Audição parlamentar sobre valorização dos professores

Para quem tiver tempo ou curiosidade em ouvir o que foi dito, ontem na comissão de educação.

É interessante ouvir a opinião de alguns dos intervenientes para memória futura, principalmente no que diz respeito à aposentação docente…

 

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10 comentários

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    • Rute on 19 de Janeiro de 2017 at 11:46
    • Responder

    Vamos lá assinar esta Petição porque é aqui que está a solução para os cerca de 30.000 professores contratados

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT84191

    Urge alterar o índice de envelhecimento do corpo docente da Escola Pública.

    Urge facultar condições de dignidade a todos aqueles que muito deram ao ensino.

    Urge dar um “futuro” aos mais jovens.

      • era_o_que_faltava on 19 de Janeiro de 2017 at 21:34
      • Responder

      Se não for por aqui não iremos lá. Basta pensar um pouco. Então a GNR, a PSP e os militares conseguiram aos 56 anos e os professores não? E com a Fenprof (PCP) a fazer parte da solução de Governo. Ou as quotas para o sindicato falam mais alto? Uma vergonha inqualificável.

    • val on 19 de Janeiro de 2017 at 12:47
    • Responder

    Eu continuo a não concordar com esta nova proposta da FRENPROF, pois não respeita a lista de graduação e, como tal, gerará mais uma vez ultrapassagens e injustiças…Não se esqueçam da questão dos anos prestados no público e no privado…Para mim, só há uma vinculação justa…aquela que respeita a lista de graduação… Também, não acredito na vinculação faseada, pois a proposta da FRENPROF fala em 2018 vincularem os colegas com 10 ou mais anos…acham mesmo que isso é possível!!!! Portanto, a melhor solução é: vagas apuradas e vinculação respeitando a lista de graduação…Porque insistem tanto noutras propostas?

      • s220 on 19 de Janeiro de 2017 at 13:22
      • Responder

      Porque o Mário Nogueira não concebe que um professor com 11 anos, apesar de melhor graduado, vincule antes de um professor com 12 anos, menos graduado. A FENPROF defende a antiguidade, por isso para esta estrutura sindical a graduação nunca fez sentido, nem nunca a proporá, porque nunca a defendeu, a não ser agora, mas para quem tem os 12 anos.

        • Rafesoca on 19 de Janeiro de 2017 at 14:38
        • Responder

        Mas o Mário Nogueira não está a respeitar a antiguidade com o critério “horário anual e completo este ano letivo” porque não são poucos os casos em que os professores com mais antiguidade ficaram em horários incompletos e temporários. Apesar de ilegal, até tolero os 12 anos de TS, com obrigatoriedade de 5 no ensino público (atenção que nas ilhas, EPE, IEFP também são ensino público) e além deste o único critério deve ser a Graduação Profissional. Assim, o MN já respeitava a antiguidade. É muito mau, alguém menos graduado do que nós nos ultrapassar porque tem mais TS; mas a mim preocupam-me mais outros critérios manhosos que facilmente impedem de concorrer quem tem 20 anos de serviço. Desta forma quem tiver 12 anos de TS é admitido a concurso e é respeitada essa lista de graduação (independentemente desse TS corresponder a horários completos, incompletos, temporários ou anuais).

    • Professora on 19 de Janeiro de 2017 at 13:48
    • Responder

    Pelo que ouvi ontem da deputada do PS (e é o PS que está no Governo, não nos esqueçamos) não há vontade NENHUMA para alterar o regime de aposentação. Aliás, se houvesse essa vontade, tantas e tantas vezes que o assunto já foi discutido na Assembleia, já o tinham feito. O PS, aliando-se ao PSD e CDS CHUMBOU até os projetos apresentados pelo PCP e BE que poderiam resolver a situação.
    Nem mais uma petição que assino. Quantas já foram discutidas e com muitos milhares de assinaturas? Qual o resultado?

    Depois de ontem ter ouvido os Deputados, perdi a esperança. Oxalá me engane!

      • maria on 19 de Janeiro de 2017 at 17:27
      • Responder

      Não devemos desistir!

      • era_o_que_faltava on 19 de Janeiro de 2017 at 21:35
      • Responder

      Basta pensar um pouco. Então a GNR, a PSP e os militares conseguiram aos 56 anos e os professores não? E com a Fenprof (PCP) a fazer parte da solução de Governo. Ou as quotas para o sindicato falam mais alto? Uma vergonha inqualificável.

    • Agnelo Figueiredo on 19 de Janeiro de 2017 at 21:30
    • Responder

    Viva Rui.
    Vou fazer uma pergunta a que certamente sabes responder:
    Quantos professores sindicalizados tem a Fenprof?
    E a FNE?

    Obrigado.

    • era_o_que_faltava on 19 de Janeiro de 2017 at 21:45
    • Responder

    Então se o problema da Segurança Social se põe só para os professores e não se pôs para os outros cujas profissões são menos desgastantes, se o ponto é esse, ok, teremos então a aposentação como os outros tiveram e ficaremos a descontar para a segurança social. O problema é que o problema não é mesmo a segurança social.

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