FNE entrega primeira contraproposta ao MECI sobre mobilidades
A Federação Nacional da Educação (FNE) acaba de enviar ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) a sua primeira contraproposta relativa à matéria da Mobilidade Docente, englobada na negociação em curso de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).
A contraproposta da FNE conta com os contributos de dirigentes e delegados sindicais dos sete sindicatos de professores da FNE, que participaram na reunião sindical nacional realizada a 12 de fevereiro de 2025, assim como com os resultados da Consulta Nacional online entre 13 e 18 deste mês, que contou com a participação de 2.157 docentes de Portugal Continental e Regiões Autónomas dos Açores e Madeira.
A FNE considera que o sucesso desta primeira fase negocial é crucial para se atingir uma revisão do ECD que valorize e dignifique a profissão docente.
A FNE reafirma o compromisso de participar neste processo negocial com responsabilidade, exigência e determinação, colocando todo o empenho na construção de um Estatuto da Carreira Docente que valorize os Educadores e Professores portugueses e contribua para a melhoria da Educação em Portugal.
CONSULTE AQUI A CONTRAPROPOSTA PARA O MECI E OS RESULTADOS DA CONSULTA NACIONAL DA FNE




3 comentários
Muito se preocupam os sindicatos com a mobilidade,,, Aliás, é o seu de toda a sua ação e o tema que justifica a sua existência. Não há nada mais importante para os professores do que o “chouriço” da mobilidade?!
Fartinho do tema até à ponta dos cabelos!
Comecei a ler e parei na parte em diz
“A FNE considera muito positiva a garantia de que os docentes de carreira com incapacidade para o exercício de funções letivas possam ser colocados por mobilidade.
A mobilidade para estes docentes não pode estar condicionada por qualquer constrangimento, designadamente de vagas, uma vez que não podem exercer funções letivas”
Ora bem, se são incapazes de exercer funções letivas porque continuam a progredir como docentes e a ter os benefícios da docência? São considerados incapazes para leccionar, então que sejam reconvertidos em técnicos superiores e continuam como tal.
Tudo o resto é só treta e lambonice.
Portanto, alguém que dedicou grande parte da sua vida ao Ensino, e agora ficou doente (boa parte por excesso de dedicação), deve agora ser atirado para a lama.
Realmente os pontos de vista ultraliberais abundam por aqui.