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Mais Reações

FNE QUER ASSEGURAR ESTABILIDADE E SEGURANÇA

 
 

Confrontada com uma proposta do MEC para redimensionamento dos QZP (Quadros de Zona Pedagógica), sob o argumento de que se procura evitar a existência de docentes sem componente letiva, a FNE rejeita que se pretenda responder à precariedade com aumento da instabilidade e da insegurança.

 

A FNE lembra que se assiste hoje, na dimensão do número de docentes sem componente letiva, às consequências de decisões desastrosas, incorretas e desvalorizadoras do trabalho dos docentes, tomadas por sucessivos Ministérios da Educação: a alteração desleal das condições de acesso à aposentação em relação aos educadores de infância e professores do primeiro ciclo; a revisão curricular dos ensinos básico e secundário cega e sem sustentação pedagógica; a imposição de normas de organização do  serviço docente que inviabilizam as medidas essenciais de promoção de mais educação de qualidade e para todos; a agregação monstruosa de agrupamentos, à margem de qualquer preocupação de ordem pedagógica. Estas são decisões inadequadas a um sistema educativo que queira promover de uma forma sustentada e equitativa o crescimento das qualificações das suas populações.

 

Ao mesmo tempo que sofrem as consequências daquelas decisões, aos educadores e professores são impostas as medidas de austeridade que afetam genericamente os trabalhadores portugueses: redução de salários, congelamento de progressões, desemprego.

 

É neste quadro de dificuldades, de instabilidade e de insegurança que o Ministério da Educação apresenta uma proposta que se limita a aumentar a instabilidade e a insegurança. É nestas condições que o MEC quer que os docentes portugueses – com muitos anos de serviço, com família organizada – se predisponham a admitir, em nome do posto de trabalho, uma qualquer deslocalização.

Estamos, mais uma vez, em face de decisões que, ditadas por imperativos definidos por quem não conhece a realidade portuguesa, são de uma insensibilidade social inaceitável.

 

Embora discordando da proposta hoje apresentada, a FNE não desiste de se empenhar em obter para os docentes portugueses condições de segurança e de estabilidade que não se resumem a uma mera alteração do desenho do âmbito geográfico dos QZP.

 

É fundamental retirar de cima dos educadores e professores portugueses a ameaça sistemática do cutelo da mobilidade especial. Não temos professores excedentários. O que temos é respostas educativas insuficientes para um sistema de educação e formação de sucesso para todos os que nele devem estar envolvidos.

Não há razão para aplicar a mobilidade especial aos docentes portugueses.
Não aceitamos a mobilidade especial como mecanismo de contenção de custos.
A FNE fará tudo o que estiver ao seu alcance para impedir a aplicação da mobilidade especial aos docentes portugueses.

 

Porto, 20 de março de 2013

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Convenção Nacional FNE/CONFAP

Uma boa iniciativa que junta professores, pessoal não docente e pais no combate conjunto aos cortes previstos para a Educação.

O futuro da Educação exige o envolvimento de todos nós!

 

1ª Convenção Nacional FNE/CONFAP – Juntos em defesa de uma educação pública de qualidade com equidade

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A FNE e a CONFAP realizam no próximo dia 6 de abril, no Porto, no Auditório da Universidade Fernando Pessoa, a partir das 10h00m, a 1º Convenção Nacional – Por uma Educação Pública de Qualidade Para Todos.

Cerca de 200 participantes, entre eles, pais, professores, trabalhadores não docentes, ex-ministros, autarcas, diretores de escola e representantes do ensino superior promovem uma reflexão conjunta no sentido de envolver toda a comunidade educativa na identificação da Educação como elemento chave de combate à crise e estratégico para o desenvolvimento nacional, pelo que são de combater cortes cegos no setor da Educação e se deve exigir que o Estado não se desresponsabilize da garantia de uma Educação de qualidade para todos.

Esta iniciativa integra-se no conjunto de iniciativas que a CONFAP e a FNE têm desenvolvido com estas preocupações. Esta 1ª Convenção inicia um caminho no sentido de promover convergências em torno de uma estratégia capaz de assegurar estes objetivos.

Por isso, FNE e CONFAP uniram esforços e asseguram a realização de um importante momento de reflexão e debate em torno destas questões.

Nesta 1ª Convenção organizada pela CONFAP e pela FNE, vão participar, entre outros, os ex-ministros da Educação, David Justino e Guilherme de Oliveira Martins, os presidentes da Câmara Municipal de Matosinhos, Guilherme Pinto, e da Câmara Municipal de Paredes, Celso Ferreira, a presidente do Conselho Nacional da Educação, Ana Maria Bettencourt, a vice-reitora da Universidade do Porto, Maria de Lurdes Correia Fernandes, contando ainda com as intervenções de Maria Luísa Pereira, diretora de escola básica e secundária e ex-membro do CNE, bem como do secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho.

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Parece Que é Desta

… que o Ministro reunirá com as organizações sindicais.

Pelo menos já está anunciada reunião no site da FNE para o dia 22 de Março. Desconheço até ao momento se a FENPROF também tem a sua reunião marcada ou se ainda mantém na agenda para no dia 18 a presença à porta do MEC a exigir essa reunião.

 

 FNE reúne com Nuno Crato a 22 de março

 

Realiza-se no próximo dia 22 de março, pelas 9h00, no Palácio das Laranjeiras, em Lisboa, uma reunião entre a FNE e o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato. Esta reunião surge no seguimento de um pedido enviado pela FNE para discutir com a tutela matérias relativas ao atual momento que o setor atravessa.

Na agenda de trabalho estarão os anunciados cortes para o setor, a constante ameaça de recurso ao regime de mobilidade especial para os trabalhadores da educação, o próximo concurso nacional de professores e organização do tempo de trabalho dos docentes.

A FNE espera que esta reunião sirva para esclarecer todas as dúvidas e acabar com o clima de angústia e insegurança que se vive na escola pública. Esperamos do MEC a sensibilidade necessária para perceber que Mais Cortes na Educação? Não!

Esperamos do MEC a garantia de investimento em Educação. O caminho de ameaças mais ou menos veladas de despedimento ou de mobilidade especial, de crescimento do horário de trabalho, de eliminação das reduções da componente letiva não serve os objetivos de desenvolvimento e criação de emprego.

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Posturas

MEC reitera que não haverá despedimentos nem mais horas de trabalho para os professores

 

 

Se a FNE conseguiu importantes declarações do MEC em plena avaliação da troika (apesar de serem dadas pelo secretário de estado) a Fenprof além de não ter conseguido nenhuma declaração do género por se ausentar da reunião aposta no clima de terror que nesta altura pode ainda pode ser mais prejudicial.

É que os “escurinhos” podem perder a paciência de tanto ouvirem o Mário Nogueira falar no aumento da carga de trabalho, no fim das reduções por idade e na mobilidade especial e ainda se lembram de lhe entregar esses presentes.

 

O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, Casanova de Almeida, reiterou nesta terça-feira à Federação Nacional da Educação (FNE) que “não haverá despedimentos de professores, nem colocação em mobilidade especial contra a vontade do próprio, nem aumento do horário de trabalho dos docentes”, indicou ao PÚBLICO o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva.

O ministro da Educação, Nuno Crato, já o afirmara no Parlamento, mas continua sem se saber que medidas irá adoptar para reduzir despesas na educação no âmbito do corte de quatro milhões de euros nas funções sociais do Estado, que está a ser discutida com a troika na sétima avaliação ao cumprimento do memorando de entendimento, que ontem se iniciou.

Casanova de Almeida indicou à FNE que o ministro convocará uma reunião com os sindicatos depois de concluída a avaliação da troika, o que poderá acontecer dentro de duas ou três semanas.

Nuno Crato iniciou ontem uma visita de cinco dias à China. A sua ausência levou a que a Federação Nacional de Professores (Fenprof) tenha recusado hoje reunir-se com Casanova de Almeida.

Numa nota à comunicação social, a Fenprof diz que “a natureza política” da reunião que tinha solicitado exigia que fosse o ministro a participar, tendo em conta “a transversalidade das matérias” a abordar e o “nível de informação e compromisso político pretendidos”, o que foi reiterado numa carta dirigida a Crato que a federação de sindicatos entregou hoje no ministério, onde solicita o agendamento de um novo encontro.

“É o ministro que tem de debater com os sindicatos a situação actual da educação, nomeadamente numa altura como esta em que as incertezas são enormes”, frisou ao PÚBLICO o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.

Para este dirigente sindical, os compromissos assumidos por Crato, e hoje reiterados por Casanova de Almeida à FNE, não chegam para diminuir a apreensão entre os docentes. “Não vão aumentar o horário de trabalho para 40 horas, mas estão a preparar-se para mexer no tempo lectivo dos professores”, denuncia.

Entre os cenários que, segundo Nogueira, estarão a ser equacionados contam-se o aumento da componente lectiva que hoje é de 22 horas (num horário semanal de 35 horas); o fim das reduções de horário para os professores com mais anos de docência; e o aumento para 60 minutos do tempo de aula, conforme preconizado pelo FMI — que, num relatório divulgado em Janeiro, aconselhava a dispensa de 50 mil efectivos (professores, auxiliares e outros) da área da educação.

A concretizar-se este último cenário, representará um acréscimo de quatro tempos lectivos por docente, o que levará também à dispensa de mais professores contratados, frisa. Segundo Dias da Silva, estas hipóteses não foram abordadas na reunião de hoje, mas foi dito ao secretário de Estado que a FNE “não aceitará que se mexa na composição do tempo de trabalho dos professores”.

 

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Iniciativas da FNE

No passado dia 5 de fevereiro a FNE entregou no Ministério da Educação e Ciência uma resolução aprovada, por unanimidade, no Secretariado Nacional.  O documento faz uma apreciação sobre alguns aspetos da atual situação económica, política e social do país e lança um alerta para a necessidade de investimento em Educação como estratégia para o desenvolvimento e recuperação da economia do país.

Mais do que um conjunto de apreciações e propostas, esta resolução pretende, desde o início, abrir caminho para um amplo debate sobre Educação com vista à promoção de um consenso nacional em torno da responsabilidade do Estado em termos de oferta educativa de qualidade, exigente e para todos.

Entendemos que o Estado não pode deixar de assumir essa responsabilidade em nome de cortes cegos, precipitados e sem sustentabilidade. É tempo de lançar o debate e unir esforços. E, tal como anunciamos a 5 de fevereiro, pusemos em marcha uma série de contactos junto de diversas entidades com o objetivo de dar a conhecer estas preocupações e dinamizar um amplo consenso cívico em torno da defesa de uma escola de qualidade para todos.

 

Alerta Público em marcha

 

Deste modo anunciamos a realização, desde já, das seguintes reuniões:

 

15 de fevereiro

15h30 – Reunião com a CONFAP

 

18 de fevereiro

14h30 – Reunião com o Conselho Nacional da Juventude (adiada – data ainda por definir)

 

19 de fevereiro

12h30 – Reunião com o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda

15h30 – Reunião com a Comissão de Educação Ciência e Cultura

 

20 de fevereiro

11h00 – Reunião com o Conselho Nacional da Educação

17h00 – Reunião com o Conselho Económico e Social

 

21 de fevereiro

16h30 – Reunião com o grupo parlamentar do CDS-PP

 

27 de fevereiro

15h30 – Reunião com o grupo parlamentar do PS

17h00 – Reunião com o grupo parlamentar do PSD

 

28 de fevereiro

11h30 – Reunião com a CNIPE

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Reuniões no MEC dia 26

Com a FNE às 15:30

FNE reúne com o MEC a 26 de fevereiro

 

e com a FENPROF às 16:30

 

MEC marca reunião com FENPROF para 26 de fevereiro

 

Em horários onde não se justificam refeições, nem pizzas. 😀

 

 

 

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Reunião FNE/IEFP

FNE propôs ao IEFP a criação de bolsa de recrutamento de professores

 

Uma delegação da FNE, liderada pelo secretário-geral, João Dias Silva, reuniu ontem (13.02.2013) com o presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), para tratar uma série de questões relativas ao concurso recentemente lançado por este Instituto para preenchimento de necessidades de formadores.

No encontro, a FNE sugeriu que se substitua o mecanismo de concurso agora adotado pela criação de uma bolsa de recrutamento para docentes, semelhante à que o MEC utiliza para necessidades não permanentes do sistema educativo. Um instrumento que permitiria agilizar o processo, uma vez que os concursos promovidos pelo IEFP não coincidem com o ano letivo.

Nesta reunião houve ainda oportunidade para alertar o IEFP para o curto prazo do concurso de professores e ainda para várias dúvidas que se geraram pela utilização da plataforma dos concursos de MEC. A FNE considera positiva a rentabilização de recursos entre o IEFP e o MEC, mas alertou para a necessidade, no futuro, a informação disponível ser mais clara e mais completa.

A garantia do reconhecimento, para todos os efeitos legais, de todo o tempo de serviço prestado no IEFP, a garantia de que para efeitos de progressão na carreira a avaliação do IEFP seja reconhecida pelo MEC e a necessidade de ver reconhecida a atribuição de subsídio de desemprego aos professores contratados ao abrigo do IEFP foram outras das questões levantadas pela FNE.

Fizemos ainda eco das considerações feitas pelos professores em relação às entrevistas, quer quanto ao modo como as mesmas têm decorrido, quer quanto ao peso que as mesmas têm na classificação final da candidatura.

Foi ainda questionado o procedimento a adotar em relação aos professores que são candidatos a mais do que uma vaga, tendo sido considerado útil que em próximas oportunidades os candidatos possam priorizar as suas preferências. De qualquer modo, em relação à situação atual, em que não houve priorização das preferências, vai haver a preocupação de os consultar previamente à colocação.

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Reunião FNE/MEC

FNE debateu com MEC organização do próximo ano letivo

 

Teve lugar esta quarta-feira, 13 de fevereiro, em Lisboa, uma reunião entre a Federação Nacional da Educação (FNE) e o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho para discutir e analisar o despacho 13-A/2012 sobre organização do próximo ano letivo 2013-2014.

No encontro com a tutela a FNE teve oportunidade de alertar o MEC para a necessidade de não repetir erros do passado e devolver às escolas a serenidade necessária ao seu pleno funcionamento. Assim, a FNE levantou junto do secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário as seguintes questões respeitantes à organização do próximo ano escolar:

1. A necessidade de cumprimento/respeito pelo limite do tempo de trabalho dos professores

2. A importância da publicação atempada das orientações para o próximo ano escolar, devendo estas, serem o mais claras e completas possíveis de modo a não haver necessidade diplomas e esclarecimentos adicionais

3. A discordância da referência no atual despacho à obrigatoriedade do cumprimento de 1100 minutos de atividade letiva, devendo cumprir-se o estipulado no ECD, no que diz respeito aos tempos letivos para cada ciclo de ensino.

4. A necessidade da redefinição de novas regras para o desdobramento de turmas.

5. O excesso de número de turmas por professor, nomeadamente, nas disciplinas com um só bloco semanal o que implica um exagerado número de alunos por professor.

6. O tempo de redução dos coordenadores em especial dos que coordenam um elevado número de professores e têm um elevado número de turmas é insuficiente.

7. A necessidade da correção da fórmula de cálculo para determinação dos créditos horários atribuídos às escolas.

8. A necessidade de se definir que os coordenadores de estabelecimento do 1º ciclo com menos de 250 alunos não devam ter turma atribuída.

9. A exigência de que todo o trabalho realizado diretamente com alunos seja incluído na componente letiva dos professores.

10. As deslocações entre escolas do agrupamento para o exercício da atividade docente deverão ser pagas de acordo com o estipulado na lei.

No final, o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, solicitou à FNE o envio de uma proposta de alteração ao despacho 13-A/2012, mostrando-se recetivo às propostas e soluções apresentadas durante a reunião. Até ao final de março deverão ser publicadas as orientações relativas ao próximo ano escolar.

Porto, 13 de fevereiro de 2013

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Reunião Entre a FNE e o MEC Dia 13

… sobre a organização do próximo ano lectivo.

Mais um post para identificarem problemas desta vez sobre a organização do ano letivo que este ano funcionou de acordo com o despacho normativo 13-A/2012, de 5 de Junho.

Tendo em conta a existência de um concurso interno a decorrer em breve é importante clarificar os aspectos principais de distribuição de serviço e de funcionamento do próximo ano lectivo para que as surpresas por ausência de componente lectiva não ocorram depois do concurso interno a realizar entre Março e Abril.

 

FNE reúne com MEC para discutir organização do próximo ano letivo

 

 

Está agendada para o próximo dia 13 de fevereiro, em Lisboa, uma reunião entre a Federação Nacional da Educação (FNE) e o Ministério da Educação e Ciência (MEC) para discutir matérias relativas à organização do próximo ano letivo.

É entendimento da FNE que o despacho de organização do ano letivo deve ser alvo de auscultação sindical, já que a organização de qualquer ano letivo é sempre um elemento significativo para a vida profissional de todos quantos trabalham nas escolas públicas, pelo que a intervenção sindical faz todo o sentido.

Tendo em conta os diversos problemas assinalados este ano, os quais foram, oportunamente, identificados e transmitidos pela FNE ao Ministério da Educação e Ciência, em várias ocasiões, torna-se fundamental que se inicie, atempadamente, um processo de auscultação aos sindicatos.

O próximo despacho de organização do ano letivo terá de ser, necessariamente, um documento coerente e capaz de facilitar o funcionamento das escolas. Pretendemos obter da tutela o compromisso de que o diploma que traça as orientações para as escolas não constitua um elemento perturbador do sistema. O respeito pelo tempo de trabalho direto com os alunos é para nós uma prioridade

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Reunião Entre a FNE e o IEFP Dia 13

… que pode servir para clarificar algumas das dúvidas que ainda existem relativamente ao concurso do IEFP.

Os problemas parecem todos identificados no entanto podem acrescentar alguns na caixa de comentários.

 

 

Reunião com IEFP sobre concurso de recrutamento de professores

 

 

Vai realizar-se no próximo dia 13 de fevereiro, em Lisboa, uma reunião da FNE com o Presidente do Instituto de Emprego e Formação Profissional. Pretende-se com este encontro obter esclarecimentos às dúvidas suscitadas relativamente à operacionalização do concurso.

Pretendemos discutir e esclarecer situações relativas a condições de exercício de funções, o reconhecimento do tempo de serviço prestado ao abrigo do concurso e as possibilidades de recurso dos resultados do concurso que os docentes podem realizar.

Recordamos que o IEFP, I.P. promoveu entre 19 e 21 de dezembro de 2012 o lançamento, a nível nacional, de um concurso para recrutamento de docentes e formadores para o desenvolvimento de formação nas componentes de formação de base, sociocultural e cientifica nas diferentes modalidades de formação, no quadro da atual rede de Centro de Emprego e Formação Profissional.

Chegaram, entretanto, à FNE vários pedidos de esclarecimentos aos quais queremos responder com a eficácia e coerência exigidas. Tendo em vista os próximos concursos que se irão realizar, e de forma a poder dar todo o apoio solicitado pelos nossos associados, esperamos levar desta reunião todas as respostas às questões levantadas.

 

 

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A Decorrer

FNE reúne de emergência e promove entrega de documento no MEC

 

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A Federação Nacional de Educação (FNE) convocou uma reunião extraordinária do Secretariado Nacional para o próximo dia 5 de fevereiro, em Lisboa. Um encontro, agendado com caráter de urgência, para discutir e aprovar uma resolução de denúncia e de alerta face à atual situação do setor da Educação.

Após o Secretariado Nacional os dirigentes irão concentrar-se à porta do MEC na Av. 5 de Outubro, pelas 15h00, onde apoiarão a entrega da resolução aprovada na reunião do secretariado nacional sobre o atual momento social e educativo.

Uma delegação liderada pelo secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, irá entregar o documento no MEC. Após a entrega da resolução haverá uma conferência de imprensa à porta do MEC para divulgar o teor da resolução e anunciar as medidas imediatas de ação.

Esta iniciativa pretende ser um alerta ao MEC para que não prossiga na intenção de levar por diante as medidas propostas pelo FMI. Recusamos em absoluto a dispensa de milhares de professores e outros trabalhadores, como técnicos superiores, assistentes técnicos e assistentes operacionais. Não aceitamos a

imposição unilateral do aumento do horário de trabalho, nem novos cortes salariais! O ritmo imposto para a reforma do Estado não pode significar o abandono da Educação. Entendemos que se o Governo optar por este caminho, estaremos perante um grave atentado ao direito a uma escola de qualidade para todos.

Mesmo em tempo de crise, é estratégica a aposta na educação e na formação.

Não aceitaremos um cenário de desvalorização da educação e da formação e dos seus profissionais!

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Novas Ações Contra o MEC pela Vinculação

Desta vez a entregar pelos sindicatos da FNE.

 

FNE entrega ações em tribunal contra o MEC

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) através dos seus sindicatos de professores vai entregar entre os dias 22 e 23 de janeiro uma série de ações judiciais contra o Ministério da Educação e Ciência (MEC).

Estas ações junto dos tribunais administrativos de Lisboa, Porto, Beja e Funchal visam reconhecer o direito dos docentes, representados pelos sindicatos que integram a FNE, contratados sucessivamente durante mais de 3 anos consecutivos após a data imposta para a transposição da diretiva (10 de julho de 2001), à conversão dos seus contratos de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado.

A FNE considera que se encontram esgotadas todas as formas de negociação capazes de assegurar a correção de uma situação de precariedade que tem afetado milhares de docentes ao longo dos últimos anos.

A FNE entende que o MEC contraria de forma grosseira o Código de Trabalho, o Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas, as Resoluções da Assembleia da República, a posição do Provedor de Justiça e as Diretivas Comunitárias que exigem aos Estados Membros que evitem os abusos decorrentes da utilização de sucessivos contratos a termo.

Estão por isso criadas todas as condições para que este recurso aos tribunais venha a ter efeito positivo na correção das atuais situações de precariedade laboral que afetam milhares de professores, uma vez que o MEC tem, ao longo dos tempos utilizado abusivamente do expediente de contratação a termo, violando de forma evidente o conceito de necessidades temporárias ou residuais.

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O Óbvio

 

Professores sem horas para dar ajuda suplementar a alunos

 

 

Ministro Nuno Crato admitiu que metade dos estudantes do primeiro ciclo precisa de apoio para recuperar notas, mas a FNE não vê como, por falta de horas disponíveis.

A Federação Nacional de Educação diz não dispôr de uma bolsa de horas que lhe permita apoiar de forma mais intensa os alunos, do ensino básico, em dificuldades.

Entrevistado pela RTP, Nuno Crato admitiu que metade dos estudantes do primeiro ciclo precisa de apoio para recuperar notas. O ministro da Educação garantiu, por outro lado, que 47 mil horas do trabalho dos docentes vão ser aplicadas na ajuda a esses alunos.

Ouvido pela Renascença, João Dias da Silva, o secretário-geral da FNE, sublinha que os horários dos docentes não podem ser ampliados sistematicamente.

“Não vejo que exista, neste momento, essa bolsa de horas disponível para que possam ser definidos regimes imediatos de apoio. De qualquer maneira achamos fundamental que as escolas sejam dotadas de mecanismos que permitam ajudar os alunos em dificuldades e que esses apoios sejam concedidos por professores sem que os horários aumentem sistematicamente, com acumulação de horas e mais horas de trabalho directo, em desrespeito para com aquilo que é o seu tempo de trabalho individual.”

João Dias da Silva reconhece que é elevada a percentagem de alunos, do ensino básico, a precisar de uma ajuda suplementar. Nuno Crato aponta para cerca de 50% mas a FNE não dispõe de números.

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Da Vinculação

… ou do bom senso, visto que as expectativas de abertura de vagas foram goradas ao longo dos últimos meses e porque o documento final da referida vinculação praticamente se enquadra nas regras do Decreto-Lei 132/2012.

 

FNE propõe anulação do Concurso Extraordinário de Vinculação de Professores

 

A Federação Nacional de Educação propôs ao Ministério da Educação e Ciência a anulação do anunciado Concurso Externo Extraordinário de Docentes, relativamente ao qual as negociações respeitantes ao diploma legal de suporte terminaram no passado dia 15 de novembro, sem que a FNE chegasse a acordo com o MEC.

É entendimento da FNE que, tendo em atenção as datas previsíveis da sua realização, nas vésperas do concurso ordinário previsto para 2013, o concurso extraordinário não revela vantagens para os docentes até aqui contratados, não implicando mais hipóteses de colocação do que o concurso externo ordinário.

Com efeito, e tendo em conta o calendário a que tem de obedecer o estabelecimento da norma legal resultante da negociação realizada, e o calendário a que terá de obedecer a sua operacionalização, para além dos custos que uma operação deste tipo comporta, não se vislumbram efeitos positivos para esta antecipação.

Foi por estas razões que a FNE propôs que se deixasse para o concurso ordinário previsto para 2013 a vinculação de docentes que têm sido sucessivamente contratados.

Na proposta que enviou ao MEC, a FNE deu conta de que participou empenhadamente no respetivo processo negocial, o que aliás foi reconhecido pela tutela, o que resultou na introdução de alterações significativas ao documento inicial, que tiveram em linha de conta as contrapropostas que as organizações sindicais apresentaram, nomeadamente a FNE.

No entanto, a declaração final do processo negocial sublinhou as razões pelas quais a FNE não podia subscrever a solução do MEC, uma vez que ela se revelava insuficiente para o universo de problemas que caracterizam o elevado nível de precariedade docente em Portugal.

Por outro lado, e apesar de insistentemente solicitado, nunca o MEC definiu com clareza o número de vagas que estão identificadas para esse concurso.

Foi neste contexto que a FNE considerou que deveria apresentar ao MEC uma proposta que, sem pôr em causa os pressupostos da iniciativa legislativa, mas tendo em conta as possibilidades da sua efetiva operacionalização, definisse a sua não concretização, em termos de concurso extraordinário, deixando para o concurso ordinário a obtenção dos efeitos pretendidos.

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FNE Pretende Impedir a Entrada de Novos Alunos

… nos cursos via ensino já em 2013/2014.

 

A FNE aprovou ontem no seu Conselho Geral uma resolução contras as medidas de austeridade na qual dá especial destaque às medidas na área da educação e na qual destaco uma:

definição de uma orientação que impeça a entrada de novos alunos para os cursos de formação inicial de educadores e professores no ano letivo de 2013/2014.

De facto, com as medidas que se avizinham e com um elevado número de docentes formados no ramo educacional pouco sentido faz que se mantenha a formação de professores nas escolas públicas, bem como nas instituições privadas, para novos candidatos a professor.

O sistema educativo apenas vai precisar nos próximos anos de atualizar e reconverter para novos grupos disciplinares os docentes que já foram formados nestas instituições.

Na resolução aprovada a FNE também entende que deve haver uma determinação de mecanismos de informação e eventualmente de reorientação de formação para os atuais alunos dos cursos de formação de professores.

 

Com milhares de docentes a aguardar colocação não faz qualquer sentido que neste momento se invista na formação de novos desempregados nesta área. 

 

E continuo a aguardar pelos índices de empregabilidade que este governo prometeu disponibilizar por curso, quando da abertura das vagas ao ensino superior.

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Inexistência de Acordo Entre O MEC e a FNE

… sobre a vinculação de professores.

 

Proposta sobre vinculação de professores sem o acordo da FNE

 

A negociação da proposta de decreto-lei que vai regular a vinculação extraordinária de professores chega esta quinta-feira ao fim sem o acordo da Federação Nacional de Educação (FNE), a primeira organização que reuniu, hoje, com os representantes do Ministério da Educação e Ciência (MEC), para conhecer a versão final.

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Apreciação da FNE à Proposta de Vinculação Extraordinária

Vinculação extraordinária – Proposta do MEC não satisfaz as nossas preocupações

 

Cumprindo o que tinha sido acordado na passada sexta-feira, 26 de outubro, por altura da primeira reunião de negociação para a vinculação extraordinária de professores contratados, a FNE enviou esta manhã ao MEC um documento de apreciação à proposta inicial da tutela.

É nosso entendimento que o Ministério da Educação está confrontado com um problema grave e complexo mas há que corrigir uma ilegalidade e uma injustiça que envolvem milhares de docentes. A FNE sempre disse que era fundamental respeitar a lei e a dignidade destes profissionais.

Estamos certos que o cumprimento do compromisso assumido com a FNE de realizar ainda este ano uma vinculação extraordinária de docentes contratados é digno de nota positiva. Contudo, a proposta do MEC manifesta-se insuficiente. A solução apresentada não responde à obrigação legal de substituir a precariedade por um vínculo sem termo para todos aqueles que têm direito à vinculação. Fica assim por resolver este problema e a injustiça que lhe está associada.

Fica deste modo claro que a proposta de decreto lei que o MEC colocou à nossa consideração não responde nem à lei, nem às recomendações da Assembleia da República, nem às nossas preocupações e reivindicações.

 

Documento com a apreciação da FNE ao documento inicial do MEC

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FNE define como principal objetivo acabar com a precariedade

FNE define como principal objetivo acabar com a precariedade

 

Realizou-se esta sexta-feira a primeira ronda negocial entre o Minstério da Educação e Ciência e os sindicatos para definição e apuramento dos critérios que irão estar na base na vinculação de docentes contratados. A FNE regista como positivo a concretização do compromisso assumido pelo MEC de realizar, até ao final de 2012, um concurso extraordinário de vinculação. No entanto, nesta reunião, a FNE sublinhou que se baterá por um concurso que garanta a eliminação de situações de insegurança, instabilidade e precariedade na profissão. A nossa intenção é que todos aqueles que reúnam mais de 3 anos de serviço efetivo como contratados possam concorrer neste processo.

jds mec 26 out 2012

Na reunião de hoje, presidida pelo secretário de Estado, João Casanova de Almeida, alertamos o Governo para que, na definição do que são as reais necessidades do sistema, o MEC não se limite aquilo a que diz respeito, apenas, ao exigido pelo funcionamento do currículo. Entendemos que a meta da qualidade e eficácia do sistema educativo e o combate ao insucesso escolar, não pode ser levada por diante sem profissionais qualificados e indispensáveis no cumprimento desse objetivo.

sala reunião mec Para a FNE, este processo visa dois objetivos essenciais: por um lado, eliminar os fatores de precariedade, insegurança e instabilidade que têm caracterizado o nosso sistema educativo; por outro lado, permitir que as preocupações essenciais do sistema educativo se concentrem noutros aspetos relevantes e para os quais importa encontrar solução.

Nesta reunião não deixamos de exigir que na definição dos critérios para a vinculação seja assegurado o respeito pela graduação profissional dos docentes e que não haja prejuízo para os atuais docentes dos quadros.

Na próxima semana, depois de reunido o Secretariado Nacional da FNE, será enviada uma proposta ao MEC. A próxima reunião ficou agendada para 5 de novembro.

DII-FNE 26 out 2012

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É Bom a Convergência de Posições

…para uma reunião que se inicia amanhã com o MEC para o início do processo negocial de vinculação de professores contratados.

FNE REÚNE COM ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES CONTRATADOS

 

Delegações da FNE e da recentemente constituída Associação Nacional de Professores Contratados reuniram no dia 24 de outubro, em Lisboa, a propósito da proposta do MEC para a realização de um concurso extraordinário para a vinculação de docentes contratados.
As duas delegações analisaram a proposta do MEC e as perspectivas que ambas as organizações defendem em relação a esta matéria, tendo sido verificada uma ampla convergência de pontos de vista.
A eliminação da precariedade, da instabilidade e da insegurança, quer dos docentes, quer das escolas, foi a preocupação dominante deste encontro, o qual permitiu que, pelas ações convergentes das duas organizações se obtenham ganhos significativos para o sistema, valorizando e reconhecendo os profissionais envolvidos neste processo.

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À conversa com João Dias da Silva

…hoje no sapo on-line e que terminou pelas 11:30.

 

Portugal é dos países que menos gasta com a Educação, diz secretário-geral da FNE

 

A falta de medidas para combater o insucesso escolar de hoje serão uma fatura muito alta a pagar no futuro, defende o secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE), João Dias da Silva, que esteve esta segunda-feira no SAPO a responder às questões dos utilizadores. O professor avança que as recentes reduções nos gastos com a Educação colocam Portugal na cauda dos países da OCDE em termos de relação entre as despesas em Educação e o PIB.

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Fórum FNE 2012

Definidas ações imediatas junto do MEC

Terminou este sábado (08/09) o Fórum FNE 2012, onde durante três dias dezenas de dirigentes debateram o futuro da educação com um leque muito diversificado de convidados.

 

Na sessão de encerramento e apresentação de conclusões ficaram decididas duas ações imediatas a tomar junto do Ministério da Educação e Ciência. A primeira, será já tomada no início desta semana e prende-se com um pedido de reunião, com caráter de urgência, ao ministro da educação para tratar de questões relacionadas com o início do ano letivo, nomeadamente, os casos de desrespeito pela graduação profissional dos docentes nos concursos de oferta de escola, em que alguns diretores não têm cumprido o que está estipulado na lei. Para além disso, a FNE, levará junto do ministro Nuno Crato, o seu mais veemente protesto face ao desrespeito, que em algumas escolas, está a permitir que os professores fiquem com 24 horas tempo letivo, contra as 22 horas, que a lei estipula.

Ficou ainda decidido, que esta semana, será enviado ao Diretor Geral da Administração Escolar um pedido de reunião para tentar resolver os problemas relativos aos concursos dos não docentes, que se encontram numa situação de impasse.

 

 

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Duas Boas Notícias

… que mesmo assim parecem não agradar a muita gente.

 

FNE garante vinculação extraordinária de contratados ainda em 2012

 

 

A FNE regista como positivo o resultado da reunião desta tarde com o Ministério da Educação e Ciência, depois de ter assegurado que o Ministro Nuno Crato vai avançar com um processo extraordinário de professores contratados, processo que deverá ficar concluído até 31 de dezembro de 2012.

A decisão saiu da reunião desta tarde com Nuno Crato onde ficou determinado que essa vinculação irá respeitar as posições de carreira dos professores que já pertencem aos quadros.

No final do encontro, o secretário-geral da FNE, em declarações aos jornalistas adiantava que “O ministério compromete-se com a vinculação extraordinária de docentes que têm estado contratados e que forem necessários para o sistema educativo, na resposta a orientações gerais e globais que existem e que essa vinculação extraordinária terá de obedecer a um processo de negociação com as organizações sindicais, quer quanto à determinação de metodologia, quer dos critérios e do calendário”.
Em breve será aberto um processo negocial para definir o número de docentes que vão ser vinculados, como é que eles vão ser vinculados e que critérios serão estabelecidos. A FNE vai participar, desde o início, nestas negociações.
Para além deste ganho, a FNE consegui ainda a garantia do MEC de que não há, não houve e não vai ser produzida legislação relativa à mobilidade especial dos professores. Um compromisso do ministério, depois de recentemente terem vindo a público notícias que davam conta da preparação de um diploma que previa a mobilidade especial dos docentes.

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Para Amanhã

FNE e o MEC reúnem para analisar resultados do concurso de professores e processo extraordinário de vinculação

 

No seguimento do pedido de reunião, com caráter de urgência, efetuado na passado dia 30 de agosto, uma delegação da FNE, liderada pelo Secretário Geral, João Dias da Silva, reúne amanhã com o ministro Nuno Crato. A reunião vai realizar-se no edifício do Ministério da Educação e Ciência, na Av. 5 de Outubro, 107, pelas 14h30.
O encontro tem como objetivo refletir com o MEC sobre os resultados do concurso de colocação de professores, nomeadamente, quanto às respostas educativas que ele vai permitir no próximo ano letivo e o grau de precariedade que a ele está associado.
A vinculação extraordinária de professores é outro dos temas deste encontro. A FNE já fez saber que vai exigir ao MEC a vinculação de 12 mil professores com mais de 10 anos de serviço.

Por outro lado, têm surgido ultimamente, de forma reiterada, nos meios de comunicação social, notícias sobre a eventual existência de um projeto de diploma que visaria regular a mobilidade especial dos docentes. É entendimento da FNE que não se justifica a existência de um diploma que regule esta matéria especificamente para os docentes, tendo em conta a legislação já existente para a Administração Pública, onde aqueles se enquadram.

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Cronologia do Mês de Julho

MEC assume como prioridade as preocupações da FNE

 

A FNE registou positivamente as recentes declarações do Ministro da Educação, Nuno Crato, no sentido de assumir como prioritárias as matérias que foram discutidas, a 24 de julho, na reunião entre o MEC e a FNE, entre elas a vinculação de professores e os docentes com ausência da componente letiva, bem como a responsabilidade pelo pagamento da compensação por caducidade de contrato.

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A Esta Hora

FNE REÚNE COM MEC

 

COM VISTA À ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE PREPARAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DO PRÓXIMO ANO LETIVO

 

Na sequência de pedido de reunião formulado ao Ministério da Educação e Ciência pela FNE – Federação Nacional da Educação, esta reunirá no próximo dia 24 de Julho, terça-feira, pelas 17H00.

 

A TVI24 encontra-se a aguardar a conclusão da reunião para dar conta do resultado da mesma.

 

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Terá Ajudado a Uma Postura Diferente do MEC

FNE defende que todos os professores são necessários para melhorar o sistema educativo

 

Em reunião hoje realizada no MEC, com a Secretária de Estado dos Ensinos Básico e Secundário, a FNE defendeu que não há professores a mais no sistema educativo, e que o que falta é que as escolas possam ter capacidade de gestão dos seus recursos humanos, para a promoção dos apoios educativos que contribuam para aumentar o sucesso educativo e para combater o abandono escolar precoce.

Manifestando fortes preocupações em relação à ação actualmente em curso nas escolas para a determinação dos docentes sem componente letiva no próximo ano, a FNE considerou que as escolas deveriam poder identificar desde já as atividades em que pode envolver os seus docentes, de forma que possam ser retirados de concurso o mais rapidamente possível e passar a estar afetos a programas de promoção de sucesso educativo aqueles que até à passada sexta-feira foram identificados como não tendo componente letiva.

Nesta reunião, a FNE apresentou ainda sugestões alternativas para o despacho de organização do ano letivo, reforçando a autonomia das escolas na gestão dos seus recursos humanos, com crescimentos ao nível das direções de escola, assessorias e coordenação de estruturas pedagógicas intermédias.

Nesta reunião, ficou claro que, para a FNE, o tempo de trabalho de cada docente, para além de integrar a componente letiva, e o tempo de trabalho na escola, deve respeitar uma componente essencial de trabalho individual que integre não só as preparações de aula e a avaliação de alunos, como a investigação e o estudo.

Nesta reunião, a FNE reiterou também as suas discordâncias em relação às matrizes curriculares definidas por este Governo, bem como ao calendário da sua discussão e operacionalização. As questões relativas às orientações definidas pelo Governo em termos de Educação Visual e Tecnológica, Educação Tecnológica e Educação Física e Desporto Escolar mereceram a clara discordância da FNE.

Esta reunião serviu também para que a FNE manifestasse as suas propostas em relação a ofertas educativas complementares, como sejam as relativas à validação e reconhecimento de conhecimentos e competências adquiridos em contexto de posto de trabalho, bem como dos cursos de Educação e Formação (CEF’s).

Lisboa, 17 de julho de 2012

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Reunião FNE – MEC dia 5

FNE reúne com o MEC na terça-feira, 5 de junho

 

Foi agendada para a próxima terça-feira, 5 de Junho, pelas 15.30, em Lisboa a reunião com o Ministério da Educação e Ciência, solicitada pela FNE, com carácter de urgência, para discutir diversas matérias que estão a provocar um clima de instabilidade e insegurança junto dos docentes.

 

São 13 pontos que a FNE leva para a reunião com o MEC e nesse dia já se deve clarificar a questão dos 180 dias de serviço, bem como a recusa de algumas escolas em avaliar as docentes que se encontraram em licença de maternidade e que estão a ser impedidas de entregar a sua avaliação.

 

2. Regime de avaliação de docentes contratados – tempo de serviço necessário Com a publicação do Decreto Regulamentar n.º 26/2012, de 21 de fevereiro, no que concerne concretamente aos docentes contratados que não contabilizem no ano letivo um mínimo 180 dias de serviço docente (Cfr. número 5 do artigo 5.º deste Decreto Regulamentar), não se prevê nenhuma disposição que permita a opção voluntária pela avaliação, ao contrário do que se previa no número 2 do artigo 26.º do Decreto Regulamentar n.º 2/2010. Esta situação levanta duas questões: por um lado, impõe-se esclarecer a forma de contabilização desses 180 dias, uma vez que um tal tempo de serviço se adquire em condições diferentes, conforme se trata de prestação de serviço com horário completo ou com horário incompleto; por outro lado, torna-se imperioso salvaguardar as situações em que a contabilização daquele tempo inclui faltas respeitantes a situações protegidas.

 

Independentemente do que seja concluído no dia 5 a minha interpretação é esta.

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FNE solicita reunião com o MEC

FNE/SPZN solicita reunião com o ME

A FNE/SPZN face à falta de informações e publicação de legislação, pelo Ministério da Educação, em relação a um conjunto muito significativo de matérias da máxima importância para os Docentes e funcionamento das Escolas/Agrupamentos, solicitou, no passado dia 18 de maio,  uma reunião, com carater de urgência, a fim de serem debatidas um conjunto de matérias sobre as quais a FNE/SPZN exige manifestar a sua posição.

 

No texto enviado ao Ministério da Educação, foram propostos para debate os seguintes temas:

1 – Prova de ingresso na Carreira Docente

2 – Regime de avaliação de docentes contratados – tempo de serviço necessário

3 – Regulamentação em falta para a avaliação de desempenho de docentes

4 – Lançamento do próximo ano letivo e requisição de docentes

5 – Despachos de organização do ano letivo e de definição do respetivo calendário

6 – Orientações em curso no processo de agregação de escolas

7 – Progressão em carreira dos docentes do ensino português no estrangeiro

8 – Encerramento de Centros Novas Oportunidades

9 – Formação contínua de docentes

10 – Estatuto do Aluno

11 – Educação especial

12 – Lançamento dos procedimentos e definição de critérios para a vinculação de docentes contratados no concurso de 2013

13 – Avaliação por ponderação curricular

 

 

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FNE quer reunião urgente no ministério sobre prova de ingresso

A Federação Nacional da Educação (FNE) vai pedir uma reunião urgente ao Ministério da Educação para saber qual o universo de docentes que tenciona dispensar da prova de ingresso na carreira, disse hoje à Lusa o secretário-geral da estrutura.

A FNE acha esta prova inútil, não traz nada de novo, não traz garantias de qualidade à escolha dos professores que vão entrar na carreira”, lembrou João Dias da Silva, acrescentando que tenciona pedir uma reunião sobre esta matéria ao secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida.

A prova está prevista desde o mandato de Maria de Lurdes Rodrigues à frente do Ministério da Educação, bem como a sua regulamentação, mas nunca chegou a ser aplicada. Recebeu sempre uma forte oposição dos sindicatos, que alegam estarem a ser testados professores já formados pelas instituições de ensino superior.

No antigo Estatuto da Carreira Docente haviam sido já incluídas exceções para dispensar professores desta prova, mas o ministro Nuno Crato afirmou, em abril, estar a estudar novamente esta questão para fazer vigorar o exame destinado a escolher “os melhores professores” para o sistema de ensino.

Crato disse então que a prova será realizada este ano civil, com influência no concurso de colocação e admitiu dispensar deste exame os professores com mais tempo de serviço.

Hoje, chegou por e-mail à redação da Lusa um manifesto de docentes contratados que se sentem injustiçados e contestam a prova.

Dizem que desvaloriza a formação dos professores, bem como as instituições formadoras e respetivos professores.

São dispensados da prova os professores contratados que obtiveram ´BOM´ até 24 de junho de 2010 e os que obtiveram “MUITO BOM” depois de 24 de junho de 2010. Onde está a justiça?”, questionam no texto.

João Dias da Silva explicou à Lusa que estas condições são as que foram inscritas no estatuto antigo e que espera ver alargadas: “Não há outro caminho”.

A FNE está solidária com os professores que se sentem injustiçados e vai pedir uma reunião urgente ao ministério para que a questão seja “solucionada rapidamente”.

Os contratados consideram que o objetivo da prova é “afastar, de forma injusta, definitivamente do sistema de ensino, todos os professores contratados que, até lá, ainda insistam em ser professores”.

A FNE quer que a matéria seja alvo de negociação por se tratar de conteúdo com ECD e estarem em causa milhares de professores que “têm a licenciatura em ensino e a quem está a ser criada uma expetativa mentirosa de virem a entrar no sistema educativo”.

O dirigente da FNE alegou ainda que quem vai entrar em carreira no próximo ano são os professores que andam a ser contratados há 10 anos, 15 ou 20 anos no sistema e que, a haver lugares de quadro, vão ocupar essas vagas.

Estamos fartos, desgastados e revoltados com toda esta situação”, dizem os contratados no documento a que chamam “Manifesto Contra a Prova de Ingresso na Carreira Docente”.

 

 

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Resolução FNE

A FNE aprovou em secretariado nacional uma resolução sobre vários temas mas que destaco a parte referente à revisão curricular já que é a primeira posição oficial conhecida sobre a proposta apresntada dia 26 pelo MEC.

Revisão curricular dos ensinos básico e secundário

O Secretariado Nacional analisou as orientações que o MEC acaba de anunciar sobre a revisão curricular dos ensinos básico e secundário, considerando que se deveria ter dado mais tempo, quer para a fundamentação das soluções apresentadas, quer particularmente para o envolvimento dos que vão ser chamados à sua operacionalização.

O documento agora apresentado pelo MEC continua a ser insuficiente quanto à avaliação da situação existente e quanto à fundamentação das soluções que determina.

A definição deste desenho curricular não é acompanhada das orientações relativas às metas de aprendizagem, o que nos parece uma situação de insuficiência com consequências graves ao nível da preparação do próximo ano lectivo.

O presente documento é omisso quanto ao papel da Educação para a Infância, quanto ao lugar da Educação Especial e quanto à revisão do paradigma do ensino secundário, na véspera da sua passagem a ensino obrigatório.

A FNE continua a considerar que não se pode falar em ensino experimental no 2º ciclo do ensino básico, quando este ocorre ao nível da turma, sem se permitir o desdobramento.

A FNE continua a não ver vantagens, e até antecipa dificuldades, na separação em duas da atual disciplina de Educação Visual e Tecnológica, no 2º ciclo do ensino básico.

A FNE não encontra fundamentação para que a Educação Tecnológica tenha sido retirada do desenho curricular para o 3º CEB, pois em nenhuma das propostas anteriormente apresentadas esta situação estava prevista. A não inclusão da Educação Tecnológica no 3º CEB irá comprometer o ensino tecnológico e desperdiçar a mais valia formativa de muitos docentes que se vêm desvalorizados.

A FNE considera negativo que se elimine o espaço até agora designado por Formação Cívica, o qual constituía um tempo privilegiado para a superação de situações de dificuldades de relacionamento e de cumprimento das normas escolares.

A FNE considera positivo que se altere a lógica de definição dos créditos horários para as escolas, embora registe que nesta matéria se devem preservar princípios de equidade que evitem que escolas frágeis sejam ainda mais frágeis e que escolas de contextos sociais mais favoráveis ao sucesso se vejam privilegiadas também na determinação daqueles créditos.

Mas a FNE não pode omitir uma apreciação positiva em relação à manutenção da segunda disciplina de opção na formação específica do 12º ano de escolaridade e à determinação da autonomia das escolas para definirem a dimensão dos seus tempos letivos.

A introdução de provas nacionais no final do 4º ano de escolaridade, não merecendo a discordância da FNE, constitui uma exigência de preparação cuidada quanto às condições da sua operacionalização.

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Normalidades

Fenprof sai de reunião com Governo sem acordo

Mário Nogueira considerou também que não faz sentido retirar os pais do conselho pedagógico sem alterar as competências deste órgão, deixando ao critério do director da escola se os convida ou não para este espaço: “Isto não é carne nem peixe, isto não é nada”.

FNE chega a acordo com Governo

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Contributos e Contrapropostas da FNE

…para a alteração ao Decreto Lei 75/2008.

Principais exigências da FNE::

  • O diretor/presidente do órgão de gestão e o presidente do conselho pedagógico participam nas reuniões do conselho geral, sem direito a voto, e sem responsabilidades disciplinares em relação a deliberações que contrariem a lei.
  • O diretor/presidente do órgão de gestão tem assento no conselho pedagógico, sem direito a voto.
  • O presidente do conselho pedagógico é eleito por e de entre os seus membros.
  • O coordenador de departamento curricular deverá ser um docente de carreira detentor de formação especializada nas áreas de supervisão pedagógica, avaliação do desempenho docente ou administração educacional.
  • O coordenador de departamento é eleito pelo respetivo departamento.

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Acordo Sobre o Modelo de Concursos

Ainda não sei a que horas foi conseguido o acordo entre o MEC a FNE e outras cinco organizações sindicais, nem em que consiste o mesmo.

As únicas notícias que li é que o acordo alcançado esta madrugada melhora a legislação atual e não apenas a das propostas anteriores.

Não irem comentar enquanto não tiver acesso ao documento final que permitiu que 6 organizações sindicais considerassem que valeu a pena tê-lo assinado.

Também não me posso esquecer que o dia 22 é já ali à porta e que por esse facto podia ter complicado que outras organizações também o subscrevessem.

Ao longo do dia irei fazer a atualização das notícias deste acordo.

 

 

Actualização: Notícia do Público às 8:09

Governo e seis sindicatos de acordo sobre novo modelo de recrutamento de docentes   

Com este novo diploma, o Ministério da Educação e Ciência espera tornar mais coerente a regulamentação e aplicação das matérias relacionadas com o recrutamento, introduzir maior transparência e equidade nos procedimentos, resolver situações específicas de professores que se arrastavam há anos, colmatar de forma mais célere a substituição de um professor, impedindo que os alunos fiquem semanas sem aulas, e obter maior eficiência na gestão dos recursos humanos e na satisfação das necessidades docentes, diz o ministério.

 

“foi possível ainda conseguir que, do documento que a FNE tinha apresentado inicialmente, houvesse a consideração de um número muito significativo das propostas que tinha apresentado”.

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O Futuro dos Concursos Começou a Ser Decidido

De acordo com informação no site da FNE a reunião agendada para amanhã para discussão final da proposta do modelo de concursos foi antecipada para hoje às 20:30.

Assim, a esta hora está a ser decidido o futuro dos concursos de professores para os próximos anos.

Esta vontade do MEC em querer terminar rapidamente as negociações pode ser um bom sinal para que a proposta vá ao encontro das pretensões dos sindicatos que estejam disponíveis para chegar a um acordo.

A FNE a última vez que chegou a um acordo sobre um modelo de concursos foi em 1987 quando esse documento trouxe melhorias significativas e antecipava a entrada em vigor de um novo estatuto que valorizou a carreira docente.

A acontecer um possível acordo espera-se que o mesmo seja positivo.

Aguardemos.

ACTUALIZAÇÃO:

Segundo notícia do público que já tinha dado conta separam a FNE de um acordo com o MEC o seguinte:

–  Existem “alguns aspectos” que continuam a suscitar a rejeição desta organização, nomeadamente “a posição preferencialque é atribuída, na proposta do ministério, aos professores que trabalham em escolas particulares com contratos de associação.

– Existem também “questões de fundo”, a separá-los. Nomeadamente no que respeita à vinculação dos professores contratados, que continuam a não ter lugar nos quadros, mesmo quando estão há vários anos seguidos nas escolas, uma situação que a FNE classifica de “injusta e até imoral.

– Não faz sentido continuar a regulamentar-se os concursos de docentes sem antes “determinar com rigor quais são as necessidades reais do sistema educativo”. “Todos os anos é visível que os lugares do quadro são claramente insuficientes”, lembra, frisando que este levantamento, que também já foi recomendado pela Assembleia da República, deve ter na base aquela que é a finalidade do sistema educativo, ou seja, a “promoção do sucesso escolar”.

 

Acredito que caso o MEC resolva a prioridade do concurso externo de forma a valorizar quem prestou serviço no ensino público e garanta a abertura dos lugares de quadro necessários ao sistema de ensino em 2013/2014 para que seja possível alcançar um acordo esta noite entre a FNE e o MEC.

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Mas Já Não Havia Essa Quota?

Por vezes ainda me surpreende como as não notícias conseguem ser mais importantes que as próprias notícias.

Finanças controlam contratação a prazo de professores

Autorização para contratar fica dependente de despacho conjunto dos ministros das Finanças e da Educação

A autorização para contratar professores a prazo fica dependente de despacho conjunto dos ministros das Finanças e da Educação, que «fixa a quota anual» de contratos a celebrar, de acordo com a proposta enviada aos sindicatos.

O documento hoje em negociação com os sindicatos de professores para um novo regulamento de concursos prevê ainda que o procedimento para a mobilidade interna seja aberto anualmente pela Direção Geral da Administração Escolar, o que agrada à Federação Nacional da Educação (FNE), uma vez que os docentes não têm de esperar pelo concurso externo para aproximação à residência, caso não tenham condições para a requerer ao abrigo do destacamento por condições especiais.

A FNE continua, no entanto, a insistir que não é com concursos de quatro em quatro anos que se alcança a estabilidade na escola, como vaticinou o anterior Governo, mas com vínculos laborais de pessoas que são «permanentemente necessárias ao sistema», frisou à Lusa o secretário-geral da estrutura, João Dias da Silva.

«O que faz com que haja todos os anos uma grande necessidade de docentes a contrato é o facto de os quadros estarem subdimensionados», afirmou Dias da Silva depois da reunião com a equipa do secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida.

 

Ver artigo 5º do Decreto Lei 35/2007

 

                                                                                   Artigo 5.o

Autorização

A contratação de pessoal docente em regime de contrato de trabalho a termo resolutivo depende de despacho conjunto de autorização dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças, da administração pública e da educação, que fixa a quota anual de contratos a celebrar, de acordo com o presente decreto-lei, para efeitos de descongelamento das admissões necessárias.

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Comparação – Modelo de Autonomia

Fica aqui disponibilizado um documento elaborado pela FNE com o proposto pelo MEC, nas duas versões, para alteração ao Modelo de Autonomia, Gestão e Administração.

Com diversa legislação em negociação a alteração ao 75/2008 pode estar a ficar secundarizada pelo diploma de concursos, o que é um mau sinal já que será por ele que as escolas se irão reger no futuro.

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Reação da FNE à Reunião com o MEC

…em que ficamos a saber que no final desta semana teremos nova proposta sobre o diploma de concursos. Que alguém ilumine as mentes da 5 de Outubro. 😀

FNE não aceita intervalos de horários para contratados

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) classificou de útil a reunião com a tutela sobre um novo sistema de recrutamento de professores, mas rejeitou os intervalos de horários para professores contratados constantes na proposta do Governo.

Achamos que os intervalos de horários para professores contratados é qualquer coisa de inaceitável que venha a ficar“, disse à agência Lusa o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, referindo-se ao novo diploma dos concursos que hoje começou a ser negociado entre os sindicatos e o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida.

Este foi um dos pontos que a FNE identificou como negativo no documento que enviou ao Governo, após ter recebido a primeira proposta de diploma.

De acordo com o texto da FNE, a proposta do Ministério da Educação tem como “alvo principal” os docentes contratados, nomeadamente por reduzir a manifestação de preferências para horários com intervalo entre seis e 21 horas.

Para a FNE, os intervalos dos horários para contratação devem ser organizados da seguinte forma: horário completo, horário entre 16 e 21 horas e horário entre 10 a 15 horas.

Os horários inferiores a 10 horas letivas devem ser, na ótica FNE, da “responsabilidade da escola, através da contratação por oferta de escola“.

O responsável da FNE considerou, ainda assim, que a reunião foi útil, no sentido de poder expressar “dúvidas e rejeições“, bem como “pontos de aproximação“.

Entre o documento do Governo e o da FNE havia “fortíssimas divergências em múltiplos aspetos“, disse Dias da Silva, para quem a reunião de hoje serviu para fazer “um trabalho de análise“.

Aquilo que o Ministério se comprometeu – não tendo dado respostasfoi analisar o que era o documento inicial da FNE, relativamente ao qual também nos disse que tinha capacidade para acolher algumas das propostas que dele constam“, indicou.

De acordo com Dias da Silva, o governante não especificou quais os pontos que poderá acolher e enviará, até ao final da semana, uma nova proposta para uma nova reunião na próxima segunda-feira.

A FNE partiu para a reunião reivindicando a antecipação do concurso geral previsto para 2013.

Durante a tarde, o secretário de Estado reúne-se com a Federação Nacional dos Professores (FENPROF) e com outras organizações sindicais de menor expressão.

O Governo apresentou uma proposta de decreto-lei para um novo regulamento que agiliza a substituição de professores na escola, uma vez que em caso de baixa ou falta de um professor, este pode ser substituído por um docente contratado que tenha horário incompleto.

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Jornada Europeia de Ação Sindical

JÁ CHEGA!

EXISTEM ALTERNATIVAS.

PELO EMPREGO E JUSTIÇA SOCIAL

A confederação europeia de sindicatos agendou um dia de ação para dia 29 de fevereiro, véspera do conselho europeu que se realiza dia 1 e 2 de março, para marcar a agenda sindical europeia dizendo aos políticos europeus que existem alternativas à austeridade e que é necessário colocar o emprego e a justiça social no centro das prioridades das políticas europeias.

A FNE associa-se a esta iniciativa com a criação de uma série de postais que podem ser enviados aois diferentes organismos portugueses com especial destaque para os da área da educação.

 

Para a FNE, é muito claro que a educação, a economia e a democracia são interdependentes e são elementos indispensáveis para a obtenção de uma sociedade implicada no bem-estar, na qualidade e na equidade para todos e com todos.
Infelizmente estamos a assistir por toda a Europa e também no nosso país ao desperdício de milhares de professores, quer porque muitos estão a antecipar a passagem à aposentação, quer porque outros abandonam a profissão, quer ainda porque muitos milhares são considerados dispensáveis.
Na União Europeia em geral, a educação está não apenas a sofrer as consequências da crise como está a enfrentar as consequências da falta de visão dos responsáveis políticos.
Impõe-se afirmar com veemência a educação, quer como um investimento nuclear para o futuro da Europa e do nosso País, como ainda um elemento chave para a solução da crise económica.
Existem alternativas para esta Europa que se está a desenhar sem solidariedade, sem projecto, sem esperança e sem perspetivas.

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Comunicado da FNE sobre os Concursos

A FNE apresentou hoje um primeiro comunicado sobre a proposta do MEC para a revisão dos concursos.Na próxima segunda-feira irá haver reunião entre o MEC e as organizações sindicais para debate das propostas. Sabendo que neste momento apenas existem duas propostas concretas para a revisão do diploma dos concursos, a do MEC e a da FNE, é muito provável que o debate da próxima segunda feira se centrem nestas duas propostas.

Tendo em conta que na proposta da FNE existem mais divergências do que convergências é muito provável que as negociações deste diploma não sejam fáceis, o comunicado já o demonstra.

 

Em relação aos concursos de docentes e à proposta que o MEC acaba de publicitar, a FNE entende dar expressão pública a um conjunto de considerações e informações.

A FNE continua a considerar que há justificação plena para que se antecipe o concurso geral previsto para 2013, com os argumentos que a seguir se explicitam.

Por um lado, tem continuado a crescer insustentavelmente o número de docentes contratados, em função das saídas de muitos docentes dos quadros, quer por reunirem as condições para aposentação, quer porque antecipam a passagem à situação de aposentação.

Além do mais, é de todo inaceitável que se mantenham situações de precariedade que se concretizam em docentes que estão na situação de contratados há oito, dez, doze, quinze e mais anos. É fundamental reconhecer o direito destes docentes à vinculação.

Por outro lado, há vários milhares de docentes que foram impedidos de concorrer no último concurso geral (2009) e que concorreram, pela última vez, em 2006, e que foram desse modo ultrapassados nas suas preferências por candidatos com menor graduação profissional, por ocasião do concurso de 2009.

Finalmente, é entendimento da FNE que se torna fundamental que se concluam o mais rapidamente possível os trabalhos de determinação das necessidades permanentes das escolas, com vista à correta identificação dos lugares de quadro, possibilitando o seu posterior preenchimento através de concurso de vinculação. Essa determinação não pode cingir-se à garantia do funcionamento das “disciplinas” e dos cargos, mas deve prever bolsas de apoio à promoção do sucesso educativo.

Aliás, desde 2010 que a própria Assembleia da República tem vindo a aprovar orientações relativamente à vinculação dos contratados e aprovou mesmo, no final de 2011 – em 16 de dezembro de 2011 -, uma resolução (4/2012, de 13 de janeiro) que considera a determinação das necessidades permanentes do sistema educativo como fundamental para garantir uma correta determinação das vinculações de docentes que têm sido sucessivamente contratados.

Em 9 de fevereiro passado, a FNE tomou a iniciativa de remeter ao MEC uma proposta concreta de princípios a considerar num processo de revisão do regime de concursos de docentes.

Foi depois desta iniciativa da FNE que o MEC promoveu a apresentação de uma proposta sua para uma revisão global do regime de concursos de docentes, cumprindo desta forma o acordo celebrado com a FNE em 9 de setembro passado, aquando da revisão do regime de avaliação de desempenho.

Deste modo, em cima da mesa negocial da FNE com o MEC, no próximo dia 27 de fevereiro, estão em presença duas propostas distintas que deverão ser analisadas naquilo que as separa e naquilo que as aproxima, sendo claro, na análise comparativa, que há entre ambas fortes contradições. Mas o que caracteriza um processo negocial é precisamente que haja à partida propostas diferentes.

Numa apreciação genérica da proposta do MEC, a FNE regista como positivo que o MEC tenha assumido:

– querer clarificar as regras de determinação dos docentes em destacamento por ausência da componente letiva;

– anualizar a possibilidade de acesso ao destacamento por aproximação à residência;

– exigir que, no caso da contratações pelas escolas, se publicite a lista graduada dos candidatos, bem como o(s) candidato(s) selecionado(s);

– se admita finalmente a possibilidade de os docentes contratados com horário incompleto assegurarem substituições de outros docentes, nos limites que a lei define;

– se rentabilize a totalidade das formações académicas e profissionais de que os candidatos são detentores, permitindo que cada candidato possa concorrer a diferentes grupos de recrutamento e níveis de ensino.

Mas há no diploma proposto pelo MEC um conjunto muito significativo de aspetos francamente negativos e que têm como alvo principal os docentes contratados, muitos milhares dos quais têm servido e bem o sistema educativo, e que, agora, em vez de serem valorizados e dignificados, são totalmente desconsiderados. Regista-se aqui, entre os aspetos francamente negativos, nomeadamente:

– a exigência de manifestação de preferências para o âmbito geográfico de três quadros de zona pedagógica,

– a redução da manifestação de preferências para horários com intervalo entre 6 e 21 horas;

– a redução para 30 de outubro do tempo de duração do funcionamento da reserva de recrutamento (ex-bolsa de recrutamento);

– a não consideração do tempo de serviço inferior a 180 dias (eventualmente posterior a contratos de maior duração e em que houve lugar a avaliação de desempenho);

– que para a primeira prioridade do concurso externo o candidato tenha de ter trabalhado em horário completo e anual, em quatro dos últimos seis anos;

– a insuficiência da consideração da graduação profissional, para a contratação inicial, reduzida a apenas 50%, e adotando uma ponderação de 50% para a entrevista de seleção, o que dá azo a toda a discricionaridade;

– a não salvaguarda da intercomunicabilidade em todo o território nacional;

– a ausência de respostas relativas aos docentes do ensino português no estrangeiro e ainda os que, desejando trabalhar nos ensinos básico e secundário, têm trabalhado no ensino superior.

O documento do MEC merece, à partida, mais do que simples reservas, a rejeição de várias das suas propostas.

Na negociação que ocorrerá no próximo dia 27,  a FNE sublinhará a sua oposição a critérios e metodologias que constituam procedimentos de desconsideração para qualquer docente, quer em termos do desenvolvimento da sua carreira, quer em termos de equidade entre os diferentes candidatos. Mas a FNE não prescinde de que este processo negocial o seja inteiramente, procurando que se obtenha um diploma de concursos no qual todos os docentes portugueses se revejam.

 

Porto, 23 de fevereiro de 2012

A Comissão Permanente da FNE

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Os Concursos Não São Um Jogo

A FNE entregou ao MEC um documento de princípios para uma alteração ao modelo de concursos atualmente existente. Este documento antecipa uma possível revisão do modelo de concursos que pode ocorrer logo que termine a revisão do modelo de gestão.
A FNE constrói este documento apresentando 21 grandes princípios que vão num bom sentido.
Faz bem a FNE antecipar o debate sobre o modelo de concursos de forma que para 2012/2013 não aconteçam as trapalhadas que este ano letivo existiram.




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