24 de Setembro de 2013 archive

Dias Sem Fio (de Prumo)

O meu desabafo pelos dias que vários de nós têm tido, calcorreando o país de mão estendida. Era excelente que um jornalista fizesse o percurso de um contratado percorrendo ofertas de escola. Gostava apenas que quem lesse isto passasse por nós e nos oferecesse um simples sorriso, sinal de apoio e cumplicidade, em vez de fingir que não nos vê.
Aos colegas que prosseguem a demanda, os meus votos de boa sorte.

 

Dias Sem Fio (de Prumo)

 

A primeira coisa que percebo é que a entrada já está cheia. Uns em pé, outros de cócoras, rabiscando, telefonando, picando o teclado de um telemóvel ou de um tablet. Alguns  sussurram a miserabilidade da sua condição a aspirantes de qualquer coisa, outros silenciam bem fundo a sua dor mordiscando os lábios. Em todos eles há o cansaço bem explícito do percurso – uma família que se tenta esquecer, uma outra cidade distante neste país que, para todos nós, está apenas dividido em quadros de zona. São vários os que palmilharam dezenas de quilómetros para, como pedintes, virem desaguar aqui de mão estendida. Sim, nada mais somos que isso mesmo: pedintes. Nos rostos de alguns são visíveis, também, as rugas do tempo – têm mais de catorze ou quinze anos de profissão, mas o sistema troça deles e escarnece, ainda, dos outros, os idiotas dos mais jovens que acharam que tinham um buraquinho de oportunidade para entrar pela porta da frente.

Eis-nos, portanto, todos, aqui.

São vários os que procuram a mesma brecha, revelando que, daí a pouco tempo terão que ser omnipresentes num outro lugar para irem, novamente, estender a mão às migalhinhas que caem no chão. O mais alto do grupo silencia umas jovens que gargalham a tristeza – a loira veio de Viseu, a morena de Beja. Num desabafo incontido, revela o seu asco pelo desprezo de que foi alvo – ao ligar para um outro local de entrevista, pedindo que lhe marcassem nova hora por não a poder cumprir, uma vez que aguardava ainda por uma outra, deram-no por desistente – ” quem não comparece é eliminado”.

O silêncio exala no minguado corredor e, depois, vários evidenciam ter passado pelo mesmo. “Até pelos colegas somos tratados como lixo…” remata alguém.

A campainha estridente toca e passam por nós, em passo acelerado, os miúdos com os seus risos de sineta melódica. Mais atrás, os passos indiferentes dos professores, os verdadeiros, os autênticos que nós aspiramos a ser um dia, desaparecem no suspiro de alguém.

Finalmente, chamam o meu nome. Nada podia ser mais caótico nas nossas vidas, nem a ordem de chegada é respeitada e eu, secretamente, agradeço pela confusão. Subo as escadas e o meu coração palpita de nervosismo – saberei responder a tudo sem enrolar a minha própria língua? Saberei vencer os restantes concorrentes com uma machadada de brilhantismo? Serei eu a candidata perfeita a ocupar um lugar neste concurso feito de ingratidão e miserabilidade?

Os meus interlocutores, júri do meu programa televisivo, estão sentados numa longa mesa, como um observatório em que nada mais sou que uma pequena formiga. Aparentemente fazem parte da direção, mas nenhum se apresenta ou me olha nos olhos. Seguem maquinalmente um questionário requentado e eu esforço-me por sorrir enquanto respondo, apesar de ninguém ver o meu rosto sequer ou aparentar interesse por alguma das minhas respostas.

Não sei quanto tempo passou entretanto, mas ao descer as escadas, lastimo não ter ouvido o público bater-me as palmas euforicamente. Despeço-me desejando boa sorte a quem fica e ainda oiço, ao fundo, alguém contar que a sua filha tem percorrido as mesmas escolas em que a mãe fica colocada, para não se separarem – uma por cada ano da sua vida, que são já dezasseis. Ao sair do portão, vislumbro o olhar enegrecido de uma fumadora que há pouco esperava comigo. Fez agora uma pausa na espera. Tem os olhos humedecidos e desvia de mim o olhar, enquanto soluça discretamente.

Também eu tenho vergonha e tenho nojo de toda esta humilhação e de toda esta indiferença e de toda esta atitude condescendentemente degradante com que somos brindados.

Contudo, no meio de tudo isto, eu até tenho uma tremenda sorte. Já vou na terceira entrevista do dia e consegui chegar com pontualidade. Sigo para a próxima, já depois do almoço que não pude comer para não gastar dinheiro, nem trocar as horas.

Quem sabe, talvez no caminho encontre, por azar ou acidente, o ministro que me diz que nada mais sou que uma candidata a professora, do alto do seu estéril gabinete estanque onde assina leis avulso como pacotes de batata frita sem sal. E, então, talvez mais do que vaiar a sua presença incómoda, mais do que gritar todo o asco que lhe tenho, eu lhe possa escarrar toda a minha dor e a dor de todos os colegas que, de norte a sul deste país, ainda a esta hora, estão agarrados a um computador, a um telefone, ou sentados numa qualquer cadeira sem assento, de mão estendida a pedir, a pedir por favor um lugarzinho, enquanto lá longe, muito longe, toda a família espera por cada um deles.

 

DG

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O Grande Problema dos Concursos

… prende-se com a existência de dois concursos em simultâneo para satisfazer necessidades idênticas.

E enquanto não for eliminada a contratação pelas escolas, como existe atualmente, este problema vai aumentar a cada ano que passar.

Ainda não chegou estes 5 anos de experiência para se perceber que a contratação direta pelas escolas não melhorou qualquer nível de desempenho dos alunos e que aumentou o nível de insatisfação quer nos docentes quer nas direções?

Que vantagens trouxe este modelo de contratação?

Qual a eficácia de um modelo de contratação que desde que surge a necessidade do lugar até a apresentação do docente pode demorar cerca de quinze dias?

Que justificação existe para um horário de 30 dias existir um processo deste género que ocupa quase metade do tempo da necessidade do horário?

E já agora que modelo de concursos gostavam que existisse, mantendo-se como aceitável em alguns casos a contratação pelas escolas de técnicos para áreas mais específicas.

 

Escolas com dificuldade em contratar professores

 

 

O director do agrupamento, Manuel Esperança, explica à Renascença que a dificuldade prende-se com o facto de o “número de professores que tinha sido convocado era o suficiente para dar resposta aos horários que tenho ainda por colocar”. Mas, relata o seu espanto quando na segunda-feira, na parte da tarde, foi publicada a lista da segunda reserva de recrutamento.

Aquilo foi uma debandada total das pessoas que tinha convocado”, acrescenta director do agrupamento de escolas de Benfica, onde o ano lectivo começou com 36 professores em falta.

Na segunda-feira foram colocados pelo Ministério da Educação 1.500 professores, mas nenhum deles vai para as escolas em território de intervenção prioritária. Quer isto dizer que vai ter de ser iniciado um novo processo de recrutamento, “mobilizando mais professores com graduações profissionais mais baixas”, explica Manuel Esperança.

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Tesourinho Contratual

olaias

Capturar

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Jornal das 21:30

Escolas não aceitam alunos com necessidades educativas especiais por falta de professores e funcionários, turmas com mais de 20 alunos e com mais de 2 casos por turma. Nuno Crato diz que a lei está a ser cumprida.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=FdhHwaJF54M]

Professor que leccionava no secundário passa para o 3º ano e dá aulas em 3 escolas, Mafra

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=rGRgZ7Q–sM]

Inglês reacções RTP

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=qpKWLJc967o]

Pais e alunos em vigília cm

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=5R6RgWdlsto]

Manifestação Sebastião da Gama RTP

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=lJxD-ZKs87o]

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Casos Muito Reais

Sou Profissionalizado no 550 e ando a concorrer à ofertas de Escola.

Se quiser publicar o que lhe vou relatar está à vontade…

Concorri a uma Oferta de Escola de 18 horas no Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté, Charneca da Caparica cuja data de candidatura encerrou sexta dia 20.
____________________________________________

Na segunda dia 23, Recebo o email gerado pela DGAE :

De: DGAE <dgae.mec@dgae.mec.pt>
Assunto: Contratação de Escola
Data: 23 de Setembro de 2013 17h23min19s WEST
Para: souXXXXXXX@gmail.com

Exmo.(a) Sr.(a),

Jorge SeXXXXos, com o número de utilizador 6XXXXXXXXXX, cumpre o presente e-mail dar seguimento ao disposto no Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho no Art.º 39, ponto 9, pelo(a) 172327 – Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté, Charneca da Caparica, Almada, na oferta n.º 8.

Para dar seguimento ao processo de seleção deve entrar em contacto com a escola.
_____________________________________________

Assim o fiz as 17:38h enviando todos os documentos que o aviso de abertura requer e verificando na página do agrupamento que fiquei em 2 lugar na lista

Pelas 23:18h do mesmo dia

“Boa noite,
Desde as 18h que fiquei preocupada com o email que enviou, pois tenho de o informar que não poderei considerar o seu portefólio para avaliação curricular porque o júri já tinha reunido e pontuado os colegas da tranche, cuja informação tinha sido rececionada em tempo útil.
Mesmo que atendêssemos ao facto de ter enviado os dados fora de prazo, o problema é que não podemos voltar atrás na aplicação
Na esperança que consiga rapidamente uma colocação, os meus cumprimentos,
A diretora,
GXXXXX XXXXXXX”

Havia outros exemplos do colega Jorge, mas chega apenas este para mostrar como no prazo de poucos minutos após a recepção do email da DGAE já de pouco adianta enviar a documentação para a escola.

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Ainda Fui a Tempo

… e dupliquei a aposta.

 

Assim temos o dobro de hipóteses de conseguir ganhar. 😉

 

 

euromilhoes24setembro

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Distribuição por Zona Pedagógica dos Não Colocados na Mobilidade Interna

… após a reserva de recrutamento 2.

 

NCMIZPRR2

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Dúvidas

… que me chegaram por mail. Pedia aos que ficaram colocados em horário anual, na RR2, que verificassem qual a informação que diz no horário em que obtiveram colocação.

A contagem do tempo de serviço interanos desapareceu há algum tempo, no entanto de quando em vez é lançada uma circular a dizer que o tempo de serviço retroage ao dia 1 de Setembro. Aconteceu isso em 2010 nos horários pedidos pelas escolas TEIP até ao dia 15 de Setembro e novamente este ano com a circular B13025586X que retroagiu ao dia 1 de Setembro o tempo de serviço das colocações na Contratação Inicial que aconteceram dia 12 de Setembro de 2013.

Se entenderem podem responder a estas questões na caixa de comentários.

 

1 – Um professor contratado que fique colocado agora (Setembro) numa oferta de escola (numa escola TEIP) com horário anual e completo, o tempo de serviço começa a contar a partir de quando (desde o dia 1 de Setembro, desde a data de aceitação na plataforma ou desde a data em que se apresenta na escola)?

2- Um professor contratado que fique colocado em Outubro numa oferta de escola (numa escola TEIP) com horário anual e completo, o tempo de serviço começa a contar a partir de quando (desde o dia 1 de Setembro, desde a data de aceitação na plataforma ou desde a data em que se apresenta na escola)?

3 – Um professor contratado que fique colocado na próxima reserva de recrutamento com horário anual e completo , o tempo de serviço começa a contar a partir de quando (desde o dia 1 de Setembro, desde a data de aceitação na plataforma ou desde a data em que se apresenta na escola)?

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Denúncia dos Critérios das Escolas

… tenho me deparado com situações muito desagradáveis durante este concurso, decidi que já não “aguento mais” e que cabe me a mim ter também um papel fundamental nesta fase…tentativa que as coisas mudem!

 

EXPOSIÇÃO:
IRREGULARIDADES PROCESSUAIS NO CONCURSO DE TÉCNICOS ESPECIALIZADOS
NA ESCOLA SECUNDÁRIA D. JOÃO II – SETÚBAL, 401316
2013/3014

 

Eu, xxxxxxxxxxxxxxxxx, com o número de bilhete de identidade – xxxxxxxxxx, Arquivo de xxxxxxxxxx, técnica especializada com número de candidato – xxxxxxxxxxxxx, opositora ao concurso de oferta de escola, venho, por este meio expor a V.Exas. o que considero, à luz da Lei geral e da particular, serem procedimentos irregulares, pouco transparentes e perfeitamente ilegais por parte dos responsáveis da direcção da Escola Secundária D. João II – 401316, aquando do lançamento de critérios e sub-critérios na plataforma, “entrevista”, seriação e demais procedimentos, conforme abaixo:
 
Tendo sido aberto o concurso contratação de escola, através do processo oferta de escola entre 9 e 12 de setembro, a escola supra referida publicita no seu site a sua oferta só no dia 17, quer isto dizer: findo o prazo legal de concurso. (anexo I). Ora, nos requisitos legais (critérios obrigatórios) para os candidatos ao lugar, surgem “Ponderação da avaliação de portefólio” – 35pts; “ponderação da entrevista” – 35pts; “ponderação de número de anos de experiência profissional” 35pts.
 
Note-se, desde já, que os critérios obrigatórios, emanados pelo Ministério, não especificam que a experiência profissional se relacione directa ou indirectamente com a experiência em leccionação. Cabe à escola, no estrito cumprimento da legalidade, gizar os sub-critérios.
 
A Escola Secundária D. João II exigiu, então, o seguinte: “continuidade pedagógica”- 15pts – critério ilegal de acordo com o dec-lei 132/2012, como V. Exas. saberão! -; “experiência profissional na leccionação” – 10pts; “avaliador externo reconhecido pela ANQ” e “Licenciatura em Gestão Turística e Hoteleira”. Acresce ainda o detalhe, que, do meu ponto de vista, conduz à ilegibilidade de um descritor de sub-critério da “Entrevista”: “Acompanhamento dos estágios profissionais com viatura própria”- 35pts! Ou seja, para a direcção constitui um sub-critério a pergunta ao candidato: “Tem viatura própria e está disposta a usá-la no acompanhamento do estágio profissional dos seus alunos?” Se sim, tem 35 pontos. (anexo II e anexoIII).
Exmos. Senhores, a situação seria absolutamente risível, não fora o facto de se tratar de uma instituição pública, paga pelos contribuintes, e o outro facto não menos importante: Quero trabalhar e tenho, constitucionalmente, direito a isso. De acordo com as minhas habilitações académicas e profissionais.
 
A leitura possível destes factos (lançamento de concurso de escola e seriação de candidatos) é a de que a direcção ter-se-á apercebido de que não tinha procedido conforme a circular-síntese, chegada às escolas no dia 16 do corrente, e o resultado é uma barbárie que não podemos aceitar. Recordemos de novo que esta escola publicita no seu site o dito concurso só no dia 17 de Setembro. Tentando simplificar: os critérios e sub-critérios, lançados na plataforma, não são tidos em conta na seriação final dos candidatos.
 
Conforme poderão reverificar no anexo III, “Seriação dos Candidatos ao Horário nº1 – 18 Horas”, os candidatos estão graduados através – supostamente! – dos critérios obrigatórios, aos quais o responsável pelo processo atribui cotações a parâmetros que não foram cumpridos, nomeadamente o de “Avaliação de Entrevista”. Não se fez qualquer entrevista, não se apresentam certificados e outos comprovativos (Experiência Profissional na Área) e constata-se alteração da denominação dos cursos.
 
Mas atentemos no critério de “Avaliação da entrevista”, e do que deste se escreve no doc. acima referido, mais pormenorizadamente: “ Na avaliação da entrevista o único subcritério era o Acompanhamento dos estágios profissionais com viatura própria. Foi considerado que todos estes candidatos reuniam essa condição, dando portanto a pontuação máxima, visto que o critério não afectava a seriação final”. (SIC).
 
Portanto o responsável pela selecção dos candidatos considerou que estes teriam viatura própria e estariam dispostos a acompanhar os estágios profissionais, utilizando-a. Para além de ser ridículo e manifestamente representativo de impreparação e incompetência para o cargo, é um sub-critério ilegal e não se imagina possível que, valendo uma ponderação de 35pts, o momento de “Entrevista” seja reduzido a uma pergunta que, no caso, nem tão pouco foi feita, pois nunca nesta escola, no âmbito deste concurso, para esta área específica, se fez, de facto, qualquer entrevista.
Claro se torna também que é obsceno, no sentido etimológico do termo, atribuir a todos uma cotação máxima por “se considerar” que o critério (lembremo-nos: o da entrevista para atribuição de cargo de docência!) “não afectava a seriação final”.
 
Ainda nesta “pérola” de excelente desempenho de estruturas directivas das nossas escolas, podemos ler, em nota de rodapé, que “ Todos os outros candidatos não enviaram portefólio conforme solicitado no site da escola”, quererá isto dizer que foram excluídos do concurso. Interessa, porém, recordar que a Escola Secundária D. João II publicitou esta sua oferta no dia 17 de setembro, ou seja, quando o prazo legal já tinha acabado. Não é legítimo que uma instituição exclua candidatos por motivos que ela própria não entendeu e quando esteve irregular num procedimento tão simples e orientado como foi o deste concurso (vide circular nº13017959V de 16/09/2013). Ainda tendo em conta que não fez qualquer tentativa de contacto com os candidatos, para poder ultrapassar este seu erro, um simples email comunicando a necessidade de envio do portefólio com data limite, seria algo simples e profissional da parte da escola.
 
Impõe-se, assim, na minha opinião, uma averiguação de todos os procedimentos concursais para os técnicos especializados, pois são inúmeras as queixas, multiplicados os amiguismos e as incompetências. Não podemos admitir que um concurso público se eclipse na opacidade da impreparação e má-fé de quem tem responsabilidades acrescidas na gestão de uma escola pública.
Solicito a V. Exas se dignem a apurar os factos e a sua conformidade com o disposto na Lei que nos regula enquanto cidadãos em geral e professores em particular.
 
24 de Setembro de 2013
xxxxxxxxxxxxxxxxxxx
 
Nota: este documento não respeita o novo acordo ortográfico por opção do seu autor.

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Tesourinho Contratual

… em Cinfães.

 

cinfaes

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