Dia de Reis, Dia do Rei Gaspar…

Juros da dívida a 10 anos em novo máximo de 11 meses. Barreira dos 4% ultrapassada

 

 

Os juros das Obrigações do Tesouro no prazo de referência já subiram para 4,004% ao final da sessão da manhã desta quinta-feira, segundo dados da Bloomberg. O máximo dos últimos 12 meses registou-se a 11 de fevereiro do ano passado com as taxas a fecharam acima de 4,1%

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7 comentários

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    • Filipe on 6 de Janeiro de 2017 at 16:05
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    Antes da crise de 2008, historicamente a taxa de juros da dívida portuguesa a 10 anos oscilava entre os 3,3% e 4,5%. Não vejo nenhuma anormalidade para isso. Está em correlação com o rating da dívida portuguesa BB+

    • Luis on 6 de Janeiro de 2017 at 17:43
    • Responder

    Com a forma como o governo gere o dinheiro publico, vinculando até desempregados no Concurso Extraordinário a um lugar que não existe, não é de admirar. Esperam-se para o ano centenas de horários 0. E se no imediato o impacto pode não ser muito visível num futuro próximo será catastrófico. Depois virá mais um governo do PSD, a troika e mais anos de congelamento.

      • Carmo on 6 de Janeiro de 2017 at 21:55
      • Responder

      Tem razão Luís. Um candidato com esta proposta pode ter estado desempregado praticamente os 5 anos, basta-lhe ter feito um dia de contrato ou um mês em cada ano e num mesmo 0 dias. Uma vergonha

        • Anonimo on 6 de Janeiro de 2017 at 22:39
        • Responder

        E foi assim que o tal candidato perpetuo desempregado/ desocupado conseguiu 12 anos de serviço profissionalizado? É para rir! Uma vergonha a vossa argumentaçao. Uma pouca vergonha é que é.

          • Anonimo on 6 de Janeiro de 2017 at 23:10

          Nao resisti a fazer aqui umas continhas rapidas para estes zeladores do dinheiro publico: o tal prof desempregado que quer vincular acumula 30 dias por ano, em 5 anos faz 150 dias. Precisa de 50 anos para fazer 1500. Mas para vincular precisa de mais de 4000. Estamos a falar de mais de 125 anos. É mesmo engraçado mas podemos ficar ao menos descansados numa coisa. Este candidato não existe, nasceu no seculo XIX e já faleceu. Ainda bem que só estão preocupados com a gestão orçamental e não são quem efetivamente a faz.

          • Carmo on 9 de Janeiro de 2017 at 18:16

          Aí é? lol. Basta ter trabalhado uns anos (até no privado) e ter feito o que escrevi nos últimos 5. Não é preciso nascer no século XIX. E acha isso justo?! Espero que não seja também ultrapassado por oportunistas ajudados por governos irresponsáveis.

          • Anonimo on 10 de Janeiro de 2017 at 20:32

          Uma verdadeira teoria da conspiração. Só assim explica as circunstâncias que descreve. Alguém (tem alguém em mente) que saberia há pelo menos 5 anos atrás soubesse as condiçoes propostas agora por um governo que não existia nem se configurava como tal há 5 anos atrás. Lá está, a sua argumentação continua fraquinha. Lol. O que a move, diga lá, para vir aqui desenhar cenários absurdos?

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