Quando foram eles que os propuseram, a DGAE que os validou e eles que os escolheram.
E tudo isso bem a tempo de terem sido corrigidos.
No dia 30 de Julho disse o que considerava destes 149 subcritérios, eram excessivos e de difícil comprovação.
Colocação dos professores tem de partir do zero, defendem contratados e directores
O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira tem uma posição diferente, mas também não coincidente com a do ministro. Defende que “o concurso seja anulado” e que “se recomece do zero”, “mas depois de os critérios e de a aplicação informática serem corrigidos”. Não pretende abrir mão da “avaliação curricular, que corresponde ao pouco de autonomia que vai sobrando para escolas”, que seleccionaram os critérios de avaliação de entre os que constavam da “ementa” validada pelo MEC. “Demorará mais, eu sei, mas havemos de sobreviver a mais esta espera”, afirmou Manuel Pereira.

20 comentários
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Não percebo muito bem da insatisfação pela colocação verificada nesta BCE (ou talvez até perceba um bocadinho). Este processo mais centralizado não permite que cada escola subverta a lista a seu belo prazer (em tranches de cinco)…até chegar ao lugar mil e tal e colocar o primo ou sobrinha de olhos azuis…Incomoda-me esta indignação quando nos anos anteriores os atropelos eram ainda mais gritantes. Não será por não ter controlo no processo que estão tão indignados?…não acredito que seja pelas injustiças já que nos anos anteriores elas existiam e não houve tantas reclamações.
Alguém sabe quando é que a nova direção da DGAE é nomeada? Sem diretor como vão ser resolvidas todas estas confusões.
Eu estou muito preocupada, sou professora e no meu agrupamento faltam cerca de 21 professores.
Sei que hoje todos os pedidos de horários feitos foram inválidados depois de já terem sido válidados e que os concursos de oferta de escola foram mesmo retirados.
Afinal quem está neste momento a comandar a DGAE? alguém me sabe dizer
É o senhor doutor professor Nuno Arrobas Crato. Ele que sabe disto.
Em, meu entender:
– todas as colocações deviam ser anuladas
– os colegas colocados recebiam os dias que trabalharam
– os dias de serviço, desde a sua colocação até à sua saída, seriam igualmente atribuídos a todos os que concorreram para a BCE independentemente da sua posição na lista (tendo em conta a subjetividade dos critèrios…)
– os horários seriam todos novamente colocados a concurso
– ser criada uma lista com base na graduação, paralela à reserva de recrutamento, pois quando concorremos à CI/RR essas escolas não estavam disponíveis
– há aspetos legais que têm que ser ultrapassados? Há. Mas em todo este processo nada foi cumprido como dizia a lei
– Será a única forma de ninguém ficar prejudicado e não corrermos o risco de em vez de numa escola precisarem de 3 professores passarem a precisar só de dois (pois o 3º lugar ainda está ocupado por ERRO)
Deixa-me adivinhar… no ano anterior foi colocada numa das tranches de cinco apesar de não ser a primeira da lista e este ano…custa-lhe não poder controlar o processo. É lixado…
Não colega, fui colocada na 2ª reserva. Mas também fui contactada (ainda em setembro) por escolas para ir a entrevista pois já tinham passado várias tranches.
A errata do meu post anterior: A seguir ao “Em” não leva a virgula
Ah pois mas isso era previsível, agora passam as culpas uns para os outros porque como é típico no nosso país a culpa morre solteira
Eu sou do tempo em que os concursos se faziam em papel. Havia erros? Havia, e num ano, que não sei precisar qual, talvez 82 ou 83, fui colocada 3 vezes: 1º na Guarda, depois na Trofa e finalmente em Fafe. Foram erros atrás de erros mas que foram corrigidos!
Sou de opinião que se mandem às urtigas os subcritérios. Alguns estão errados, outros levantam dúvidas, outros servem para as aldrabices…. Concordo que os colegas colocados “indevidamente”, se os houver, devem sair e dar lugar a quem de direito!
Continuo a dizer que os critérios não poderão continuar com um peso de 50%. Deveriam ter um peso equivalente a 2 ou 3 pontos da graduação, no máximo. Isso garantiria hipóteses de escolha às escolas, sem que a graduação profissional fosse apenas um adereço.
Não se esqueçam é que a avaliação curricular tem cotas e nem sempre o que é avaliado corresponde à verdadeira competência do docente…
Terão cotas em todas as escolas? Cumpre-se o processo (calvário) legal em todas as escolas? Na sei!
Já cá faltava a treta da autonomia dos Senhores Diretores. Mas não querem autonomia para selecionar os melhores professores do quadro? É tempo de parar de humilhar o contratado! Deveres e direitos iguais. E que tal mandar esta corja de diretorzecos ou ditadorzecos para a rua ou para a sala de aula?…
Fica-te feio torpedar a verdade. Quem define os critérios para as contratações de escola são os pedagógicos. O Dgae substitui os pedagógicos e pediu aos diretores que escolhessem X critérios por ele criados.
Desculpa és NEE?
“Fica-te feio torpedar a verdade. Quem define os critérios para as contratações de escola são os pedagógicos. O Dgae substitui os pedagógicos e pediu aos diretores que escolhessem X critérios por ele criados.”
É pá não se percebe nada!
Por acaso percebi tudo. Disse o Daniel: que o director geral da Dgae passou por cima dos pedagógicos. E talvez seja mesmo verdade (não quero ir ler a lei).
E o comentário não tem qualquer erro.
1º O Dgae é a DGAE
2º Os pedagógicos são os C.Pedagógicos
3º O comentário está pejado de erros
pf vai-te encher de pulgas!
As asneiras que aqui se dizem…
Os comentadores não podem ser professores.
O autor do blogue anda à procura de emprego e, na ânsia de ser notado vai deixando sinais no terreno.
Primeiro diz que os sub critérios são o cardápio da dgae, agora ja foram propostos pelos diretores.
Os comentadores são boçais.
ML, muito bem dito. A autonomia, a continuar, deveria aplicar-se a TODOS os professores e não apenas aos contratados!!
O problema é que isto ia dar tanta….mas tanta confusão que o ME nem se atreve!!