Setembro 2013 archive

Também nos Açores

… os problemas são idênticos:

  • Falta de professores de apoio;
  • Reduzido número de professores da educação especial;
  • Professores “tapa-buracos”.

 

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Reportagem na TVI

Nómadas do Sistema

 

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Exemplos a Seguir

Porque a justificação que existiu nos últimos anos para o encerramento de escolas do 1º ciclo do interior deixa de fazer sentido com a junção de turmas com alunos de vários anos de escolaridade.

Tudo isto fruto de mau planeamento da rede escolar e dos cortes cegos sem prever o futuro da rede.

 

Pais impedem acesso dos filhos às aulas em Azinhaga, Golegã

 

 

A Associação de Pais do Agrupamento de Escolas da Golegã manteve hoje o boicote ao início das aulas por ausência de resposta do Ministério da Educação para a criação de quatro turmas na Escola Básica do 1.º Ciclo de Azinhaga.

“Não percebemos porque é que não se criam as quatro turmas, da primeira à quarta classe, como sempre aconteceu, nem aceitamos que as crianças do primeiro ano sejam divididas pelas turmas mais avançadas, nomeadamente de 2.º e 3. º anos”, disse Carlos Simões.

O dirigente alega que, com três turmas, o que está previsto é juntar oito alunos do 1.º ano e 15 do 2.º numa turma, criar outra com oito alunos do 1.º e 15 do 2.º, e uma terceira com 19 alunos do 4.º ano.

As duas primeiras deverão incluir uma criança com necessidades educativas especiais e a terceira duas.

“É óbvio que esta organização de turmas é inapropriada, põe em causa os direitos das crianças, não corresponde às necessidades dos alunos do 2.º ano, que realizam testes intermédios, e não permite dispensar às crianças que ingressam no 1.º ciclo a atenção que merecem”, defendeu.

 

“Até à Câmara Municipal se disponibilizou junto do Ministério da Educação e Ciência (MEC) para assumir o pagamento do vencimento do professor, mas essa proposta foi recusada pela tutela”, contou Carlos Simões.

 

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Há Reinados Que Terminam

… a bem da democracia.

 

Tribunal chumba candidatura de Valentim Loureiro a Gondomar

 

 

O Tribunal Constitucional rejeitou, esta segunda-feira, a candidatura de Valentim Loureiro à presidência da Assembleia Municipal de Gondomar, bem como a candidatura de Fernando Paulo à Câmara e de todos candidatos do Movimento Valentim Loureiro Gondomar no Coração às sete juntas de freguesia do concelho.

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Mais um Erro da DGAE

… em pedir as necessidades das escolas até hoje às 18:00 quando existe o processo de aceitação da colocação e apresentação ainda a decorrer.

Se o objetivo é lançar a RR2 o mais rapidamente possível para suprir as faltas de docentes, o que vai acontecer em muitos casos é que essas faltas vão ser atrasadas ainda mais.

Isto porque é menos prejudicial aceitar a colocação e depois denunciar o contrato do que pura e simplesmente não aceitar o contrato.

E ainda há uma quantidade grande de horários que os candidatos não vão aceitar as colocações porque simplesmente vão continuar nas escolas particulares com contrato de associação, embora esses sejam automaticamente substituídos no caso de não aceitarem até hoje. Mas também há muitos que aceitando não se vão apresentar.

Mas a DGAE não deve conhecer esta realidade.

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Para os Próximos Tempos

 

Troika impõe reforma aos 66 e revisão salarial no Estado

 
 

A missão troika chega hoje a Portugal para iniciar a oitava e a nona avaliação ao programa de ajustamento.

Na agenda estão mais medidas que agravam os cortes na despesa pública e que têm de produzir impacto financeiro no Orçamento do Estado de 2014: a subida da idade de reforma (sem penalização) para 66 anos para todos os trabalhadores, público e privado, a revisão das tabelas salariais da função pública, acabando com suplementos remuneratórios, e um plano B para o caso de o Tribunal Constitucional (TC) vir a chumbar mais diplomas, como o aumento do horário de trabalho no público (?????) (para as 40 horas) ou o regime de convergência das pensões da Caixa Geral de Aposentações (CGA).

 

Mas já não aumentararm o horário de trabalho para as 40 horas?

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Nunca É Demais Lembrar

… que o prazo para a aceitação da colocação das listas de 12 de Setembro termina hoje.

 

Não está indicado se até às 18 horas ou se até às 23:59, mas não arrisquem.

 

 

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Total de Horários em Contratação de Escola Com 8 ou Mais Horas

… para cruzar com este quadro.

Se os QZP das Contratações de Escola fossem indicados como manda a nova legislação não seria necessário andar a perder muito tempo para converter os QZP antigos (23) para os novos QZP (10)

Para quem for dos quadros de zona pedagógica e ainda estiver sem colocação pode perder tempo a comparar os quadros.

Parte do princípio que não iria um horário para CE caso algum docente do quadro (especialmente de QZP) esteja sem componente letiva, mas não sei…

 

totalmais8horas

MI NÃO COLOCADOS RR1

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Nova Antevisão da Semana 2 das Contratações de Escola

… porque durante o fim de semana foram validados 404 horários.

Dos 1162 horários em concurso 1006 são até 31 de Agosto de 2014.

 

 

antevisaosemana2domingo semana2horas

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Datas Possíveis Para as Próximas Reservas de Recrutamento

Não vou anuncia-las, deixo apenas o calendário dos últimos dois anos letivos.

Agora é só tirarem as vossas conclusões.

 

datas

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30 Anos de Contrato

Reportagem da SIC

 

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Divulgação – Movimento de Professores Desterrados

Divulgo um blog novo com preocupações antigas mas que voltaram a surgir após os concursos de 2013/2014.

Já sabem qual é a minha posição sobre o assunto, a necessidade de novo concurso interno extraordinário em 2014. Mas digo isto há alguns meses e ainda antes de ver o número de vagas do concurso interno/externo. E digo por uma única razão: a existência de concursos internos e externos em simultâneo não favorece nem os docentes dos quadros nem os docentes contratados.

Separar os dois concursos seria melhor quer para professores dos quadros quer para os professores contratados, porque por um lado não havia a necessidade de não serem declaradas as vagas necessárias com medo a novos ingressos na carreira descontroláveis e na altura dos concursos externos sabia-se que entraria um determinado número de docentes contratados na carreira. O concurso externo extraordinário foi disso exemplo, 603 docentes entraram nos quadros enquanto que no concurso interno foram apenas 3 os que entraram.

 

 

Movimento de Professores Desterrados

 

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Ainda a Carlos Teixeira, em Fafe

Peço, desde já, desculpa pela nova intromissão.

Uma vez que tenho ouvido tanta asneira, em entrevistas televisivas, acerca da questão dos alunos NEE, em turmas numerosas, ouso focar novamente o assunto. Penso que dever-se-á questionar se, realmente, se está a respeitar o acordo internacional – a Declaração de Salamanca, assinado por Portugal, nas escolas portuguesas.

Neste caso em específico, que já foi noticiado, parece que ninguém questiona a INCLUSÃO, parece que ninguém entende nada, nem o ministro da educação, nem o diretor da escola em questão (os dois argumentaram com a exclusão dos alunos das salas). Com tantas turmas “ilegais”, atrever-me-ei a questionar se os professores de educação especial, destes alunos, sabem elaborar o relatório circunstanciado e o PEI? (Deveriam ter referido, nas medidas a implementar no ano seguinte, a redução de turma, tal como prevê a lei).

Deixo, então, um quadro que traduz a triste realidade acima referida: 30 turmas que não obedecem à constituição das turmas.

Nota: Há uma turma, sem alunos NEE, com 20 alunos (caricato!)

 

relação alunos-turma

 

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Sobre os Horários Sobrantes Sem Candidatos

A Minha resposta no Jornal Público de hoje.

Não vá a sociedade pensar que os professores são os responsáveis por não concorrerem a esses horários.

Porque eu tenho quase a certeza que de ente todos os contratados não colocados existe sempre alguém  que tenha manifestado preferências para o país todo e para todo o tipo de horários. Sou capaz de achar que para um ou outro grupo isso poderá não ter acontecido por insuficiência de candidatos nas listas, mas em quase todos os grupos isso aconteceu.

 

TEIP não abrem dia 16

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Docentes dos Quadros por Colocar

… segundo o grupo de recrutamento, o tipo de candidato e a zona pedagógica de provimento.

A análise da lista de 30 de Agosto dos docentes QZP encontra-se aqui e dos Quadros de Agrupamento aqui.

 

Havia em 30 de Agosto 1380 docentes QZP por colocar contra 739 na RR1 e 805 docentes dos quadros contra 476 nesta Reserva de Recrutamento 1.

Foram colocados 641 QZP e 329 docentes QA conseguiram colocação ou foram retirados do concurso por ter sido atribuída componente letiva, om o mínimo de 6 horas letivas na sua escola de provimento.

 

MI NÃO COLOCADOS RR1

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Prometo Que Não Vou Dar Grande Destaque a Isto

… e por isso nem comentários faço.  😉

 

CE

CE artigo 11

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Sobre a Não Aceitação e a Denúncia de Contrato

São algumas perguntas que me chegam por mail e que estão quase todas respondidas no Decreto-Lei 132/2012, de 27 de Junho. Alguns pormenores encontram-se no Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas mas que agora não vou abordar.

Mesmo que agora fiquem esclarecidos sobre o assunto aconselho a todos a aceitação da colocação, porque a maior penalização é mesmo a não aceitação, seguindo-se a denúncia fora do período experimental.

 

Diz o artigo 18º sobre a não aceitação de uma colocação obtida através da Contratação Inicial ou Reserva de Recrutamento, neste caso a negrito para os professores contratados.

 

Artigo 18.º
Deveres de aceitação e apresentação

 

O não cumprimento dos deveres de aceitação e apresentação é considerado, para todos os efeitos legais, como não aceitação da colocação e determina a:
a) Anulação da colocação obtida;
b) Instauração de processo disciplinar aos docentes de carreira com vista à demissão ou despedimento;
c) Impossibilidade de os docentes não integrados na carreira serem colocados mediante os concursos de contratação inicial e reserva de recrutamento, no respetivo ano escolar e no seguinte sem prejuízo de poderem ser opositores ao concurso externo, no ano da sua realização.

 

Neste caso quem não aceitar a colocação sai da lista das reserva de recrutamento deste ano e fica impedido de concorrer no próximo ano letivo à Contratação Inicial e por conseguinte às Reservas de Recrutamento, podendo no entanto concorrer às contratações de escola.

 

A não aceitação numa contratação de escola implica apenas a anulação da colocação obtida.

 

SECÇÃO V
Contratação de escola
Artigo 38.º
Objeto

Artigo 40.º
Seleção de candidatos

3 — A aceitação da colocação pelo candidato efetua-se, por via da aplicação referida no número anterior, até ao 1.º dia útil seguinte ao da sua comunicação.
4 — A apresentação é realizada no agrupamento de escolas ou escola não agrupada até ao 2.º dia útil seguinte ao da comunicação da colocação.
5 — O não cumprimento dos prazos referidos nos números anteriores determina a anulação da colocação.

 

A denúncia do período experimental encontra-se no artigo 44º do mesmo Decreto-Lei.

Para contratos superiores a 6 meses o período experimental é de 30 dias e para contratos de duração inferior a 6 meses é de 15 dias. Mesmo o contrato retroagindo ao dia 1 de Setembro nas colocações obtidas no dia 12 de Setembro no meu ponto de vista este período experimental começa a contar apenas a partir do dia 13 e não do dia 1. Caso fosse a partir do dia 1 de Setembro para muitos esgotava-se este período mesmo antes de iniciarem funções.

De acordo com interpretações sucessivas do MEC, o período experimental ocorre no primeiro contrato celebrado no ano letivo 2013/2014 (mesmo existindo dúvidas legais sobre isto, esta é a interpretação do MEC).

Quem denunciar dentro do período experimental pode concorrer a uma Contratação de Escola, sabendo que sai da reserva de recrutamento desse ano letivo.

A denúncia fora do período experimental impede a assinatura de qualquer contrato com o MEC para concursos ao abrigo do Decreto-Lei 132/2012, volto a lembrar que as contratações de escola agora regulam-se por este Decreto-Lei.

 

Artigo 44.º
Período experimental e denúncia de contrato

 

1 — O período experimental decorre na execução do contrato de trabalho da primeira colocação, celebrado no ano escolar.
2 — Ao período experimental aplica-se o regime da lei geral destinado aos contratos de trabalho em funções públicas.
3 — A denúncia do contrato pelo candidato no decurso do período experimental impede o seu regresso à reserva de recrutamento, bem como outra colocação no mesmo agrupamento de escolas ou escola não agrupada nesse ano escolar.
4 — A denúncia do contrato pelo candidato fora do período experimental impede a celebração de qualquer outro contrato ao abrigo do presente diploma no mesmo ano escolar.

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O Protesto dos Pais

… desta vez em Loulé.

Reportagem com vídeo no link.

 

Pais protestam contra misturas nas turmas

 

O arranque do ano escolar está a provocar polémica. Em Loulé, no Algarve, um grupo de pais contestou a mistura de alunos de vários anos numa só turma.

 

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Carta Aberta de Célia Mestre ao Ministro da Educação

Amigos
Cumpre-me hoje apresentar-vos a Carta Aberta que redigi para o Ministro da Educação e Ciência, Prof. Dr. Nuno Crato. Julgo que a escrevi um pouco por mim mas muito por todos nós, portugueses. Por isso, partilho-a convosco.

Excelentíssimo Senhor Ministro da Educação
Professor Doutor Nuno Crato

Beja, 13 de Setembro de 2013

ASSUNTO: Carta aberta de uma cidadã portuguesa.

Excelentíssimo Senhor Ministro da Educação e Ciência

O meu nome é Célia Mestre e resido na cidade de Beja.
Após ter tomado conhecimento que o meu filho de 6 anos estaria inserido numa das turmas que integram diferentes níveis de escolaridade, dirigi-me à escola em questão com o objectivo de me inteirar das motivações que justificavam esta decisão (refiro aqui que se trata de um Centro Escolar e não de uma escola rural, situação em que ficaria justificada a opção). A carta de reclamação que apresentei na escola, e para a qual peço a atenção de V. Exa., encontra-se transcrita abaixo.

Exm.ª Sr.ª Presidente da CAP
Agrupamento de Escolas n.º X de Beja

Beja, 10 de Setembro de 2013

ASSUNTO: Reclamação Turma X 1.º/4.º Anos

Exm.ª Sr.ª Presidente da CAP

Venho por este meio expressar o meu desagrado para com a decisão tomada (ou implementada) pela V/ equipa de organização escolar de integrar na mesma turma, alunos de dois anos de escolaridade diferentes (1.º e 4.º anos do 1.º CEB).
Esta situação seria perfeitamente admissível se acaso não nos encontrássemos num contexto em que os recursos disponíveis e as necessidades da comunidade escolar se encontram em convergência. Ou seja, temos recursos físicos (centros escolares novos com todas as condições), temos recursos humanos (docentes e não-docentes) e temos alunos para usufruir desses recursos.
Alunos do 1.º ano e do 4.º ano estão em níveis de desenvolvimento diferente e têm necessidades pedagógicas específicas distintas. Para não falar que os alunos do 4.º ano se estarão a preparar durante o ano para as Provas Nacionais. Qual o acompanhamento possível para alunos em duas fases tão distintas e, em simultâneo, tão prementes? Como pode um professor acompanhar uma turma nestas condições? Aparentemente ao contrário do próprio sistema educativo e do Ministério da Educação e Ciência, tenho um profundo respeito pela classe docente e julgo que estas não são, certamente, condições que contribuam para a motivação profissional de ninguém.
Após anos de investimento na formação de professores (que se encontram tristemente no desemprego), após números inquantificáveis investidos nos Centros Escolares (ainda por cima após os gastos com as reformas das escolas que os precederam), por acaso será suposto assistirmos placidamente a este retrocesso veloz nas condições do nosso sistema de ensino? Estará alguém à espera que eu aceite que a bem de umas desculpas esfarrapadas de cortes na despesa pública, o meu filho – agora a iniciar o ensino básico – o faça em condições que não são aquelas que conquistámos enquanto país?
Vejo duas alternativas para assinalar a minha mais completa repudia por estas políticas pacóvias e mesquinhas (perdoe os termos): ou peço transferência do meu filho para outra escola da cidade ou candidato-me ao cheque-ensino destinado ao acesso ao ensino privado porque, para aí sim, já aparecem umas “patacas” dos contribuintes para gastar. Lamento mas o MEC não vai com certeza poupar dinheiro tratando os meus filhos como números num qualquer balancete.
Estou consciente que estas decisões não são talhadas pelas pessoas que todos os dias, – e acredito plenamente nisso – lutam por uma escola melhor. Sei que estas decisões descem de outras instâncias e entram pelos V/ gabinetes adentro. Ainda assim, permita-me deixar uma questão: enquanto estruturas da sociedade e das comunidades em que se integram, estarão as escolas a debater-se o suficiente e o possível contra esta opressão e esta asfixia a que estão sujeitas?

É possível, e desejo que entenda que não o faço com leviandade, que esta se torne uma carta aberta ainda que sem revelar a escola à qual a endereço. Faço-o porque enquanto cidadã, considero que, no panorama actual, as tomadas de posição individuais poderão constituir interesse para os meus demais concidadãos.

Agradeço desde já a atenção dispensada.

Com elevada consideração.

Célia Mestre

Carta entregue, ficavam-me no entanto palavras por dizer que não posso calar mais. Por isso me dirijo a V. Exa. Desejo honestamente que não veja nas minhas palavras uma afronta ou desrespeito, pois não são essas as minhas intenções.
Coloco-lhe uma pergunta retórica: numa escala de 0 a 20 valores como auto-avalia V. Exa. o seu desempenho enquanto Ministro da Educação e Ciência? A sua auto-avaliação provavelmente situar-se-á acima dos 14 valores. Estou certa que sim.
A questão que se impõe a seguir será, naturalmente, que classificação atribuiriam os portugueses à avaliação do desempenho do Senhor Ministro?
Este assunto de avaliações de profissionais qualificados para as funções que exercem é sensível, com certeza concordará comigo. Não tenho conhecimento que o Senhor Ministro nem os seus pares tenham sido submetidos a uma prova de avaliação de competências prévia à entrada no actual Governo do Estado Português e repare V. Exa., estamos a falar do Governo do Estado Português. Porque será que não é exigida uma avaliação de competências prévia neste caso? Respondo-lhe: porque não é necessária. Não é necessária porque há uma credibilidade associada ao histórico académico e profissional de V. Exa. e dos seus pares que não cabe pôr em questão. Certíssimo.
Então porque não gozam os restantes cidadãos – neste caso particular, a classe docente – da mesma credibilidade (não me refiro a avaliações de desempenho que considero ter um enquadramento completamente diferente, refiro-me apenas à Prova de Avaliação de Competências e Conhecimentos para ingresso na carreira docente)? Se acaso é uma ofensiva ao Ensino Superior português – responsável pela formação inicial de professores – então temos um problema grave. E é um problema de monta porque o país tem realizado um investimento incomensurável atendendo à sua própria escala no Ensino Superior, investimento que tem resultado num output muito considerável de académicos, investigadores, técnicos e profissionais liberais. Mas agora V. Exa. diz-nos que não. V. Exa. passa, veementemente e sem assombro nenhum, um atestado de incapacidade ao Ensino Superior português. É caso para dizer que o ataque vem de dentro. Se são identificadas lacunas no Ensino Superior estas devem com toda a certeza ser alvo imediato das revisões e alterações necessárias mas penso que os professores deveriam ser encaminhados para uma dinâmica de reciclagem e de actualização em paralelo com as alterações no Ensino Superior. E, concordando apenas aqui com V. Exa., com o foco nas áreas científicas de cada grupo de recrutamento. O pensamento deveria ser investir numa lógica de continuidade e não de ruptura, que é o que o Senhor Ministro está a fazer.
Fica-se também com a ideia que, agora que estamos com um excedente financeiro notável (?), vamos aplicá-lo (para não dizer esbanjá-lo) em exames (não de desempenho – atenção – mas como prova de aquisição das competências para a profissão) e em equipas para redigi-los, equipas para vigiá-los, equipas para corrigi-los. Bem feitas as coisas, estas equipas até poderiam ser fornecidas a partir de estruturas privadas, perdoe-me a ironia.
Não julgue V. Exa. que me aflige toda e qualquer ligação à oferta privada mas convenhamos que há decisões inconvenientes e inoportunas – mais ainda considerando o quadro actual – e como exemplo refiro o cheque-ensino. Já agora, como exemplo também, refiro os intermediários que se mantêm ano lectivo após ano lectivo entre o MEC e os docentes das Actividades Extra-Curriculares do 1.º Ciclo. Escuso-me a tecer comentários acerca dos exemplos referidos porque já muito foi dito sobre ambos.
Voltando ao início, V. Exa. deixe-me aflorar a verdadeira razão pela qual nem o senhor nem os seus pares estariam sujeitos a um exame prévio semelhante ao agora exigido aos docentes e outros profissionais: confiança. Só. Confiança em si e nos seus pares depositada pelos portugueses nas urnas de voto. Sabe que o que nos fere a nós portugueses, mas fere a sério, é esta sensação quotidiana de que em nós ninguém confia. Nem sei como os senhores o fazem mas fazem-no muito bem: quebram-nos pelos joelhos. Convenhamos V. Exa., confesse, não valemos nada! É assim, ou não é? Porque digo-lho e digo-lho com um nó na garganta, é assim que muitos portugueses se sentem. Mas não é só hoje, ou durante uma semana que correu pior… é sempre!
Pedem-me, pede-me o Senhor Ministro, que aceite então que o meu filho a iniciar o 1.º CEB tenha as suas aulas com os colegas que estão a terminar o mesmo ciclo. E pede então e da mesma forma aos pais dos alunos do 4.º ano tenham as suas aulas com os alunos de 6 anos. A sala ficará repleta de alunos de 5 e 6 anos e de alunos de 10 e 11 anos. Uns a iniciarem a leitura e os outros a prepararem-se para a Prova Nacional. V. Exa. considera realmente que esta modalidade é aceitável quando já ultrapassámos a primeira década do século XXI? Talvez porque considera que esta situação se encontra em linha de convergência com os modelos educativos a que aspiramos enquanto nação e para os quais temos lutado durante décadas? Não teria portanto qualquer dúvida ou questão em proporcionar este tipo de gestão de sala de aula a um seu filho, neto ou encaminhar um amigo chegado para uma solução deste género, com toda a certeza? É que no que toca aos direitos dos meus filhos, Senhor Ministro, não aceito uma vírgula menos do que V. Exa. aceitaria para os seus.
À semelhança de outros países, eu consideraria aceitar a situação que me impõem se esta fosse o resultado de estudos aturados sobre as vantagens pedagógicas de um modelo desta natureza. Se fosse uma mudança assumida como declaradamente vantajosa para o aluno e restante comunidade educativa e portanto, se desse lugar a um processo competente de implementação. Se fosse um passo para a frente em vez das passadas largas para trás que parecem ser.
Ontem, na entrevista que deu à jornalista Clara de Sousa, referiu que em 2010/2011 o número de turmas mistas no 1.º CEB era muito superior ao número actual. Não se lembrou foi de referir que esses números estão em grande parte relacionados com o fecho das escolas rurais que teve lugar – massivamente – até essa data. Falou na baixa natalidade mas esqueceu-se de falar na emigração que tem levado milhares de famílias portuguesas a abandonar o país. E quanto aos números da emigração, Senhor Ministro, digo apenas que deve considerá-los como resultado da avaliação de desempenho do seu Governo.
Seria de esperar que no contexto actual se valorizasse o investimento feito anteriormente, se valorizasse o capital humano do país, se tentasse que o barco passasse, com a pouca estabilidade possível, entre os recifes. Mas não, o Senhor Ministro acha que agora é a melhor altura para agitar as águas e deitar a tripulação borda fora.
Portugal está sempre a começar de novo. Porque os senhores acham que sabem sempre muito mais do que o governo precedente e então toca de baralhar e voltar a dar.
Escrevo-lhe hoje, a duas semanas de sair do meu país com a minha família. Vou contrariada, revoltada e com um pesar imenso. Porque, Senhor Ministro, a mágoa que carrego hoje, leva-me a dizer bem alto que este País é mais meu do que vosso, seu e dos seus pares que parecem pensar que Portugal, sem os portugueses, estaria bem melhor. Não aceito.
Considere esta a minha avaliação de desempenho do actual Governo do Estado Português.
Cabe-me dar conhecimento a Vossa Excelência que esta carta se tornará pública e, como referi anteriormente, não o faço levianamente. Estou certa de que entenderá os meus motivos.

Com os meus respeitosos cumprimentos
Atentamente,
Célia Mestre

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A Lista de Ordenação em Excel do 3º Ciclo

Fica aqui disponível.

 

Lembro que nesta lista estão ordenados todos os candidatos que estão em concurso e que mesmo os colocados a semana passada encontram-se aqui ordenados.

Logo que termine todas as listas vou junta-las e começar preencher automaticamente com os colocados nas varias listas da DGAE.

As únicas colocações que não vou conseguir conhecer são as por contratação de escola, mas para isso vou contar com a vossa ajuda. Ainda estou a pensar de que forma vos vou pedir esses dados.

 

 

LISTA DE ORDENAÇÃO À CONTRATAÇÃO 2013/2014 DO 3º CICLO

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Resumo da Semana 1 das Contratações de Escola

…com uma antevisão para a semana 2.

O pico no número de candidaturas a terminar no dia 18 deve-se ao facto destes horários terem vindo da reserva de recrutamento para a contratação de escola.

Ainda um pouco longe dos quase 2000 horários sobrantes, isso quer dizer que nem todos os que sobraram foram de escolas TEIP e com Autonomia.

 

resumosemana1antevisaosemana2

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Não Se Assustem Por Não Conseguirem Aceitar a Colocação

… porque a DGAE foi de fim de semana. 😉

Conforme consta no site da DGAE, não entre o dia 13 e 16, mas sim a 13 e 16.

 

A aceitação na aplicação do SIGRHE é obrigatória e poderá ser efetuada nos dias 13 e 16 de setembro 

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Lista de Ordenação em Excel do 2º Ciclo

Fica neste post a lista de ordenação dos candidatos à contratação em formato Excel para o 2º Ciclo.

Esta lista vai servir para vocês acompanharem as colocações das várias reservas de recrutamento, das desistências e das Contratações de Escola.

Para isso coloquei no ficheiro em Excel o número de ordem em que se encontram no grupo e três novas colunas para irem preenchendo à medida que vão saindo novas colocações/desistências.

Nos próximos dias vou fazer os ficheiros para os restantes grupos de recrutamento.

Entretanto vou pensar numa solução para vocês indicarem num post os colocados em contratação de escola e que vão saindo desta lista.

O ficheiro em Excel do 2º Ciclo encontra-se aqui.

 

Se porventura detetarem algum erro avisem-me.

2 ciclo ordenação

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Divulgação – Projeto Piloto no Âmbito da Educação Especial

No âmbito da recente criação de um projeto piloto com intervenção a nível nacional, direcionado essencialmente para o grupo 910  somos a solicitar divulgação do mesmo no seu blogue.
Agradecemos desde já pela sua disponibilidade,
Atentamente,

 

gap910

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Contaram-me

… que os meus dados de ontem foram confirmados pelo MEC antes de o próprio MEC os ter divulgado.

 

Segundo as contas feitas por Arlindo Ferreira, autor daquele blogue, foram colocados 5454 professores sem vínculo à função públicas. Destes 4575 conseguiram horário para todo o ano e 879 para funções temporárias. Em conjunto com os professores sem vínculo que viram o seu contrato renovado, o número de contratados que agora conseguiu um lugar é de 5800, confirmou o MEC num comunicado divulgado às 17h20. Concorreram à chamada reserva de recrutamento 36 939 candidatos à contratação inicial.

 

Na TSF também terá passado essa confirmação por parte do MEC. Não ouvi. 😉

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Os Quase 2000 Horários sem Candidatos

… andam por aqui.

 

Sem docentes, escolas de Lisboa não abrem a tempo

 

 

Mas apenas não existiram candidatos aos horários que sobraram porque os docentes contratados estão impedidos de candidatarem-se para efeito de contratação inicial e reserva de recrutamento às escolas TEIP e Escolas com contrato de Autonomia.

 

Por conseguinte e como todos os docentes dos quadros obtiveram colocação nas escolas onde havia lugares, só sobraram estes horários por impedimento administrativo de haver candidatos e não por falta de candidatos que pretendessem concorrer a esses horários.

Resta agora aguardar uns dias para que esses horários venham para a aplicação de contratação de escola e que se inicie esse processo desnecessário de seleção.

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No Dia do Azar

… vamos ter sorte.

E já não nos vamos importar com o preço dos candeeiros do nosso colégio. 😉

 

euromilhoes13setembro

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Divulgação – Reunião ANPRI/DGAE

A ANPRI reuniu hoje, dia 10 de Setembro, com a DGAE a fim de tratar problemas inerentes ao grupo.

 

 

A ANPRI fez-se representar através dos colegas Lúcia Ruão e João Leal, tendo sido recebidos pelo Director geral da DGAE Dr. Mário Pereira e pelo Director dos Recursos Humanos e Informática Dr. Rui Cruz. Foram abordados os assuntos relacionados com concursos e disciplinas do grupo. De salientar a importância de informar a IGE caso sejam conhecidos casos de professores a leccionar as disciplinas de TIC (3º ciclo) e TIC (cursos profissionais e CEF) que não tenham habilitação científica para tal, dado que nesse caso estarão a ser cometidas ilegalidades.

O caso dos horários de TIC em técnicos especializados também são alvos de anulação. Por outro lado, no caso das disciplinas de área técnica tal pode ser considerado legal.

A ANPRI fica ao dispor para ajudar/dar a conhecer/reclamar para as devidas instâncias todas as situações que tenha conhecimento.

Para tal deverão contactar-nos através do e-mail da colega Lúcia Ruão: [email protected].

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Menos 483 Docentes dos Quadros Sem Componente Letiva

… em relação a idêntico período do ano passado.

 

No quadro seguinte estão assinalados o número de docentes com ausência de componente letiva no ano de 2012 e 2013.

Na coluna das diferenças está assinalado a verde os grupos de recrutamento que tiveram redução de docentes em ausência da componente letiva e a vermelho os grupos que aumentaram o número de professores nessa situação.A amarelo os grupos que se mantiveram iguais.

Se no final de Agosto deste ano havia mais docentes sem componente letiva (mais 313 docentes) já no final da Reserva de Recrutamento 1 existem menos 483 docentes do que o ano passado em idêntico período.

Curioso que a maior subida de docentes sem componente letiva é no grupo 330 – Inglês, que este ano vai ter “prova” pela primeira vez.

Chama-se a isto a valorização do Inglês?

 

 

comparação MI

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Números de Ontem

… que ultrapassaram os números dia 31 de Agosto de 2012 no número de visitas e ficaram a menos de 4000 páginas vistas nesse mesmo dia, segundo as contas do sitemeter.

No entanto, o google analytics diz que existiram 240.104 visualizações de páginas do blog.

 

stats setembro

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De Vila Real a Viana do Castelo

Reportagem da RTP1 com docentes de Vila Real que estão colocadas em Viana do Castelo.

 

 

Quadros de Zonas Pedagógica, RTP acompanhou a viagem de 5 professores

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A Entrevista de Nuno Crato e as Reações

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31054 Contratados Não Colocados (Lista em Excel)

Foram 31054 contratados não colocados ao fim da Reserva de Recrutamento 1, que foi denominada contratação inicial.

 

31054

Estes 31054 contratados representam 45840 candidaturas validadas.

Para aceder ao ficheiro em excel dos contratados não colocados clicar aqui. Durante os próximos dias passo a lista de ordenação para o formato excel.

Preciso de dar descanso ao velhinho PC. 🙁

 

NC CNRR1

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Quase, Quase a Começar a Entrevista

…na SIC, com o Nuno Crato.

Depois, comentários de Paulo Guinote e Maria Emília Santos na edição da noite da SIC Notícias

 

 

Podem comentar mas com alguma moderação, ok?

 

Porque agora vou jantar e descansar um pouco.

 

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Saibam que os Contratados Também Podem Permutar

… e caso pretendam encontrar alguém para uma permuta podem ir aqui.

 

O primeiro passo é o registo que pode ser feito aqui, depois entram na aplicação com os vossos dados, de seguida inserem a vossa permuta aqui (zona de origem – onde estão colocados / zona de destino – para onde querem ir), por fim e muito importante devem estar atentos ao menu visualizar interessados para saberem quem tem interesse numa permuta.

Só dessa forma vão conseguir aceder ao contacto da colega que quer permutar.

Atenção que os contratados só podem permutar colocações com a mesma duração de horário e número de horas, mas para verem outras condições ver a legislação sobre permutas  aqui.

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C I R C U L A R Nº B13027066Z

Muita atenção que devem aceitar a colocação obtida caso contrário podem estar sossegados a dar aulas na próxima semana e aparecer outro colocado na RR2 para o vosso lugar, ok?

Sobre os prazos de apresentação também já tinha falado, Reserva de Recrutamento – 48 horas, Contratação Inicial – 72 Horas.

 

1. ACEITAÇÃO OBRIGATÓRIA – Os candidatos agora colocados (QA/QE, QZP e Externos) estão obrigados a aceitar a colocação na aplicação informática do SIGRHE, no prazo de 48 horas, correspondentes aos 2 primeiros dias úteis seguintes à publicitação da lista de colocação, dias 13 e 16 de setembro conforme estipulado pelo n.º 2 do artigo 16.º e o n.º 9 do artigo 37.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho.

 

2. APRESENTAÇÃO OBRIGATÓRIA – CONTRATAÇÃO INICIAL – Estes candidatos devem apresentar-se, presencialmente, no prazo de setenta e duas horas após a publicitação das listas de colocação, dias 13, 16 e 17 de setembro, de acordo com o n.º 2 do Artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho.

 

3. APRESENTAÇÃO OBRIGATÓRIA – RESERVA DE RECRUTAMENTO – Estes candidatos devem apresentar-se, presencialmente, no prazo de quarenta e oito horas após a publicitação das listas de colocação, dias 13 e 16 de setembro, de acordo com o n.º 10 do Artigo 37.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho.

 

 

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O Comunicado Oficial do MEC

Que batem certos com os meus.

No entanto os meus dados chegaram primeiro. 😉

 

 

PRIMEIRA COLOCAÇÃO DE PROFESSORES PARA O ANO LETIVO 2013/2014 ATRAVÉS DA RESERVA DE RECRUTAMENTO

 

 

Após o Concurso para satisfação das Necessidades Transitórias a 30 de agosto, a Direção Geral da Administração Escolar (DGAE) do Ministério da Educação e Ciência concluiu a primeira colocação de professores para o ano letivo 2013/2014 através da reserva de recrutamento (RR01). Tal como havia sido divulgado, em conjunto com esses resultados é conhecida a Contratação Inicial de Professores. Essa contratação realiza-se nesta altura por forma a possibilitar um melhor aproveitamento dos docentes dos quadros sem componente letiva.

Foram disponibilizados 8584 horários, referentes a necessidades transitórias indicadas pelas escolas. Destes, foram preenchidos 6593, sendo 793 através do recurso a professores de carreira que estavam sem componente letiva (DACL), 5454 através da Contratação Inicial de Professores e 346 através de renovação. Os restantes 1991 horários serão agora disponibilizados para contratação a nível de escola. A reserva de recrutamento decorre até dezembro. Os horários que ficarem disponíveis a partir de janeiro serão disponibilizados diretamente para contratação de escola.

 

 

Total de horários disponíveis na RR01 para satisfazer necessidades transitórias das escolas 8584
Total de horários preenchidos 6593
Horários preenchidos por docentes de carreira (DACL) 793
Horários preenchidos através de contratação ou renovação (1) 5800

(1) Por se tratar de ano de Concurso Nacional de professores, a renovação apenas foi possível em escolas TEIP ou com Contrato de Autonomia cujos horários não foram preenchidos por docentes dos quadros.

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1215 Não Colocados na Mobilidade Interna

… após publicação da reserva de recrutamento 1.

 

Com maiores preocupações para os grupos 100, 240, 300, 330 e 530.

NCMIfinal

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179 Retirados da Mobilidade Interna

… que somados aos 793 colocados e subtraídos aos 2175 que faltavam colocar em 30 de Agosto devem ainda faltar por colocar 1203 docentes dos quadros.

O que comparativamente com o mesmo período do ano passado são menos.

Essas confirmações vão ficar para o final do dia.

 

retiradosMI

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793 Colocados na Mobilidade Interna

463 em horários anuais e 330 em horários temporários.

 

 

MIcolocados

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