esquerdas se esteja a borrifar para uma lista de graduação profissional em concurso público que tanto defenderam ao longo de várias décadas.

    • norberto500 on 17 de Janeiro de 2017 at 21:21
    • Responder

    abrir vagas pelos horários anuais e completos? Se os horários vão ser
    ocupados pelos que vão vincular, quantos horários completos e anuais vão
    aparecer no próximo ano? Muito poucos. Se o me aceitar a proposta
    abre-se um precedente na próxima ve em 2018 poucos vão vincular com os
    mesmos critérios. O melhor ainda são os 15 anos, é o que me parece que
    vai acontecer, e eu não vinculo mas…

      • Tototo on 17 de Janeiro de 2017 at 22:27
      • Responder

      Vinculação por tempo de serviço a única que combate a precariedade

        • anónimo on 17 de Janeiro de 2017 at 22:33
        • Responder

        Tempo de serviço em ESCOLAS PÚBLICAS

        • AAAA on 18 de Janeiro de 2017 at 10:06
        • Responder

        E um professor com mais 15 dias de serviço que outro e média final de curso 5 valores inferior vincula. Tenha vergonha, se conseguir.

      • joana couto on 17 de Janeiro de 2017 at 22:35
      • Responder

      Concordo plenamente com este colega. Se vão abrir vagas pelos horários anuais e completos o que vai acontecer aos contratados para o ano?Vão ficar desempregados ou com uns miseráveis horários.Colegas, analisem as listas… existem colegas com menos de 12 anos de tempo de serviço com graduação superior aos que são detentores desses 12 anos…O mais sensato serão os 15 anos de tempo serviço ou então que deixem as “coisas” ficarem como estão. É engraçado que não vejo os sindicatos a lutarem pelos três contratos anuais e sucessivos no mesmo grupo de recrutamento , não vai ao encontro da diretiva europeia? A diretiva europeia não fala em ter doze anos de serviço conseguido de forma fracionária, pois não? O ideal é propor uma vinculação faseada… enfim…

    • Miguelrodrigues on 17 de Janeiro de 2017 at 21:27
    • Responder

    Pelos vistos neste grupo do vinculei 13 dias, até nem são centenas… são cento e qualquer coisa em possíveis 4000. Era responder-lhes como um deles respondeu cá antes de dia 13. “Nem todos podem vincular, não há horários para todos. Esperem pelo próximo ano”. Afinal eles não têm assim tanto espírito de sacrifício lol como queriam que os outros tivessem. Esperneiam é para todo o lado e muito alto.
    E os que têm 11 anos de TS e ficam fora? E os que têm 4 contratos? Amigos berrem mais alto? Está visto que é uma questão de quem berra mais alto. Eu não vínculo, tenho 15 anos, mas estive 2 anos desempregado e dei formação, não tive contratos com o ME… mas desejo boa sorte aos que vinculam desde dia 13, pelo que os professores lusos tenham razão e já nada altere… porque isto não pode virar uma questão de quem berra mais alto. Aproveitem esta oportunidade amigos, merecem esta VE.

      • ricardo on 17 de Janeiro de 2017 at 22:34
      • Responder

      Que idiotice! Podia ser só um, mas representa muitos.
      Os que tem 11 anos de serviço agradeçam os sindicatos porque nessa matéria fizeram uma boa negociação, passar de 20, para 15 e agora 12 é mau? Para o ano, já tem 12 anos para entrar. Já iniciar uma negociação e deixar cair quem era inicialmente elegível tem muita lógica, só se for na tua cabeça de alho xoxo.

      • ricardo on 17 de Janeiro de 2017 at 22:38
      • Responder

      Não tiveste contratos com o ME, mas já achas bem que quem andou a aguentar a bomboca com incompletos e temporários seja afastado também.

        • paula on 18 de Janeiro de 2017 at 21:06
        • Responder

        Era bom que houvesse mais civismo! Eu também tenho 5 contratos neste espaço de tempo, mas infelizmente 2 são no mesmo ano, resultado fico com 4. Fiquei desempregada com muitos anos de serviço, tenho um dos grupos mais afetados a nível de vagas (reduziram drasticamente perto de 75 %) aqui no blogue falou-se de desemprego! Se era para evitar que os do público ficasse com as vagas era simples colocavam os 5 contratos nos últimos 7 anos. Enfim, caro Ricardo não julgue logo, quem era de grupos de secundário mesmo com muitos anos de serviço esteve desempregado. Cada um deve manifestar os seus anseios, não estamos em ditadura, mas também acho que é demais tanta negociação (deviam ter levado as coisas alinhavadas para as negociações), agora é o caus com toda a gente a achar que se falar muda a situação. E são tantas situações! O objetivo é diminuir a precaridade de quem trabalha no público anos a fio… infelizmente somos muitos e todos de certa forma tem razão.

      • Vítor on 17 de Janeiro de 2017 at 23:14
      • Responder

      Está enganado. São centenas.

        • anonimo on 18 de Janeiro de 2017 at 16:06
        • Responder

        Centenas e só cerca de 6 a 10 professores (sempre os mesmos) é que se manifestam no grupo! Grande grupo… já agora na papelada que vão entregar no ME não se esqueçam de identificar com nº de Cartão de Cidadão para realmente sabermos quantos são… é que só 1 pessoa pode fazer 100 reclamaçõs diferentes! Já vimos que a verdade toda não contam… não é!

          • Vítor on 18 de Janeiro de 2017 at 18:58

          Está preocupado/a com o quê? Se somos assim tão insignificantes não precisa de se mostrar tão nervoso/a. Nós estamos a lutar pelo que consideramos ser mais justo. Se conseguimos ou não, logo veremos. Garanto-lhe que somos mesmo centenas. E a tendência é sermos mais. Obrigado pela sugestão que deu, vamos tê-la em conta. Muito obrigado.

    • Quadro de escola on 17 de Janeiro de 2017 at 21:56
    • Responder

    REVOLTA DOCENTE 😂😂😂.
    Que grande palhaçada, vão às escolas e vejam com os próprios olhos. Ninguém quer saber da vinculação, a não ser os contratados, na minha nem sequer estão preocupados se vai ou não haver concurso. Este blogue é muito bom, mas há artigos que realmente não tem qualquer interesse. A notícia devia ser: professores não contemplados com as regras de vinculação revoltam-se para alterar as regras até que estejam contemplados. Caro Arlindo não permita que se crie uma guerra neste Blogue. Já chega nas escolas em que cada um se preocupa só consigo e se está cag…ndo para os outros. Boa noite a todos

    • Vinculações de paraquedistas on 17 de Janeiro de 2017 at 22:25
    • Responder

    O mais injusto nesta VE nem são os anuais completos que todos já sabiam importantes para a vinculação, nomeadamente pela norma travão, mas a possibilidade de vincular num grupo onde se tem apenas 365 dias. A proposta do ME era melhor, exigia 5 contratos. Se queriam retirar esta proposta colocavam ao menos um maior limite de dias. Assim vamos ver candidatos recém chegados a vincular nos grupos, deixando outros que aí estão há muitos anos para trás.

      • ricardo on 17 de Janeiro de 2017 at 22:42
      • Responder

      …E os atrasos que houve na mobilidade não irá provocar injustiças?
      …E terem andado a dar efeitos retroativos a 1 de setembro a uma RR2 quando na lei só está contemplado efeito, às colocações até ao último dia do inicio do ano letivo?
      …Se fosse só isso…

      • joana couto on 17 de Janeiro de 2017 at 22:43
      • Responder

      Concordo com o colega. É extremamente injusto vincular docentes num determinado grupo de recrutamento com um número insignificante de dias. Por exemplo, na educação especial haverá um número expressivo desses casos. Eu sugeria que se colocasse um número mínimo de dias para vincular num determinado grupo aos docentes com 12 ou mais de tempo de serviço, por exemplo 1095 dias acho que era correcto e porquê? 1095 = 365*3. A diretiva europeia fala em três contratos sucessivos anuais para um trabalhador ficar efetivo. Ora, 1095 dias (embora sem serem em contratos sucessivos) é talvez o que seria mais justo porque se aproximava disso (embora de forma diferentes).

        • Joana Lemos on 17 de Janeiro de 2017 at 22:54
        • Responder

        Pensas bem na tua situação e quem está no 120 e não tem esse tempo de serviço porque é um grupo recente… na anterior proposta não estávamos contemplados, ao menos nesta existimos. Deixa-me adivinhar cumpres todos os requisitos que propões? porque será?

          • joana couto on 18 de Janeiro de 2017 at 19:12

          O MEC não é uma agência de empregos nem a Santa Casa da Misericórdia!Portanto, não tem que efetivar docentes que poderão não ser necessários no futuro e dar origem aos horários-zero…porque quem vai pagar os futuros horários-zero somos todos nós. Em determinados grupos de recrutamento a vinculação extraordinária poderá ter efeitos altamente perniciosos….Espero que o MEC reflita de forma pondera e consciente na amplitude dos seus atos para que mais tarde não ser brindado com infinitos dissabores. Na minha opinião quem não possui 1095 dias num determinado grupo de recrutamento não deve vincular nesse grupo. Há que ter um mínimo de experiência para desempenhar uma determinada profissão até ao resto da vida… Sejamos sensatos e não olhemos só para o nosso umbigo…

      • ana on 18 de Janeiro de 2017 at 8:55
      • Responder

      A Vinculação extraordinária NÃO É a norma travão.
      Como pode dizer que todos já sabiam que a VE exigia horários completos? Todos sabíamos a importância dos horários completos e sucessivos para a norma travão. Apenas isso.
      Se a colega teve conhecimento que isso também iria acontecer para a VE, é porque teve acesso privilegiado a essa informação.
      Não há candidatos recém chegados ao ensino. Estamos todos na meia idade e com muita estrada em cima, percebe? O que importa aqui são as ultrapassagens injustas.
      Não me revolta vincularem os que estão à minha frente. Revolta-me sim, ser sucessivamente ultrapassada por quem trabalha há bem menos tempo que eu só porque teve sorte em BCE, renovações etc.

        • Professora Contratada on 18 de Janeiro de 2017 at 18:37
        • Responder

        Então quer dizer que você, como anjinho que é, não sabia que a legislação do concurso estava para ser negociada?

    • ricardo on 17 de Janeiro de 2017 at 22:26
    • Responder

    Só comentários de gente com vontade de vincular com recurso à ultrapassagem pela direita. Se querem vinculações automáticas esperem pela norma travão, que já é de extrema injustiça e toda a gente o refere.
    Querem que esta VE seja uma espécie de norma travão de 1 ano para vincular quem teve sorte de ficar este ano em anual e completo. TENHAM VERGONHA!

    • paula on 17 de Janeiro de 2017 at 22:54
    • Responder

    Arlindo, acho que isto está a ficar ridículo!
    Então agora cada 1 diz a sua e todas as semanas mudam propostas! quando era o Crato estava tudo caladinho, e ai sim se fez mesmo muito mal aos contratados!
    Eu também estou prejudicada, mas já nem me queixo. Eu tenho um anual completo (aliás 3 sucessivos completos mas como estive 2 anos sem dar aulas ,desempregada, só tenho 4 contratos), nesses dois anos fiz formações, eu e milhares de professores. Agora devem deixar entrar os que estão previstos e definir as regras para as próximas VE. Vão ter tempo para ver com calma como fazer as coisas, tendo em atenção que o objetivo é combater a precaridade dos professores contratados do público. A mim parece-me boa ideia considerar o tempo de serviço no público. O objetivo definido é combater a precaridade… mas pelo que leio parece ser outra coisa longe disso!
    Resumindo, neste momento com tanta reclamação publicada aqui no blogue o que eu considerava um serviço informativo de qualidade está a ser uma bagunça.
    É o salve-se quem puder, quem ficar para trás vai afundar-se. Para o ano é mais que certo que não vai haver horários anuais…

      • Professora Contratada on 18 de Janeiro de 2017 at 18:38
      • Responder

      Colega, arranje dois ou três na mesma situação, crie um grupelho no FB, chame o CM e comece a berrar. Se tiver pronúncia do norte ajuda.

        • paula on 18 de Janeiro de 2017 at 19:24
        • Responder

        Não tenho pronúncia do norte, sou do sul!

          • Professora Contratada on 18 de Janeiro de 2017 at 19:27

          Está lixada. O pessoal do norte é mais agarrado à terra, por isso é que não quiseram sair do ninho e ficaram em horários incompletos.

    • paula on 17 de Janeiro de 2017 at 23:08
    • Responder

    Já agora o que significa precaridade? alguém já pensou nisso?
    Precaridade é estar eternamente a trabalhar para a mesma entidade sem se estabelecer um vinculo efetivo (na minha opinião). Uma pessoa que tem 5 anos mas está na graduação à frente de um com 8 anos (a trabalhar) para a mesma entidade…acha que merece mais o lugar do que o que está à 8 anos…
    Umas faculdades dão umas notas no final do curso outras dão notas bem superiores/inferiores (a alunos idênticos a nível de competências)… Isto vai ser uma batalha, em que vamos todos perder. Ou se calhar vão perder os que falarem mais baixo ou menos influentes nos sindicatos. A razão, o motivo que está por detrás das negociações deve estar bem definido, infelizmente… a ideia que vai ficar sobre o que se está a passar é a pior… não se pode mudar constantemente (afinal as regras não iam definidas, ou objetivos)

    • Domingos on 18 de Janeiro de 2017 at 2:36
    • Responder

    2002?! Isso é pouco. Há professores a trabalhar sempre em escolas públicas desde os anos 90 ( é o meu caso), repito, desde o século passado, e que já passaram por 26 escolas ( e não estou a falar de substituições, mas sim de bulir em 2 escolas ao mesmo tempo durante anos seguidos) e não entram em histerismos como se fosse o fim do mundo.Keep cool and your turn will come!

    • PFT on 18 de Janeiro de 2017 at 3:03
    • Responder

    :Proposta de uma VE mais justa:

    um- Regime especial de aposentações na classe docente;

    dois – Apuramento das necessidades recorrentes do sistema (por ex: horários
    anuais >=15 horas ou pelo menos >=18 horas);

    três – Vinculação extraordinária dos docentes contratados mediante a sua
    graduação/tempo de serviço (considerando apenas o tempo de serviço no ensino
    público e/ou + 0,5 tempo de serviço no ensino privado quando tiverem pelo menos
    3 anos de contratos anuais sucessivos no público).

    Ou, pelo menos, a proposta conter os pontos 2 e 3, no caso de não criarem,
    ainda, o Regime especial de aposentações na classe docente.

      • Pois on 18 de Janeiro de 2017 at 10:59
      • Responder

      Acrescentaria mais uns pontos

      – 0,5 de tempo de serviço dado em QZP’s que não sejam os do que o candidato quer vincular.
      – 0,25 de tempo de serviço dado em grupos que não sejam os do que o candidato quer vincular.
      – 0,15 de tempo de serviçoo dado em TEIP.
      – 0,10 de tempo ed serviço em horários de OE ou BCE.
      – 0,05 de tempo de serviço dado nas ilhas e estrangeiro

      e por aí fora até chegarmos ao ponto em que algum do tempo de serviço conte para nada.

    • Movimento on 18 de Janeiro de 2017 at 5:49
    • Responder

    O que parece que vai acontecer é que os professores com 12 anos de serviço e 5 contratos nos últimos cinco anos vão efetivar. São as normas europeias, é a pressão europeia. Como o Arlindo quer, a precariedade estava de novo e sempre instalada. O MEC já lhes paga, são precisos e dão aulas. Quid iuris?

      • Lúcia Santos on 18 de Janeiro de 2017 at 9:26
      • Responder

      E isto sem o factor “estar este ano com horário completo e anual”, certo?

    • Movimento on 18 de Janeiro de 2017 at 7:46
    • Responder

    Eu fui às reuniões sindicais e não vi atas nenhumas. Norma travão? Ver: https://www.facebook.com/FilhosnoNorteSoDepoisdaRR2/

    • Pedro Pereira on 18 de Janeiro de 2017 at 10:53
    • Responder

    Graduação Profissional. Ponto. Simples. Eficaz.

      • anónimo on 18 de Janeiro de 2017 at 18:18
      • Responder

      A graduação SIM, mas apurada pelo serviço prestado nas escolas públicas. O que me parece é que muitos privados, aproveitando o debate em torno das propostas, querem ver se se infiltram com graduações elevadíssimas e ultrapassar quem vive e viveu muitos anos na incerteza e insegurança da escola pública.
      Neste concurso não pode acontecer o que aconteceu nos anteriores extraordinários – vincularem efetivos do privado à frente dos contratados da escola pública que estão agora a reivindicar o lugar que já devia ter sido seu (se não fossem os privados a ocuparem as suas vagas).
      GRADUAÇÃO, SIM contabilizada a partir do tempo de serviço nas ESCOLAS PÚBLICAS. Como diz o Pedro Pereira: Simples. Eficaz

    • MTF on 18 de Janeiro de 2017 at 12:38
    • Responder

    Uma possível solução seria exigir em vez de horário completo este ano optar por uma média dos horários dos últimos 5 ou 6 anos, isso resolveria em parte o problema dos professores que este ano não conseguiram 22 horas. É claro que nem sequer vou lançar um número médio de horas, isso teria de ser negociado pelo governo e sindicatos.

    • João Pereira on 18 de Janeiro de 2017 at 13:55
    • Responder

    Para quem está com dificuldades em fazer as contas e preocupado com o número de contratos.
    1º – 2002/2003; 2º – 2003/2004; 3º – 2004/2005; 4º – 2005/2006; 5º – 2006/2007; 6º – 2007/2008; 7º – 2008/2009; 8º 2009/2010; 9º – 2010/2011; 10º – 2011/2012; 11º – 2012/2013; 12º 2013/2014; 13º – 2014/2015; 14º – 2015/2016; 15º – 2016/2017.
    Em relação ao número de horas do horário a indicação dada ao jornalista foi a correta: 15 horas.

    • Fernanda de Jesus Abrantes on 18 de Janeiro de 2017 at 18:57
    • Responder

    Pois, há muita gente assim. Eu leciono desde 1986, embora tenha interrompido alguns anos, e continuo eternamente contratada…

    • Luís on 19 de Janeiro de 2017 at 0:14
    • Responder

    Peço encarecidamente aos moderadores destes comentários desprovidos de valor ou razão que controlem isto.
    Somos professores, a nossa função é “construir” cidadãos válidos e participativos e não defender o nosso umbigo a todo o custo, mesmo que, para isso demonstremos a nossa falta de educação ou de berço.
    Depois de ler alguns dos comentários que certo “ditos” professores aqui deixaram começo a ficar com dúvidas acerca da forma como se educa neste país.
    Que alguém faça uma limpeza nestes tristes pseudo-comentários.
    Já vos passou pela cabeça o que será se algum jornalista mais “pirotécnico” tem acesso a estes comentários de baixo nível, proferidos por professore? Que vergonha…

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