Para quem tiver tempo ou curiosidade em ouvir o que foi dito, ontem na comissão de educação.
É interessante ouvir a opinião de alguns dos intervenientes para memória futura, principalmente no que diz respeito à aposentação docente…
Jan 19 2017
Para quem tiver tempo ou curiosidade em ouvir o que foi dito, ontem na comissão de educação.
É interessante ouvir a opinião de alguns dos intervenientes para memória futura, principalmente no que diz respeito à aposentação docente…
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10 comentários
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Vamos lá assinar esta Petição porque é aqui que está a solução para os cerca de 30.000 professores contratados
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84191
Urge alterar o índice de envelhecimento do corpo docente da Escola Pública.
Urge facultar condições de dignidade a todos aqueles que muito deram ao ensino.
Urge dar um “futuro” aos mais jovens.
Se não for por aqui não iremos lá. Basta pensar um pouco. Então a GNR, a PSP e os militares conseguiram aos 56 anos e os professores não? E com a Fenprof (PCP) a fazer parte da solução de Governo. Ou as quotas para o sindicato falam mais alto? Uma vergonha inqualificável.
Eu continuo a não concordar com esta nova proposta da FRENPROF, pois não respeita a lista de graduação e, como tal, gerará mais uma vez ultrapassagens e injustiças…Não se esqueçam da questão dos anos prestados no público e no privado…Para mim, só há uma vinculação justa…aquela que respeita a lista de graduação… Também, não acredito na vinculação faseada, pois a proposta da FRENPROF fala em 2018 vincularem os colegas com 10 ou mais anos…acham mesmo que isso é possível!!!! Portanto, a melhor solução é: vagas apuradas e vinculação respeitando a lista de graduação…Porque insistem tanto noutras propostas?
Porque o Mário Nogueira não concebe que um professor com 11 anos, apesar de melhor graduado, vincule antes de um professor com 12 anos, menos graduado. A FENPROF defende a antiguidade, por isso para esta estrutura sindical a graduação nunca fez sentido, nem nunca a proporá, porque nunca a defendeu, a não ser agora, mas para quem tem os 12 anos.
Mas o Mário Nogueira não está a respeitar a antiguidade com o critério “horário anual e completo este ano letivo” porque não são poucos os casos em que os professores com mais antiguidade ficaram em horários incompletos e temporários. Apesar de ilegal, até tolero os 12 anos de TS, com obrigatoriedade de 5 no ensino público (atenção que nas ilhas, EPE, IEFP também são ensino público) e além deste o único critério deve ser a Graduação Profissional. Assim, o MN já respeitava a antiguidade. É muito mau, alguém menos graduado do que nós nos ultrapassar porque tem mais TS; mas a mim preocupam-me mais outros critérios manhosos que facilmente impedem de concorrer quem tem 20 anos de serviço. Desta forma quem tiver 12 anos de TS é admitido a concurso e é respeitada essa lista de graduação (independentemente desse TS corresponder a horários completos, incompletos, temporários ou anuais).
Pelo que ouvi ontem da deputada do PS (e é o PS que está no Governo, não nos esqueçamos) não há vontade NENHUMA para alterar o regime de aposentação. Aliás, se houvesse essa vontade, tantas e tantas vezes que o assunto já foi discutido na Assembleia, já o tinham feito. O PS, aliando-se ao PSD e CDS CHUMBOU até os projetos apresentados pelo PCP e BE que poderiam resolver a situação.
Nem mais uma petição que assino. Quantas já foram discutidas e com muitos milhares de assinaturas? Qual o resultado?
Depois de ontem ter ouvido os Deputados, perdi a esperança. Oxalá me engane!
Não devemos desistir!
Basta pensar um pouco. Então a GNR, a PSP e os militares conseguiram aos 56 anos e os professores não? E com a Fenprof (PCP) a fazer parte da solução de Governo. Ou as quotas para o sindicato falam mais alto? Uma vergonha inqualificável.
Viva Rui.
Vou fazer uma pergunta a que certamente sabes responder:
Quantos professores sindicalizados tem a Fenprof?
E a FNE?
Obrigado.
Então se o problema da Segurança Social se põe só para os professores e não se pôs para os outros cujas profissões são menos desgastantes, se o ponto é esse, ok, teremos então a aposentação como os outros tiveram e ficaremos a descontar para a segurança social. O problema é que o problema não é mesmo a segurança social.