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Paulo Prudêncio na Antena 1

Estive ontem pela Antena Aberta da Antena 1

 

A propósito do estudo (muito inconclusivo, com uma evidente intenção ideológica que recupera o encerramento de escolas como factor de despovoamento do interior e que não relaciona sequer o elementar: quem encerra uma escola básica numa aldeia remota, não ganha um professor de matemática, português, inglês, história, geografia ou física numa secundária de Lisboa) orientado por David Justino, e financiado pela Fundação Belmiro de Azevedo, “Necessidades de Professores: Deficit ou Ineficiência na Gestão da Oferta de Ensino?”, estive ontem pela Antena Aberta da Antena 1 a analisar o estado da falta estrutural de professores. O Gustavo Bastos, da MEP, teve a cortesia de editar um vídeo com as minhas intervenções.

 

 

 

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Aumento de 7,4% no número de ocorrências nas escolas, face a 2022/23

No ano letivo de 2023/2024 a Polícia de Segurança Pública (PSP) foi responsável pela segurança de 3.173 estabelecimentos de ensino, bem como de 902.041 alunos e de mais de 150.000 pessoas do pessoal docente e não docente. A PSP possui 368 polícias afetos às Equipas do Programa Escola Segura (EPES).

No ano letivo de 2023/2024, as EPES registaram 4.107 ocorrências, sendo 2.956 de natureza criminal e 1.151 de natureza não criminal, o que representa um aumento de 7,4% do número total de ocorrências face ao ano letivo 2022/2023. Verificou-se ainda um aumento do número de ocorrências criminais (+9,2%), bem como um aumento do número de ocorrências não criminais (+3,1%). Apesar deste aumento, o número total de ocorrências, bem como o número de ocorrências criminais e não criminais, continuam a ser inferiores à média da última década.

Estas ocorrências podem ser verificadas no interior ou exterior (imediações e percursos casa-escola-casa) dos estabelecimentos de ensino e ainda decorrerem, cumulativamente, em ambos os locais. Das ocorrências criminais registadas, 71,4% tiveram lugar dentro do recinto escolar e 28,6% no seu exterior/imediações. Quanto às ocorrências não criminais, cerca de 70% decorreram dentro do recinto escolar enquanto 30% no seu exterior/imediações.

No ano letivo em apreço, no âmbito do PES, foram contabilizados 3.441 crimes, uma vez que na mesma ocorrência pode ser verificado mais do que um crime, ao passo que no ano letivo 2022/2023 foram contabilizados 3.110 crimes, o que se traduz num aumento de 10,6% do número de crimes. Manteve-se a tendência de predominância dos crimes de ofensas corporais e de injúrias e ameaças, que representam um aumento de 8,8% e 14,7%, respetivamente, em comparação com o ano letivo anterior.

N.º DE CRIMES (POR TIPO)
Ofensas Corporais Injúrias Ameaças Furto Roubo Vandalismo Dano Posse e Uso de Arma Tráfico Estupefacientes Ofensas Sexuais Outros Tipos Total
1.346 946 472 75 144 38 20 87 310 3.441

Em comparação com o ano letivo 2022/2023 registaram-se mais 4 (quatro) ocorrências de posse e/ou uso de armas, nas quais foram detetadas 39 armas (5 armas de fogo, 30 armas brancas e 4 armas de outras tipologias), o que se traduz num aumento de 11,4% do número total de armas detetadas (+4 armas de fogo, +3 armas brancas e -3 armas de outras tipologias).

Por outro lado, registou-se o número mais baixo de crimes de roubo (75) dos últimos 5 anos letivos (exceto o ano letivo 2020/2021 – período da pandemia), representando um decréscimo de 8,5% em comparação com o ano letivo 2022/2023.

As situações relacionadas com bullying e cyberbullying também apresentaram uma diminuição. No ano letivo 2023/2024 registaram-se 134 situações relacionadas com bullying (-5 que no ano letivo anterior) e 30 relacionadas com cyberbullying (-9 que no ano letivo anterior).

Assim, das 2.956 ocorrências de cariz criminal verificadas, 5,5% estiveram relacionadas com estes comportamentos, o que representa uma diminuição em comparação com período homólogo. No ano letivo 2022/2023 o total das situações relacionadas com estes comportamentos (178) representaram 6,6% das ocorrências criminais.

No ano letivo 2023/2024 foram realizadas 11.408 ações grupais de sensibilização que contaram com a participação de 615.739 alunos. Nestas ações foram realizadas 31.920 apresentações temáticas (são abordados vários temas em cada ação) que contaram com a participação de mais de 703.000 alunos, dos quais se destacam o bullying e cyberbullying (6.666 apresentações; representa cerca de 21% do total das apresentações), prevenção e segurança rodoviária (3.221 apresentações), álcool e drogas (2.738 apresentações), utilização segura das novas tecnologias (1.883 apresentações), violência doméstica e no namoro (1.795 apresentações) e direitos humanos (1.466 apresentações).

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Escolas com pré-escolar vão receber 226 novos funcionários

um número, claramente, insuficiente.

 

O Ministério da Educação vai atribui uma verba de 3,7 milhões de euros às autarquias e garante a “entrada imediata” de 226 assistentes operacionais. Em semana de greves, a Associação Nacional de Municípios Portugueses alerta para elevada taxa de absentismo e dificuldades no recrutamento.

Escolas com pré-escolar vão receber 226 novos funcionários

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Estou de acordo com a junção do primeiro e segundo ciclos

Alunos do primeiro, segundo, terceiro, quarto, quinto, e sexto anos, todos na mesma turma.

Temos o dinheiro do PRR para fazer obras nas escolas e aumentar o tamanho das salas de aula. E também poupamos no número de professores.

 

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Também podemos rever o calendário escolar…

 

50% dos alunos terão aulas, de 50 minutos, de 1 de janeiro a 30 de junho e os outros 50% de 1 de julho a 31 de dezembro.

Assim só necessitamos de metade dos professores…

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Estou de acordo com o estudo EDULOG num ponto

Reduzir aulas para 50 minutos.

50 minutos de Português por semana

50 minutos de Matemática por semana

50 minutos de Ciências por semana

50 minutos de Inglês por semana

50 minutos de Geografia por semana

50 minutos de História por semana

50 minutos de Cidadania por semana

50 minutos de cada disciplina por semana

E assim se resolve o problema da falta de professores…

 

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Conselho Nacional da Educação sugere ensino online para alunos sem professor

A ideia foi lançada durante uma audição na comissão parlamentar de Educação e Ciência sobre o relatório do Estado da Educação 2023, divulgado em janeiro, em que o CNE destaca como preocupantes a falta de professores e, consequentemente, o número de alunos sem aulas

Conselho Nacional da Educação sugere ensino online para alunos sem professor

O presidente do Conselho Nacional da Educação (CNE) sugeriu esta terça-feira que o ensino online pode ser uma das respostas para mitigar o impacto nas aprendizagens da falta de professores e propôs também a contratação de mais docentes estrangeiros.

“Não sei se já estamos a explorar devidamente as potencialidades da formação online, se não necessitaremos de pensar mais acerca desta matéria”, afirmou Domingos Fernandes.

A ideia foi lançada durante uma audição na comissão parlamentar de Educação e Ciência sobre o relatório do Estado da Educação 2023, divulgado em janeiro, em que o órgão consultivo do Governo destaca como preocupantes a falta de professores e, consequentemente, o número de alunos sem aulas.

Em resposta aos deputados, o presidente do CNE considerou que a aposta na formação inicial de professores não permite responder ao problema a curto prazo e defendeu a necessidade de explorar outras alternativas.

Um dos caminhos pode passar por sistemas que permitam apoiar os alunos que estão sem aulas por não terem professor através de aulas online, sugeriu Domingos Fernandes questionando se os “meios disponíveis ou que se podem disponibilizar em termos de formação online” estão esgotados.

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NECESSIDADES DE PROFESSORES: DEFICIT OU INEFICIÊNCIA NA GESTÃO DA OFERTA DE ENSINO?

O estudo apresenta alguns dos fatores que poderão justificar o deficit de professores nas escolas públicas, a começar pela organização da rede de ofertas escolares, onde existe uma elevada discrepância na distribuição dos alunos. De acordo com os resultados divulgados, cerca de 40% das escolas de Portugal continental têm menos de 15 alunos e 26% têm menos de 10 alunos, distribuídos pelos diferentes anos dos ciclos de escolaridade. No caso do 3.º ciclo do ensino Básico, em particular, identifica-se uma tendência para o aumento do número de escolas com menos de 15 alunos – nomeadamente cinco alunos por ano de escolaridade – decorrente da quebra demográfica registada na maior parte das regiões do Continente. Relativamente ao ensino Secundário, o cenário é ainda mais alarmante, com mais de 60% das ofertas de cursos profissionais das escolas públicas a registarem menos de 15 alunos, o que representa um desperdício de recursos, sobretudo de professores e de dinheiros públicos.

 

NECESSIDADES DE
PROFESSORES:
DEFICIT OU
INEFICIÊNCIA NA GESTÃO
DA OFERTA DE ENSINO?

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O RITS anda pelas ruas da amargura e ninguém se entende

 

 

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Escolas com poucos alunos, turmas pequenas e demasiadas horas de aulas por semana agravam falta de professores

Estudo do think tank Edulog conclui que “ineficiência” na gestão das escolas públicas também está a contribuir para a falta de professores. Um em cada quatro estabelecimentos de ensino do 1º ciclo tem menos de 10 crianças, o rácio docente/aluno é baixo e a dispersão de disciplinas é excessiva

Escolas com poucos alunos, turmas pequenas e demasiadas horas de aulas por semana agravam falta de professores

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A violência e os crimes nas escolas voltaram a aumentar

Os dados são do mais recente relatório do Programa Escola Segura da PSP, a que o Expresso teve acesso. Violência dos alunos é “reflexo” da sociedade civil, explica a coordenadora do programa

É o “reflexo” da sociedade civil: a violência e os crimes nas escolas voltaram a aumentar

Os crimes e a violência voltaram a aumentar nas escolas portuguesas, sobretudo na área da Grande Lisboa. No ano letivo de 2023/24 subiram de forma abrupta as agressões, os insultos, os atos de vandalismo e os furtos, cometidos principalmente no interior dos recintos escolares. Os dados são do mais recente relatório do Programa Escola Segura (PES) da PSP, a que o Expresso teve acesso.

 

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Governo vai criar linha de apoio para alunos vítimas de bullying

A criação de uma linha de apoio específica para os alunos vítimas de bullying é uma das recomendações do grupo de trabalho, cujo relatório revela que, em média, em cada 17 alunos, um considera já ter sofrido de bullying

Governo vai criar linha de apoio para alunos vítimas de bullying

O Governo anunciou esta segunda-feira a criação de uma linha de apoio para alunos vítimas de bullying, uma recomendação do grupo de trabalho de combate a este fenómeno nas escolas, que revela que perto de 6% já se sentiu vítima.

O compromisso foi assumido pelo secretário de Estado e Adjunto da Educação no encerramento da sessão de apresentação do Relatório do Grupo de Trabalho de Combate ao Bullying nas Escolas, que decorreu esta segunda-feira na Escola Secundária Rainha Dona Leonor, em Lisboa.

“É uma necessidade que reconhecemos, é algo diferenciador face àquilo que tem sido feito e há uma grande necessidade de fazer algo que é diferenciador”, afirmou Alexandre Homem Cristo.

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O presente envenenado na educação inclusiva

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Se houver irregularidades o Ministério falhou – FNE

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Regulamento de Atribuição de Bolsas a Estudantes Inscritos em Ciclos de Estudos Conducentes à Habilitação Profissional para a Docência.

Regulamento de Atribuição de Bolsas a Estudantes Inscritos em Ciclos de Estudos Conducentes à Habilitação Profissional para a Docência.

Despacho n.º 2483-A/2025, de 21 de fevereiro

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Alunos que entraram este ano letivo em cursos de professores e que ingressarem no próximo ficam isentos de propinas

Governo vai pagar até 2500 bolsas a estudantes de licenciaturas em Educação Básica e mestrados em Ensino. Quem receber o apoio fica obrigado a concorrer a escolas públicas nos três anos seguintes à conclusão do curso. Caso contrário terá de devolver os montantes recebidos

Alunos que entraram este ano letivo em cursos de professores e que ingressarem no próximo ficam isentos de propinas

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147 denúncias por falta de habilitações de docentes

Professores que entraram no quadro no concurso externo extraordinário arriscam perder vínculo.

147 denúncias por falta de habilitações de docentes

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Reserva de Recrutamento 22 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 09 – 2024/2025

Estão disponíveis para consulta as Listas definitivas de colocação, não colocação, retirados e Listas de colocação administrativa da 22.ª Reserva de Recrutamento 2024/2025 e as Listas definitivas de colocação, não colocação e Colocações Administrativas e Retirados da 9.ª Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 2024/2025.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 24 de fevereiro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 25 de fevereiro de 2025 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota Informativa – Reserva de Recrutamento 22 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 09 – 2024/2025

Listas – Reserva de Recrutamento 22 – 2024/2025

Listas – Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 09 – 2024/2025

 

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Consolidação da implementação das provas de Monitorização da Aprendizagem no final dos 4.º e 6.º anos de escolaridade

Decreto-Lei n.º 12/2025, de 21 de fevereiro

 

 

 

 

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Um ensino em decadência – o motivo de não haver professores

O Desafio de Educar em Tempos de Mimos e Conformismo. O que perdeu a escola de Hoje?

Um ensino em decadência – o motivo de não haver professores

Estamos a criar e a educar Pequenos Príncipes, habituados a serem servidos, em vez de treiná-los para servir com respeito, empatia e sobretudo para descobrirem as suas capacidades e serem felizes, na verdadeira descoberta das suas potencialidades.

Pais e Filhos: Quem Realmente Educa na Sociedade Atual?

É notória a falta de Desafios na Educação, a começar em casa. Estaremos nós, adultos de hoje, a criar uma Geração sem Fronteiras ou sem Limites?

– Tudo é dado, sem desafio, sem esforço;

– Eliminam-se todas as barreiras do trabalho;

– O esforço e a vitória da conquista suada, sao proibidos;

– Ensinar/ajudar pais e filhos a recuperar, melhorar o desempenho é proibido. Não é a criança que deve fazer, é o professor que deve baixar os objetivos, criar, reinventar para cada aluno, em particular. Se tiver 100, terá de adaptar para 100.

– Dar uma opinião a um pai, é falta de educação; Ponto. Não se discute este tema tabu.

– Alertar atempadamente um pai para os caminhos que o filho trilha, é falta de respeito por parte do professor;

– Falar com um aluno “fora de si”, que envie o professor ou o funcionário para um “certo lugar”, terá de ser sempre “Baixinho”, porque é feito de cristal. Já tu, o adulto, não podes sentir, ser e muito menos repreender, quanto mais levantar a voz.

Ora, é preciso distinguir um pic de crise (e aí sim, deixar o aluno estrebuchar, afastando objetos e pessoas), de uma simples BIRRA de PREPOTÊNCIA; a birra do: “eu estou cheio de mim e da convicção que me colocam na cabeça, aquela, que diz que o aluno e os pais podem colocar um professor ou um funcionário em problemas. Aquela que me conduz à direcção com o meu pai para passar “uma descasca” a quem se atreveu a ficar com o meu telemóvel porque o meu pai, mais irresponsável do que eu, me ligou em plena aula, (para dizer que o meu lanche é croissant com creme de ovo sem amêndoa, porque a incompetente da sra da pastelaria não reservou o meu croissant preferido).

Aliás, as crianças verbalizam os seus direitos: “Eu vou dar cabo de você porque eu vou me queixar e você vai passar mal!”

E não é que eles têm razão????

Muitos adultos desistem de serem uma figura autoritária para os filhos, passando essa responsabilidade para a escola. As direcções não dão mãos a medir e, por vezes são inconscientemente injustos com os seus professores e funcionários.

Onde estão os professores do antigamente? E onde estão os pais que criaram esta nova geração de pais com tanto esforço e que diziam: “Professora, aperte com ele e avise-me sempre que ele faltar ao respeito a alguém. Aiii dele!”

Hoje, as reclamações são precisamente o oposto: – “Eu não permito que o meu filho não tenha intervalo, eu não permito isto, aquilo, acolá. É alérgico a leite, ao chocolate, ao amendoim, a tudo menos a palavrões e mau comportamento.

– O quê, o meu filho tem negativas?

– Falou mal?

– Teve uma atitude menos apropriada?

…Ooooh professora, não devemos ligar… São crianças!

Mas… tem de me explicar esta negativa. O meu filho tem “direito” às medidas para apoio, alíneas a), b), c), d), todas as alíneas do abecedário, que lhe permitam transitar sem esforço. Portanto, se tem 8 negativas a culpa é dos professores que não aplicam todas as alíneas.

– Não há mais alíneas? Já se esgotaram todas as medidas de suporte às aprendizagens e à inclusão? Olhe…invente mais uma!

– Não me diga que ele é desatento nas aulas. Em casa está sempre tão concentradinho a ver TV e a jogar no telemóvel. Nem pestaneja!

– Ouve mal ou apenas o que lhe convém? Deve ser culpa dos fones. Vou lhe comprar outros.

– Falou mal para um adulto?

O adulto que não lhe respondesse!!! O meu menino tem síndrome da oposição, saí ao avô.

– Já agora, teve direito a leitura dos testes fora da sala? Com que professor? O do ano passado era melhor. Os resultados eram outros…

– Nunca faz trabalhos de casa?

– Se eu já vi os cadernos?…. Ora vamos lá ver… Oh professora, isto é estilo!!! Estes rabiscos e o não tomar notas, é uma forma peculiar de estar na vida. Ele tem uma veia artística.

– O que me está a dizer? Não fizeram acomodações nesta disciplina? Então deve passar do nível 2 para 3. A culpa é dos professores.

Professores, precisam-se.

Mas quem quer ser fantoche? Burro com cobardia?

Obrigam-nos a fechar os olhos e a calar a boca. Se necessário “ficamos à porta” das reuniões, vedam-nos o direito de participação conjunta, porque já falámos demais com os pais com todas as palavras.

É importante excluir um docente que veio perturbar o nosso sossego, a aparente harmonia de um sistema, que todos sabem que há muito que anda à deriva, mas haja fé que ainda se pode tapar o sol com a peneira e peneirices.

Sejamos sinceros.

Será solução fingir um mundo escolar ou uma escola perfeita, quando a escola é uma micro sociedade, ou seja, o reflexo de um mundo conflituoso, egoísta, antipático, antissocial, cansado e vencido?

Serão os jovens realmente mais felizes com este modelo atual de educação e de sociedade?

Quem de nós, ama viver sem desafios, sem horizontes, conduzidos por adultos fragilizados e bombardeados por todas as frentes?

Tanto eu como Muitos dos meus colegas já fomos professores dos pais de hoje. O que falhou?

Nunca o sistema educativo teve uma classe profissional tão envelhecida (havemos de nos reformar já com um pé no Lar de idosos, ou com a cova já aberta. Recordo uma colega da EB, 2.3 Freixianda, que faleceu no ano letivo passado, um mês após a reforma).

Nunca a educação teve professores tão BEM PREPARADOS, tão bem formados, não só pela formação obrigatória, mas porque moldaram-se a vários métodos, várias experiências.

Um professor hoje é um acrobata talentoso que faz malabarismo com sabedoria empacotada em livros, mas sobretudo no terreno. É dos profissionais que mais estuda, dos que menos dorme e é tão “chutado para canto”.

Queridos pais, reitero o que já disse a alguns: cuidem do vosso MAIOR Projeto…

. Verifiquem como estão os cadernos, quais os TPC’s, deixem os vossos filhos treinar perante a incógnita, a dúvida. Deixei-nos levar dúvidas para esclarecer nas aulas seguintes.

. Reforcem a obrigatoriedade do respeito para com todos.

. Mandei-nos deitar cedo e com o telefone e PC na sala (nunca no quarto).

É difícil????

Parem de olhar para a escola como a solução para a vossa falta de autoridade:

” já não sei o que lhe fazer!”

” Mas que idade tem o menino?

” onze/doze.

O que fariam os vossos pais na vossa situação?

O que se espera, afinal, da educação?

A missão dos professores nos dias de hoje, vai além de simplesmente entregar conhecimento; é formar cidadãos, capazes de enfrentar desafios, de compreender as suas responsabilidades e de respeitar os outros. Mas, para que isso aconteça, é necessário que todos, pais, alunos e educadores, se unam num propósito comum: a formação de um ser humano íntegro e capaz. Infelizmente, o atual sistema, muitas vezes, favorece a facilidade e o conformismo, em detrimento do esforço, do respeito e do desenvolvimento real. Não podemos continuar a construir uma geração que foge dos desafios e acredita que tudo lhe é devido, sem o trabalho árduo e o respeito pelas regras e pelos outros.

O futuro das nossas crianças depende de nós, e é preciso que cada um assuma sua parte nesse processo. Precisamos voltar a acreditar que, sim, o esforço é necessário para conquistar, que a educação é, antes de tudo, um processo de aprendizagem constante e, mais importante, de autodescoberta.

Só assim poderemos formar uma sociedade realmente mais forte, capaz de lidar com os verdadeiros desafios da vida.

Como nos ensina Spencer Johnson em “Quem Mexeu no Meu Queijo?”, “A mudança acontece quando decidimos deixar o medo para trás e começarmos a nos adaptarmos à mudança.”

Na educação, tenho visto a mudança da Lei para a Inclusão numa constante alteração todos os 10 anos

Se antes a escola se baseava em modelos padronizados, hoje, com o Decreto-Lei nº 54/2016, o ensino individualizado e personalizado tornou-se uma realidade. O DL 54, ao estabelecer que cada criança deve ter um percurso adaptado às suas necessidades e capacidades, visa garantir que todos possam aprender da melhor forma possível.

No entanto, como no livro, a realidade muitas vezes é mais complexa do que parece. O modelo ideal de ensino personalizado é desejável, mas, na prática, torna-se um desafio quase impossível de implementar de maneira eficaz em larga escala.

As escolas, com as suas limitações de recursos, e os professores, muitas vezes sobrecarregados, encontram-se no meio desse dilema: oferecer a personalização de ensino sem sacrificar a qualidade e a equidade para todos.

A mudança na educação exige não apenas a intenção, mas uma adaptação constante à realidade. Para que a promessa de um ensino verdadeiramente individualizado se concretize, todos – pais, alunos, educadores e governo – precisam estar dispostos a mudar, a se desafiar e, acima de tudo, a entender que, por mais que a personalização seja desejável, ela exige mais do que um simples decreto: requer esforço, compromisso e uma mudança cultural na maneira como encaramos a educação.

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Ministro está a chamar professores para provar habilitações. Há já colocações anuladas

Há docentes que mudaram a vida toda em função de uma vinculação ao Estado, que pode agora ser anulada. DGAE argumenta que os cursos com os quais concorreram e que foram validados pelas escolas não lhes conferem habilitações para os grupos disciplinares pelos quais vincularam

Ministro está a chamar professores para provar habilitações. Há já colocações anuladas

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E um Mês Depois

… de ter lançado um horário para a Reserva de Recrutamento (no grupo 110) onde existiram duas não aceitações com uma aceitação e denúncia pelo meio (fora do período onde poderia ir à reserva seguinte) eis que em apenas dois dias de concurso aberto em Contratação de Escola surgem logo 47 candidaturas ao mesmo horário que foi lançado em 21 de janeiro de 2025.

Ainda assim vou ter de esperar mais o dia de amanhã, todo o fim de semana e a segunda-feira toda para ordenar os candidatos.

Com sorte logo pela terça de manhã será selecionado o candidato e no dia 26 de fevereiro poderá começar a trabalhar.

Entretanto passou-se mais de um mês com os alunos sem professor.

 

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FNE entrega primeira contraproposta ao MECI sobre mobilidades

FNE entrega primeira contraproposta ao MECI sobre mobilidades

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) acaba de enviar ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) a sua primeira contraproposta relativa à matéria da Mobilidade Docente, englobada na negociação em curso de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).

A contraproposta da FNE conta com os contributos de dirigentes e delegados sindicais dos sete sindicatos de professores da FNE, que participaram na reunião sindical nacional realizada a 12 de fevereiro de 2025, assim como com os resultados da Consulta Nacional online entre 13 e 18 deste mês, que contou com a participação de 2.157 docentes de Portugal Continental e Regiões Autónomas dos Açores e Madeira.

A FNE considera que o sucesso desta primeira fase negocial é crucial para se atingir uma revisão do ECD que valorize e dignifique a profissão docente.

A FNE reafirma o compromisso de participar neste processo negocial com responsabilidade, exigência e determinação, colocando todo o empenho na construção de um Estatuto da Carreira Docente que valorize os Educadores e Professores portugueses e contribua para a melhoria da Educação em Portugal.

CONSULTE AQUI A CONTRAPROPOSTA PARA O MECI E OS RESULTADOS DA CONSULTA NACIONAL DA FNE

 

 

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Comunicado da APPMPD Sobre a Mobilidade Por Doença

Descarregar o comunicado aqui.

 

 

 

 

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Luís Fernandes Oficializado Novo Diretor Geral da DGAE

Despacho n.º 2362/2025, de 20 de fevereiro

 

Despacho n.º 2362/2025

Considerando que, nos termos conjugados da alínea d) do n.º 3 do artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 32/2024, de 10 de maio, e da alínea e) do artigo 4.º e do n.º 1 do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 125/2011, de 29 de dezembro, na sua redação atual, a Direção-Geral da Administração Escolar é um serviço central integrado na administração direta do Estado, sujeito ao poder de direção do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, que tem por missão garantir a concretização das políticas de gestão estratégica e de desenvolvimento dos recursos humanos da educação afetos às estruturas educativas públicas situadas no território continental nacional, sem prejuízo das competências atribuídas às autarquias locais e aos órgãos de gestão e administração escolares, e, também, das estruturas educativas nacionais que se encontram no estrangeiro, visando a promoção da língua e da cultura portuguesas, bem como acompanhar e decidir as questões relacionadas com as qualificações profissionais e o exercício de funções docentes nos estabelecimentos de ensino particular, cooperativo e solidário;

Considerando que, nos termos do n.º 3 do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 125/2011, de 29 de dezembro, na sua redação atual, a Direção-Geral da Administração Escolar é dirigida por um diretor-geral, coadjuvado por um subdiretor-geral, cargos de direção superior de 1.º e de 2.º graus, respetivamente;

Considerando que a anterior diretora-geral da Direção-Geral da Administração Escolar, a mestre Maria Luísa Gaspar do Pranto Lopes de Oliveira, designada pelo meu Despacho n.º 8778-B/2024, de 5 de agosto, assumiu, em 14 de fevereiro passado, as funções de Secretária de Estado da Administração e Inovação Educativa;

Considerando que, com a vacatura do cargo de diretor-geral da Direção-Geral da Administração Escolar, importa assegurar a efetiva direção do mencionado serviço até à conclusão do procedimento concursal a desenvolver pela Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública, procede-se à designação, em regime de substituição, ao abrigo do disposto no artigo 27.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, na sua redação atual, do titular do cargo de direção superior de 1.º grau deste serviço.

Assim:

Nos termos conjugados da alínea d) do n.º 3 do artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 32/2024, de 10 de maio, e do n.º 2 do artigo 27.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de janeiro, na sua redação atual, determina-se o seguinte:

1 – É designado, em regime de substituição, para exercer o cargo de diretor-geral da Direção-Geral da Administração Escolar, o mestre Luís Henrique Cardoso Fernandes, diretor do Centro de Formação da Associação de Escolas da Póvoa de Varzim e Vila do Conde, cujo currículo académico e profissional, que se anexa ao presente despacho e do qual faz parte integrante, evidencia a competência técnica, a aptidão, a experiência profissional e a formação adequadas ao exercício do cargo.

2 – O presente despacho produz efeitos a 17 de fevereiro de 2025.

16 de fevereiro de 2025. – O Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre.

Nota curricular

Nome: Luís Henrique Cardoso Fernandes.

Habilitações académicas:

Mestre em Educação, especialidade em Administração e Organização Escolar – Universidade Católica;

Mestre em Educação, especialidade de Desenvolvimento Curricular – Universidade do Minho;

Curso de Especialização em Desenvolvimento Curricular – Universidade do Minho;

Curso de Professores do Ensino Básico, variante de Português e Francês, Escola Superior de Educação de Viana do Castelo;

Programa de Formação Líderes Inovadores, Ministério da Educação;

Curso de Valorização Técnica Orientada para a Administração Escolar, Instituto Nacional de Administração;

Masterclass Designing Strategies for Transformational Learning da KAOS PILOT, Education Design Agency.

Experiência profissional:

Desde junho de 2019 até à presente data – diretor do Centro de Formação da Associação de Escolas da Póvoa de Varzim e Vila do Conde;

Em 2020 – expert na European Digital Academy – European DIGITAL SME Alliance;

Entre 2009 e 2019 – diretor do Agrupamento de Escolas de Freixo, Ponte de Lima;

Entre 2016 e 2020 – membro do Pedagogical Advisory Board – Teacher Academy – European Comission;

Entre 2016 e 2019 – membro eleito do conselho consultivo do Programa de Promoção do Sucesso Escolar – Ministério da Educação;

Entre 2016 e 2017 – membro do conselho consultivo do Projeto CoLab – Direção-Geral da Educação;

Em 2016 – membro do Interactive Classroom Working Group – European Schoolnet;

Em 2015 – membro do Future Classroom Lab Leaders’ Working Group – European Schoolnet;

Entre 2014 e 2019 – membro eleito do Conselho das Escolas (2014-2019);

Entre 2012 e 2014 – membro do Creative Classroom Lab pilot project – European Schoolnet;

Entre 1997 e 2019 – membro da Comissão Pedagógica do Centro de Formação de Escolas do Alto Lima e Coura (CENFIPE);

Entre 1997 e 2009 – presidente do conselho executivo, do conselho pedagógico e do conselho administrativo da Escola C+S de Freixo, Ponte de Lima;

Desde 1991 – professor do quadro de nomeação definitiva do grupo de recrutamento 210.

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Arquipélagos – Paulo Guinote

Quando olho hoje, literal ou metaforicamente, para as “salas de professores”, não vejo qualquer continente, mesmo que dividido por fronteiras, mas um vasto mar tempestuoso, onde se avistam ilhas, algumas isoladas, muitas dispersas e outras agrupadas em “arquipélagos” de configuração variada, ligados por relações que, em tantos casos, se limitam a estratégias de sobrevivência, num ambiente cada vez mais hostil.

Arquipélagos

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Recuperação Integral do Tempo de Serviço – 2.º conjunto de Perguntas Frequentes (FAQ)

 

Recuperação Integral do Tempo de Serviço – 2.º conjunto de Perguntas Frequentes (FAQ)

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Portugal aprovou menos de 10% dos pedidos de habilitação de professores brasileiros

Portugal aprovou menos de 10% dos pedidos de habilitação de professores brasileiros
Desde o ano lectivo de 2022/2023, a DGAE validou apenas 22 de 253 pedidos de habilitações de docentes formados no Brasil para ensinar em escolas portuguesas. Perto de metade estão ainda em análise.

Portugal aprovou menos de 10% dos pedidos de habilitação de professores brasileiros

 

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Porque as Reservas de Recrutamento Já Não Funcionam Nesta Altura

O exemplo seguinte é o histórico de um pedido de horário em 21/01/2025 e que até ao momento ainda não tem professor substituto, estando agora em fase de contratação de escola num concurso que termina apenas em 24/02/2025.

Passou-se mais de um mês entretanto.

É importante rever as regras de concursos, nomeadamente com a eliminação das reservas de recrutamento a partir do início do 2.º período, ou em permitir a modificação de preferências por parte dos professores no fim do 1.º período, com acréscimo de penalização para quem não aceitar colocações após essa mudança de preferências.

 

 

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Ultrapassadíssimo”. Escolas pedem “revisão urgente” do Estatuto do Aluno para agilizar ação disciplinar

Diploma data de 2012 e trava a aplicação de medidas disciplinares. Representante dos diretores exige mudanças que permitam “maior celeridade” e impeçam as escolas de se transformarem “em tribunais”.

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Consulta Nacional – Mobilidade Docente

Consulta Nacional – Mobilidade Docente

 

Com a apresentação por parte do Ministério da Educação Ciência e Inovação das primeiras propostas relativas à revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), nomeadamente as respeitantes à Mobilidade Docente: Mobilidade por Doença, Mobilidade Interna, Mobilidade na Carreira e Mobilidade Intercarreiras e na sequência da reunião sindical nacional realizada no dia 12 de fevereiro 2025, com a participação de mais de uma centena de dirigentes e delegados sindicais dos Sindicatos da FNE, para analisar, debater e construir as contrapropostas iniciais relativas à proposta apresentada pelo MECI, a FNE realiza esta Consulta Nacional entre os dias 13 e 19 de fevereiro, solicitando a todos os docentes a sua participação, por forma a contribuírem para o processo negocial em curso.

A FNE reafirma o compromisso de participar neste processo negocial com responsabilidade, exigência e determinação, colocando todo o empenho na construção de um Estatuto da Carreira Docente que valorize os Educadores e Professores portugueses e contribua para a melhoria da Educação em Portugal.

Colabore connosco respondendo aqui ao questionário:  https://forms.gle/8xwMFEiHKs6XGTK89

 

 

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A Vida do Professor Filipe

O professor Filipe pertence aos quadros do Ministério desde novembro. Mas pode ficar sem trabalho já no fim do mês

 

Filipe Branco vinculou no último Concurso Externo Extraordinário. Desde 15 de novembro que faz parte dos quadros do Ministério da Educação, Ciência e Inovação. O mesmo Ministério que vem agora dizer que não tem habilitações suficientes para o grupo de recrutamento pelo qual vinculou e quer anular a contratação

 

A vida do professor Filipe já deu muitas voltas. Foi militar, músico na banda da Armada, até 2022, altura em que resolveu ser professor a tempo inteiro. Já dava aulas em acumulação com a vida militar desde 2012. Depois de um ano letivo com a casa às costas, Filipe Branco foi contratado por uma escola privada no centro de Lisboa, onde passou a dar aulas de música a tempo inteiro. Residente em Arruda dos Vinhos, viu no ensino privado a única forma de ficar relativamente perto da família e fazer um acompanhamento mínimo aos dois filhos.

No início deste ano letivo, resolveu concorrer no Concurso Externo Extraordinário (CEE) 2024/2025 para colocação de professores, cujos resultados foram conhecidos em outubro. Os resultados não podiam ser mais animadores. Ficou colocado no Quadro de Zona Pedagógica 42, que engloba Arruda dos Vinhos, Mafra, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras. Filipe Branco viu-se finalmente perante as certezas de ficar a dar aulas em escolas perto de casa para o resto da vida.

“Estava muito bem empregado, no ensino privado. Ainda era longe de casa, porque moro em Arruda dos Vinhos e trabalhava no centro de Lisboa, mas estava muito bem empregado. Saí para aceitar a vinculação. Como não consegui dar o aviso prévio, pois fui informado a uma sexta-feira que tinha de me apresentar numa segunda, tive de pagar uma indemnização à escola onde estava a trabalhar”, conta Filipe Branco, à CNN Portugal.

Filipe diz que se sente “traído”: “Quando saí do colégio para aceitar esta vinculação no público, estava a ganhar bastante mais do que ganho atualmente, tendo em conta que o colégio tinha aulas de piano para quem quisesse e havia muitas. Tinha zero qualidade de vida, mas muito mais dinheiro ao final do mês. Como queria mesmo efetivar no público e queria aproveitar a infância dos meus filhos e estar com eles mais tempo, tomei esta decisão de aceitar o vínculo no público e reduzir substancialmente o vencimento. Foi uma opção minha, mas agora sinto-me quase traído com esta ‘intimação’”.

Presente envenenado

Filipe Branco pertence aos quadros do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) desde novembro, mas corre o risco de ficar sem trabalho já no fim do mês. Três meses depois de vincular no CEE 2024/2025 pelo Grupo de Recrutamento (GR) 610 (Música no 3º ciclo do Ensino Básico e no Secundário), Filipe Branco foi confrontado com um ofício da Direção-Geral da Administração Escolar (DGAE) a indicar que a sua vinculação iria ser anulada e que tinha 10 dias para contestar. Uma notícia que lhe chega nas vésperas do 43º aniversário e que veio colocar-lhe a vida em alvoroço.

“Apresentei-me na escola do Sobral de Monte Agraço. Mas não tinham horário para mim no agrupamento e fiquei com horário zero. Tenho andado a fazer uns apoios e trabalho administrativo. Vou agora começar a fazer uma substituição no Grupo de Recrutamento 250. Vou substituir uma colega que está de baixa. Estive sem horário até agora. Agora que vou começar efetivamente a dar aulas, recebo esta notícia”, lamenta.

A DGAE alega que Filipe não tem habilitações para dar aulas no GR 610, pelo qual vinculou. E que, por isso, a vinculação irá ser anulada. Filipe candidatou-se ao CEE 2024/2025 com as habilitações académicas que possuía na altura, um mestrado em Ensino de Educação Musical no Ensino Básico, da Escola Superior de Educação de Lisboa, que, alega Filipe, à altura da conclusão, conferia habilitações para os três graus de ensino do Ensino Básico. “Fiz a prática pedagógica do mestrado, o estágio, nos três graus de ensino do Ensino Básico. Enquanto professor contratado, fui colocado por diversas vezes a dar aulas em horários do grupo de recrutamento 610, quando concorri à vinculação, validaram as minhas habilitações e agora vem esta notícia”, sublinha.

Contactado pela CNN Portugal, o MECI esclarece que quem faz a validação das habilitações dos docentes que se apresentam aos concursos são as escolas. “O candidato foi opositor [concorreu] ao Concurso Externo Extraordinário 2024/2025, nos grupos de recrutamento 250 – Educação Musical e 610 – Música, sendo detentor de qualificação profissional apenas para o primeiro desses dois grupos de recrutamento. A validação das habilitações dos candidatos é da responsabilidade dos Agrupamentos de Escolas e das Escolas não Agrupadas, onde os docentes entregam a documentação comprovativa”, sublinha o MECI, numa resposta enviada por email.

“A habilitação específica para lecionar no nível de ensino do 2.º ciclo do Ensino Básico é distinta da habilitação exigida para lecionar no 3.º ciclo do Ensino Básico, que, por sua vez, é comum ao Ensino Secundário. Assim, as habilitações profissionais para o grupo de recrutamento 250 – Educação Musical são as que conferem qualificação profissional para lecionar Educação Musical do 2.º ciclo do Ensino Básico, com prática pedagógica no respetivo grupo, e as habilitações profissionais para o grupo de recrutamento 610 – Música são as que conferem qualificação profissional para Música do 3.º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário”, acrescenta ainda o MECI na mesma resposta escrita à CNN Portugal.

As mudanças do mestrado

O curso de mestrado de Filipe sofreu várias alterações, desde que o professor o concluiu. Quando foi criado, em 2008, efetivamente, o plano de estudos contemplava várias unidades curriculares específicas para o ensino no 3º ciclo do Ensino Básico. Entre elas Didática da Educação Musical nos 2º e 3º Ciclos e Prática Profissional Supervisionada nos 2º e 3º Ciclos. Em 2010 e 2013, o plano de estudos do mestrado sofreu alterações, o curso mudou de nome e passou a chamar-se apenas “Educação Musical”, mas manteve as referidas unidades curriculares. Em 2017, o curso foi descontinuado.

“Mas eu terminei o curso em 2012. Não posso ser penalizado pela descontinuação do curso”, reforça Filipe.

“Aliás, tive a curiosidade de ir ver as vinculações nos últimos anos e há ali alguns colegas vinculados neste grupo de recrutamento, com a mesmas habilitações do que eu. Alguns até conheço pessoalmente, que o mundo da Música é pequeno e a gente conhece-se uns aos outros”, argumenta.

Filipe apresentou precisamente este argumento à DGAE, nas diversas trocas de emails que tem feito com as instituições do Ministério desde 3 de fevereiro, dia em que foi confrontado com a possibilidade da nulidade da sua vinculação. A resposta foi surpreendente: “(…) Informamos que as situações reportadas vão ser analisadas pelos nossos Serviços, para que se possa agir em conformidade com o resultado da respetiva análise”.

“Portanto, não só não vão resolver a minha situação, como vão agora estragar a vida dos meus colegas”, resume Filipe Branco.

“Zona cinzenta na lei”

O GR 610 sofre de uma espécie de omissão na legislação e parece estar numa “zona cinzenta”. Os diferentes decretos-lei que estabelecem as habilitações profissionais para os professores darem aulas, inclusive o que foi publicado esta sexta-feira em Diário da República, são pouco claros e até omissos em relação aos cursos que conferem competências para lecionar no Grupo 610 – Música.

“O diploma continua sem referência ao GR610, voltando a falar apenas em ‘Ensino de Música’ e remete para a mesma portaria 693/98, de 3 de setembro, ou seja, os cursos de ensino artístico, para os quais a minha licenciatura me habilita. Mas há uma novidade. Uma alínea que diz: ‘Podem ainda ser admitidos candidatos com outra formação superior que possuam os requisitos de créditos mínimos a fixar pelos estabelecimentos do ensino superior nas componentes de formação nas áreas de formação destes cursos, salvaguardando-se que o número mínimo não é inferior a 90 créditos’. O certificado de habilitações da minha licenciatura em Música tem 184 créditos aliás, mais quatro até que grande parte das licenciaturas pós Bolonha. No CEE, foram abertas vagas para o GR610, que não conta do Decreto-lei”, sublinha Filipe Branco.

Apenas o Decreto-Lei n.º 27/2006, de 10 de fevereiro, faz referência a este grupo de recrutamento. “As habilitações profissionais para o grupo de recrutamento Música (código de recrutamento 610) são as que conferem qualificação profissional para o grupo de docência (Música) do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, previsto no Decreto-Lei n.º 519-E2/79, de 29 de Dezembro, com a realização da prática pedagógica supervisionada nesse grupo de docência”, pode ler-se no artigo 7º do Decreto-Lei n.º 27/2006.

Ora, o Decreto-Lei n.º 519-E2/79, que tem 45 anos, “unifica os grupos, subgrupos, disciplinas e especialidades dos ensinos liceal e técnico-profissional e fixa as habilitações consideradas como próprias e suficientes para os ensinos preparatório e secundário” e não faz referência ao Grupo de Recrutamento 610-Música.

Na lista de cursos que conferem habilitação própria para a docência para o GR610 que consta na página da Direção-Geral da Administração Escolar, não consta o mestrado de Filipe Branco, tirado na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Lisboa. Uma breve pesquisa pelo nome do curso dá conta que, atualmente, dá habilitação profissional apenas para o 2.ºCiclo do Ensino Básico, ou seja, para o Grupo de Recrutamento 250.

Filipe Branco consultou o sindicato, que lhe disse que “pouco havia a fazer”: “Implicitamente disseram-me ‘Há aqui uma zona cinzenta na lei, não queremos levantar poeira, mexa-se você se quiser’”.

Numa das respostas que lhe foram enviadas pela DGAE, este organismo do MECI admite que a questão ultrapassa as suas competências.

Filipe Branco diz-se um otimista. Faz questão de, na fotografia que acompanha este artigo, aparecer a sorrir. Garante que ainda não perdeu a esperança de que as entidades competentes lhe deem razão e reconheçam que, à data em que concluiu o curso de mestrado, o plano de estudos do mesmo, conferia competências para dar aulas em todos os níveis de ensino do Ensino Básico.

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Luís Fernandes Novo Diretor Geral da DGAE

Com a saída de Maria Luísa Oliveira de Diretora Geral da Administração Escolar para Secretária de Estado da Administração e Inovação Educativa ficou vago o lugar de Diretor Geral da Administração Escolar.

Quem ocupará o lugar deixado vago será o DiretorCentro de Formação da Associação de Escolas da Póvoa de Varzim e Vila do Conde, Luís Fernandes que foi em tempos diretor do Agrupamento de Escolas de Freixo em Ponte de Lima.

Muitos parabéns pela nomeação e desejo os maiores sucessos para as suas novas funções.

 

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Recomendação ao Governo um conjunto de medidas para prevenir e combater a violência em meio escolar

 

Resolução da Assembleia da República n.º 35/2025

Recomenda ao Governo um conjunto de medidas para prevenir e combater a violência em meio escolar

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Vagas nos cursos de Educação Básica sobem 20%

O concurso de acesso ao ensino superior para o próximo ano letivo tem quase 102 mil vagas disponíveis, o número mais alto de sempre. Nos cursos de Educação Básica houve reforço de 20% da oferta e de quase 7% em Medicina.

 

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Provas-ensaio: quando a realidade desmente a ficção…

De acordo com o MECI, a realização das Provas-ensaio terá como principal objectivo:

– “… preparar todos os alunos para a avaliação digital, de forma a que estejam em situação de equidade no que diz respeito à sua proficiência na utilização da plataforma de realização de provas do IAVE, bem como capacitar as escolas na preparação das provas digitais…” (Guia para a Realização das Provas-Ensaio)…

No passado dia 10 de Fevereiro teve início a aplicação das referidas Provas, assistindo-se a uma situação, no mínimo, rocambolesca e desconcertante:

– Por um lado, o MECI, pela voz de Alexandre Homem Cristo, considerando que as escolas estão apetrechadas para poderem realizar Provas em suporte digital, tanto em termos de conectividade das redes de internet, como em termos da operacionalidade dos equipamentos tecnológicos existentes; e Filinto Lima (ANDAEP) defendendo que as escolas têm as condições necessárias para realizar as Provas em formato digital, corroborando, assim, a visão do MECI (RTP Notícias, em 10 de Fevereiro de 2025);

– E, por outro, em muitas escolas, inúmeros relatos de Professores e de Alunos que, no terreno, observaram e sentiram os mais variados constrangimentos técnicos, desde inultrapassáveis falhas na internet, até equipamentos sem condições mínimas de funcionamento… Por esses testemunhos, é possível constatar que uma parte significativa dos Alunos não conseguiu realizar ou concluir as Provas-ensaio, por motivos de ordem técnica…

Temos, assim, duas versões antagónicas do mesmo evento: a Tutela e a Associação que representa os Directores a considerarem que há condições para a realização das Provas em formato digital; em sentido contrário, os directamente envolvidos nesse processo a presenciarem muitas anomalias e a confrontarem-se com a existência de muitos cenários caóticos em termos técnicos, impeditivos da sua consecução…

Ao que tudo indica, estaremos perante mais uma acção decepcionante do MECI que, cada vez mais, se parece com o seu antecessor governativo, sempre pródigo em negar as evidências provindas da realidade…

Assim sendo, muito dificilmente a realização das Provas-ensaio servirá para uma efectiva testagem dos equipamentos informáticos e para a aferição dos procedimentos a adoptar no futuro…

Com a clamorosa negação dos problemas existentes, que capacitação das escolas na preparação das provas digitais poderá haver?

E se não for para uma efectiva testagem, que deveria levar à identificação de eventuais problemas e à posterior resolução dos mesmos, a aplicação destas Provas resultará numa absoluta perda de tempo, sem justificação atendível

Além disso, de forma directa ou indirecta, contribuirá para a descredibilização da avaliação externa, se não servir para a resolução dos problemas existentes

A esperança que os profissionais de Educação inicialmente depositaram na actual Tutela, parece estar a esvanecer-se, em particular por já se terem identificado algumas similitudes com a actuação da anterior Tutela

Pelos dados existentes, o MECI, à semelhança do seu antecessor, teima em não querer percepcionar a realidade existente nas escolas e em negá-la, plausivelmente afastado das vivências tangíveis e enredado numa espiral de dogmatismo

Em resumo, a Tutela da Educação persiste em negar a realidade, parecendo estar com dificuldades em distinguir entre o que é real e o que é ficção ou fantasia, talvezdominada por um certo pensamento mágico

Por seu lado, a ANDAEP também parece continuar conivente com mais uma ilusão, à semelhança da cumplicidade recorrentemente demonstrada com anteriores acções governativas

Nada de novo, portanto…

Pelo que já se viu das Provas-ensaio, e ainda mal começaram, parece que, afinal, a testagem da respectiva aplicação será o que menos importa

Afinal, não parece que importe experimentar para conhecer melhor, de modo a aperfeiçoar procedimentos futuros, sobretudo porque não se reconhece a existência de qualquer problema…  

Como se poderão resolver problemas e evitá-los no futuro, se não se assume, no presente, a sua existência?

O MECI e a ANDAEP parecem estar empenhados, e em uníssono, na desvalorização dos problemas agora identificados e na negação de uma realidade inconveniente:

– No geral, as escolas não estão devidamente apetrechadas em termos tecnológicos, de modo a poderem realizar-se Provas em suporte digital sem significativos constrangimentos ou limitações

Se o objectivo for encobrir problemas de uma realidade inconveniente, através de uma interpretação inquinada, onde predomine o engano propositado, intencional, estaremos, muito provavelmente, perante uma manifestação de desonestidade intelectual

Mas convirá, talvez, ter consciência de que é inútil esconder ou negar a realidade, pois ela acaba sempre por impor a sua presença…

Mais cedo ou mais tarde, queira-se ou não, as consequênciasou os efeitos implacáveis da realidade acabam por se tornar por demais evidentes e indesmentíveis

Basta ver o que aconteceu com os muitos avisos sobre a expectável falta de Professores, sucessivamente menorizados ou ignorados, e onde se chegou

É só esperar que a realidade se afirme tal qual ela é e que exerça a sua acção

A realidade acabará por desmentir a ficção e, se continuaremcomo começaram, as Provas-ensaio não serão, com certeza, uma excepção

Perante a denúncia das dificuldades encontradas por muitos e a negação das mesmas por outros, só restará, sarcasticamente, afirmar:

– Cuidado, perigo de unicórnios à solta!

Paula Dias

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Ministro reafirma compromisso com vinculação de técnicos especializados

O ministro da Educação, Ciência e Inovação reafirmou hoje o compromisso com a vinculação dos técnicos especializados nas escolas, adiantando que a sua equipa ministerial está a trabalhar com o Ministério das Finanças para lançar o concurso.

Ministro reafirma compromisso com vinculação de técnicos especializados

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Reserva de Recrutamento 21 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 08 – 2024/2025

Estão disponíveis para consulta as listas definitivas de colocação, não colocação, retirados e Listas de colocação administrativa da 21.ª Reserva de Recrutamento 2024/2025 e as Listas definitivas de colocação, não colocação e Colocações Administrativas da 8.ª Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 2024/2025.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 17 de fevereiro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 18 de fevereiro de 2025 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota Informativa – Reserva de Recrutamento 21 e Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 08 – 2024/2025

Listas – Reserva de Recrutamento 21 – 2024/2025

Listas – Reserva de Recrutamento do Concurso Externo Extraordinário 08 – 2024/2025

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Mãe e tia de aluno acusadas de agredir e injuriar professoras e funcionárias de escola em Braga

O Tribunal Criminal de Braga está a julgar duas mulheres acusadas pelo Ministério Público de, em junho de 2022, terem injuriado e agredido duas professoras e uma auxiliar de educação na Escola EB 2/3 de Lamaçães, em Braga. Mas as arguidas estão ausentes do tribunal por, alegadamente, estarem a trabalhar em Espanha.

Mãe e tia de aluno acusadas de agredir e injuriar professoras e funcionárias de escola em Braga

 

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Alteração ao Regime Jurídico da Habilitação Profissional para a Docência

Decreto-Lei n.º 9-A/2025, de 14 de fevereiro

 

Sumário: Altera o Decreto-Lei n.º 79/2014, de 14 de maio, que aprova o regime jurídico da habilitação
profissional para a docência na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário,
e o Decreto-Lei n.º 22/2014, de 11 de fevereiro, que estabelece o regime jurídico da formação
contínua de professores.

 

 

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