Atualização de dados – Candidatos a vincular

Depois de percebermos uma falha na importação de diversos contratos das listas públicas, resolvemos fazer novas publicações com os números revistos. Parece-me que desta vez estão mais próximos da realidade.

Quadro I – Haverá pelo menos 2483 candidatos a vincular (coluna verde), que poderá abranger mais 1684 (coluna amarela) se estes tiverem obtido 1 ou 2 colocações em escolas TEIP ou em oferta de escola. Estaremos a falar num número que deve rondar os 4000 candidatos a vincular. Houve um aumento substancial dos candidatos com cor verde, diminuindo aqueles que estavam assinalados a amarelo.

 

Quadro II – Apresenta a distribuição dos 2483 candidatos a vincular, por grupo de recrutamento e QZP.

 

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3 comentários

    • PROFET on 15 de Janeiro de 2017 at 16:37
    • Responder

    Obrigado por fazer aparecer na lista o grupo 530, pois este grupo existe, pese embora ninguém deste grupo vincule ao abrigo destes critérios manhosos e injustos, mas existe, O GRUPO 530 EXISTE! (O crato quase que o dizimou, mas existe!).

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    UMA PROPOSTA DE VINCULAÇÃO EXTRAORDINÁRIA MAIS JUSTA
    Ponto um – Regime especial de aposentações na classe docente;
    Ponto dois – Apuramento das necessidades recorrentes do sistema (por ex: horários
    anuais >=15 horas;
    Ponto três – Vinculação extraordinária dos docentes contratados mediante a sua
    graduação/tempo de serviço (considerando apenas o tempo de serviço no ensino
    público e/ou + 0,5 tempo de serviço no ensino privado quando tiverem pelo menos
    3 anos de contratos anuais sucessivos no público).

    Ou, pelo menos, a proposta conter os pontos 2 e 3, no caso de não criarem,
    ainda, o Regime especial de aposentações na classe docente.

      • PROFET on 15 de Janeiro de 2017 at 16:41
      • Responder

      Atenção: Quando faço referência a 0,5 tempo de serviço no ensino privado, não estou a defender os meus interesses, pretendo de alguma forma ser justo para com aqueles que podem ter estado muito tempo no público mas que para poderem alimentar os seus filhos tiveram de se fazer à vida no privado. Que fique registado aqui, eu dei sempre aulas no ensino público, desde 1996, nunca dei no privado. A questão é que pretendo ser o mais justo possível, não olho apenas para o meu umbigo.

        • Mariana on 16 de Janeiro de 2017 at 19:46
        • Responder

        Estou nessa situação, trabalhei durante cerca de 9 anos no ensino público. Em 2012, não consegui colocação, o que havia era longe, colocações temporárias e eu com dois filhos pequenos, um deles a entrar no 1.ano. (o que fazer? Andar com eles feitos mercadoria?)Surgiu a oportunidade e dou aulas no ensino privado, foi uma questão de necessidade. A verdade é que leciono tal como qualquer outro professor… perto é certo, mas julgo que também deve ser reconhecido o nosso trabalho…Pois tenho que dar provas todos os dias em como mereço este lugar.

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