De Vila Real a Viana do Castelo

Reportagem da RTP1 com docentes de Vila Real que estão colocadas em Viana do Castelo.

 

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=wWWjarwnVGw]

Quadros de Zonas Pedagógica, RTP acompanhou a viagem de 5 professores

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17 comentários

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    • José Pereira on 13 de Setembro de 2013 at 11:39
    • Responder

    Com 57 anos e não estar no QA é obra… Será que nunca teve oportunidade ou foram opções? Se decidiu correr riscos…

    • Fernando on 13 de Setembro de 2013 at 11:51
    • Responder

    Só foram colocadas em Viana do Castelo porque para ali concorreram e, ao concorrer, deveriam saber das consequências; Vila Real é do Q2 e Viana é do Q1; o concurso obrigava os professores QZP a concorrerem a pelo menos uma escola de outro QZP e não a todo.

    • João Silva on 13 de Setembro de 2013 at 12:40
    • Responder

    Fernando deves estar a fazer confusão… se percebi bem as colegas estavam no Tâmega (mais prox de Vila Real) como agora o Tâmega é zona 1 automaticamente juntas Viana, Braga, Porto e Tâmega.

    • Profe on 13 de Setembro de 2013 at 12:51
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    Qual o problema? Eu, se quis ficar no quadro tive de viajar para os Açores. Mas também conheço colegas que nunca quiseram concorrer para longe e agora …..

      • Maria on 13 de Setembro de 2013 at 14:48
      • Responder

      O típico portuguesinho que olha só para o seu umbigo…

    • Sandra on 13 de Setembro de 2013 at 12:52
    • Responder

    Estas colegas,como outros do tâmega bem posicionados que ficaram em Viana,não concorreram a toda a zona 1,alguns nem os concelhos todos puseram,deixando uma boa parte da zona em branco.Ficaram colocadas no agrupamento de número mais baixo porque não abrangeram toda a ona 1 nas suas preferências.Se o tivessem feito,teriam ficado colocadas no Porto ou em braga,onde ficaram colegas menos graduados.Alguns desses colegas já o admitiram…não manifestaram preferências como devia ser.

    • Mónica Vieira on 13 de Setembro de 2013 at 13:14
    • Responder

    Também sou de Vila Real e compreendo a desilusão das cinco professoras. Revejo-me no comentário da senhora que tem o filho em casa.
    No ano passado estive a trabalhar a uma hora e um quarto de casa e também troquei boleias com outros colegas o que aliviou um pouco o “fardo”.
    Quanto ao comentário do José Pereira, arriscar e tomar decisões seria de equacionar se de ano para ano não houvessem tantas alterações.
    Fernando o desespero comanda a alma, temos de olhar que estas professoras pensam como todas as outras e na altura de fazer a “lotaria” o incerto é sempre assustador e leva-nos a fazer coisas que nem nós percebemos mais tarde.
    O que me leva a escrever este comentário é o fato de ter gostado particularmente do que foi dito pelas colegas, somos uma classe que nem sempre brilha com comentários à comunicação social, a sinceridade imperou e será assim a forma certa de expor a condição desumana da qual somos alvo do MEC.

    Força

    • dedinho on 13 de Setembro de 2013 at 13:16
    • Responder

    Sandra, ainda bem que esclareceu. Às vezes, chateia ver por aqui a atitude de “pimenta no c* dos outros para mim é refresco”…

    • Azevedo on 13 de Setembro de 2013 at 13:33
    • Responder

    Alguns dos presentes conhece um concurso onde seja obrigado a concorrer a dois QZP. o que está mal é essa obrigatoriedade. Está errado o Ministro ter passado de 23 QZP a 10. Os contratados estão a servir, com salários mais baixos, o estado. Não se justifica este tipo de alterações que alteram e tratam mal as famílias dos contratados. Abre o concurso e, existe escolha de escola, agrupamentos, zonas. O procedimento de concurso é enviesado e de má fé.
    Não haveria estas descrições miseráveis se houvesse uma boa gestão do processo de concurso. Por favor deixem as pessoas organizarem as suas vidas sem obrigarem a concorrer ao país todo. Os contratados não são nómadas por natureza, senhor Ministro.

    • Sebastião Coelho on 13 de Setembro de 2013 at 14:26
    • Responder

    Esta reportagem demonstra que o concurso de professores deveria contemplar mais critérios como: a área de residência e numero de filhos.

      • Isa on 13 de Setembro de 2013 at 21:40
      • Responder

      claro e quem não tem filhos trama-se, que bonito…

    • José Pereira on 13 de Setembro de 2013 at 14:34
    • Responder

    Ainda mais grave. Se manifestaram mal as preferências agora queixam-se? É preciso topete!!! De facto, será uma pena que, se existir prova de profissão só seja aplicada aos contratados. Muitos dos “excelentes” professores teriam de prestar provas do que realmente são capazes, a não ser que na prova tenham ajuda dos contratados como têm ao longo do ano na escola!!!!

      • ellece on 13 de Setembro de 2013 at 21:18
      • Responder

      Concluo, pelo comentário, que deve ser um professor contratado. Também se lhe pode dizer que escolheu mal o curso que frequentou na Universidade. Há muitos anos que não abrem vagas suficientes para os professores que se foram formando

    • José Carlos Gil on 13 de Setembro de 2013 at 15:35
    • Responder

    Tanto veneno destilado…
    Continuem, o MEC agradece que andemos a atirar-nos ao pescoço uns dos outros!

    • ana esteves on 13 de Setembro de 2013 at 20:58
    • Responder

    Por favor, vale a pena estar aqui a espingardar parvoíces do tipo “concorreram pq quiseram”? Sentem-se felizes com as más situações dos outros? Somos colegas! Devíamos ser solidários e ter pena das más situações que os outros vivem. Até parece que se alegram com a “desgraça” dos outros.

    • Maria on 14 de Setembro de 2013 at 1:52
    • Responder

    O único problema é o Ministério OBRIGAR os 5 mil professores a concorrerem a 2 QZP – Isto deve alterar para não assistirmos todos os anos a estas histórias de vida tristes …. qual razão desta obrigatoriedade ? qual profissão que integra esta obrigatoriedade ? ….
    Existe pessoas que não sabem do que falam …..os QZP foram alterados e reduzidos.

      • Maria on 14 de Setembro de 2013 at 21:16
      • Responder

      Maria, a razão é simples: não irem, todos os anos no início de setembro, fazer figuras tristes para os canais de televisão…

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