147 denúncias por falta de habilitações de docentes

Professores que entraram no quadro no concurso externo extraordinário arriscam perder vínculo.

147 denúncias por falta de habilitações de docentes

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35 comentários

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    • Joana Matias on 22 de Fevereiro de 2025 at 12:07
    • Responder

    E ainda existem muitos mais graças a deus que guardei os pdfs com as listas e nomes das pessoas… É preciso por cobro a esta injustiça que foi o concurso extraordinário. Existem enólogos a dar aulas de físico química, técnicos alimentares a dar biologia e engenheiros informáticos a dar matemática…

    • Borda fora on 22 de Fevereiro de 2025 at 12:07
    • Responder

    É só cinquentões e cinquentonas desempregadas de outras áreas ou em estado de burnout a entrar nas escolas, à pala das habilitações próprias. O ensino está condenado, muita asneira foi feita ao longo de décadas pela esquerdalha barata caviar (sim, pq foram eles q lá se mantiveram 20 e tal anos) e agora não há solução em tempo útil. Condenada estará esta geração (a próxima logo se verá)… principalmente na grande Lisboa e zona mais carenciadas, onde só vai lá parar quem não tem outra hipótese ou não conseguiu ficar onde queria. A somar à imigração, não é descontrolada, é descontroladíssima, a meter malta do brasil no 3⁰ ciclo e secundário sem saber ler e escrever, a condicionar totalmente o trabalho que é feito com os restantes em sala de aula, está do melhor! Agarrem-se meus senhores q isto ainda vai piorar mais.

      • Maria on 22 de Fevereiro de 2025 at 13:22
      • Responder

      Mas não há falta de professores? Se têm habilitação própria, deveriam ficar. Em alguns casos, devem ter de fazer algumas cadeiras antes da profissionalização.
      Com tantos imigrantes, em ritmo acelerado, todos são bem vindos!
      Não deixem os alunos sem aulas que será pior. Para alguma coisa serve o trabalho colaborativo na escola. Os mais experientes ajudam os mais novos.
      Se eu soubesse de algum caso, não diria nada. Pode ser que consigam fazer as cadeiras depois e também a profissionalização.

        • A.silva on 22 de Fevereiro de 2025 at 14:30
        • Responder

        A questão não é a falta de habilitações próprias, pois quem concorreu, vinculou e tem, efetivamente, habilitações próprias, continua vinculado, pelo menos, nos 4 próximos anos (até lá tem de fazer a respetiva profissionalização). O vínculo (provisório) até se pode prolongar por mais 2 anos.
        O problema está em que se candidatou, viu as duas habilitações serem válidas como sendo habilitações próprias, vinculou e, na realidade, não tinha habilitações próprias.

        Como se sabe as contratações de escola têm uma malha mais larga que as contratações feitas pelo ministério. Todos sabemos que nessa fase o que interessa é ter alguém, supostamente, com conhecimentos científicos para assegurar a leccionação. Acontece que os portadores de um determinado curso, dentro da área científica de determinada disciplina, mas sem habilitações próprias para a mesma, são contratados (2, 3, 4 ou mais vezes) através de oferta de escola, ao fazerem a candidatura (neste concurso extraordinário) são imediatamente validados pois, imaginem lá, até já lecionaram nesse grupo disciplinar.

        Quanto aos 147 denunciados, parece que 2 irão perder o vínculo, 20 estarão em risco de o perder, 35 estão ainda em investigação, depreendendo-se, pela notícia que nos restantes casos a denúncia foi falsa.

          • A.silva on 22 de Fevereiro de 2025 at 14:32

          Validadas no lugar de válidas

        • Joana Matias on 22 de Fevereiro de 2025 at 15:58
        • Responder

        E o que responde a todos os outros professores de habilitação própria que não viram a sua candidatura aceite por falta de créditos?
        Será que cegueira não permite entender que este concurso foi uma fraude e apenas criou inequidades entre os professores.

          • Maria on 22 de Fevereiro de 2025 at 16:09

          Este concurso foi bom. Foi uma mais uma oportunidade que as pessoas tiveram.
          Da rua do Benformoso foram várias.

          • RG on 23 de Fevereiro de 2025 at 15:30

          Foi mais uma fraude onde muitos foram validados sem terem as habilitações.
          É o que as escolas fazem em relação a Informática, por exemplo.
          E é o que fazem as universidades quando aceitam nos mestrados via ensino de Informática gente de Educação Visual, Audiovisuais, Educação Física, História e outros.
          A seriedade acabou há muito tempo.
          Vale tudo, agora.

        • Critica construtiva on 23 de Fevereiro de 2025 at 17:53
        • Responder

        Eu não li isto…

      • Helena Augusta Félix on 24 de Fevereiro de 2025 at 10:30
      • Responder

      Isto merece resposta, o problema é que não há mercado de trabalho para os portugueses e preferem os estrangeiros, por outro lado eu vi com os meus olhos colegas sem habilitações a inventarem medias em 2010 para ocuparem vagas de colegas com habilitações, no meu caso tinha a norma travão em 2001 e fiquei de fora com profissionalização e repetiu-se a situação em2012. Além disso fui ultrapassada muitas vezes pelos cursos pós bolonha com médias e tempo de serviço inventados não sei como,sei mas não quero dizer aqui, não me interessa se foi esquerda ou direita, interessa- me é que estou muito lesada e consequente o meu filho para o resto da vida.

    • Hortência on 22 de Fevereiro de 2025 at 12:26
    • Responder

    Eu já denunciei a trafulha. Ela continua lá … a fazer o seu trabalhinho … sem qualquer qualidade …

    • Ana Paula Horta on 22 de Fevereiro de 2025 at 17:32
    • Responder

    Eu vi logo que isto ia dar asneira. Às escolas não estão preparadas para o concurso de professores. Muito menos o Instituto do Emprego.

    • Paulo Gomes on 23 de Fevereiro de 2025 at 8:25
    • Responder

    Bem, a falta de habilitação é a falta de cartão de militante do partido…

      • Anónimo on 23 de Fevereiro de 2025 at 15:31
      • Responder

      Não diga disparates.

    • PF on 23 de Fevereiro de 2025 at 10:08
    • Responder

    Não existe legislação que definem as habilitações próprias?
    Porque razão não é consultada?
    Muito provavelmente as secretarias das escolas não estarão preparadas para lidar com isto, se calhar deveria ser um organismo como as DRE a validar se os candidatos têm ou não habilitação própria.
    Deve ser difícil aferir as equivalências de pessoas que se apresentam a concurso e são estrangeiras.

      • GrenadaX on 23 de Fevereiro de 2025 at 20:37
      • Responder

      Regresso à pide e aos delatores, gente que se deleita com a desgraça dos outros. Seria ótimo que quem denunciasse fosse também alvo de investigação…certamente que se descobriria muitos podres.

      • Giraldoporaqui on 23 de Fevereiro de 2025 at 20:46
      • Responder

      É um emaranhado de decretos leis , despachos leis antigos em vigor, ninguém se entende us sao considerados habilitação propria apesar no antigo despacho era habilitação suficiente pois nada está explícito e depois prejudicam as pessoas em vez de lhes permitir profissionalizarem-se e as Instituições Superiores de Ensino têm grande culpa nisso pois exigem muitos créditos sem.olhar à experiênciaprofissional, e isto acaba por barrar a entrada a mestrados para permitir a profissionalização!!

    • PF on 23 de Fevereiro de 2025 at 10:40
    • Responder

    Em 1994, quando comecei a dar aulas, existiam muitos grupos de recrutamento para os quais nem sequer existiam cursos via de ensino.
    Existiam na faculdade vários graus de formação, bacharelato, licenciatura, mestrado, doutoramento.
    Com o processo de bolonha as estruturas dos cursos superiores mudaram muito.
    A contratação de professores também, já não existem mini-concursos,
    já não existem horários a nível de escola publicados no Jornal de Notícias.
    Existia a habilitação mínima. suficiente, própria e profissional.
    Em 1994 era possível contratar alguém para professor para o meu grupo de recrutamento com o 11º ano; com 8 cadeiras do curso superior, com 12 cadeiras do curso superior, com o 3º ano completo do curso superior e com a licenciatura
    Regra geral as pessoas eram contratadas com a licenciatura e posteriormente faziam a profissionalização em serviço 1 anos se tivessem mais de 6 anos de experiência, 2 anos se tivessem menos
    Há 30 anos atrás era assim.

      • Joana Matias on 23 de Fevereiro de 2025 at 11:53
      • Responder

      Os tempos mudaram e hoje existem os mestrados de ensino… Portanto as universidades existem para quem quiser ser professor. Agora não podemos é ter professores do “chique espertismo” que sem habilitação legal para isso querem ultrapassar tudo e todos.

        • Anónimo on 23 de Fevereiro de 2025 at 15:32
        • Responder

        São as próprias universidades que dão os mestrados via ensino que são, agora, os “chicos-espertos”, quando aceitam para realizar um mestrado via ensino alguém que não teve a licenciatura na área.
        Basta umas cadeirinhas de um curso qualquer para se ser aceite, fazer-se o mestrado via ensino e poder dar aulas num grupo, passando à frente de quem é professor com uma nota altíssima do mestrado via ensino.
        A fraude está por todo o lado.

          • Pluridisciplinar on 23 de Fevereiro de 2025 at 20:58

          Se alguém já é profissionalizado num determinado grupo, ou seja já tem mestrado em ensino de…qual é o problema em querer fazer outra profissionalização? Se a sua formação de base é no âmbito da Educação/Ensino qual é o problema de ter profissionalização em mais do que um grupo ? Porque razão um docente profissionalizado em Fisica não pode entrar num mestrado em ensino de espanhol, ingles,ou frances ou.alemão qual é o problema se ele domina o idioma e tem de fazer exame de entrada para o mestrado, qual o problema que haja docentes profissionalizados em diferentes e mais grupos?

          • Xpto on 23 de Fevereiro de 2025 at 21:31

          Isso é bem verdade, então no grupo 550 está a entrar cada analfabeto digital, que nem sequer sabe o que é um IF, WHILE, FOR… Vem de multimédias, audiovisuais e outros cursos de segundas linhas e as universidades aceitam os para fazer mestrado…

    • Maria Mendes on 23 de Fevereiro de 2025 at 10:44
    • Responder

    E eu que tenho quase 20 cadeiras de 4 cursos diferentes, sou Licenciada em Jornalismo e Comunicação Social e estou num 2° ano de Mestrado em Ensino Especial, foi-me vedado o acesso a dar aulas só Ensino Especial.. Até o jornalista Carlos Daniel achou que isto daria uma notícia… Alguém que pegue nisto.

      • Joana Matias on 23 de Fevereiro de 2025 at 11:51
      • Responder

      Não tem muito por onde pegar, antes de fazer isso tudo deveria ir ler a legislação.

      • Anónimo on 23 de Fevereiro de 2025 at 15:33
      • Responder

      Portanto, tem um curso de comunicação social e acha que está preparada para ser professora de Educação Especial.
      Nota-se que não deve ser professora de Educação Especial. Quanto muito aluna.

      • Campos on 23 de Fevereiro de 2025 at 21:06
      • Responder

      Jornalismo nunca deveria ter sido um curso superior quanto muito um curso profissional pré universitário

        • Xpto on 23 de Fevereiro de 2025 at 21:26
        • Responder

        Concordo plenamente, cursos para encher chouriços.

          • Jose Manuel on 24 de Fevereiro de 2025 at 13:10

          Atenção, encher im bom chouriço tem muito que saber. Cursos da tanga ” licenciaturas” de 3 anos em escolas da treta e depois um pseudo mestrado com a porcaria das ditas ciências da educação é o que não falta na formação de professores. Mas para quê saber alguma coisa? Quem está preocupado se os alunos aprendem alguma coisa? O que interessa são ” projetos ” para dar trabalho a inúteis que nunca teriam lugar em qualquer empresa,

    • Nemseiseriouchoro on 23 de Fevereiro de 2025 at 20:09
    • Responder

    Já agora verifiquem também as habilitações de quem é efetivo faz tempo, uns só com liceu antigo!!! Vergonha tudo isto, apoiam uns sem habilitações a profissionalizarem-se sem os prejudicar enquanto outros são descartados sem nenhum apoio e sem olhar ao prejuízo que isso comporta na vida das pessoas.

    • Ordenisto on 23 de Fevereiro de 2025 at 20:14
    • Responder

    Quem devia ser penalizado são todos aqueles que têm a função de validar as habilitações e fazem mal seu trabalho e levam a erro os candidatos que acreditam nos diretores e pessoal da secretaria, agora querer prejudicar estes docentes é injusto e todos deviam recorrer à justiça!

    • Nemseiseriouchoro on 23 de Fevereiro de 2025 at 20:17
    • Responder

    Quem devia ser penalizado são todos aqueles que têm a função de validar as habilitações e fazem mal seu trabalho e levam a erro os candidatos que acreditam nos diretores e pessoal da secretaria, agora querer prejudicar estes docentes é injusto e todos deviam recorrer à justiça!

      • Joana Matias on 25 de Fevereiro de 2025 at 16:03
      • Responder

      Devem ser penalizados todos, aqueles que validaram incorretamente as habilitações devem ser exonerados dos cargos e aqueles que aproveitaram a borla para vincular sem habilitação devem cessar o seu vínculo.
      É muito simples…

    • Generalidade on 24 de Fevereiro de 2025 at 22:53
    • Responder

    Não têm tempo para estudar então compram os diplomas e é tudo oficial. Colocar candidatos estrangeiros ou com dupla nacionalidade para lidar com crianças jovens facilmente influenciados, é preciso todo o cuidado.

    • Joana Carvalho on 25 de Fevereiro de 2025 at 0:40
    • Responder

    Estamos a bater no fundo com a permissão da entrada dessa brasileirada com diplomas comprados, com médias de 120 … cursos tirados na faculdade da Ipiranga e mestrados da floresta amazônica … Os diplomados portugueses abandonam o país porque não têm perspectivas de trabalho em Portugal ou porque simplesmente não têm onde viver e nós levamos com esse lixo sul americano e asiático … inclusive a entrar no nosso sistema de ensino … Estamos no limiar da catástrofe e a eclipsar o futuro do país … vivemos numa nova ditadura onde é proibido dizer a verdade …

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